Questões de História do ENEM
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A69AB5F9-B1 Viagem sem volta a MarteDuzentas mil pessoas se candidataram para participar do projeto Mars One para colonizar o Planeta Vermelho. Representantes de mais de 140 países inscreveram-se para a viagem sem volta, sendo que os Estados Unidos (EUA) lideram em número de candidatos, seguidos por Índia, China, Brasil e Grã-Bretanha.A equipe do Mars One garante que a tecnologia disponível já permite viajar para Marte e sobreviver lá. A água, por exemplo, será obtida aquecendo-se as partículas de gelo do subsolo e condensando o vapor resultante em reservatórios específicos. Quando o primeiro grupo chegar a Marte, o sistema de suporte à vida da missão já terá estocado 3 mil litros de água e 120 quilogramas de oxigênio.Embora a equipe demonstre constante otimismo, a missão obviamente contém riscos. Os principais, durante o voo de sete meses, são a exposição à radiação e à microgravidade, prejudiciais ao sistema músculo esquelético, e o ambiente hostil de Marte. A radiação, que engloba os raios cósmicos galácticos e solares, é considerada pela NASA (a agência espacial americana) um obstáculo fundamental às viagens espaciais por aumentar o risco de câncer.O Southwest Research Institute, dos EUA, calcula que só a viagem até o Planeta Vermelho responde pela absorção de 330 milisieverts de radiação no organismo, o equivalente a uma tomografia de corpo inteiro a cada cinco ou seis dias, durante um ano. Portanto, tanto as naves que levarão os astronautas quanto a base marciana exigirão blindagens bem mais resistentes do que as atuais.Uma pergunta crucial em um projeto de tal porte é o custo. As inscrições são pagas. Assistir ao documentário One Way Astronaut (Astronauta sem Volta), disponível no site, também tem um custo. A grande esperança do projeto para obter financiamento é um reality show de tv e internet. Nas palavras do engenheiro holandês Bas Lansdorp, um dos envolvidos à frente do Mars One, “Estamos falando sobre criar um grandioso espetáculo de mídia, muito maior do que os pousos na Lua ou as Olimpíadas.”<http://tinyurl.com/zp6l8lq> Acesso em: 27.02.2016. Adaptado.Bas Lansdorp, um dos envolvidos com o projeto Mars One, faz referência ao espetáculo midiático da chegada do homem à Lua. O fato, ocorrido em 20 de julho de 1969, foi transmitido ao mundo inteiro pela televisão.Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o contexto histórico e político da chegada do homem à Lua.1F6F4C41-B0 História
História GeralUniversidade Federal do Amazonas · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosA notícia a seguir foi amplamente divulgada na mídia durante as “Olimpíadas do Rio 2016”:“Kosovo precisou de apenas dois dias nos Jogos Olímpicos para conquistar uma medalha de ouro. Estreante no cenário Olímpico, o país viu sua bandeira ser hasteada no lugar mais alto do pódio neste domingo (7), após a vitória de Majlinda Kelmendi na categoria até 52kg do judô. A tarde vivida na Arena Carioca 2 será lembrada para sempre na história esportiva do país.Sobre o Kosovo, qual das alternativas a seguir está INCORRETA?
1F57964E-B0 História
História GeralUniversidade Federal do Amazonas · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosEm abril de 1955, reuniram-se em Bandung (Indonésia) 29 Estados asiáticos e os 4 únicos Estados africanos que apresentavam alguma independência formal. O objetivo era a promoção da oposição ao que era considerado prática imperialista das novas potências imperialistas. Foi a primeira conferência internacional a considerar o imperialismo como crime contra a humanidade, abrindo as possibilidades para o processo de descolonização em vastos territórios asiáticos e africanos.Assinale a alternativa CORRETA quanto aos Estados africanos que participaram da Conferência de Bandung:
1F535CFD-B0 História
Era Vargas – 1930-1954Universidade Federal do Amazonas · 2016FácilEntre para guardar nos favoritosA campanha “o petróleo é nosso” marcou a política do último governo de Getúlio Vargas, envolvendo estudantes, militares, setores da burguesia nacionalista e trabalhadores.Sobre a campanha “o petróleo é nosso”, assinale a alternativa CORRETA:
1F47B1F5-B0 História
Era Vargas – 1930-1954Universidade Federal do Amazonas · 2016FácilEntre para guardar nos favoritosPelos Acordos de Washington (1942), o governo brasileiro se comprometia em fornecer aos Aliados (Estados Unidos, Inglaterra e França) um mínimo de 5.000 toneladas de borracha anuais; tal volume deveria substituir a produção da Malásia, região que estava sob o domínio dos japoneses.Sobre a produção de borracha, assinale a alternativa CORRETA.
1F43A55F-B0 História
Crise de 1929 e seus desdobramentosUniversidade Federal do Amazonas · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosApós a crise econômica de 1929, que abalou o sistema capitalista, principalmente dos Estados Unidos, houve a necessidade de intervenção estatal na economia. No caso norte-americano, com a eleição de Franklin Delano Roosevelt à Presidência da República, em 1933, a intervenção estatal ocorreu por meio do New Deal (novo acordo) para sanar os efeitos da crise de 1929.Sobre o New Deal, analise as afirmativas a seguir:I. Investimento maciço em obras públicas: o governo investiu na construção de usinas hidrelétricas, barragens, pontes, hospitais, escolas, com objetivo de gerar novos empregos.II. A destruição de estoques de gêneros agrícolas, para conter a queda de seus preços.III. O controle sobre os preços e a produção, para evitar a superprodução na agricultura e na indústria.IV.A diminuição da jornada de trabalho, com objetivo de abrir novos postos.V. Fixação do salário-mínimo e criação do seguro-desemprego e do seguro-velhice.Assinale a alternativa correta:
8AE043F6-B0 História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)UFGD · 2016FácilEntre para guardar nos favoritosEm Atenas, na Grécia Antiga, os ideais de democracia conviviam com a escravidão. Pedro Paulo Funari, em sua obra “Grécia e Roma” (2002) destaca que não é “exagero dizer que a democracia ateniense dependia da existência da escravidão” (p. 38).Nessa perspectiva, considera-se que:
8FDE76D3-B0 História
História do BrasilUDESC · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosLeia atentamente o texto para responder à questão.“A unidade básica de resistência no sistema escravista, seu aspecto típico, foram as fugas. (...) Fugas individuais ocorrem em reação a maus tratos físicos ou morais, concretizados ou prometidos, por senhores ou prepostos mais violentos. Mas outras arbitrariedades, além da chibata, precisam ser computadas. Muitas fugas tinham por objetivo refazer laços afetivos rompidos pela venda de pais, esposas e filhos. (...) No Brasil, a condenação [da escravidão] só ganharia força na segunda metade do século, quando o país independente, fortemente penetrado por ideias e práticas liberais, se integra ao mercado internacional capitalista. (...) “Tirar cipó” – isto é, fugir para o mato – continuou durante muito tempo como sinónimo de evadir-se, como aparece no romance A carne, de Júlio Ribeiro. Mas as fugas, como tendência, não se dirigem mais simplesmente para fora, como antes; se voltam para dentro, isto é, para o interior da própria sociedade escravista, onde encontram, finalmente, a dimensão política de luta pela transformação do sistema. “O não quero dos cativos”, nesse momento, desempenha papel decisivo na liquidação do sistema, conforme analisou o abolicionista Rui Barbosa”.REIS, João José. SILVA, Eduardo. Negociação e conflito: a resistência negra no Brasil escravista. São Paulo: Companhia das Letras, 1989, p. 62-66-71.
De acordo com os autores do texto, João José Reis e Eduardo Silva, assinale a alternativa incorreta.8FDB5B7E-B0 História
História do BrasilUDESC · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosLeia atentamente o texto para responder à questão.“A unidade básica de resistência no sistema escravista, seu aspecto típico, foram as fugas. (...) Fugas individuais ocorrem em reação a maus tratos físicos ou morais, concretizados ou prometidos, por senhores ou prepostos mais violentos. Mas outras arbitrariedades, além da chibata, precisam ser computadas. Muitas fugas tinham por objetivo refazer laços afetivos rompidos pela venda de pais, esposas e filhos. (...) No Brasil, a condenação [da escravidão] só ganharia força na segunda metade do século, quando o país independente, fortemente penetrado por ideias e práticas liberais, se integra ao mercado internacional capitalista. (...) “Tirar cipó” – isto é, fugir para o mato – continuou durante muito tempo como sinónimo de evadir-se, como aparece no romance A carne, de Júlio Ribeiro. Mas as fugas, como tendência, não se dirigem mais simplesmente para fora, como antes; se voltam para dentro, isto é, para o interior da própria sociedade escravista, onde encontram, finalmente, a dimensão política de luta pela transformação do sistema. “O não quero dos cativos”, nesse momento, desempenha papel decisivo na liquidação do sistema, conforme analisou o abolicionista Rui Barbosa”.REIS, João José. SILVA, Eduardo. Negociação e conflito: a resistência negra no Brasil escravista. São Paulo: Companhia das Letras, 1989, p. 62-66-71.
