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Instituição

Questões: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás — com gabarito

197 questões de Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás, de 2010 a 2012. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 197 questões
  • 3 provas

Resultados: 55 questões

Página 1 de 3

  • Linguagens

    Português

    A expressão “É o chapéu”, na propaganda, tem o mesmo efeito de sentido que a expressão sublinhada em:
    Escolha uma alternativa para a questão 195745c7-b6
  • Linguagens

    Português

    Texto 1

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás 2010, Interpretação de Textos

    A presença de um tubarão prestes a devorar o personagem, no último quadrinho:
    Escolha uma alternativa para a questão f9809f0c-b6
  • Linguagens

    Inglês

    Read text 03 to answer question.

    Text 03 

    1Imagem da questão de Inglês, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás 2012, Aspectos linguísticos | Linguistic aspects

    About the sentence “help build more facilities adapted for disabled people”, it is correct to affirm that
    Escolha uma alternativa para a questão 4fc7375e-b6
  • Linguagens

    Inglês

    Read text 03 to answer question.

    Text 03 

    1Imagem da questão de Inglês, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás 2012, Interpretação de texto | Reading comprehension

    It is correct to affirm the advertisement
    Escolha uma alternativa para a questão 4fc3f9e5-b6
  • Linguagens

    Inglês

    Read text 01 to answer question

    Text 01

    Imagem da questão de Inglês, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás 2012, Aspectos linguísticos | Linguistic aspects

    About the first sentence, it is correct to affirm that
    Escolha uma alternativa para a questão 4fb3cf60-b6
  • Linguagens

    Literatura

    A maior riqueza do homem
    A maior riqueza do homem
    é a sua incompletude.
    Nesse ponto sou abastado.
    Palavras que me aceitam como
    sou - eu não aceito.
    Não aguento ser apenas um
    sujeito que abre
    portas, que puxa válvulas,
    que olha o relógio, que
    compra pão às 6 horas da tarde,
    que vai lá fora,
    que aponta lápis,
    que vê a uva etc. etc.
    Perdoai
    Mas eu preciso ser Outros.
    Eu penso renovar o homem
    usando borboletas.
    BARROS, Manoel de. Retrato do artista quando coisa. Rio de Janeiro: Record, 2007.

    No poema de Manoel de Barros, encontram-se as seguintes características do Modernismo brasileiro:
    Escolha uma alternativa para a questão 4fab4c5c-b6
  • Linguagens

    Português

    A questão toma por base o texto a seguir, de Carlos Drummond de Andrade.  

    Elegia 1938

    Trabalhas sem alegria para um mundo caduco, onde as formas e as ações não encerram nenhum exemplo. Praticas laboriosamente os gestos universais, sentes calor e frio, falta de dinheiro, fome e desejo sexual.

    Heróis enchem os parques da cidade em que te arrastas, e preconizam a virtude, a renúncia, o sangue-frio, a concepção. À noite, se neblina, abrem guarda-chuvas de bronze ou se recolhem aos volumes de sinistras bibliotecas.

    Amas a noite pelo poder de aniquilamento que encerra e sabes que, dormindo, os problemas te dispensam de morrer. Mas o terrível despertar prova a existência da Grande Máquina e te repõe, pequenino, em face de indecifráveis palmeiras.

    Caminhas entre mortos e com eles conversas sobre coisas do tempo futuro e negócios do espírito. A literatura estragou tuas melhores horas de amor. Ao telefone perdeste muito, muitíssimo tempo de semear.

    Coração orgulhoso, tens pressa de confessar tua derrota e adiar para outro século a felicidade coletiva. Aceitas a chuva, a guerra, o desemprego e a injusta distribuição porque não podes, sozinho, dinamitar a ilha de Manhattan.

    ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia Poética. 47

    ed. Rio de Janeiro: Record, 2001.

    Vocabulário:

    Elegia – Poema lírico, cujo tom é quase sempre terno e triste. 

    “Mas o terrível despertar prova a existência da Grande Máquina e te repõe, pequenino, em face de indecifráveis palmeiras.”

    Nesses versos destacados do texto de Drummond, o emprego figurado dos termos “Grande Máquina” e “pequenino” realiza uma oposição entre:
    Escolha uma alternativa para a questão 4f98ee11-b6
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto a seguir para a questão.

    Mouse Night: One of our games

    William Stafford

    We heard thunder. Nothing great – on high

    ground rain began. Who ran through

    that rain? I shrank, a fieldmouse, when

    the thunder came – under grass with bombs

    of water scything stems. My tremendous

    father cowered: “Lions rushing make

    that sound,” he said: “we'll be brain-washed

    for sure if head-size chunks of water hit us.

