História
- História Geral
- Prova de 2011
- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: 9B406174-B6
Disciplina · Ciências Humanas
Questões de História, da área de Ciências Humanas, com gabarito em cada página.
Analise a fotografia de 1964.

(Juliana Sayuri. www.nexojornal.com.br, 28.12.2023.)
A fotografia expõe
Observe a charge a seguir.

A personagem Mafalda, criada no contexto da Guerra Fria, demonstra, na charge, preocupação com o destino da
humanidade diante da proliferação das armas nucleares. Nesse período, as armas nucleares foram objeto de
uma discussão internacional que resultou na assinatura do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, em
1968. Esse tratado
Leia o texto a seguir.
O novo contexto constitucional dava amplos poderes ao presidente e inaugurava um novo período na história do Brasil: o Estado Novo, na essência, uma ditadura pessoal, apoiada sobretudo nas Forças Armadas e nas camadas conservadoras da sociedade brasileira. Fortalecido por essa base de sustentação, Getúlio pôde dissolver os partidos, inclusive a Ação Integralista Brasileira [...]. Vendo-se traídos e colocados na ilegalidade, os integralistas passam a conspirar contra Vargas, preparando uma intervenção armada contra o regime. A tentativa de golpe, liderada pelo médico Belmiro Valverde e pelo tenente Severo Founier, ocorreu em 11 de maio de 1938.
KUPPER, A; CHENSO, P. A. Brasil: História Crítica. São Paulo: FTD, 1998. p. 239 - 240.
O chamado Golpe Integralista consistiu na invasão de homens armados
Período de intensas discussões e questionamentos acerca dos rumos da República, os “anos 20” foram uma época de crise, mas também de fertilidade da vida brasileira. Naquele momento, variados projetos políticos e culturais foram elaborados tendo por objetivos organizar a sociedade e propiciar um sentido de pertencimento à população brasileira.
A respeito da forma como se comportaram os distintos grupos sociais frente a esses projetos, assinale a afirmativa CORRETA.
Thomas Mun (1571-1641) foi um mercador inglês, sócio e alto funcionário da Companhia das Índias Orientais. Em um escrito de 1630, avaliou as políticas econômicas dos reinos europeus e sugeriu meios para gerar riqueza.
“Em todos os lugares assim que se vê transportar dinheiro para fora do país, escutam-se os lamentos daqueles que gritam que dinheiro perdido é razão de miséria e ruína. (...) Eu não creio que haja quem queira ou possa me contradizer quando afirmo que, não tendo nós minas, não temos outro modo de obter dinheiro a não ser o de traficar naqueles países que as têm. Ora, pode-se traficar de três maneiras nestes países: ou levando nossas mercadorias para trocá-las por aquelas que não possuímos; ou vendê-las por pelo menos uma parte em dinheiro vivo; ou levando conosco dinheiro, para comprá-las, de modo que transportando-as alhures e vendendo-as, possamos obter algum dinheiro. A primeira não nos dá dinheiro. A segunda gera bem pouco dinheiro, pois são poucas as nações que querem comprar as nossas mercadorias pagando à vista. De modo que apenas na terceira maneira de traficar, podemos esperar obter muitos ganhos.”
Traduzido e adaptado de Thomas Mun. England’s Treasure by Forraign Trade. (1664). New York, Macmillan & Co., 1895, p. 65.
Sobre os pressupostos mercantilistas utilizados pelo autor para defender as suas posições em matéria econômica, é correto afirmar que: