História
- Civilizações Pré-Colombianas: Maias, Aztecas e Incas
- Prova de 2018
- Universidade Federal do Ceará
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: C97E85EE-83
Disciplina · Ciências Humanas
Questões de História, da área de Ciências Humanas, com gabarito em cada página.



Unicentro - Programa de Avaliação Continuada- PAC I - 2018827QUESTÃO
No período republicano, ocorreu uma considerável expansão territorial de Roma, sendo consequências dessa expansão,
Período conhecido como a “bela época”, na Europa, marcado por um clima de confiança e de otimismo, assim como por uma fase do capitalismo capaz de gerar crises. Sob a aparência de tranquilidade, de esbanjamento, de crença no progresso ilimitado e sem fronteiras, estavam presentes problemas econômicos sérios, que podiam ser sentidos nos movimentos operários.
A informação refere-se ao ambiente que antecedeu à
Observe o mapa e leia o texto abaixo.

Disponível em:
<https://www.google.com.br/search?q=escravid%>.
Acesso em: 4 ago. 2018.
(...) no século XV, o tráfico negreiro, ou tráfico de escravos, assumiu enormes proporções. Os Estados europeus instalaram feitorias e portos de abastecimento de escravos no litoral africano. Nessas feitorias, foram embarcados os escravos que vieram para as colônias europeias na América nos navios chamados tumbeiros.
Disponível em:
<https://brasilescola.uol.com.br/historiab/trafico-negreiro.htm>.
Acesso em: 4 ago. 2018.
Sobre a relação entre a formação do Brasil como país e a
escravidão, é correto afirmar que
Observe a charge e leia o texto.

Disponível em: <https://www.google.com.br/>.
Acesso em: 4 ago. 2018.
O Sebastianismo foi um movimento místico-secular que ocorreu em Portugal, durante a segunda metade do século XVI. Foi causado pela morte do rei D. Sebastião, durante a batalha de Alcácer-Quibir, no ano de 1578.
Como D. Sebastião não possuía herdeiros, o trono de Portugal ficou sob o poderio do rei Filipe II, da Espanha. O Sebastianismo foi, portanto, uma esperança na vinda de um salvador, adaptado às condições lusas. Seria traduzido como uma inconformidade, um sentimento de insatisfação com a situação política da época e uma expectativa de mudança (salvação), mesmo que, para isso acontecer, fosse necessário um verdadeiro milagre, como a ressurreição do rei morto, D. Sebastião.
Disponível em:
<https://www.infoescola.com/historia/sebastianismo/>.
Acesso em: 4 ago. 2018.
As duas fontes históricas apresentadas abordam o
contexto de crise político-institucional na história de
Portugal à época
Observe o cartum e leia o texto.

Disponível em: <https://www.google.com.br/search?biw>.
Acesso em: 4 ago. 2018.
(...) Vilaça considera apropriado o uso da expressão “curral eleitoral” no caso das comunidades cariocas onde adversários são impedidos de entrar e a população sofre pressão para votar no candidato indicado por grupos armados de milicianos ou traficantes, mas pondera que os coronéis não eram foras da lei, como neste neocoronelismo de milícia e tráfico: “O coronelismo no interior do Nordeste tinha função diferente do sistema de mando que se encontra hoje nas comunidades. A violência e a rudeza que havia não estavam associadas a nenhuma ilicitude. O chefe de milícia cobra dinheiro para manter a ordem”.
Disponível em:
<https://oglobo.globo.com/brasil/eleicoes-2008/curral-eleitoral-remonta-aos-tempos-da-republica-velha-5011852)>.
Acesso em: 4 ago. 2018.
A expressão “curral eleitoral” foi cunhada no Brasil e, atualmente, ainda se pode utilizá-la para definir práticas de forte intimidação e pressão sobre eleitores, em geral, que são de baixa escolaridade e poder aquisitivo. Qualquer recompensa ou ameaça sofrida com o intuito de interferir no voto de uma pessoa é considerada prática ilegal segundo o artigo 301 do Código Eleitoral, com pena de reclusão que prevê até quatro anos.
O surgimento do “curral eleitoral” ocorreu