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Instituição

Questões: Universidade Federal de Goiás (UFG) — com gabarito

412 questões de Universidade Federal de Goiás (UFG), de 2009 a 2014. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 412 questões
  • 4 provas

Resultados: 178 questões

Página 9 de 9

  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UFG 2014, Interpretação de Textos

    Cosplay = Comportamento que consiste em caracterizar-se de personagens fictícios de desenhos animados, mangás, filmes e/ou séries televisivas.

    No enunciado “Cosplay pode ser coisa de nerd, mas é um luxo”, o uso do termo “mas” instaura uma relação de
    Escolha uma alternativa para a questão c052dbf1-ab
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto abaixo para responder às questões de 05 a 08.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFG 2010, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFG 2010, Interpretação de Textos

    No trecho, “desculpe o linguajar, sei que não gosta desses termos chulos”, o modo imperativo do verbo indica
    Escolha uma alternativa para a questão c2791757-56
  • Linguagens

    Português

    O que aproxima Oliveira, protagonista do conto Livro dos homens, contido no obra homônima de Ronaldo Correia de Brito, e Hermano, protagonista do romance Mãos de Cavalo, de Daniel Galera, é a
    Escolha uma alternativa para a questão c3572c25-58
  • Linguagens

    Português

    O culto às marcas

    A hipervalorização de bens ditos “de marca” é uma característica das sociedades contemporâneas. Delas advém a distinção como forma de poder que fascina tanto ricos quanto pobres no cenário da dessubjetivação partilhada por todos, da loja de luxo ao came- lódromo das falsificações.

    A questão da distinção guarda em seu fundo um aspecto mais tenebroso, concernente ao presente da condição subjetiva da vida dos usuários devorados pelas antipolíticas autodestrutivas do consumismo transformado em regra.

    Zerada a intersubjetividade que se definia na interação afetiva e comunicativa entre pessoas, o que resta são as coisas - e as pessoas como coisas - que podem ser compradas. Diga-se de passagem que as pessoas não compram coisas, mas sinais que informam sobre um capital simbólico. Coisificação da consciência é o nome velho para o fenômeno em que a concretude das coisas é substituída pela abstração da insígnia.

    A fascinação de tantas pessoas por roupas, carros e até eletrodomésticos ditos “de marca” em nossa época é a declaração auto-exposta da morte do sujeito. Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade - conjunto do que aqui chamamos de subjetividade - são incapazes de compreender seu descarado simulacro.

    A morte por assassinato da subjetividade é percebida na redução do indivíduo a uma espécie de morto-vivo em três tempos. 1 - A destituição do direito ao próprio desejo: a publicidade colonizou a capacidade de sentir e projetar a autobiografia de cada um que é apagada na encenação da “vida fashion”. 2 - A desaparição da possibilidade de pensar: a publicidade oferece os jargões e slogans a serem repetidos sob a ilusão de ideias próprias. 3 - O direito à ideia-prática da liberdade é extirpado: resta o simulacro da escolha entre uma marca e outra. A ação torna-se acomodação ao mesmo de sempre.

    A escolha entre o nada e a coisa nenhuma é bem disfarçada no poder de ostentar que promete redimir do buraco subjetivo. Não tendo mais o que expressar, alguém simplesmente “ostenta” um relógio caro, um computador moderninho, um carrão oneroso. Ou um piercing, um músculo forte. Tudo e cada coisa é reduzida à marca, emblema do capital e seu poder na era do Espetáculo.

    Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2012/06/o-culto-as-marcas/>. Acesso em: 30 out. 2014.

    As ideias desenvolvidas ao longo do texto procuram
    Escolha uma alternativa para a questão c3ef39e4-ab
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto abaixo para responder as questões 09 e 10

    Imagem da questão de Português, UFG 2010, Interpretação de Textos

    Com base nos quadrinhos, que fenômeno de linguagem pode ser relacionado à compreensão de que os registros dos ciclos biogeoquímicos são imperfeitos?
    Escolha uma alternativa para a questão c4d3d42b-56
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto abaixo para responder as questões 09 e 10

    Imagem da questão de Português, UFG 2010, Interpretação de Textos

    No texto, a expressão “elo perdido” apresenta dois sentidos diferentes. Quais são esses dois sentidos?
    Escolha uma alternativa para a questão c729f3b5-56
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho abaixo.

    Imagem da questão de Português, UFG 2010, Interpretação de Textos

    No trecho do conto Qohélet, da obra Livro dos homens, de Ronaldo Correia de Brito, as referências ao espaço geográfico e à atividade econômica do setor primário são empregadas para
    Escolha uma alternativa para a questão c75b5e7e-58
  • Linguagens

    Português

    Como comédia de costumes, a respeito da sociedade da época, O demônio familiar, de José de Alencar,
    Escolha uma alternativa para a questão c97914ee-58
  • Linguagens

    Português

    O culto às marcas

    A hipervalorização de bens ditos “de marca” é uma característica das sociedades contemporâneas. Delas advém a distinção como forma de poder que fascina tanto ricos quanto pobres no cenário da dessubjetivação partilhada por todos, da loja de luxo ao came- lódromo das falsificações.