    Duck and cover! It takes a man

    to be a mouse this night,” he said. 

    According to the poem, the best meaning for the word “duck” is:
    Escolha uma alternativa para a questão 19764384-b6
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto a seguir para a questão.

    Mouse Night: One of our games

    William Stafford

    We heard thunder. Nothing great – on high

    ground rain began. Who ran through

    that rain? I shrank, a fieldmouse, when

    the thunder came – under grass with bombs

    of water scything stems. My tremendous

    father cowered: “Lions rushing make

    that sound,” he said: “we'll be brain-washed

    for sure if head-size chunks of water hit us.

    Duck and cover! It takes a man

    to be a mouse this night,” he said. 

    As it can be seen, the “music” of a poem is essential part of its meaning. However, this music can be lost if the reader does not pay close attention to the form and to each word of each line. The poet is very careful when he writes his poem, and he uses many different ways to allow the reader to feel the music and understand the meaning of his words. One of the techniques William Stafford used to create this poem was what we called run-on lines, which is:
    Escolha uma alternativa para a questão 196cd552-b6
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 4

    Auto-retrato

    Provinciano que nunca soube

    Escolher bem uma gravata;

    Pernambucano a quem repugna

    A faca do pernambucano;

    Poeta ruim que na arte da prosa

    Envelheceu na infância da arte,

    E até mesmo escrevendo crônicas

    Ficou cronista de província; 

    Arquiteto falhado, músico
    Falhado (engoliu um dia
    Um piano, mas o teclado
    Ficou de fora); sem família,
    Religião ou filosofia;
    Mal tendo a inquietação de espírito
    Que vem do sobrenatural,
    E em matéria de profissão
    Um tísico profissional.”
    (Manuel Bandeira. Poesia completa e prosa.
    Rio de Janeiro: Aguilar, 1983)

    TEXTO 5

    Felicidade clandestina (excerto)

        Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como se não bastasse, enchia os dois bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria.
        Pouco aproveitava. E nós menos ainda: até para aniversário, em vez de pelo menos um livrinho barato, ela nos entregava em mãos um cartão-postal da loja do pai. Ainda por cima era de paisagem do Recife mesmo, onde morávamos, com suas pontes mais do que vistas. Atrás escrevia com letra bordadíssima palavras como “data natalícia” e “saudade”.
        Mas que talento tinha para a crueldade. Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de cabelos livres. Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia.”

    (Clarice Lispector. Felicidade clandestina: contos. Rio de Janeiro: Rocco, 1998) 

    Considere as afirmativas a seguir.

    I. No poema Auto-retrato, como em boa parte de sua obra, Manuel Bandeira apresenta uma visão bem humorada dos sofrimentos e descontentamentos do ser humano diante de suas limitações.

    II. Clarice Lispector escreveu contos e romances que discutem a relevância do contexto social para os personagens de suas narrativas, com uma perspectiva politicamente engajada.

    III. Escritores brasileiros do século XX, Clarice Lispector e Manuel Bandeira se aproximam pela tendência negativista, apresentando sempre o homem por seus hábitos e características mais condenáveis.

    IV. Manuel Bandeira é considerado um autor da primeira geração modernista, enquanto Clarice Lispector filia-se à terceira geração de autores do modernismo brasileiro.  


    Estão corretas: 

    Escolha uma alternativa para a questão 1960477a-b6
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás 2012, Interpretação de Textos

    O texto 3 é criação de uma agência publicitária alemã para a chapelaria Hut Weber. Para divulgar o produto, a propaganda vale-se de:

    Escolha uma alternativa para a questão 19533157-b6
  • Linguagens

    Português

    Polivalência: do mito... para a realidade

        A modernidade, ao flexibilizar a divisão de tarefas no interior dos processos produtivos, estaria cumprindo com o papel de substituir o desqualificado e descomprometido “apertador de parafusos” por um funcionário que pensa e molda seu próprio emprego, à medida em que é chamado a experimentar novos métodos de trabalho capazes de garantir ao mesmo tempo a sua realização pessoal e o crescimento da empresa. Desta forma, graças à polivalência, o ser humano estaria deixando de ser um mero apêndice das máquinas para reencontrar no trabalho o caminho de sua própria humanização.

        Mas será que é isso mesmo? Com a polivalência, o capital estaria mesmo abrindo mão da crescente submissão do homem à máquina que, aliás, é um dos elementos que lhe garantem a progressiva exploração da força de trabalho? A polivalência que tem sua origem na flexibilização e na automação dos processos produtivos estaria gerando uma maior qualificação do trabalhador coletivo?

