Questões de História do ENEM
Questões de História, da área de Ciências Humanas, com gabarito em cada página.
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4B82B15B-E3 Com relação ao sistema colonial espanhol nas Américas, considere as afirmativas abaixo.I. A estratificação social da América hispânica apresentou uma rígida hierarquia e embasavase em critérios étnicos e geográficos.II. A mão-de-obra escrava africana foi predominante nas atividades agrária e mineradora.III.Apesar da proibição da escravidão indígena instituiu-se aos nativos trabalho compulsório com a mita e a encomienda.IV.Os Cabildos eram constituídos por indivíduos nascidos na colônia e tinham como atribuição principal o recolhimento de impostos e aplicação da justiça. Estão corretas as afirmativas458AEE44-DF História
Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosA autora Lilia Schwarcz trata da construção do argumento racial após a abolição da escravidão (1888) e o advento da República (1889).
Interessa compreender como o argumento racial foi política e historicamente construído nesse momento, assim como o conceito de raça, que além de sua definição biológica acabou recebendo uma interpretação, sobretudo social.
[...]
É nesse sentido que o tema racial, apesar de suas implicações negativas, se transforma em um novo argumento de sucesso para o estabelecimento das diferenças sociais.
Fonte: SCHWARCZ, Lilia Moritz. O Espetáculo das Raças: Cientistas, Instituições e Questão Racial no Brasil (1870-1930). SP: Cia das Letras, 1993. p.23-24
Sobre a interpretação social do conceito de raça expresso no fragmento citado, é possível afirmar que:
4584A60A-DF História
História do BrasilUniversidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosObserve este cartaz.

Fonte: < http://textosdetherezapires.blogspot.com.br/2015/08/da-campanha-pela-anistia-1978-28-de.html> Acesso em 29 maio 2017.
Esse cartaz é uma campanha política pela:
2215451A-DF História
Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosOs itens listados neste fragmento são de um panfleto de divulgação das reivindicações dos rebeldes pernambucanos, em 1848.1) O voto livre e universal do povo brasileiro;2) A plena e absoluta liberdade de comunicar os pensamentos por meio de imprensa;3) O trabalho com garantia de vida para o cidadão brasileiro;4) O comércio de retalho só para os cidadãos brasileiros;5) A inteira e efetiva independência dos poderes constituídos;6) A extinção do poder moderador e do direito de agraciar;7) O elemento federal na nova organização;8) A completa reforma do poder judicial, em ordem a segurar as garantias dos direitos individuais dos cidadãos;9) A extinção da lei do juro convencional;10) A extinção do atual sistema de recrutamento.Fonte: MARSON, Isabel. O império do progresso. A Revolução Praieira. São Paulo, 1987, p.79-80.
Com base nas reivindicações dos participantes da chamada Revolução Praieira, apresentadas no fragmento, constata-se que o grupo defendia:220EF898-DF História
Construção do Estado Liberal: Revolução FrancesaUniversidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosEste quadro, elaborado pelo historiador Philippe Fabry, apresenta informações acerca da noção de direita e esquerda na França, após a Revolução Francesa.

Considerando as informações desse quadro, pode-se afirmar que:
F47F99BA-DD História
História GeralUniversidade Presbiteriana Mackenzie · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosRosa Luxemburgo, destacada intelectual marxista, escreveu, em 1918, a obra A Revolução Russa. Leia com atenção o trecho a seguir:
“A liberdade é sempre a liberdade de quem pensa de maneira diferente (...). A ditadura do proletariado deve ser obra da classe e não de uma pequena minoria dirigente em nome da classe (...). Sem eleições gerais, sem liberdade irrestrita de imprensa, de reunião e discussão (...), algumas dezenas de dirigentes do Partido (...) comandam e governam (...). Entre eles, a direção, na verdade, está nas mãos de uma dúzia de homens, e uma elite, escolhida na classe operária, é de tempos em tempos convocada a aplaudir os discursos dos chefes e votar por unanimidade as resoluções que lhe são apreendidas”.Rosa Luxemburgo. A Revolução Russa. Citado em: Antoine Prost. Gérard Vincent (orgs). História da Vida Privada: Da Primeira Guerra aos nossos dias. v.5. São Paulo: Companhia das Letras, 2009, pp.419-420
É correto afirmar que, para a autora, o processo revolucionário russoF47C4A74-DD História
História do BrasilUniversidade Presbiteriana Mackenzie · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosA respeito da transição democrática no Brasil, assim escreveu o historiador Marcos Napolitano:
“Se a transição democrática começou contrariando a vontade de milhões de brasileiros que não puderam influenciar no destino político do país, os valores democráticos exercitados nos últimos anos pela oposição civil como um todo marcaram época e foram o contraponto das dinâmicas políticas do regime. Aquela derrota não poderia apagar a presença de amplos setores da sociedade que desejavam participar, após 21 anos de coerção social e política em nome da Segurança Nacional”.Marcos Napolitano. O regime militar brasileiro, 1964-1985. São Paulo: Atual, 1998, p.99
Assinale a alternativa correta acerca do contexto referido pelo texto.F478E85B-DD História
História GeralUniversidade Presbiteriana Mackenzie · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia os textos a seguir:
