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Disciplina · Ciências Humanas

Questões de Filosofia do ENEM

Questões de Filosofia, da área de Ciências Humanas, com gabarito em cada página.

  • 905 questões
  • 39 assuntos

Resultados: 905 questões

Página 32 de 46

  • Ciências Humanas

    Filosofia

    O Período da História da Filosofia que considera a Filosofia como sendo um instrumento para ajudar na compreensão dos dogmas do Cristianismo, chama-se:
    Escolha uma alternativa para a questão b2540db8-05
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    Quando o ser humano consegue agir, conforme sua própria vontade, e, entre várias opções, escolher aquela que sua reta razão lhe diz ser o melhor bem, estamos afirmando que esse mesmo ser humano:
    Escolha uma alternativa para a questão b2574356-05
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    Os verdadeiros valores éticos, independentemente de quaisquer sistemas em que se integrem, são aqueles que:
    Escolha uma alternativa para a questão b25b0eb9-05
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    O único e verdadeiro 'ato de filosofar' é aquele que:
    Escolha uma alternativa para a questão b25e5fd9-05
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    A influência de Sócrates na filosofia grega foi tão marcante que dividiu a sua história em períodos: período pré- socrático, período socrático e período pós-socrático. O período pré-socrático é visto como uma época de formação da filosofia grega, na qual predominavam os problemas cosmológicos. Ele se desenvolveu em cidades da Jônia e da Magna Grécia. Grandes escolas filosóficas surgem nesse período e muitos pensadores se destacam. Entre eles, um jônico, que ficou conhecido como pai da filosofia. Seu nome é:
    Escolha uma alternativa para a questão b4be838f-6d
  • Ciências Humanas

    Filosofia

        Suponha-se que seja trazida de súbito a este mundo uma pessoa dotada das mais poderosas faculdades da razão e reflexão. É verdade que ela observaria imediatamente um acontecimento seguindo-se a outro, mas não conseguiria descobrir nada além disso. Ela não seria, no início, capaz de apreender, por meio de nenhum raciocínio, a ideia de causa e efeito.


    HUME, D. Investigação sobre o entendimento humano e sobre
    os princípios da moral. São Paulo: Unesp, 2003.



    Segundo Hume, nossa capacidade de estabelecer relações como aquelas mencionadas no texto resulta do(a)
    Escolha uma alternativa para a questão b4eaad5d-4c
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    Uma característica da pólis é o cunho de plena publicidade dada às manifestações mais importantes da vida social. Pode-se mesmo dizer que a pólis existe apenas na medida em que se distinguiu um domínio público, nos dois sentidos diferentes, mas solidários do termo: um setor de interesse comum opondo-se aos assuntos privados; práticas abertas, estabelecidas em pleno dia, opondo-se a processos secretos. A cultura grega constitui-se dando a um círculo sempre mais amplo — finalmente ao demos todo — o acesso ao mundo espiritual, reservado no início a uma aristocracia de caráter guerreiro e sacerdotal.



    VERNANT, J.-P. As origens do pensamento grego. Rio de Janeiro: Difel, 2002 (adaptado).



    O advento da pólis, com as mudanças descritas no texto, é produto de um conjunto de transformações no mundo grego antigo que resultou na 
    Escolha uma alternativa para a questão b5012660-4c
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    “Hobbes parte do estado de natureza, no qual não existiria lei, não existiria indústria humana, não existiria nada, e o homem é o lobo do próprio homem; e pelo fato de o homem ser antissocial por natureza, só se torna possível ele viver em sociedade com um Estado extremamente forte. Com Locke, a coisa é diferente. Locke diz que o homem não é um ser rebelde à vida política. No estado de natureza, mesmo com ausência de Estado, mesmo com ausência de leis, existe uma vida econômica que torna possível a integração dos indivíduos entre si. Então o Estado nasce para complementar, para tornar possível essa sociabilidade originária, que é a sociabilidade de mercado”.

    TEIXEIRA, F. J. S. Liberalismo clássico e neoliberalismo: Duas faces da
    mesma moeda?. Curso on line, aula 02, em 12.09.2022. Disponível em:
    https://www.youtube.com/watch?v=TA9MUFoRtOo&t=2009s. Acesso em:
    9 out. 2022. (Texto adaptado)

    Essas duas concepções políticas são
    Escolha uma alternativa para a questão b62cd722-a9
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    “A explicação de que foi a ‘ideia’ de independência que constituiu a força propulsora da renovação que se operava no seio da colônia parece, no mínimo, arriscada. Mais coerente com os acontecimentos é que as várias ideias de ‘se livrar’ do português comerciante ou taberneiro, bem como outras que também se agitavam, embora fossem menos faladas, tais como a libertação dos escravos, a supressão das barreiras de cor e de classe, não fossem mais que reflexos, no pensamento dos indivíduos, de situações objetivas, exteriores a seu cérebro, situações que estão nos fatos, nas relações e oposições dos indivíduos entre si: o senhor de engenho ou fazendeiro devedor que é perseguido pelo comerciante português credor; o pés-descalço que o comerciante português não quer como vendedor; o mulato que o branco exclui da maior parte das funções e o despreza, o humilha; o agricultor pobre que se sente espoliado pelo senhor de engenho que mói sua cana; o escravo que se quer libertar...”  

    PRADO JUNIOR, C. Formação do Brasil contemporâneo. São Paulo:
    Brasiliense, 2000, p. 387 (Texto adaptado)

    A orientação filosófica dessa interpretação do filósofo e historiador brasileiro Caio Prado Junior (1907-1990) acerca da declaração formal da independência brasileira, em 1822, é
    Escolha uma alternativa para a questão b62f54ce-a9
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    “O medo é a causa que origina, conserva e alimenta a superstição. Poderíamos acrescentar muitos exemplos que provam com toda a clareza o seguinte: os homens só se deixam dominar pela superstição enquanto têm medo; todas essas coisas que alguma vez foram inutilmente objeto de culto religioso não são mais do que fantasmas e delírios de um ânimo triste e amedrontado; finalmente, é quando o Estado se encontra em maiores dificuldades que os adivinhos detêm o maior poder sobre a plebe e são mais temidos pelos seus reis”.

    SPINOZA, B. Tratado teológico-político. Tradução de Diogo Pires Aurélio.
    Lisboa: Casa da moeda, 2004, p. 126. (Texto adaptado)

    Conforme Spinoza, o sentimento de medo conduz o homem à superstição. Por isso, os momentos em que os adivinhos têm grande influência sobre a população e os governos são aqueles de grandes dificuldades. A superstição é uma incerteza dos bens desejados, e se desenvolve na  
    Escolha uma alternativa para a questão b6319aa0-a9
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    “A relação que constatamos entre o nascimento do filósofo e o aparecimento do cidadão não é para nos surpreender. A Cidade (pólis) realiza no plano das formas sociais uma separação entre a sociedade e a natureza; e essa separação pressupõe, no plano das formas mentais, o exercício de um pensamento racional. Com a Cidade, a ordem política se separou da organização cósmica; a Cidade aparece como objeto de uma constante indagação e reflexão, de uma discussão apaixonada e, ao mesmo tempo, argumentada”.

    VERNANT, J.-P. A formação do pensamento positivo na Grécia arcaica. In:
    Mito e pensamento entre os gregos. Tradução de Haiganuch Sarian. Rio de
    Janeiro: Paz e Terra, 1990, p. 462-263. (Texto adaptado)

    Com base na citação anterior, é correto afirmar que a filosofia grega nasceu
    Escolha uma alternativa para a questão b6342805-a9
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    “Consideramos que o saber e o entender são mais próprios da técnica do que da experiência, e julgamos os que possuem a técnica mais sábios do que os que só possuem a experiência. E isso porque os primeiros conhecem a causa, enquanto os outros não a conhecem...”

    ARISTÓTELES. Metafísica, 981a25. Tradução do italiano por Marcelo Perine.
    São Paulo: Loyola, 2002.

