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Disciplina · Linguagens

Questões de Literatura do ENEM

Questões de Literatura, da área de Linguagens, com gabarito em cada página.

  • 1.323 questões
  • 24 assuntos

Resultados: 1.323 questões

Página 8 de 67

  • Linguagens

    Literatura

    No início do século XX, foram criadas as primeiras emissoras de rádio e as linhas de transporte público no Brasil, sendo que o contraste entre esse mundo moderno e o mundo natural foi tema de muitos trabalhos artísticos.


    Os artistas modernistas brasileiros manifestavam em suas obras:

    Escolha uma alternativa para a questão fec8a059-1b
  • Linguagens

    Literatura

    Sobre as características das escolas literárias brasileiras, é INCORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão d617d23f-cc
  • Linguagens

    Literatura

    No bloco superior abaixo, estão listados os movimentos literários brasileiros; no inferior, características desses movimentos.


    Associe adequadamente o bloco inferior ao superior.


    1 - Arcadismo

    2 - Parnasianismo

    3 - Simbolismo


    ( ) Representa um afastamento dos problemas sociais brasileiros, seguindo uma estética rígida.

    ( ) Surge na periferia intelectual brasileira: Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

    ( ) Recupera o padrão estético clássico, fazendo ressurgir a epopeia.

    ( ) Busca transfigurar a condição humana, dando-lhe horizontes transcendentais.


    A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

    Escolha uma alternativa para a questão 26b1156f-cb
  • Linguagens

    Literatura

    Leia o poema e observe a imagem a seguir para responder à questão.

    Figura 1 de 2 da questão de Literatura, UEG 2017, Escolas Literárias
    PICASSO, Pablo. Guernica (1937). In: PROENÇA, Graça. História da Arte. 17. ed. São Paulo: Ática, 2008. p. 257.


    Figura 2 de 2 da questão de Literatura, UEG 2017, Escolas Literárias
    ANDRADE, Carlos Drummond de. Disponível em:<http://trabalhohistoriagce.blogspot.com/p/poesias.html>. Acesso em: 24 mar. 2017.
    Em 2017, o quadro cubista “Guernica”, obra emblemática da carreira de Pablo Picasso, completa oitenta anos. A estética cubista
    Escolha uma alternativa para a questão a85f7847-02
  • Linguagens

    Literatura

    Leia o poema e observe a imagem a seguir para responder à questão.

    Um sonho

    Eu tive um sonho esta noite que não quero esquecer,
    por isso o escrevo tal qual se deu:
    era que me arrumava para uma festa onde eu ia falar.
    O meu cabelo limpo refletia vermelhos,
    o meu vestido era num tom de azul, cheio de panos, lindo,
    o meu corpo era jovem, as minhas pernas gostavam
    do contato da seda. Falava-se, ria-se, preparava-se.
    Todo movimento era de espera e aguardos, sendo
    que depois de vestida, vesti por cima um casaco
    e colhi do próprio sonho, pois de parte alguma
    eu a vira brotar, uma sempre-viva amarela,
    que me encantou por seu miolo azul, um azul
    de céu limpo sem as reverberações, de um azul
    sem o ‘z’, que o ‘z’ nesta palavra tisna.
    Não digo azul, digo bleu, a ideia exata
    de sua seca maciez. Pus a flor no casaco
    que só para isto existiu, assim como o sonho inteiro.
    Eu sonhei uma cor.
    Agora, sei.

    PRADO, Adélia. Bagagem. 26. ed. Rio de Janeiro: Record, 2007. p. 75.

    Imagem da questão de Literatura, UEG 2017, Escolas Literárias
    DALÍ, Salvador. Dalí, aos seis anos, quando acreditava que era uma garotinha, levantando a pele da água para ver um cão dormindo na água do mar (1950). Óleo sobre tela. In: PROENÇA, Graça. História da Arte. 17. ed. São Paulo: Ática, 2008. p. 270. 

