Questões de História do ENEM

Questões de História, da área de Ciências Humanas, com gabarito em cada página.

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5.222 questões encontradas. Mostrando a página 167 de 262.

  • 11BC7BB2-4A

    História

    Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889
    UERJ · 2014Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de História, UERJ 2014, Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889

    Considerando as imagens das telas e as informações do texto, as pinturas históricas para o governo do Segundo Reinado tinham a função essencial de:
    Escolha uma alternativa para a questão 11bc7bb2-4a
  • 11AF4688-4A

    História

    Era Vargas – 1930-1954
    UERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de História, UERJ 2014, Era Vargas – 1930-1954

    A década de 1940 representou um momento importante para debates e iniciativas relacionados aos direitos das populações indígenas, como a realização do 1º Congresso Indigenista Interamericano.

    Naquele momento, a iniciativa de criar o Dia do Índio tinha como objetivo o estímulo a:

    Escolha uma alternativa para a questão 11af4688-4a
  • 2D8539D2-4A

    História

    História Geral
    UERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

                                                        Imagem da questão de História, UERJ 2014, História Geral 

                                                  Cartaz do filme inspirado no romance de George Orwell.

                                                                                                                                              pt.wikipedia.org


    Meu romance, 1984, foi concebido como uma mostra das perversões que regimes políticos já realizaram parcialmente ou podem realizar.

                                                                                                                                                                              George Orwell

                                                                                                                                                    Adaptado de pt.wikipedia.org.



    O romance 1984, de George Orwell, publicado em 1948, apresenta um mundo de impérios em conflito e uma sociedade em que todos são observados pelo poder central − o Big Brother.

    No contexto internacional da época dessa publicação, o escritor britânico direcionou uma crítica ao seguinte sistema:
    Escolha uma alternativa para a questão 2d8539d2-4a
  • 78AA4D99-3D

    História

    História Geral
    FGV · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
        (...) dividamos a experiência (passeio na montanha-russa) em três partes. A primeira é a da ascensão contínua, metódica e persistente (...). Essa fase representa o período do século XVI até meados do século XIX, quando as elites da Europa promovem o desenvolvimento tecnológico que lhes asseguraria o domínio do mundo. A segunda nos precipita em uma queda vertiginosa, com a perda das referências do espaço, do que nos cerca e até o controle das faculdades conscientes (...). Isto ocorreu ao redor de 1870, com a chamada Revolução Científico-Tecnológica. (...) A terceira é a do loop, o clímax da aceleração precipitada, que representaria o atual período, assinalado por um novo surto dramático de transformações, a Revolução da Microeletrônica (...) o que faz os dois movimentos anteriores parecerem projeções em câmera lenta. (...) O aparato tecnológico torna-se cada vez mais imprevisível, irresistível e incompreensível.

    (Nicolau Sevcenko, A corrida para o século XXI, 2001, p. 14-17)

    Segundo o texto,
    Escolha uma alternativa para a questão 78aa4d99-3d
  • 78A430C8-3D

    História

    História do Brasil
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos


    Leia um trecho de uma entrevista com o historiador Francisco Alembert.

        (...) os governos vêm sucessivamente utilizando a retórica, a imagem e o mito do governo de Juscelino, por isso ele continua tão forte e tão presente. Mas há também algo em comum na utilização de JK por esses governos. De uma forma ou de outra, eles procuram justificar o crescimento econômico dentro da democracia. Ele agradava a burguesia, porque se mostrava um governo modernizador, e também agradava a esquerda, mesmo não tendo uma política de esquerda. Mas alcançou um crescimento realmente fantástico, nunca visto antes. O grande problema é que isso não foi dividido por toda a sociedade.

    (www.sinprosp.org.br/reportagens_entrevistas.asp?especial=102&materia=281. Acessado em 20.08.2014)

    A partir da entrevista, é correto afirmar que o chamado mito JK
    Escolha uma alternativa para a questão 78a430c8-3d
  • 789F072F-3D

    História

    História do Brasil
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Observe a tabela.

     INDÚSTRIA – 1920 – PERCENTAGEM POR RAMOS

    Imagem da questão de História, FGV 2014, História do Brasil


    (Recenseamento do Brasil, 1920 Apud Boris Fausto, A revolução de 1930: historiografia e história, 1979, p. 20)

    A partir dos dados, é correto afirmar que a indústria brasileira, em 1920,
    Escolha uma alternativa para a questão 789f072f-3d
  • 789A3F60-3D

    História

    Crise de 1929 e seus desdobramentos
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
        Esses anos [pós-guerra] também foram notáveis sob outro aspecto pois, à medida que o tempo passava, tornava-se evidente que aquela prosperidade não duraria. Dentro dela estavam contidas as sementes de sua própria destruição.

    (J. K. Galbraith, Dias de boom e de desastre In J. M. Roberts (org), História do século XX, 1974, p. 1331)

    Segundo Galbraith,
    Escolha uma alternativa para a questão 789a3f60-3d
  • 7893E787-3D

    História

    Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    No livro de crônicas Cidades Mortas, o escritor Monteiro Lobato descreve o destino de ricas cidades cafeicultoras do Vale do Paraíba. Bananal, que chegou a ser a maior produtora de café da província de São Paulo, tornou-se uma “cidade morta", que vive do esplendor do passado: transformou-se em uma estância turístico-histórica, mantendo poucas sedes majestosas conservadas, como a da Fazenda Resgate. A maioria, entretanto, está em ruínas. O fim da escravidão foi o fim dos barões. E também o fim do Império.

    (Sheila de Castro Faria, Ciclo do café In Luciano Figueiredo (org), História do Brasil para ocupados, 2013, p.164)


    Sobre a conclusão apresentada no texto, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 7893e787-3d
  • 788DA679-3D

    História

    História Geral
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
        Em nome do direito de viver da humanidade, a colonização, agente da civilização, deverá tomar a seu encargo a valorização e a circulação das riquezas que possuidores fracos detenham sem benefício para eles próprios e para os demais. Age-se, assim, para o bem de todos. (...) [A Europa] está no comando e no comando deve permanecer.

    (Albert Sarrault, Grandeza y servidumbres coloniales Apud Hector Bruit, O imperialismo, 1987, p. 11)

    A partir do fragmento, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 788da679-3d
  • 788820E7-3D

    História

    Construção de Estados e o Absolutismo
    FGV · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A unidade italiana – o processo de constituição de um Estado único para o país – conserva o sistema oligárquico (...) Isto não impede a formação do Estado, mas retarda a eclosão do fenômeno nacional.

    (Leon Pomer, O surgimento das nações, 1985, p. 40-42)

    Fizemos a Itália; agora, precisamos fazer os italianos.

    (Massimo d'Azeglio Apud E. J. Hobsbawm, A era do capital, 1977, p. 108)

    A partir dos textos, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 788820e7-3d
  • 7883674A-3D

    História

    História do Brasil
    FGV · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Observe o mapa.

    Imagem da questão de História, FGV 2014, História do Brasil
    (Armelle Enders, A nova história do Brasil, p. 109)

    Os dados do mapa mostram que a emancipação política do Brasil
    Escolha uma alternativa para a questão 7883674a-3d
  • 787D53A4-3D

    História

    América Latina na segunda metade do século XX: revoluções, transformações e permanências
    FGV · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    É a América Latina, as regiões das veias abertas. Desde o descobrimento até nossos dias, tudo se transformou em capital estrangeiro e como tal acumula-se até hoje. A causa nacional latino-americana é, antes de tudo, uma causa social.

    (Eduardo Galeano, As veias abertas da América Latina, 1978, p. 14 e 281. Adaptado)

    A partir do texto, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 787d53a4-3d
  • 78758F69-3D

    História

    História do Brasil
    FGV · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Caracteriza a agricultura colonial no Brasil do final do século XVIII:
    Escolha uma alternativa para a questão 78758f69-3d
  • 786FFF38-3D

    História

    História do Brasil
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
        A interrupção desse fluxo comercial levaria os negociantes e financistas da República a fundarem a Companhia das Índias Ocidentais (1621). (...)

       O historiador Charles Boxer considera que esse conflito, por produtos e mercados, entre o Império Habsburgo e as Províncias Unidas, foi tão generalizado que pode ser considerado, de fato, a Primeira Guerra Mundial, pois atingiu os quatros cantos do mundo.

    (Regina Célia Gonçalves, Fim do domínio holandês In Circe Bittencourt (org), Dicionário de datas da história do Brasil, p. 34)

    Acerca do fragmento, que aborda o conflito entre o Império Espanhol e as Repúblicas das Províncias Unidas, nas primeiras décadas do século XVII, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 786fff38-3d
  • 7869A681-3D

    História

    História Geral
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
        O Estado era tanto o sujeito como o objeto da política econômica mercantilista. O mercantilismo refletia a concepção a respeito das relações entre o Estado e a nação que imperava na época (séculos XVI e XVII). Era o Estado, não a nação, o que lhe interessava.
                                 (Eli F. Heckscher, La epoca mercantilista, 1943, p. 459-461 Apud Adhemar Marques  e et alii (seleção), História moderna através de textos, 1989, p. 85. Adaptado)
    Segundo o autor,
    Escolha uma alternativa para a questão 7869a681-3d
  • 78643E02-3D

    História

    História Geral
    FGV · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o documento de 1346.

        (...) se qualquer pessoa do dito ofício sofrer de pobreza pela idade, ou porque não possa trabalhar terá toda semana 7 dinheiros para seu sustento(...)
        E nenhum estrangeiro trabalhará no dito ofício se não for aprendiz, ou homem admitido à cidadania do dito lugar.
        (...) E se alguém do dito ofício tiver em sua casa trabalho que não possa completar... os demais do mesmo ofício o ajudarão, para que o dito trabalho não se perca.
       (...) Prestando perante eles o juramento de indagar e pesquisar (...) os erros que encontrarem no dito comércio, sem poupar ninguém, por amizade ou ódio.
       Ninguém que não tenha sido aprendiz e não tenha concluído seu termo de aprendizado do dito ofício poderá exercer o mesmo.