“De Tarkala à cidade de Gana, gastam-se três meses de marcha um deserto árido. No país de Gana, o ouro nasce como plantas na areia, do mesmo modo que as cenouras. É colhido ao nascer do sol”.Ibn al-Fakih. Citado em: Alberto da Costa e Silva. Imagens da África: da Antiguidade ao século XIX. São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p.32
“[Gana] é a terra do ouro. (...) Toda a gente do Magreb sabe, e ninguém disto discrepa, que o rei de Gana possui em seu palácio um bloco de ouro pesando 30 arratéis (cerca de 14 kg). Esse bloco de ouro foi criado por Deus, sem ter sido fundido ao fogo ou trabalhado por instrumento. Foi, porém, furado de um lado ao outro, a fim de que nele pudesse ser amarrado o cavalo do rei. É algo curioso que não se encontra em nenhum outro lugar do mundo e que ninguém possui a não ser o rei, que disso se vangloria diante de todos os soberanos do Sudão”.Al-Idrisi. Citado em: Alberto da Costa e Silva. Imagens da África: da Antiguidade ao século XIX. São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p.37Os textos foram escritos por viajantes árabes ao observarem aspectos sobre o Reino de Gana, na África, durante a Idade Média europeia. Pela análise dos excertos, é correto afirmar que tal ReinoF475B5BB-DD História
Era Vargas – 1930-1954Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos“O movimento de 1930 não pode ser entendido sem a intervenção das classes médias, mas não é uma revolução destas classes, nem no sentido de que elas sejam o setor dominante no curso da revolução, nem de que sejam seus principais beneficiários. ”FAUSTO, Boris. A Revolução de 1930.São Paulo: Editora Brasiliense, 1983
De acordo com o trecho acima, considere e analise as afirmativas abaixo a respeito da Revolução de 1930.
I. Durante a década de 1920, diante da crise econômica e do controle oligárquico do poder, surgiram outros grupos sociais que passaram a reivindicar participação nas decisões governamentais e reformas nas instituições políticas. As aspirações da classe média urbana eram as mesmas do movimento tenentista, ao defender, entre outros, o voto secreto, reformas sociais e econômicas.
II. A Revolução resultou da aliança temporária, diante da Crise de 1929, das oligarquias dissidentes, das classes médias urbanas e do setor militar tenentista, contra o predomínio político dos interesses dos cafeicultores paulistas, expresso na eleição e vitória de Júlio Prestes.
III. No fim da década de 1920, os setores que contestavam as instituições da República Velha viam, com otimismo, a possibilidade de êxito. Os tenentes, junto às classes médias urbanas, passaram a se organizar em comitês e a eleger, em número cada vez mais expressivo, candidatos que os representassem.
Assinale a assertiva correta.F46EBDB0-DD História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
As duas grandes civilações da Antiguidade, Grécia e Roma, construíram anfiteatros grandiosos, com enorme capacidade para abrigar seus frequentadores. Na Grécia, o Anfiteatro de Epidauro, construído em IV a.C e o Coliseu, construído em Roma, entre 72 e 80 d.C., são dois belos exemplos. Entretanto, mais do que apenas diferenças arquitetônicas, tais construções exemplificam as diferenças entre essas duas civilizações. Considere as afirmativas abaixo.
I. O Coliseu era, sobretudo, um enorme instrumento de propaganda e difusão da filosofia de toda civilização romana que, por meio de espetáculos de gladiadores, execuções e jogos, voltados para o entretenimento da população, desviava a atenção do povo dos problemas sociais e políticos.
II. O Teatro grego desempenhava um papel importante na cultura e no orgulho cívico, onde por meio de dois gêneros principais, a tragédia e a comédia, discutiam-se temas políticos e sociais, por vezes de forma satírica, levando o cidadão a uma reflexão sobre o mundo em que vivia.
III. Para a cultura greco-romana, a importância dos anfiteatros não residia somente na possibilidade de realizar as festas rurais, festivais artísticos ou espetáculos dirigidos ao povo. Nesses amplos espaços as decisões políticas eram tomadas pelos governantes com o apoio da população votante.
Assinale a assertiva correta.
F46B2D8F-DD História
História GeralUniversidade Presbiteriana Mackenzie · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos“Em 632, a grande discussão provocada pela morte de Maomé era quem deveria sucedê-lo como principal líder político da comunidade islâmica. Embora Abu Bakr (sogro de Maomé) tenha sido escolhido como primeiro califa, muitos defendiam que a liderança deveria ser exercida por Ali, genro do profeta, casado com sua única filha viva na época. Do casamento nasceram dois filhos, herdeiros diretos de Maomé. Para os seguidores de Ali, apenas os descendentes em linhagem direta com o profeta (portanto, as gerações nascidas de seus dois netos) deveriam assumir o controle, uma vez que teriam sido escolhidos por Alá”.Michel Reeber. Religiões: mais de 400 termos, conceitos e ideias. Rio de Janeiro: Ediouro, 2002, p.259
O texto aponta para a(o)EBF75702-DC História
História do BrasilFaculdade de Medicina de Marília · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosA tragédia dos últimos meses do governo Goulart residiu na tendência cada vez mais acentuada de se descartar a via democrática para a solução da crise. A direita ganhou os conservadores moderados, sobretudo amplos setores da classe média, para sua perspectiva de que só uma revolução promoveria a “purificação da democracia”, pondo fim aos perigos do comunismo, à luta de classes, ao poder dos sindicatos e à corrupção. Na esquerda, a então chamada democracia formal era vista apenas como um instrumento que ia se tornando inútil, ao aproximar-se a tomada do poder.
(Boris Fausto. “A vida política”. In: Angela de Castro Gomes (org). Olhando para dentro: 1930-1964, vol 4, 2013. Adaptado.)
Essa interpretação do historiador sobre o final do governo de João Goulart (1961-1964) remete
EBF3921C-DC História
História GeralFaculdade de Medicina de Marília · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosObserve a charge sobre o Tratado de Versalhes.

A charge estabelece uma relação entre
EBEBFCB1-DC História
História do BrasilFaculdade de Medicina de Marília · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosHavia muito capital e muita riqueza entre os lavradores de cana, alguns ligados por laços de sangue ou matrimônio aos senhores de engenho. Havia também um bom número de mulheres, não raro viúvas, participando da economia açucareira. Digno de nota até o fim do século XVIII, contudo, era o fato de os lavradores de cana serem quase invariavelmente brancos. Os negros e mulatos livres simplesmente não dispunham de créditos ou capital para assumir os encargos desse tipo de agricultura.
(Stuart Schwartz. “O Nordeste açucareiro no Brasil Colonial”. In: João Luis R. Fragoso e Maria de Fátima Gouvêa (orgs). O Brasil Colonial, vol 2, 2014.)
O excerto indica que a sociedade colonial açucareira foi
2EE96719-DB História
História do BrasilEnsino Einstein · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
• O texto trata da economia brasileira durante o governo Médici (1969-1974). De acordo com as autoras, o “milagre econômico” desse período pode ser explicado pela
2EE21E9C-DB História
História do BrasilEnsino Einstein · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos• D. João elevou o Brasil à condição de Reino Unido a Portugal e Algarves em 16 de Dezembro de 1815. Essa medida objetivou, entre outros fatores2EDA5C5A-DB História
História GeralEnsino Einstein · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
• No filme O Grande Ditador, produção norte-americana de 1940,Charlie Chaplin compõe um retrato irônico do nazi-fascismo europeu em duas de suas principais figuras: Hitler e Mussolini. A cena reproduzida apresenta três características da ideologia nazista
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História GeralEnsino Einstein · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos• A partir dos textos, é possível afirmar que o estudo da medicina durante a Idade Média Central (séc. XI-XIII)
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História GeralInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho a seguir e, posteriormente, assinale a alternativa correta.Fugir era o principal recurso que podiam. Os ricos fugiam para suas casas de campo, como os jovens patrícios de Florença de que fala Boccaccio, que se instalaram num palácio no campo [...]. Os pobres das cidades morriam em seus buracos [...]. O fato de serem os pobres mais duramente atingidos do que os ricos foi observado com clareza na época, tanto no norte quanto no sul. Um cronista escocês, John de Fordun, afirmou que a peste “ataca em especial os mais humildes e os plebeus – raramente os magnatas”. Simon de Corvino, de Montpellier, fez a mesma observação. Atribuiu isso à miséria, à necessidade e às dificuldades [...]. Os contatos íntimos e a falta de condições sanitárias era a outra metade da verdade.TUCHMAN, Barbara. Um espelho distante: o terrível século XIV. Rio de Janeiro: José Olympio, 1999. p. 92.O trecho revela, essencialmente2ED1F1ED-DB História
Antiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2017FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o trecho a seguir.O que diz o primeiro documento escrito da história
Na Antiguidade, acreditava-se que a escrita vinha dos deuses. Os gregos pensavam tê-la recebido de Prometeus. Os egípcios, de Tot, o deus do conhecimento. Para os sumérios, a deusa Inanna a havia roubado de Enki, o deus da sabedoria. Mas à medida que essa visão perdia crédito, passou-se a investigar o que levou civilizações antigas a criar a escrita. Motivos religiosos ou artísticos? Ou teria sido para enviar mensagens a exércitos distantes? O enigma ficou mais complexo em 1929, após o arqueólogo alemão Julius Jordan desenterrar uma vasta biblioteca de tábuas de argila com figuras abstratas, um tipo de escrita conhecida como "cuneiforme", com 5 mil anos de idade [...]. As tábuas estavam em Uruk, uma cidade [...] das primeiras do mundo - às margens do rio Eufrates, onde hoje fica o Iraque. Ali, desenvolveu-se uma escrita que nenhum especialista moderno conseguia decifrar.Disponível em: ˂http://www.bbc.com/portuguese/geral-39842626˃ Acesso em: 04 set. 2017.De acordo com o trecho, podemos identificar que o texto está tratando do modelo de escrita antiga desenvolvido