    O poema de Adélia Prado é modernista, ao passo que a pintura de Salvador Dalí é
    Escolha uma alternativa para a questão a85c9b11-02
  • Linguagens

    Literatura

    Sobre a obra Romanceiro da Inconfidência, de Cecília Meireles, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 6c76a170-ff
  • Linguagens

    Literatura

    ESPINHOS E FLORES


    Os subúrbios do Rio de Janeiro são a mais curiosa cousa em matéria de edificação de cidade. A topografia do local, caprichosamente montuosa, influiu decerto para tal aspecto, mais influíram, porém, os azares das construções. Nada mais irregular, mais caprichoso, mais sem plano qualquer, pode ser imaginado. As casas surgiam como se fossem semeadas ao vento e, conforme as casas, as ruas se fizeram. Há algumas delas que começam largas como boulevards e acabam estreitas que nem vielas; dão voltas, circuitos inúteis e parecem fugir ao alinhamento reto com um ódio tenaz e sagrado. Às vezes se sucedem na mesma direção com uma frequência irritante, outras se afastam, e deixam de permeio um longo intervalo coeso e fechado de casas. Num trecho, há casas amontoadas umas sobre outras numa angústia de espaço desoladora, logo adiante um vasto campo abre ao nosso olhar uma ampla perspectiva.

    Marcham assim ao acaso as edificações e conseguintemente o arruamento. Há casas de todos os gostos e construídas de todas as formas. Vai-se por uma rua a ver um correr de chalets, de porta e janela, parede de frontal, humildes e acanhados, de repente se nos depara uma casa burguesa, dessas de compoteiras na cimalha rendilhada, a se erguer sobre um porão alto com mezaninos gradeados. Passada essa surpresa, olha-se acolá e dá-se com uma choupana de pau-a-pique, coberta de zinco ou mesmo palha, em torno da qual formiga uma população; adiante, é uma velha casa de roça, com varanda e colunas de estilo pouco classificável, que parece vexada a querer ocultar-se, diante daquela onda de edifícios disparatados e novos. Não há nos nossos subúrbios cousa alguma que nos lembre os famosos das grandes cidades européias, com as suas vilas de ar repousado e satisfeito, as suas estradas e ruas macadamizadas e cuidadas, nem mesmo se encontram aqueles jardins, cuidadinhos, aparadinhos, penteados, porque os nossos, se os há, são em geral pobres, feios e desleixados.

    Os cuidados municipais também são variáveis e caprichosos. Às vezes, nas ruas, há passeios em certas partes e outras não; algumas vias de comunicação são calçadas e outras da mesma importância estão ainda em estado de natureza. Encontra-se aqui um pontilhão bem cuidado sobre um rio seco e passos além temos que atravessar um ribeirão sobre uma pinguela de trilhos mal juntos. Há pelas ruas damas elegantes, com sedas e brocados, evitando a custo que a lama ou o pó lhes empane o brilho do vestido; há operário de tamancos; há peralvilhos à última moda; há mulheres de chita; e assim pela tarde, quando essa gente volta do trabalho ou do passeio, a mescla se faz numa mesma rua, num quarteirão, e quase sempre o mais bem posto não é que entra na melhor casa. Além disto, os subúrbios têm mais aspectos interessantes, sem falar no namoro epidêmico e no espiritismo endêmico; as casas de cômodos (quem as suporia lá!) constituem um deles bem inédito. Casas que mal dariam para uma pequena família, são divididas, subdivididas, e os minúsculos aposentos assim obtidos, alugados à população miserável da cidade. Aí, nesses caixotins humanos, é que se encontra a fauna menos observada da nossa vida, sobre a qual a miséria paira com um rigor londrino. Não se podem imaginar profissões mais tristes e mais inopinadas da gente que habita tais caixinhas. Além dos serventes de repartições, contínuos de escritórios, podemos deparar velhas fabricantes de rendas de bilros, compradores de garrafas vazias, castradores de gatos, cães e galos, mandingueiros, catadores de ervas medicinais, enfim, uma variedade de profissões miseráveis que as nossas pequena e grande burguesias não podem adivinhar. Às vezes, num cubículo desses se amontoa uma família, e há ocasiões em que os seus chefes vão a pé para a cidade por falta do níquel do trem. Ricardo Coração dos Outros morava em uma pobre casa de cômodos de um dos subúrbios. Não era das sórdidas, mas era uma casa de cômodos dos subúrbios. Desde anos que ele a habitava e gostava da casa que ficava trepada sobre uma colina, olhando da janela do seu quarto para uma ampla extensão edificada que ia da Piedade a Todos os Santos.

