História
- Construção de Estados e o Absolutismo
- Prova de 2014
- FGV
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 14289E2C-DE
Disciplina · Ciências Humanas
Questões de História, da área de Ciências Humanas, com gabarito em cada página.
No ano de 2018 comemoramos os 50 anos das Primaveras de Paris e de Praga. A charge abaixo se refere à relação entre militares de Moscou, capital da Rússia e antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), e a população de Praga, capital da República Checa e antiga República da Checoslováquia. As datas evidenciam o final da Segunda Guerra Mundial (1945) e as Primaveras de Praga e de Paris (1968).

(Disponível em: <http://www.jornalcontato.com.br/home/index.php/a-primavera-de-praga-daniel-aarao-reis/>. Acesso em: 20 ago. 2018.)
Observe a imagem e marque a opção que corresponde à CORRETA análise geopolítica:
Observe a tabela e o texto abaixo:

(Disponível em: Revista Superinteressante, out. 2016. Disponível em: <https://abr.ai/2KOba6z> . Acesso em: 10 out. 2018.)
A Siemens diz ter usado o trabalho forçado de pelo menos 80 mil pessoas entre 1940 e 1945, sendo 5.000 vindas de campos de concentração, como os de Ravensbrück, Auschwitz-Bobrek, Flossenbürg, Buchenwald e Gross-Rosen. Ao final de 1944, no auge da Segunda Guerra, a companhia tinha 244 mil trabalhadores. Desse número, 50 mil eram forçados...
(Disponível em: UOL Economia, set. 2017. Disponível em:<https://bit.ly/2uuKhis> . Acesso em: 10 out. 2018.)
Leia o texto a seguir.
Na perspectiva dos nativistas e xenófobos, a Companhia de Terras Norte do Paraná atuava a serviço do “imperialismo internacional”, o que ameaçava “a unidade da nação, o povo da terra e a economia brasileira, mantendo-a em estado colonial”. Em 1938, a Sociedade dos Amigos de Alberto Torres desferiu ferrenhas críticas contra a companhia. Seu conferencista, Antônio Alves de Almeida, acusava a empresa de germanizar “judaicamente” o município de Londrina, certamente se referindo a Rolândia, cuja população em grande parte só falava em alemão. Lembrou ainda o episódio do plano de assentamento dos assírios, promovido pela companhia por intermédio do seu diretor Arthur Thomas. [...]
Adaptado de: MAESIMA, Cacilda. Japoneses, multietnicidade e conflito na fronteira: Londrina, 1930/1958. Tese (Doutorado em História)- Universidade Federal Fluminense, Rio de Janeiro. 2012, p. 92.
Com base no texto e nos conhecimentos sobre História do Paraná e governo Vargas, atribua V(verdadeiro) ou F (Falso) para as afirmativas a seguir.
( ) O estado do Paraná foi criado em meados do século XIX, em pleno contexto republicano e, diferentemente de outras regiões do país que dependeram da escravidão, o desenvolvimento da economia da erva-mate empregou mão de obra assalariada.
( ) O Brasil tem sido marcado pela confluência de múltiplas etnias e culturas haja vista a contribuição de indígenas, africanos e europeus, caracterizando uma democracia racial com permanências no Paraná.
( ) A Companhia de Terras Norte do Paraná, constituída a partir da ação do capital britânico nos anos 1920, permitiu, ao lado da própria população nacional, a formação de colônias étnicas, que se tornaram foco de ataque de grupos nativistas.
( ) Uma das estratégias utilizadas para a migração judaica para Rolândia entre os anos 1940 e 1945 foi a compra de aço para a construção de ferrovias na região, em bora o projeto tenha sido inviabilizado pela ação dos grupos nativistas.
( ) O governo de Getúlio Vargas nos anos 1930 e 1940 foi marcado por posturas políticas ideologicamente próximas aos países do Eixo, o que apresentou implicações em diversas regiões do país, inclusive áreas de fronteira.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
Leia o texto a seguir.
Vicente de Souza pintou a situação em que ficaria a família proletária com a nova lei de vacinação. Ao voltar do trabalho, disse, o chefe fica “sem poder afirmar que a honra de sua família esteja ilesa, por haver aí penetrado desconhecido amparado pela proclamação da lei da violação e do lar e da brutalização aos corpos de suas filhas e de sua esposa”. A “messalina”, prosseguiu, “entrega-se a quem quer, mas a virgem, a esposa e a filha terão que desnudar braços e colos para os agentes da vacina”. Não apelava para a Constituição por já estar poluída e esfarrapada. Contra a violência, apelava para a legítima defesa “e essa se faz com as armas na mão”.
Adaptado de: CARVALHO, José Murilo de. Os bestializados: o Rio de Janeiro e a República que não foi. São Paulo: Companhia das Letras, 1987, p. 100-102.
Com base no texto e nos conhecimentos sobre História do Brasil Contemporâneo, assinale a alternativa correta.
Leia o texto a seguir e responda à questão.
Durante a Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos puseram fim ao conflito, no ano de 1945, ao lançar duas bombas atômicas, um artefato de destruição em massa produzido com base nos avanços da pesquisa científica realizada em tempos de guerra. A bomba lançada sobre a cidade japonesa de Hiroshima era de fissão de urânio-235 e a lançada sobre Nagasaki era de fissão de plutônio-239. Juntas elas ceifaram a vida de cerca de 71 mil pessoas instantaneamente e, nos primeiros cinco anos após as explosões, provocaram aproximadamente 200 mil mortes, por alterações cromossômicas oriundas de exposição à radiação. Desde então, a bomba atômica se manteve como estratégica no poderio dos Estados nacionais, constituindo uma ameaça permanente de destruição, catástrofe e fim súbito, o que representa certa vinculação entre ciência, política, poder e ideologia.

Leia o texto a seguir e responda à questão.
Durante a Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos puseram fim ao conflito, no ano de 1945, ao lançar duas bombas atômicas, um artefato de destruição em massa produzido com base nos avanços da pesquisa científica realizada em tempos de guerra. A bomba lançada sobre a cidade japonesa de Hiroshima era de fissão de urânio-235 e a lançada sobre Nagasaki era de fissão de plutônio-239. Juntas elas ceifaram a vida de cerca de 71 mil pessoas instantaneamente e, nos primeiros cinco anos após as explosões, provocaram aproximadamente 200 mil mortes, por alterações cromossômicas oriundas de exposição à radiação. Desde então, a bomba atômica se manteve como estratégica no poderio dos Estados nacionais, constituindo uma ameaça permanente de destruição, catástrofe e fim súbito, o que representa certa vinculação entre ciência, política, poder e ideologia.