    Em diálogo com a citação acima, é correto afirmar que  
    Escolha uma alternativa para a questão b6365eed-a9
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    No século V a.C., Atenas vivia o auge de sua democracia. Nesse mesmo período, os teatros estavam lotados, afinal, as tragédias chamavam cada vez mais a atenção. Outro aspecto importante da civilização grega da época eram os discursos proferidos na ágora. Para obter a aprovação da maioria, esses pronunciamentos deveriam conter argumentos sólidos e persuasivos. Nesse caso, alguns cidadãos procuravam aperfeiçoar sua habilidade de discursar. Isso favoreceu o surgimento de um grupo de filósofos que dominavam a arte da oratória. Esses filósofos vinham de diferentes cidades e ensinavam sua arte em troca de pagamento. Eles foram duramente criticados por Sócrates e são conhecidos como
    Escolha uma alternativa para a questão b6477d94-6d
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    Uma das questões fundamentais da filosofia é a natureza humana, tema abordado pela “antropologia filosófica”. A ideia de natureza humana emerge na filosofia antiga e ganha desdobramentos na filosofia moderna. Diversas concepções de natureza humana foram produzidas, tais como as de Hobbes e Rousseau, duas das mais conhecidas. Outra concepção de natureza humana é a de Karl Marx, segundo a qual o ser humano é
    Escolha uma alternativa para a questão b670a445-c4
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    A questão da verdade é uma das mais antigas questões filosóficas e as mais variadas concepções foram desenvolvidas ao seu respeito, como o ceticismo, o relativismo, o dogmatismo, dentre outras. Uma das concepções mais polêmicas acerca da verdade é a do filósofo Nietzsche, para quem ela é
    Escolha uma alternativa para a questão b677ae32-c4
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    Imagem da questão de Filosofia, ENEM 2010, Conceitos Filosóficos Os pressupostos éticos são essenciais para a estruturação política e integração de indivíduos em uma sociedade. De acordo com o texto, a ética corresponde a


    Escolha uma alternativa para a questão b69ae1df-bc
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    Em meados do século IV a.C., Alexandre Magno assumiu o trono da Macedônia e iniciou uma série de conquistas e, a partir daí, construiu um vasto império que incluía, entre outros territórios, a Grécia. Essa dominação só teve fim com o desenvolvimento de outro império, o romano. Esse período ficou conhecido como helenístico e representou uma transformação radical na cultura grega. Nessa época, um pensador nascido em Élis, chamado Pirro, defendia os fundamentos do ceticismo. Ele fundou uma escola filosófica que pregava a ideia de que:
    Escolha uma alternativa para a questão b7ce8cf2-6d
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    Corporeidade: dimensão humana e formas de ser

    Imagem da questão de Filosofia, Universidade Estadual de Montes Claros - MG 2018, O Sujeito Moderno

    Foto 1 – Banco de Imagens: Illustration of woman meditating, symbol flower of life. Foto 2 – Closeup portrait of a muscular man workout with barbell at gym. Brutal bodybuilder athletic man with six pack perfect abs shoulders biceps triceps and chest. Deadlift barbells workout. Black and white photo. 
    Conforme Sílvio Gallo, “na obra Fenomenologia da percepção, o filósofo Merleau-Ponty desenvolve o conceito de corpo próprio, mudando o foco da afirmação de Descartes (“Penso, logo existo”), colocando a certeza da existência no pensamento, para situá-la no corpo”. Para Merleau-Ponty, afirma Gallo, “o corpo próprio é a ideia que cada pessoa é um corpo que percebe e que pensa – e, pensando, atua no mundo e sobre si mesmo. De modo que o corpo não é um objeto, como uma pedra e um martelo. Mas tampouco é pura consciência ou pura percepção. Meu corpo próprio é a sede da percepção do mundo e de mim mesmo, possibilidade única de existência concreta.” Gallo acrescenta que “O filósofo francês Michel Foucault reflete sobre outro aspecto da corporeidade: o corpo como lugar em que o poder atua. Segundo o filósofo, o ‘desprezo pelo corpo’ que vemos na Idade Moderna, a partir da formulação de René Descartes, é apenas aparente. Durante todo aquele período, foi feito grande esforço para manter o corpo controlado, para que ele pudesse ser tomado como força de trabalho. [...] Segundo Foucault, uma importante tecnologia de controle era o poder disciplinar, que atuava individualizando os corpos. Esse poder era exercido nas instituições, como fábricas, escolas, hospitais, prisões e quartéis. Sua análise permanece atual. Pense na escola, em que cada estudante tem um registro, está colocado em determinada classe, tem um número na lista de chamada, tem suas próprias notas que medem seu aproveitamento. É uma forma de disciplinar o estudante, de transformá-lo em um indivíduo.” (GALLO, Sílvio. Filosofia: experiência do pensamento. vol. único. 1. ed. São Paulo: Scipione, 2013, p. 99-100).

