Questões de História do ENEM
Questões de História, da área de Ciências Humanas, com gabarito em cada página.
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479 questões encontradas. Mostrando a página 13 de 24.
05312D4B-DA Leia o prólogo do diário de Cristóvão Colombo sobre a sua primeira viagem às Índias, realizada em 1492.Vossas Altezas como Católicos cristãos e príncipes amantes da Santa fé cristã e inimigos da seita de Maomé e de todas idolatrias e heresias pensaram de enviar-me a mim, Cristóvão Colombo, à Índia e ordenaram que eu não fosse por terra ao Oriente, por onde se costumam andar, mas pelo caminho de Ocidente. Assim, que depois de haverem expulsado os judeus de todos os vossos Reinos e Senhorios, no mesmo mês de janeiro, mandaram Vossas Altezas a mim, que com armada suficiente me fosse as ditas partes da Índia; e para isso me fizeram grandes mercês e me enobreceram.(Diario de a bordo, 2010. Adaptado.)Em seu diário, Cristóvão Colombo mencionaF4E62C2E-D9 História
Conflitos na antiga Europa do LesteFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosA chanceler alemã, Angela Merkel, e o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, celebraram o 30º aniversário do fim da Cortina de Ferro. Convidada por Orbán, Merkel viajou até a cidade fronteiriça de Sopron, na Hungria. Lá, em 19 de agosto de 1989, mais de 600 alemães da parte oriental aproveitaram a abertura de um posto de fronteira com a Áustria, por ocasião de um “piquenique pan-europeu”, para fugir para o lado ocidental. O evento foi uma fissura crucial na Cortina de Ferro. “Eu não poderia ser uma política e não poderia ser chanceler de uma Alemanha reunificada se esses eventos não tivessem acontecido”, declarou Merkel.(“Na Hungria, Merkel e Orbán celebram fim da Cortina de Ferro e defendem Europa ‘unida’”. https://internacional.estadao.com.br, 19.08.2019. Adaptado.)
A comemoração citada no excerto faz referênciaF4DF174A-D9 História
História GeralFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosDentro e fora dos campos [de concentração], as SS levaram até as últimas consequências a política racista e expansionista do nazismo. A princípio, os presos políticos eram os mais visados para serem enviados aos campos. Esse tratamento era também dispensado aos grevistas, sabotadores e adeptos da resistência, mesmo nos territórios estrangeiros. O leque de perseguidos abriu-se na direção de judeus, ciganos, presos comuns, doentes mentais, padres e clérigos, homossexuais.(Alcir Lenharo. Nazismo, o triunfo da vontade, 1986.)
O trecho analisa a atuação das SS, tropas nazistas, e estabelece um vínculo entre suaF4DBC027-D9 História
História do BrasilFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2019FácilEntre para guardar nos favoritosObserve a charge de Storni, publicada na revista Careta em 19.02.1927.
(Apud Renato Lemos (org.). Uma história do Brasil através da caricatura: 1840-2006, 2006.)
Divulgada durante a Primeira República brasileira, a charge faz referência a umaF4D8A63D-D9 História
História do BrasilFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2019FácilEntre para guardar nos favoritosA independência foi, desse modo, ruptura e continuidade.(Miriam Dolhnikoff. História do Brasil Império, 2019.)
Na independência brasileira, uma ruptura e uma continuidade podem ser exemplificadas, respectivamente,F4D5955E-D9 História
História GeralFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder às questão.A associação das fábricas com “a erosão de padrões de vida tradicionais” pode ser explicada pelo fato de que a industrialização gerou
Todo processo de industrialização é necessariamente doloroso, porque envolve a erosão de padrões de vida tradicionais. Contudo, na Grã-Bretanha, ele ocorreu com uma violência excepcional, e nunca foi acompanhado por um sentimento de participação nacional num esforço comum, ao contrário do que se pode observar em países que atravessam uma revolução nacional. Sua única ideologia foi a dos patrões.(E.P. Thompson. A formação da classe operária inglesa, vol. II, 1987.)F4D24620-D9 História
História GeralFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2019FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto para responder às questão.O texto caracteriza o surgimento e a expansão das fábricas, na Grã-Bretanha dos séculos XVIII e XIX, como
Todo processo de industrialização é necessariamente doloroso, porque envolve a erosão de padrões de vida tradicionais. Contudo, na Grã-Bretanha, ele ocorreu com uma violência excepcional, e nunca foi acompanhado por um sentimento de participação nacional num esforço comum, ao contrário do que se pode observar em países que atravessam uma revolução nacional. Sua única ideologia foi a dos patrões.(E.P. Thompson. A formação da classe operária inglesa, vol. II, 1987.)F4C7C858-D9 História
História GeralFaculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos[...] o senhor faz-se homem de um senhor mais poderoso cuja força, neste caso, já não reside nos vestígios de uma função pública, mas tão só na extensão das terras e no número de vassalos que o reconhecem como suserano.(Charles Parain et al. Sobre o feudalismo, 1973. Apud Hamilton M. Monteiro. O feudalismo: economia e sociedade, 1987.)