        O novo trabalhador, a ser moldado de acordo com as necessidades dos sistemas informatizados, teria que ser jovem, polivalente, sem tradição de luta, com estudos que lhe fornecessem conhecimentos gerais mais amplos (o segundo grau, por exemplo) ou, no limite, as noções técnicas básicas que podem ser assimiladas através dos cursos de SENAI.

        Ou seja, o perfil da grande maioria dos trabalhadores, que do final da década de 80 até os nossos dias começam a compor o quadro de funcionários das grandes empresas, tem como traços fundamentais a ausência de uma militância política e de uma qualificação efetiva, ao lado de uma bagagem de conhecimentos que serve apenas para proporcionar-lhes uma leitura rápida e segura das informações que aparecem nos sistemas de controle dos equipamentos automatizados e para garantir uma rápida operacionalização das ordens recebidas.

        Se tivermos que descrever em poucas palavras o perfil de um trabalhador polivalente, diríamos que ele não passa de um “pau pra toda obra” que, diante do aumento do desemprego e da ameaça constante que isso traz à manutenção de suas condições de vida, percebe uma sensação de alívio ao aderir, ora ativa ora passivamente, aos objetivos e aos limites impostos pela lógica das mudanças no interior do sistema capitalista. Lógica que tem na polivalência e na flexibilização dos processos de trabalho dois importantes instrumentos para ocultar a continuidade histórica da necessidade da classe dominante ir adequando a organização do trabalho às exigências da acumulação do capital e para apagar nas classes trabalhadoras a memória coletiva de sua tradição de lutas e, com ela, a necessidade de construir uma nova ordem social.

    (GENNARI, Emílio. Automação, Terceirização e Programas de Qualidade Total: os fatos e a lógica das mudanças nos processos de trabalho. São Paulo: CPV, 1997. Adaptado) 

    Com relação ao sentido e às estruturas linguísticas do texto, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 194f4a25-b6
  • Linguagens

    Inglês

    Read text 3 to answer question. 


    Text 3  

    Imagem da questão de Inglês, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás 2011, Aspectos linguísticos | Linguistic aspects

    Available in: http://rio.movie-trailer.com/2010/05/riomovie-poster.html. Access on: May 02, 2011. 

    About the sentence “He’s going to the wildest, most magical place on Earth… home.”, it is incorrect to affirm that:
    Escolha uma alternativa para a questão 9abbc81f-b6
  • Linguagens

    Literatura

     A Literatura Brasileira, no século XX, viu o aparecimento de romancistas que, em suas diversas temáticas e formas, ora se assemelham ora se diferem. Considerando tal afirmação, analise as assertivas a seguir:

    I. O "Romance de 30", a exemplo de São Bernardo, de Graciliano Ramos, reflete sobre o condicionamento das ações e sentimentos do homem ao espaço geográfico por ele habitado.
    II. A prosa de ficção produzida na segunda metade do século XX tinha uma preocupação excessiva em representar as relações amorosas, em homenagem aos valores românticos do século XIX.
    III. Clarice Lispector, uma das maiores representantes brasileiras das narrativas intimistas, explora a narração em primeira pessoa para relatar as reflexões e angústias dos seus personagens.
    IV. Em Macunaíma, Mário de Andrade refaz o percurso de lendas e mitos da cultura indígena e africana, usando da ironia para depreciar tais culturas na formação da nação brasileira.

    Estão corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão 9a9111bb-b6
  • Linguagens

    Português

    Leia os textos a seguir e responda a questão. 


    Texto 1 

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás 2011, Interpretação de Textos
    Charge do cartunista Clayton: Padilha e o saco de plástico do Capitão Nascimento.

        O melhor comentário sobre o Urso de Ouro conquistado por “Tropa de Elite”, no Festival de Berlim, não veio de um crítico de cinema, nem de um repórter especializado. Veio de um chargista cearense: Clayton. O artista gráfico, cujo nome completo é Clayton Rebouças Mota, tem 47 anos e é o principal chargista do jornal “O Povo” (...).
        Enquanto o país comemorava o triunfo de “Tropa de Elite”, Clayton arrasava com charge das mais inventivas e inteligentes. Nela, vê-se o diretor José Padilha segurando, orgulhoso, o seu Urso de Ouro. Só que o troféu, objeto de cobiça dos maiores cineastas do mundo, acaba vítima do principal instrumento de tortura do Capitão Nascimento e de seus seguidores (no Bope): o saco plástico.
    CAETANO, Maria do Rosário.Disponível em: http://revistadecinema.uol.com.br/pagina_conteudo_listag em.asp?id_pagina=113&func=1&id=672 Acesso em: 06 de maio de 2011.  