    (Apud Leo Huberman, História da riqueza do homem, 1970, p. 65)

    A partir do documento, é possível reconhecer as principais características das corporações de ofícios, a saber:
    Escolha uma alternativa para a questão 78643e02-3d
  • 785ED769-3D

    História

    Expansão Comercial a Marítima: a busca de novos mundos
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
       (...) quais mecanismos levaram à escravidão nas sociedades africanas do século VII ao século XV?

       (...)

      Genericamente, a escravidão esteve presente na África como um todo, fazendo-se necessário observar as especificidades históricas próprias de complexos sociais e políticos e das formas de poder das diversas sociedades africanas. Mas é fundamental acrescentar que a dinâmica e a intensidade da escravidão no continente africano tem a ver com a maior ou menor demanda do tráfico atlântico gerada pelo expansionismo europeu na América. Isso acarreta mudanças sociais na África, como a expansão e a subsequente transformação da poligenia, o desenvolvimento de diferentes tipos de escravidão no continente, além do empobrecimento de uma classe de mercadores africanos.

    (Leila Leite Hernandez, A África na sala de aula: visita à história contemporânea, 2008, p. 37-8)

    A partir do fragmento, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 785ed769-3d
  • 7859C6A8-3D

    História

    Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    É a partir do século VIII a.C. que começamos a entrever, em diferentes regiões do Mediterrâneo, o progressivo surgimento das cidades-Estados ou pólis. Elas formaram a organização social e política dominante das comunidades organizadas ao longo do Mediterrâneo nos séculos seguintes.

    (Norberto Luiz Guarinello, História Antiga, 2013, p. 77. Adaptado)

    Nas pólis, é correto

    Escolha uma alternativa para a questão 7859c6a8-3d
  • 96450B7E-3C

    História

    História Geral
    PUC - RJ · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Em meados do século XVIII, diversas monarquias europeias se modernizaram com base nos ideais iluministas para um programa de reformas que assegurasse uma administração mais racional e eficiente do Estado. Embora afirmassem agir em nome da “maior felicidade dos povos", estes permaneciam excluídos da tomada de decisões políticas.

    Considerando as relações entre a cultura iluminista e as reformas promovidas pelos “soberanos esclarecidos", analise as afirmativas a seguir.

    I – Os soberanos reformadores concentraram seus esforços no desmantelamento de privilégios fiscais e no redimensionamento dos poderes eclesiásticos, como no caso de Frederico II na Prússia e de
    D. José I e de seu ministro Pombal em Portugal.

    II – Os filósofos iluministas forneceram o tema da razão, da boa administração e da pública felicidade aos projetos absolutistas dos monarcas e o da liberdade à oposição antiabsolutista.

    III – Os opositores do reformismo monárquico eram juristas e magistrados tradicionalistas, a nobreza fundiária e o alto clero, ameaçados pela dissolução da sociedade de ordens promovida pelos soberanos esclarecidos.

    Assinale:
    Escolha uma alternativa para a questão 96450b7e-3c
  • 963A9C82-3C

    História

    História do Brasil
    PUC - RJ · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Analise as afirmativas abaixo que apresentam acontecimentos referidos à política da Corte portuguesa durante sua permanência no Brasil entre 1808 e 1821.


    I – Como expressão da relação de poder assimétrica entre os soberanos britânico e português, os tratados de 1810 impunham ao governo de D. João no Rio de Janeiro, entre outras decisões, a limitação do tráfico negreiro intercontinental às colônias de Portugal na África e o compromisso de abolir gradualmente o trabalho escravo na América portuguesa.

    II – A criação do primeiro Banco do Brasil, da Impressão Régia, da Escola de Medicina, das Academias Militar e de Marinha, do Real Horto, da Real Biblioteca e inúmeras outras medidas, assim como a conquista da Guiana Francesa e a ocupação da Banda Oriental, revelavam o projeto político da Corte joanina de “criar um novo império" na América, tendo como sede a cidade do Rio de Janeiro.

    III – Ao revogar o alvará de 1785 que proibia qualquer atividade manufatureira na colônia americana, com exceção da fabricação de panos grossos para a vestimenta dos escravos, o Príncipe- Regente D. João propiciou o surgimento de inúmeros estabelecimentos fabris em diferentes pontos do Reino do Brasil, deflagrando o primeiro grande surto industrial do país, apesar da permanência do trabalho escravo.

    IV – A Revolução Pernambucana de 1817 teve como uma de suas motivações a reação aos privilégios concedidos por D. João aos comerciantes, burocratas e proprietários de escravos e terras do Rio de Janeiro e áreas próximas, o que lhes possibilitara prosperar, acumular poder e ganhar prestígio. Para os revolucionários de 1817, o Rio de Janeiro se transformara em uma “nova Lisboa", dominada por “portugueses" que oprimiam os “brasileiros" de outras partes do Reino do Brasil.

    Assinale:
    Escolha uma alternativa para a questão 963a9c82-3c