No âmbito da Idade Média ocidental, o texto caracterizaF4C35E30-D9 História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2019FácilEntre para guardar nos favoritosObserve as três ordens da arquitetura grega clássica.

(Pedro Paulo Funari. Grécia e Roma, 2019. Adaptado.)
As três colunas correspondem, respectivamente, aos estilos:5C9D17CE-D9 História
História GeralUniversidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2019FácilEntre para guardar nos favoritosEm 1763, James Watt aprimorou a máquina a vapor, fundamental para o desenvolvimento da Revolução Industrial. Este desenho esboçado ilustra seu funcionamento.
Sobre a máquina a vapor utilizada na Revolução Industrial, é correto afirmar que:
5C968E10-D9 História
Construção do Estado Liberal: Revolução FrancesaUniversidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2019FácilEntre para guardar nos favoritosAnalise este trecho sobre as interpretações da Revolução Francesa de Jacques Godechot.A história da Revolução francesa, como a própria Revolução, apaixonou multidões. Por um século essas paixões tornaram difícil qualquer estudo objetivo, e ainda hoje têm influência sobre a historiografia revolucionária. A história da Revolução foi por muito tempo uma arma nas lutas políticas do século XIX — em tais condições foram valorizados certos problemas e deixados de lado outros igualmente importantes.Fonte: GODECHOT, Jacques. As grandes correntes da historiografia da Revolução Francesa, de 1789 aos nossos dias. In: Revista de História. v. 39 n. 80, 1969.De acordo com esse trecho, é correto afirmar que:E4D659D4-D9 História
Crise de 1929 e seus desdobramentosUEA · 2019FácilEntre para guardar nos favoritosEntre 1923 e 1928, as condições econômicas foram, em geral, excelentes, e um número crescente de consumidores podia adquirir o que antes eram artigos de luxo, como automóveis, telefones e eletrodomésticos. À medida que a indústria automobilística convertia-se em setor líder da economia, a produção tornava-se cada vez mais dominada por umas poucas grandes empresas, cujas operações combinadas abarcavam extensa área geográfica.(Philip Jenkins. Breve historia de Estados Unidos, 2017. Adaptado.)O excerto descreve a situação histórica dos Estados Unidos, marcada pela
E4C34477-D9 História
Construção de Estados e o AbsolutismoUEA · 2019FácilEntre para guardar nos favoritosEm quase todos os lugares, o peso esmagador dos impostos — taille e gabelle na França, servicios na Espanha — recaía sobre os pobres. Não existia a concepção jurídica de “cidadão” sujeito ao fisco pelo simples fato de pertencer à nação. Na prática, a classe senhorial estava efetivamente isenta de taxação direta, em toda parte.(Perry Anderson. Linhagens do Estado absolutista, 2016.)
O excerto do livro Linhagens do Estado absolutista descreve
E4BEDD9C-D9 História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)UEA · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosDiscóbolo Lancellotti é cópia romana da escultura grega feita originalmente em bronze, por Míron, em 450 a.C.
Pertencente ao Museu Nacional de Roma, o Discóbolo Lancellotti assinala
E4BB159D-D9 História
Fundamentos da História : Tempo, Memória e CulturaUEA · 2019FácilEntre para guardar nos favoritosPodemos definir como “artefatos” os objetos que parecem manifestar um aspecto inteligível da ação do homem. Existem casos duvidosos de atribuição de origem, como nas escavações de sítios paleolíticos chineses, em que certas pedras lascadas pelo fogo parecem ter sido resultado de uma ação exclusiva da natureza.(Henri-Irénée Marrou. De la connaissance historique, 1975. Adaptado.)Depreende-se do texto que as condições essenciais para a pesquisa histórica são63CAF845-D8 História
História do BrasilIF-BA · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosO relato do revolucionário Gregório Bezerra, nascido em 13 de março de 1900, expõe muito do drama social brasileiro: da seguinte forma:
“Gregório Bezerra só foi comer um “prato de arroz com farofa e carne de porco” aos 7 anos, quando já trabalhava como pequeno lavrador na fazenda de um velho latifundiário. Costumava fazer uma única refeição: farinha com migalhas de charque ou “pirão de água fria com um naco de bacalhau.”
PRIORE, Mary Del. Histórias da Gente Brasileira, volume 3, República – Memórias. Rio de Janeiro: LeYa, 2017. p. 286.