    Nos três pensadores, Descartes, Merleau-Ponty e Michel Foucault, é comum a preocupação em definir o homem como ser de existência. O que é discordante em relação às suas concepções teóricas é afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão b7f25e77-b4
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    Corporeidade: dimensão humana e formas de ser

    Imagem da questão de Filosofia, Universidade Estadual de Montes Claros - MG 2018, O Sujeito Moderno

    Foto 1 – Banco de Imagens: Illustration of woman meditating, symbol flower of life. Foto 2 – Closeup portrait of a muscular man workout with barbell at gym. Brutal bodybuilder athletic man with six pack perfect abs shoulders biceps triceps and chest. Deadlift barbells workout. Black and white photo. 
    A abordagem do tema “Corporeidade: dimensão humana e formas de ser” remete, na contemporaneidade, à discussão da sexualidade e da questão de gênero. Filósofos como Michel Foucault e Simone de Beauvoir trataram desse assunto em obras importantes para o conhecimento e a compreensão sobre o sexo no ocidente. Foucault, em sua obra História da sexualidade: a vontade de saber (1976), conforme Sílvio Gallo, “investigou como as sociedades viveram a sexualidade ao longo do tempo e notou um paradoxo. Nas sociedade dos séculos XVI e XVII, embora se acreditasse que o sexo era reprimido, ele foi valorizado como o segredo por excelência; em decorrência disso, falava-se muito sobre sexo, na medida em que ele era reprimido”. Foucault estende a sua investigação até o século XX e aponta o desenvolvimento de uma moral sexual que impõe um absoluto predomínio heterossexual nas relações sociais, “que afirma a distinção absoluta entre homem e mulher, centrada numa visão biológica”, de acordo com Sílvio Gallo.
    Em “O segundo sexo”, obra de Simone de Beauvoir, publicada em 1949, a filósofa francesa trata da condição da mulher e afirma que “ninguém nasce mulher, mas torna-se mulher” à medida que vive. Para ela, não há uma essência no “ser mulher”, e nega, pois, a existência de uma “natureza feminina”. Gallo compreende a posição de Beauvoir e afirma que o “ser mulher” “é uma construção que cada mulher faz em sua vida”. Diante do impacto que a afirmação da filósofa francesa teve nos movimentos feministas do século XX, ele acrescenta que “A construção da sexualidade é biológica, cultural e histórica, assim como a construção do que somos em outras esferas” e conclui que a formulação “tornar-se mulher” se aplica ao homem, pois “ninguém nasce homem, torna-se homem. Ou, ainda: ninguém nasce homossexual, mas se torna homossexual.” (GALLO, Sílvio. Filosofia: experiência do pensamento. vol. único. 1. ed. São Paulo: Scipione, 2013, p. 102-103).

    A partir do exposto, todas as alternativas estão corretas, EXCETO
    Escolha uma alternativa para a questão b7f60a89-b4
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    Leia o texto a seguir.


    Que significará dizer que a existência precede a essência? Significa que o homem primeiramente existe, se descobre, surge no mundo; e que só depois se define. O homem, tal como o concebe o existencialista, se não é definível, é porque primeiramente não é nada. Só depois será alguma coisa e tal como a si próprio se fizer. Assim, não há natureza humana, previamente concebida. O homem é, não apenas como ele se concebe, mas como ele quer que seja, como ele se concebe depois da existência, como ele se deseja após esse impulso para a existência; o homem não é mais do que o que ele faz. Tal é o primeiro princípio do existencialismo.


    SARTRE, Jean Paul. O Existencialismo é um humanismo. São Paulo: Abril Cultural, 1978. p. 6. [Adaptado].



    Ao comparar as ideias de Sartre presentes no trecho apresentado com a tradição filosófica do Ocidente, verifica-se que ele estabelece uma oposição direta às ideias de 

    Escolha uma alternativa para a questão b7fe76d8-68