História
- História Geral
- Prova de 2026
- UFU-MG
- Dificuldade: Muito fácil
- Código da questão: 20682BFD-89
Disciplina · Ciências Humanas
Questões de História, da área de Ciências Humanas, com gabarito em cada página.
De acordo com Guimarães & Brito (2013, p. 200), “em Minas Gerais a elite escravista congregava fazendeiros, mineradores, agricultores, comerciantes ou ainda proprietários dedicados a outras diferentes atividades. Predominava a pequena e média propriedade de escravos. Por outro lado, o fato de alguém ser proprietário de escravos não era suficiente para identificá-lo com clareza na estrutura social. Um escravista poderia ser um nobre, um indivíduo livre no meio urbano, um forro, um camponês, e até mesmo um escravo. Este último caso constituía a exceção, e não a regra geral.”
GUIMARÃES, Carlos Magno & BRITO, Patrícia Carolina L. de. “Escravismo e rebeldia na Província”. In: RESENDE, Maria Efigênia Lage & VILLALTA, Luiz Carlos. História de Minas Gerais: a Província de Minas. Belo Horizonte: Autêntica, 2013, p. 200.
Ao longo da história do Brasil e de Minas Gerais no século XIX, o escravismo foi uma instituição
A ação de padres da Companhia de Jesus foi fundamental para o êxito do processo de colonização do Brasil, realizando a catequese e criando aldeamentos junto a diferentes povos indígenas. Por um lado, os jesuítas acusavam os colonos de maus tratos, infligidos aos nativos.
Por outro lado, é correto afirmar que a atividade catequética
Segundo Funari (2011, p. 35-36), “democracia – algo tão valioso para nós – é um conceito surgido na Grécia antiga. Por cerca de um século, a partir de meados do século V a.C., Atenas viveu esta experiência única em sua época. Democracia, em grego, quer dizer “poder do povo”, à diferença de “poder de um”, a monarquia, ou o “poder de poucos”, a oligarquia ou aristocracia.”
FUNARI, Pedro Paulo. Grécia e Roma. São Paulo: Contexto, 2011, p. 35- 36.
No referido contexto histórico, o pleno acesso aos direitos da cidadania estava limitado
Em 2 de julho de 1824 os revolucionários proclamaram a independência de Pernambuco, e ainda convidaram as demais províncias do Norte e Nordeste a se unirem a eles, formando a Confederação do Equador. [...] Os confederados reivindicavam que o Brasil fosse organizado de maneira análoga “às Luzes do século”, seguindo o “sistema americano” e não o exemplo da “encanecida Europa”.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling. Brasil: uma biografia, 2018.)
Politicamente, o movimento citado lutava