Na Primeira República ou República Velha (1889-1930) no Brasil, a estrutura da economia brasileira de natureza agrário exportadora e latifundiária era a simbiose de um regime político que tinha como característica:
I – O poder oligárquico coronelista excludente da participação da maioria.
II – Os potentados locais controlavam o sistema eleitoral, fraudando o voto que era aberto e não secreto.
III – A Comissão Verificadora dos Poderes foi estabelecida pela “Política dos Governadores” fortalecendo o “jogo oligárquico”.
IV – Os latifundiários tinham o controle social dos trabalhadores rurais fortalecendo o seu mando político.
Marque a alternativa que apresenta as proposições verdadeiras:
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História GeralIF-BA · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos“Mas é verdade que a cidade medieval, por sua lógica econômica fundada mais no dinheiro do que na terra, por seu sistema de valores no qual, em face do ideal aristocrático de hierarquia vertical, de duração, de ociosidade e de largueza, impunha a si mesmo outra concepção, outro ideal de hierarquia horizontal, do tempo, do trabalho e do cálculo, podia minar por dentro o sistema feudal para transformá-lo em sistema capitalista. Foi preciso, entretanto, esperar pela revolução industrial.”LE GOFF, Jacques. O Apogeu da Cidade Medieval. São Paulo, Martins Fontes, 1992. p.58.Em relação ao trabalho, a cidade feudal diferia do campo, entre outras razões, por:63C382A5-D8 História
História do BrasilIF-BA · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosNo relato da professora Lúcia Guedes Mello, nos “anos de chumbo” da ditadura militar no Brasil, a agressão ao direito de manifestação era uma constante:“Os meus universitários não poderiam estar longe do burburinho. Conta Cristina que numa passeata, na Avenida Sete, Rua Chile, Praça da Sé, ao passar pela Praça Municipal chega a polícia para dispersá-los. Ela corre para uma das ruas transversais e, de repente, um policial a intimida com um fuzil em riste. Noutra ocasião, sempre movimento de rua, na Avenida Sete, exatamente na Ladeira de São Bento, chega a polícia montada. Não sei como souberam. A turminha joga milhares de bolinhas de gude nas patas dos cavalos que começam a escorregar e sem estabilidade, os policiais caem. Os estudantes aproveitam e correm para o Mosteiro de São Bento que os abriga.”MELLO, Lúcia Guedes. Sobradão. Salvador, Omar G, 2002. p. 287.A ditadura militar no Brasil teve o seu início:
63BFEA7F-D8 História
História do BrasilIF-BA · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos“Voyages contém dados sobre mais de 3,8 milhões de escravos embarcados em navios luso-brasileiro na África e cerca de 3,4 milhões desembarcados nas Américas (…). A maior parte dos africanos trazidos por comerciantes luso-brasileiros embarcou em navios que haviam partido de portos brasileiros. De acordo com Voyages, pelo menos 37% dos escravos transportados por traficantes luso-brasileiros embarcaram em navios que haviam partido do Rio de Janeiro, 36% em navios saídos de Salvador da Bahia e 12% em embarcações de Recife em Pernambuco. O restante, cerca de 15%, foi transportado em navios que haviam partido de outros portos, com Lisboa, Porto, Belém do Pará e São Luís do Maranhão.”SILVA, Daniel B. Domingues da. Brasil e Portugal no Comércio atlântico de escravos: um balanço histórico e estatístico. In. GUEDES, Roberto (org.). África – Brasileiros e Portugueses. Rio de Janeiro, Mauad X, 2013 p.53-54.No início do século XVII, o tráfico de escravos da África para o Brasil passou a ser regular e tinha intima relação com as economias desenvolvidas no Brasil colonial. Com base nos dados apresentados, é possível afirmar que:I – Pelos dados apresentados, o porto do Rio de Janeiro já era o mais concorrido para o desembarque de pessoas na condição de escravos, podendo evidenciar a maior atividade econômica desta região, como, por exemplo, a economia aurífera ou do ouro.II – A cidade do Salvador, com base nos dados apresentados, mantinha o segundo lugar no trato de escravos podendo evidenciar a continuidade da importância da economia do açúcar e do tabaco.III – Pernambuco, pelos dados do Voyages, aparecia com 12% dos navios embarcados revelando a falência da economia açucareira e aurífera daquela região.IV – A presença de diversos portos no trato ou tráfico de escravos evidencia o quanto a economia do escravismo e da escravidão estavam disseminadas na Idade Moderna.Marque a alternativa que apresenta as preposições verdadeiras:
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História GeralIF-BA · 2019MédioEntre para guardar nos favoritosA Idade Moderna entre os séculos XV e XVIII foi um período de intensas mudanças sociais, políticas, econômicas, geográficas e culturais entre outras mudanças, entre as quais podemos ressaltar: