História
- História do Brasil
- Prova de 2018
- UNICENTRO
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 92C73650-FD
Disciplina · Ciências Humanas
Questões de História, da área de Ciências Humanas, com gabarito em cada página.

RIBEIRO, D. Suma etnológica brasileira. Edição atualizada do Handbook of South American Indians.
Petrópolis: Vozes, 1987.

ENCICLOPÉDIA Grandes Personagens da Nossa História. Mapas históricos brasileiros.
São Paulo: Abril Cultural, 1969.
TEXTO I
No Brasil, com o fim da escravidão, nada foi oferecido aos libertos além da liberdade — nem escolas, nem terras e muito menos direitos civis.
PAMPLONA, M. A. Direitos suados e lembrados. Revista de História da Biblioteca Nacional,
n. 66, mar. 2011 (adaptado).
TEXTO II
A taxa de analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade era de 13,3% para pretos em 2009, de 13,4% para pardos e de 5,9% para brancos.
Disponível em: http://educacao.uol.com.br. Acesso em: 26 abr. 2011.
Há várias visões da Independência do Brasil: uma de D. Pedro I como herói; outra de que foi um arranjo familiar entre D. João VI e D. Pedro I, que se acertaram e o Brasil aceitou; e uma terceira, de que foi um complô das elites para fazer a Independência e manter a escravidão.
CARVALHO, J. M. Disponível em: http://oglobo.globo.com. Acesso em: 27 jul. 2015 (adaptado).
As três visões mencionadas são elitistas, isto é, desconsideram a contribuição dos(as)

Desde os primeiros dias da República, os autores de livros didáticos para os cursos primário e secundário, obedecendo a critérios definidos pelas autoridades de governo na área da educação, passaram a estampar o retrato de D. Pedro II com as longas barbas e o aspecto cansado dos seus últimos anos de vida para associar à Monarquia a imagem de velhice e coisa antiga.
SILVA, P. N. N. Monarquia: verdades e mentiras. São Paulo: GRD, 1994 (adaptado).
De acordo com o texto, o uso que se fez da imagem de D. Pedro II tinha o objetivo de
Os anos que vão do lançamento das bombas atômicas até o fim da União Soviética não formam um período homogêneo na história do mundo. Apesar disso, a história desse período foi reunida sob um padrão único pela situação internacional peculiar que o dominou até a queda da URSS: o constante confronto das duas superpotências que emergiram da Segunda Guerra Mundial na chamada “Guerra Fria”.
HOBSBAWM, E. A era dos extremos. O breve século XX, 1914-1991. São Paulo: Cia. das Letras, 1995 (adaptado).
O autor reconhece que a característica fundamental do período mencionado é a
A Marcha da família com Deus pela liberdade, em março de 1964, consistiu numa série de manifestações, organizadas principalmente por setores do clero e por entidades femininas, em resposta ao comício realizado no Rio de Janeiro, em 13 de março de 1964, durante o qual João Goulart anunciou seu programa de reformas de base.
LAMARÃO, S. A conjuntura de radicalização ideológica e o golpe militar: a marcha da família com Deus pela liberdade. Disponível em: http://cpdoc.fgv.br. Acesso em: 26 ago. 2014 (adaptado).
O evento descrito foi uma reação de parcela da sociedade que tinha como objetivo
Muitos aspiram à condição de senhor de engenho, porque se trata de um título que traz consigo a possibilidade de ser servido, obedecido e respeitado.
ANTONIL, A. J. Cultura e opulência do Brasil. Belo Horizonte-São Paulo: Itatiaia-Edusp, 1982 (adaptado).
Quanto à organização da sociedade colonial brasileira, para ocupar a posição social descrita, era necessário
As duas classes fundamentais da sociedade capitalista definiram-se a partir da Revolução Industrial inglesa do final do século XVIII.
Foram elas,
Observe o cartum e leia o texto.

Disponível em: <https://www.google.com.br/search?biw>.
Acesso em: 4 ago. 2018.
(...) Vilaça considera apropriado o uso da expressão “curral eleitoral” no caso das comunidades cariocas onde adversários são impedidos de entrar e a população sofre pressão para votar no candidato indicado por grupos armados de milicianos ou traficantes, mas pondera que os coronéis não eram foras da lei, como neste neocoronelismo de milícia e tráfico: “O coronelismo no interior do Nordeste tinha função diferente do sistema de mando que se encontra hoje nas comunidades. A violência e a rudeza que havia não estavam associadas a nenhuma ilicitude. O chefe de milícia cobra dinheiro para manter a ordem”.
Disponível em:
<https://oglobo.globo.com/brasil/eleicoes-2008/curral-eleitoral-remonta-aos-tempos-da-republica-velha-5011852)>.
Acesso em: 4 ago. 2018.
A expressão “curral eleitoral” foi cunhada no Brasil e, atualmente, ainda se pode utilizá-la para definir práticas de forte intimidação e pressão sobre eleitores, em geral, que são de baixa escolaridade e poder aquisitivo. Qualquer recompensa ou ameaça sofrida com o intuito de interferir no voto de uma pessoa é considerada prática ilegal segundo o artigo 301 do Código Eleitoral, com pena de reclusão que prevê até quatro anos.
O surgimento do “curral eleitoral” ocorreu
Observe a charge e leia o texto.

Disponível em: <https://www.google.com.br/>.
Acesso em: 4 ago. 2018.
O Sebastianismo foi um movimento místico-secular que ocorreu em Portugal, durante a segunda metade do século XVI. Foi causado pela morte do rei D. Sebastião, durante a batalha de Alcácer-Quibir, no ano de 1578.
Como D. Sebastião não possuía herdeiros, o trono de Portugal ficou sob o poderio do rei Filipe II, da Espanha. O Sebastianismo foi, portanto, uma esperança na vinda de um salvador, adaptado às condições lusas. Seria traduzido como uma inconformidade, um sentimento de insatisfação com a situação política da época e uma expectativa de mudança (salvação), mesmo que, para isso acontecer, fosse necessário um verdadeiro milagre, como a ressurreição do rei morto, D. Sebastião.
Disponível em:
<https://www.infoescola.com/historia/sebastianismo/>.
Acesso em: 4 ago. 2018.
As duas fontes históricas apresentadas abordam o
contexto de crise político-institucional na história de
Portugal à época
Observe o mapa e leia o texto abaixo.

Disponível em:
<https://www.google.com.br/search?q=escravid%>.
Acesso em: 4 ago. 2018.
(...) no século XV, o tráfico negreiro, ou tráfico de escravos, assumiu enormes proporções. Os Estados europeus instalaram feitorias e portos de abastecimento de escravos no litoral africano. Nessas feitorias, foram embarcados os escravos que vieram para as colônias europeias na América nos navios chamados tumbeiros.
Disponível em:
<https://brasilescola.uol.com.br/historiab/trafico-negreiro.htm>.
Acesso em: 4 ago. 2018.
Sobre a relação entre a formação do Brasil como país e a
escravidão, é correto afirmar que