    Vistos assim do alto, os subúrbios têm a sua graça. As casas pequeninas, pintadas de azul, de branco, de oca, engastadas nas comas verde-negras das mangueiras, tendo de permeio, aqui e ali, um coqueiro ou uma palmeira, alta e soberba, fazem a vista boa e a falta de percepção do desenho das ruas põe no programa um sabor de confusão democrática, de solidariedade perfeita entre as gentes que as habitavam; e o trem minúsculo, rápido, atravessa tudo aquilo, dobrando à esquerda, inclinando-se para a direita, muito flexível nas suas grandes vértebras de carros, como uma cobra entre pedrouços. Era daquela janela que Ricardo espraiava as suas alegrias, as suas satisfações, os seus triunfos e também os seus sofrimentos e mágoas. Ainda agora estava ele lá, debruçado no peitoril, com a mão em concha no queixo, colhendo com a vista uma grande parte daquela bela, grande e original cidade, capital de um grande país, de que ele a modos que era e se sentia ser, a alma, consubstanciado os seus tênues sonhos e desejos em versos discutíveis, mas que a plangência do violão, se não lhes dava sentido, dava um quê de balbucio, de queixume dorido da pátria criança ainda, ainda na sua formação... Em que pensava ele? Não pensava só, sofria também. Aquele tal preto continuava na sua mania de querer fazer a modinha dizer alguma cousa, e tinha adeptos. Alguns já o citavam como rival dele, Ricardo; outros já afirmavam que o tal rapaz deixava longe o Coração dos Outros, e alguns mais – ingratos! – já esqueciam os trabalhos, o tenaz trabalhar de Ricardo Coração dos Outros em prol do levantamento da modinha e do violão, e nem nomeavam o abnegado obreiro.


                                                                                                            

    (Triste Fim de Policarpo Quaresma, pp.160­-165)

    É correto afirmar sobre as personagens da narrativa de Lima Barreto, EXCETO:
    Escolha uma alternativa para a questão 6c5bdaa4-ff
  • Linguagens

    Literatura

    Sobre o Modernismo no Brasil, é correto considerar que
    Escolha uma alternativa para a questão 211deae6-00
  • Linguagens

    Literatura

    INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto.


    Figura 1 de 2 da questão de Literatura, PUC - RS 2017, Escolas Literárias

    Figura 2 de 2 da questão de Literatura, PUC - RS 2017, Escolas Literárias

    Sabe-se que Machado de Assis é considerado um dos maiores escritores brasileiros. Ele criou seu próprio Realismo. Um dos motivos que distinguem sua prosa é a forma como constrói personagens de marcada complexidade psicológica e existencial. Analise a correspondência entre personagem e obra, preenchendo os parênteses com V (verdadeiro) ou F (falso).

    ( ) Bentinho e Dom Casmurro

    ( ) Sofia e Memórias póstumas de Brás Cubas

    ( ) Dr. Simão Bacamarte e O alienista

    ( ) Quincas Borba e Memórias póstumas de Brás Cubas


    O correto preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

    Escolha uma alternativa para a questão 3022b9cd-fc
  • Linguagens

    Literatura

    A propósito do “Delírio” do protagonista nas Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão fe18eea8-ef
  • Linguagens

    Literatura

    Sobre a personagem Virgília, de Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, é correto afirmar que o protagonista do romance
    Escolha uma alternativa para a questão fe0f134f-ef
  • Linguagens

    Literatura

    TEXTO 6

        Todos os anos, nas férias da escola, Conceição vinha passar uns meses com a avó (que a criara desde que lhe morrera a mãe), no Logradouro, a velha fazenda da família, perto de Quixadá. Ali tinha a moça o seu quarto, os seus livros, e, principalmente, o velho coração amigo de Mãe Nácia. (...)
        Conceição tinha vinte e dois anos e não falava em casar. As suas poucas tentativas de namoro tinham-se ido embora com os dezoito anos e o tempo de normalista; dizia alegremente que nascera solteirona. Ouvindo isso, a avó encolhia os ombros e sentenciava que mulher que não casa é um aleijão...
        ─ Esta menina tem umas ideias!
        Estaria com razão a avó? Porque, de fato, Conceição talvez tivesse umas ideias; escrevia um livro sobre pedagogia, rabiscara dois sonetos, e às vezes lhe acontecia citar o Nordau ou o Renan da biblioteca do avô. Chegara até a se arriscar em leituras socialistas, e justamente dessas leituras é que lhe saíam as piores das tais ideias, estranhas e absurdas à avó. (...)

    QUEIROZ, Rachel de. O Quinze. 54ª ed. São Paulo: Siciliano,
    1993, p. 9-10.(trecho adaptado)
    Machado de Assis é o principal nome do Realismo brasileiro e sua produção inclui grande variedade de gêneros literários. Acerca da prosa machadiana, é correto indicar como sua principal característica:
    Escolha uma alternativa para a questão f82c0570-e3
  • Linguagens

    Literatura

    Para responder à questão considere os textos 1, 2 e 3. 


    Texto 1

    O Último Poema
    Manuel Bandeira


    Assim eu quereria o meu último poema. 
    Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos 
    intencionais 
    Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas 
    Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume
     A pureza da chama em que se consomem os diamantes 
    mais límpidos
    A paixão dos suicidas que se matam sem explicação.


    Disponível em:. <http://www.releituras.com/>Acesso em: 07 nov. 2016. 


    Texto 2

    AMAR E SER AMADO 
    Castro Alves


    Amar e ser amado! Com que anelo 
    Com quanto ardor este adorado sonho 
    Acalentei em meu delírio ardente 
    Por essas doces noites de desvelo! 
    Ser amado por ti, o teu alento 
    A bafejar-me a abrasadora frente!
     Em teus olhos mirar meu pensamento, 
    Sentir em mim tu’alma, ter só vida 
    P’ra tão puro e celeste sentimento 
    Ver nossas vidas quais dois mansos rios,
     Juntos, juntos perderem-se no oceano, 
    Beijar teus lábios em delírio insano 
    Nossas almas unidas, nosso alento, 
    Confundido também, amante, amado 
    Como um anjo feliz... que pensamento!?


    Disponível em: .<https://www.pensador.com/frases/NTU2MTQw//> Acesso em: 07 nov. 2016.


    Texto 3

    Livre 
     Cruz e Sousa 

    Livre!Ser livre da matéria escrava, 
    arrancar os grilhões que nos flagelam
    e livre penetrar nos Dons que selam a 
    alma e lhe emprestam toda a etérea lava.

    Livre da humana, da terrestre bava 
    dos corações daninhos que regelam, 
    quando os nossos sentidos se rebelam 
    contra a Infâmia bifronte que deprava.

    Livre! bem livre para andar mais puro, 
    mais junto à Natureza e mais seguro 
    do seu Amor, de todas as justiças.

    Livre! para sentir a Natureza, 
    para gozar, na universal Grandeza, 
    Fecundas e arcangélicas preguiças.


    Disponível em:<https://poesiaspoemaseversos.com.br/cruz-e-sousa-poemas>. Acesso em: 07 nov. 2016. 

    Os textos de Manuel Bandeira, Castro Alves e Cruz e Sousa são, respectivamente, de quais períodos literários?
    Escolha uma alternativa para a questão 4b096417-e3
  • Linguagens

    Literatura

    O pior é que era coxa. Uns olhos tão lúcidos, uma boca tão fresca, uma compostura tão senhoril; e coxa! Esse contraste faria suspeitar que a natureza é às vezes um imenso escárnio. Por que bonita, se coxa? Por que coxa, se bonita? Tal era a pergunta que eu vinha fazendo a mim mesmo ao voltar para casa, de noite, sem atinar com a solução do enigma. O melhor que há, quando se não resolve um enigma, é sacudi-lo pela janela fora; foi o que eu fiz; lancei mão de uma toalha e enxotei essa outra borboleta preta, que me adejava no cérebro.


    O trecho acima integra o romance Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis. Dele, e compreendendo a obra como um todo, pode-se afirmar que alude à personagem

    Escolha uma alternativa para a questão 4f0a958b-d8
  • Linguagens

    Literatura

    Analise o fragmento de um poema, transcrito abaixo.


    Quero que a estrofe cristalina
    dobrada ao jeito,
    do ourives, saia da oficina
    sem um defeito:

    E horas sem conta passo, mudo,
    o olhar atento,
    A trabalhar, longe de tudo,
    o pensamento.

    Porque o escrever – tanta perícia,
    tanta requer,
    que ofício tal... nem há notícia
    de outra qualquer.


    (Olavo Bilac. Poesias. São Paulo: Martin Claret, 2002.)


    O poema acima se insere na produção poética do Parnasianismo. Esse período teve, como uma de suas concepções nucleares, o culto da ‘arte pela arte’, ou ‘a arte com fim em si mesma’. Tal concepção da poesia parnasiana se revela no poema acima:

    Escolha uma alternativa para a questão 984f79c1-d5
  • Linguagens

    Literatura

    A poesia de Cecília Meireles se inscreve naquilo que muitos críticos definem como neo-simbolista. Sua obra expressa os sentimentos em imagens, norteando-os para a sombra, o indefinido, o sentimento de ausência e do nada. Por outro lado, Cecília também escreveu poemas de cunho político e histórico. Dentre as obras relacionadas abaixo, qual fala de um episódio histórico brasileiro?
    Escolha uma alternativa para a questão 02b43727-d5
  • Linguagens

    Literatura

    Os sertões, de Euclides da Cunha, foi publicado em 1902 e desde então se firmou como um dos mais importantes livros de interpretação do Brasil. Obra dividida em três partes — A Terra, O Homem e A Luta —, a obra de Euclides fixou por definitivo na imaginação dos brasileiros o sertão como um espaço geográfico seco, místico e avesso ao mundo moderno. Ainda sobre a obra de Euclides, é correto afirmar o que segue.
    Escolha uma alternativa para a questão 02b11597-d5
  • Linguagens

    Literatura

    Dirceu e Marília são dois personagens icônicos da poesia árcade brasileira. A descrição de Marília por Dirceu oscila de um verso para outro: ora seus cabelos são pretos, ora são loiros. O mesmo ocorre com o próprio Dirceu: ora ele encarna o pastor, ora o juiz. Quem é o autor desse poema que, nada obstante ser árcade, já sinaliza para o amor romântico?
    Escolha uma alternativa para a questão 02a65574-d5
  • Linguagens

    Literatura

    Identifique a alternativa em que a escola literária não corresponde às suas características:
    Escolha uma alternativa para a questão 126e4b81-b6
  • Linguagens

    Literatura

    Observe as imagens a seguir: 

    Figura 1 de 3 da questão de Literatura, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins 2017, Arcadismo

    FONTE:https://noticias.uol.com.br/album/album-dodia/2016/03/15/imagens-do-dia---15-de-marco-de-2016.htm.


    Figura 2 de 3 da questão de Literatura, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins 2017, Arcadismo

    FONTE:http://www.efecade.com.br/1813-navios-negreiros/



    Figura 3 de 3 da questão de Literatura, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins 2017, Arcadismo

    FONTE: https://www.pinterest.com/pin/202099102004736152/



    A literatura é, também, imagem em palavras. Sentimentos, eventos, situações humanas podem ser iguais, no seu impacto, tanto em palavras quanto em imagens.

    As imagens acima representam o espírito, sentido e características de movimentos literários, respectivamente, como: 

    Escolha uma alternativa para a questão 34bc6cd4-b4