    Texto 2 

    Ibase – O que pretendia com as cenas de tortura que o filme mostrou?
    José Padilha – A tortura é tão hedionda e bárbara que a sua simples exposição já constitui uma crítica. Quando optamos por mostrar a tortura, mostrar que uma pessoa normal, com juízo médio do senso comum, como o personagem Nascimento, é capaz de embarcar na tortura, tentamos fazer as pessoas pensarem exatamente sobre isso (...). O Brasil é um país que institucionalizou a tortura, o Estado brasileiro sancionou a tortura e isso é um fato.
    Ibase – Há comentários de que jovens se identificaram com policiais do Bope, como heróis. Como vê essa identificação?
    José Padilha – Quem é o capitão Nascimento? O Capitão Nascimento é apresentado, desde o início, como alguém que investiu na sua carreira, que tortura e mata. E o que está acontecendo com ele no filme? Está percebendo que isso não é possível. E como percebe isso? Pelo fato de não conseguir conciliar sua família com o que faz. Ele é um personagem angustiado, com síndrome de pânico, que está o tempo inteiro querendo sair da Tropa de Elite, esse é o dilema dele. O Nascimento não é um policial que deu certo, pelo contrário, é um policial que deu errado. E isso é muito claro no filme. Então, se identificar com o Nascimento não é se identificar com o Bope: o Nascimento quer sair do Bope.
    Flávia Mattar (2008). Entrevista: José Padilha.
    (Adaptado). Disponível em: http://www.ibase.org.br/modules.php?name=Conteudo&pi d=2017.
    Acesso em: 06 de maio de 2011. 

    A entrevista do Ibase com o diretor José Padilha permite depreender que:
    Escolha uma alternativa para a questão 9a84e304-b6
  • Linguagens

    Português

    Leia os textos a seguir e responda a questão. 


    Texto 1 

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás 2011, Interpretação de Textos
    Charge do cartunista Clayton: Padilha e o saco de plástico do Capitão Nascimento.

        O melhor comentário sobre o Urso de Ouro conquistado por “Tropa de Elite”, no Festival de Berlim, não veio de um crítico de cinema, nem de um repórter especializado. Veio de um chargista cearense: Clayton. O artista gráfico, cujo nome completo é Clayton Rebouças Mota, tem 47 anos e é o principal chargista do jornal “O Povo” (...).
        Enquanto o país comemorava o triunfo de “Tropa de Elite”, Clayton arrasava com charge das mais inventivas e inteligentes. Nela, vê-se o diretor José Padilha segurando, orgulhoso, o seu Urso de Ouro. Só que o troféu, objeto de cobiça dos maiores cineastas do mundo, acaba vítima do principal instrumento de tortura do Capitão Nascimento e de seus seguidores (no Bope): o saco plástico.
    CAETANO, Maria do Rosário.Disponível em: http://revistadecinema.uol.com.br/pagina_conteudo_listag em.asp?id_pagina=113&func=1&id=672 Acesso em: 06 de maio de 2011.  

    Texto 2 

    Ibase – O que pretendia com as cenas de tortura que o filme mostrou?
    José Padilha – A tortura é tão hedionda e bárbara que a sua simples exposição já constitui uma crítica. Quando optamos por mostrar a tortura, mostrar que uma pessoa normal, com juízo médio do senso comum, como o personagem Nascimento, é capaz de embarcar na tortura, tentamos fazer as pessoas pensarem exatamente sobre isso (...). O Brasil é um país que institucionalizou a tortura, o Estado brasileiro sancionou a tortura e isso é um fato.
    Ibase – Há comentários de que jovens se identificaram com policiais do Bope, como heróis. Como vê essa identificação?
    José Padilha – Quem é o capitão Nascimento? O Capitão Nascimento é apresentado, desde o início, como alguém que investiu na sua carreira, que tortura e mata. E o que está acontecendo com ele no filme? Está percebendo que isso não é possível. E como percebe isso? Pelo fato de não conseguir conciliar sua família com o que faz. Ele é um personagem angustiado, com síndrome de pânico, que está o tempo inteiro querendo sair da Tropa de Elite, esse é o dilema dele. O Nascimento não é um policial que deu certo, pelo contrário, é um policial que deu errado. E isso é muito claro no filme. Então, se identificar com o Nascimento não é se identificar com o Bope: o Nascimento quer sair do Bope.
    Flávia Mattar (2008). Entrevista: José Padilha.
    (Adaptado). Disponível em: http://www.ibase.org.br/modules.php?name=Conteudo&pi d=2017.
    Acesso em: 06 de maio de 2011. 

    Ao apresentar informações sobre a premiação do filme Tropa de Elite, no Festival de Berlim, o texto 1:

    Escolha uma alternativa para a questão 9a80e4e4-b6
  • Linguagens

    Inglês

    The Wind
    James Stephens

    The wind stood up, and gave a shout:
    He whistled on his fingers, and

    Kicked the withered leaves about,
    And thumped the branches with his hand,

    And said he'd kill, and kill, and kill:
    And so he will! And so he will! 

    The figure of speech in which an animal, object, or idea is given the characteristics of a person, as we see in the poem, is:
    Escolha uma alternativa para a questão 7b94e036-b6
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 3

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás 2010, Coesão e coerência
    Hitler vs. Chaplin
    “Hut Weber. É o chapéu”.

    (disponível em:
    designrn.files.wordpress.com/2008/12/hutweber_hitler_chaplin)
    A expressão “É o chapéu”, na propaganda, tem o mesmo efeito de sentido que a expressão sublinhada em
    Escolha uma alternativa para a questão 7b88edb2-b6
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 3

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás 2010, Interpretação de Textos
    Hitler vs. Chaplin
    “Hut Weber. É o chapéu”.
    (disponível em: designrn.files.wordpress.com/2008/12/hutweber_hitler_chaplin)

    O texto 3 é criação de uma agência publicitária alemã para a chapelaria Hut Weber. Para divulgar o produto, a propaganda vale-se de:
    Escolha uma alternativa para a questão 7b84c774-b6
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto 2 a seguir para responder a questão.

    TEXTO 2

    Polivalência: do mito... para a realidade

       A modernidade, ao flexibilizar a divisão de tarefas no interior dos processos produtivos, estaria cumprindo com o papel de substituir o desqualificado e descomprometido “apertador de parafusos” por um funcionário que pensa e molda seu próprio emprego, à medida em que é chamado a experimentar novos métodos de trabalho capazes de garantir ao mesmo tempo a sua realização pessoal e o crescimento da empresa. Desta forma, graças à polivalência, o ser humano estaria deixando de ser um mero apêndice das máquinas para reencontrar no trabalho o caminho de sua própria humanização.  
         Mas será que é isso mesmo? Com a polivalência, o capital estaria mesmo abrindo mão da crescente submissão do homem à máquina que, aliás, é um dos elementos que lhe garantem a progressiva exploração da força de trabalho? A polivalência que tem sua origem na flexibilização e na automação dos processos produtivos estaria gerando uma maior qualificação do trabalhador coletivo? 
        O novo trabalhador, a ser moldado de acordo com as necessidades dos sistemas informatizados, teria que ser jovem, polivalente, sem tradição de luta, com estudos que lhe fornecessem conhecimentos gerais mais amplos (o segundo grau, por exemplo) ou, no limite, as noções técnicas básicas que podem ser assimiladas através dos cursos de SENAI. 
          Ou seja, o perfil da grande maioria dos trabalhadores, que do final da década de 80 até os nossos dias começam a compor o quadro de funcionários das grandes empresas, tem como traços fundamentais a ausência de uma militância política e de uma qualificação efetiva, ao lado de uma bagagem de conhecimentos que serve apenas para proporcionar-lhes uma leitura rápida e segura das informações que aparecem nos sistemas de controle dos equipamentos automatizados e para garantir uma rápida operacionalização das ordens recebidas.
          Se tivermos que descrever em poucas palavras o perfil de um trabalhador polivalente, diríamos que ele não passa de um “pau pra toda obra” que, diante do aumento do desemprego e da ameaça constante que isso traz à manutenção de suas condições de vida, percebe uma sensação de alívio ao aderir, ora ativa ora passivamente, aos objetivos e aos limites impostos pela lógica das mudanças no interior do sistema capitalista. Lógica que tem na polivalência e na flexibilização dos processos de trabalho dois importantes instrumentos para ocultar a continuidade histórica da necessidade da classe dominante ir adequando a organização do trabalho às exigências da acumulação do capital e para apagar nas classes trabalhadoras a memória coletiva de sua tradição de lutas e, com ela, a necessidade de construir uma nova ordem social.
    (GENNARI, Emílio. Automação, Terceirização e Programas de Qualidade Total: os fatos e a lógica das mudanças nos processos de trabalho. São Paulo: CPV, 1997. Adaptado)  
    Com relação ao sentido e às estruturas linguísticas do texto, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 7b7fd2c8-b6