Analise as proposições em relação à escravidão e à abolição no Brasil.I. O Brasil foi o último país independente do continente americano a abolir a escravidão, mantendo-a por praticamente todo o período imperial.II. Milhões de pessoas foram trazidas de diferentes regiões africanas para o Brasil e escravizadas ao longo de mais de três séculos. Contudo, a mão de obra escrava, no Brasil, não foi exclusivamente africana.III. A lei Eusébio de Queiróz, em 1850, cessou a compra e a venda de escravos no Brasil, e a pressão inglesa foi significativa para a promulgação desta lei.IV. O fim da escravidão, no Brasil, se deu com a promulgação da Lei Áurea em 13 de maio de 1888, não tendo os escravos participado do processo de abolição.V. Após a abolição, o estado brasileiro não ofereceu condições adequadas para que os ex-escravos se integrassem no mercado de trabalho assalariado, tendo a imigração europeia sido justificada, inclusive por teorias raciais.Assinale a alternativa correta.8FCB63C8-B0 História
Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831UDESC · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosEm 25 de março de 1824, Dom Pedro I outorgou a Constituição Política do Império do Brasil. Em relação à Constituição de 1824, assinale a alternativa correta.8FC79D41-B0 História
História do BrasilUDESC · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos"O golpe militar de 1964 não é o inaugurador da ditadura. Ele foi gestado muito tempo antes, em um processo relativamente longo. Posso afirmar que ele se origina na crise que envolve a renúncia do presidente Jânio Quadros e toda a movimentação que cercou a posse do vice-presidente João Goulart. O golpe foi uma expressão do autoritarismo presente em determinados setores da sociedade brasileira." (Carlos Fico, historiador)Assinale a alternativa correta a respeito do governo de João Goulart e da instauração de uma ditadura que se prolongou por mais de 15 anos no Brasil.5C213F45-B0 História
História do BrasilIFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos“O período do chamado ‘milagre’ estendeu-se de 1969 a 1973, combinando o extraordinário crescimento econômico com taxas relativamente baixas de inflação. O PIB cresceu na média anual de 11,2% no período, tendo seu pico em 1973, com uma variação de 13%. A inflação média anual não passou de 18%” (FAUSTO, Boris. História Concisa do Brasil. São Paulo: EdUSP / Imprensa Oficial, 2001. p. 268).Entre as características do chamado “milagre econômico”, durante a ditadura civil-militar brasileira, NÃO está:5C14F24A-B0 História
História do BrasilIFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto e observe as imagens a seguir:
“A tentativa de transformar Tiradentes em herói nacional, adequado a todos os gostos, não eliminou totalmente a ambiguidade do símbolo. O governo republicano tentou dele se apropriar, declarando o 21 de abril feriado nacional e, em 1926, construindo a estátua em frente ao prédio da Câmara. Os governos militares recentes foram mais longe. [Uma] lei de 1965 declarou Tiradentes patrono cívico da nação brasileira e mandou colocar retratos seus em todas as repartições públicas. Durante o Estado Novo foram representadas peças de teatro, com apoio oficial, exaltando a figura do herói”
CARVALHO, José Murilo de. A Formação das Almas: O imaginário da República no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1991. p. 71. Acesso em: 10 out 2016.

Assinale a alternativa que justifica corretamente a utilização da figura de Tiradentes como herói nacional.
5C1106FC-B0 História
Construção do Estado Liberal: Revolução FrancesaIFF · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosA Revolução Francesa foi um marco importante para o avanço do pensamento liberal iluminista e expansão do capitalismo na Europa. De acordo com Alexis de Tocqueville:“[...] o objetivo da Revolução Francesa não era tão somente mudar o governo mas também abolir a antiga forma de sociedade, teve de atacar-se, ao mesmo tempo, a todos os poderes estabelecidos, arruinar todas as influências reconhecidas, apagar as tradições, renovar os costumes e os hábitos e esvaziar, de certa maneira, o espírito humano de todas as idéias(sic) sobre as quais se assentavam até então o respeito e a obediência.”(TOCQUEVILLE, Alexis. O Antigo Regime e a Revolução. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1997, p.56.)Assinale a alternativa que corresponde às medidas tomadas pelos revolucionários franceses e que se relacionam à análise de Tocqueville.
8FB973C0-B0 História
Crise de 1929 e seus desdobramentosUEL · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos
(Disponível em:<http://xicosa.blogfolha.uol.com.br/files/2014/02/AngeliIdeologia.gif> . Acesso em: 20 abr. 2016.)
Leia o texto a seguir.
O começo aqui foi muito difícil para nós. O pior foi a adaptação. Vocês conheceram nossa maravilhosa moradia em Berlim-Dahlen e iam se assustar vendo em que primitividade vivemos agora. Moramos em uma casa de madeira com cozinha, sala e dois pequenos quartos, um para mim e nosso filho adotivo Bobby, o outro para a minha esposa, a filha dela Magdi e Marlies, filha adotiva.
(BEHREND, S. Carta de Rudolf Isay. 1936. NDPH-UEL.)
A desestruturação da vida cotidiana na Alemanha, após 1932, expressa na carta do jurista Rudolf Isay, deveu-se à ascensão de um partido
8FB59083-B0 História
Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889UEL · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos
(Disponível em:<http://xicosa.blogfolha.uol.com.br/files/2014/02/AngeliIdeologia.gif> . Acesso em: 20 abr. 2016.)
Sob o ponto de vista das ideias, foram diversas as correntes políticas que atuaram no período regencial no Brasil (1831-1840).
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, os integrantes e suas posições político-ideológicas.
8F46A476-B0 História
História GeralUEL · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosSobre o processo histórico da denominada Guerra do Ópio, ocorrida na China, em 1841, assinale a alternativa correta.F368842F-AF História
História GeralUNIOESTE · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosSobre as cidades ao longo da História, assinale a alternativa INCORRETA.
"Uma vertente importante do pensamento sobre a cidade e o urbanismo está hoje ancorada na história. Isto vale não só para o Brasil, mas para muitos outros países. Diversas são as formas que tomam esse renovado interesse pela história: de um lado, mais pragmático, comparecem a valorização do patrimônio histórico – quase sempre de olho nas perspectivas oferecidas pelo desenvolvimento turístico – e a criação de novos espaços, consistente ou banal, inspirada em formas urbanas tradicionais; de outro, o enorme desenvolvimento de pesquisas que buscam conhecer a história de nossas cidades, os processos de sua transformação no tempo, os projetos realizados e não realizados, os protagonistas que ajudaram a dar-lhes uma nova forma e um novo sentido, as inflexões da constituição do urbanismo enquanto disciplina reflexiva e propositiva sobre a cidade".
FERNANDES, Ana; GOMES, Marcos Aurélio A. História da cidade e do urbanismo no Brasil: reflexões sobre a produção recente. Ciência e Cultura. São Paulo, v. 56, n. 2, p. 01, 2004.
F35D1A62-AF História
História GeralUNIOESTE · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosBaseando-se nos textos e no comentário apresentados a seguir, assinale a alternativa INCORRETA.
“Hitler considerava que a propaganda sempre deveria ser popular, dirigida às massas, desenvolvida de modo a levar em conta um nível de compreensão dos mais baixos. 'As grandes massas', dizia ele, 'têm uma capacidade de recepção muito limitada, uma inteligência modesta, uma memória fraca'. Por isso mesmo, a propaganda deveria restringir-se a pouquíssimos pontos, repetidos incessantemente […]. Tudo interessa no jogo da propaganda: mentiras, calúnias; para mentir, que seja grande a mentira, pois assim sendo, 'nem passará pela cabeça das pessoas ser possível arquitetar uma tão profunda falsificação da verdade.”
LENHARO, Alcir. Nazismo: “o triunfo da vontade”. 6ª. ed., São Paulo: Ática, 1998, p. 47-48.
“Eu vivo em tempos sombrios.
Uma linguagem sem malícia é sinal de estupidez,
Uma testa sem rugas é sinal de indiferença.
Aquele que ainda ri é porque ainda não recebeu a terrível notícia.
Que tempos são esses,
Quando falar sobre flores é quase um crime,
Pois significa silenciar sobre tanta injustiça? [...]”.
Trecho de “Aos que virão depois de nós”, de Bertolt Brecht, 193?.
Uma das características marcantes do nazismo – que colocou em cheque tanto a liberdade, a democracia e a dignidade humana, quanto os movimentos socialistas e comunistas – foi a disseminação de uma ideologia de extrema direita, de tradição xenófoba, nacionalista e antissemita, por uso sistemático e ostensivo dos modernos meios de informação e comunicação com o objetivo expresso de silenciar, controlar e conduzir as “massas” - daí a importância de Brecht dizer “Eu vivo em tempos sombrios”. Exemplos, aliás, desta prática – dadas às devidas proporções e aos contextos distintos – ainda persistem em nossos dias.F3580F92-AF História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)UNIOESTE · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosTendo como referência a reflexão abaixo, assinale a alternativa INCORRETA.
“A história da filosofia é a história dos problemas filosóficos, das teorias filosóficas e das argumentações filosóficas [...]. A história da filosofia ocidental é a história das ideias que informaram, ou seja, que deram forma à história do Ocidente. É um patrimônio para não ser dissipado, uma riqueza que não se deve perder”.
REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. História da Filosofia. São Paulo: Paulus, 2003, p. 3.