    A questão da distinção guarda em seu fundo um aspecto mais tenebroso, concernente ao presente da condição subjetiva da vida dos usuários devorados pelas antipolíticas autodestrutivas do consumismo transformado em regra.

    Zerada a intersubjetividade que se definia na interação afetiva e comunicativa entre pessoas, o que resta são as coisas - e as pessoas como coisas - que podem ser compradas. Diga-se de passagem que as pessoas não compram coisas, mas sinais que informam sobre um capital simbólico. Coisificação da consciência é o nome velho para o fenômeno em que a concretude das coisas é substituída pela abstração da insígnia.

    A fascinação de tantas pessoas por roupas, carros e até eletrodomésticos ditos “de marca” em nossa época é a declaração auto-exposta da morte do sujeito. Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade - conjunto do que aqui chamamos de subjetividade - são incapazes de compreender seu descarado simulacro.

    A morte por assassinato da subjetividade é percebida na redução do indivíduo a uma espécie de morto-vivo em três tempos. 1 - A destituição do direito ao próprio desejo: a publicidade colonizou a capacidade de sentir e projetar a autobiografia de cada um que é apagada na encenação da “vida fashion”. 2 - A desaparição da possibilidade de pensar: a publicidade oferece os jargões e slogans a serem repetidos sob a ilusão de ideias próprias. 3 - O direito à ideia-prática da liberdade é extirpado: resta o simulacro da escolha entre uma marca e outra. A ação torna-se acomodação ao mesmo de sempre.

    A escolha entre o nada e a coisa nenhuma é bem disfarçada no poder de ostentar que promete redimir do buraco subjetivo. Não tendo mais o que expressar, alguém simplesmente “ostenta” um relógio caro, um computador moderninho, um carrão oneroso. Ou um piercing, um músculo forte. Tudo e cada coisa é reduzida à marca, emblema do capital e seu poder na era do Espetáculo.

    Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2012/06/o-culto-as-marcas/>. Acesso em: 30 out. 2014.

    Relendo o terceiro parágrafo, como um todo, percebe- se que nele os argumentos apontam para a construção da imagem de um sujeito
    Escolha uma alternativa para a questão cc5ad796-ab
  • Linguagens

    Português

    O culto às marcas

    A hipervalorização de bens ditos “de marca” é uma característica das sociedades contemporâneas. Delas advém a distinção como forma de poder que fascina tanto ricos quanto pobres no cenário da dessubjetivação partilhada por todos, da loja de luxo ao came- lódromo das falsificações.

    A questão da distinção guarda em seu fundo um aspecto mais tenebroso, concernente ao presente da condição subjetiva da vida dos usuários devorados pelas antipolíticas autodestrutivas do consumismo transformado em regra.

    Zerada a intersubjetividade que se definia na interação afetiva e comunicativa entre pessoas, o que resta são as coisas - e as pessoas como coisas - que podem ser compradas. Diga-se de passagem que as pessoas não compram coisas, mas sinais que informam sobre um capital simbólico. Coisificação da consciência é o nome velho para o fenômeno em que a concretude das coisas é substituída pela abstração da insígnia.

    A fascinação de tantas pessoas por roupas, carros e até eletrodomésticos ditos “de marca” em nossa época é a declaração auto-exposta da morte do sujeito. Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade - conjunto do que aqui chamamos de subjetividade - são incapazes de compreender seu descarado simulacro.

    A morte por assassinato da subjetividade é percebida na redução do indivíduo a uma espécie de morto-vivo em três tempos. 1 - A destituição do direito ao próprio desejo: a publicidade colonizou a capacidade de sentir e projetar a autobiografia de cada um que é apagada na encenação da “vida fashion”. 2 - A desaparição da possibilidade de pensar: a publicidade oferece os jargões e slogans a serem repetidos sob a ilusão de ideias próprias. 3 - O direito à ideia-prática da liberdade é extirpado: resta o simulacro da escolha entre uma marca e outra. A ação torna-se acomodação ao mesmo de sempre.

    A escolha entre o nada e a coisa nenhuma é bem disfarçada no poder de ostentar que promete redimir do buraco subjetivo. Não tendo mais o que expressar, alguém simplesmente “ostenta” um relógio caro, um computador moderninho, um carrão oneroso. Ou um piercing, um músculo forte. Tudo e cada coisa é reduzida à marca, emblema do capital e seu poder na era do Espetáculo.

    Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2012/06/o-culto-as-marcas/>. Acesso em: 30 out. 2014.

    A conclusão do texto é realizada com base na ideia de que
    Escolha uma alternativa para a questão d16bf95c-ab
  • Linguagens

    Português

    O culto às marcas

    A hipervalorização de bens ditos “de marca” é uma característica das sociedades contemporâneas. Delas advém a distinção como forma de poder que fascina tanto ricos quanto pobres no cenário da dessubjetivação partilhada por todos, da loja de luxo ao came- lódromo das falsificações.

    A questão da distinção guarda em seu fundo um aspecto mais tenebroso, concernente ao presente da condição subjetiva da vida dos usuários devorados pelas antipolíticas autodestrutivas do consumismo transformado em regra.

    Zerada a intersubjetividade que se definia na interação afetiva e comunicativa entre pessoas, o que resta são as coisas - e as pessoas como coisas - que podem ser compradas. Diga-se de passagem que as pessoas não compram coisas, mas sinais que informam sobre um capital simbólico. Coisificação da consciência é o nome velho para o fenômeno em que a concretude das coisas é substituída pela abstração da insígnia.

    A fascinação de tantas pessoas por roupas, carros e até eletrodomésticos ditos “de marca” em nossa época é a declaração auto-exposta da morte do sujeito. Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade - conjunto do que aqui chamamos de subjetividade - são incapazes de compreender seu descarado simulacro.

    A morte por assassinato da subjetividade é percebida na redução do indivíduo a uma espécie de morto-vivo em três tempos. 1 - A destituição do direito ao próprio desejo: a publicidade colonizou a capacidade de sentir e projetar a autobiografia de cada um que é apagada na encenação da “vida fashion”. 2 - A desaparição da possibilidade de pensar: a publicidade oferece os jargões e slogans a serem repetidos sob a ilusão de ideias próprias. 3 - O direito à ideia-prática da liberdade é extirpado: resta o simulacro da escolha entre uma marca e outra. A ação torna-se acomodação ao mesmo de sempre.

    A escolha entre o nada e a coisa nenhuma é bem disfarçada no poder de ostentar que promete redimir do buraco subjetivo. Não tendo mais o que expressar, alguém simplesmente “ostenta” um relógio caro, um computador moderninho, um carrão oneroso. Ou um piercing, um músculo forte. Tudo e cada coisa é reduzida à marca, emblema do capital e seu poder na era do Espetáculo.

    Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2012/06/o-culto-as-marcas/>. Acesso em: 30 out. 2014.

    No enunciado “Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade”, faz-se uso do recurso:
    Escolha uma alternativa para a questão d2da5b50-ab
  • Linguagens

    Português

    Leia os seguintes fragmentos.

    Imagem da questão de Português, UFG 2010, Interpretação de Textos

    Comparecem nestes fragmentos marcas da ficção contemporânea que, no contexto de cada uma das obras a que eles pertencem, são representadas, respectivamente, pela
    Escolha uma alternativa para a questão d63cef57-56
  • Linguagens

    Literatura

    Por se afastar das orientações gerais que caracterizam o Romantismo brasileiro, o romance Memórias de um sargento de milícias ocupa uma posição singular entre as obras que pertencem a esse período literário. No contexto dessa obra, tal singularidade evidencia-se na
    Escolha uma alternativa para a questão d8855903-56
  • Linguagens

    Português

    Leia os textos a seguir.

    Imagem da questão de Português, UFG 2010, Interpretação de Textos

    A reflexão elaborada pelo eu lírico do poema “Máscaras” re- mete a um questionamento recorrente em Nova antologia poética, o qual está presente também no romance de Flávio Carneiro como um dos motivadores da confissão feita pelo protagonista. O sentido partilhado pela reflexão elaborada nos textos transcritos acima é instaurado pela
    Escolha uma alternativa para a questão dadd2c70-56
  • Linguagens

    Literatura

    Entre as características do Romantismo brasileiro, a que está corretamente inserida no contexto da comédia O demônio familiar e se filia ao projeto romântico de nacionalização da Literatura brasileira é a
    Escolha uma alternativa para a questão dd80f5ae-56
  • Linguagens

    Português

    Leia os fragmentos do poema abaixo.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFG 2010, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFG 2010, Interpretação de Textos

    O poema “Romance de Itapoã”, do qual foram extraídos os fragmentos acima, forma com “Toada Goiana”, “O poço da roda”, “Toada do enjeitado”, “A noiva do sobrado” e “A moça de Goiatuba” uma série cuja unidade é conferida pela
    Escolha uma alternativa para a questão dfd5b135-56
  • Linguagens

    Espanhol

    Leia o texto que segue. As questões de 81 a 84 referem-se a ele.

    Imagem da questão de Espanhol, UFG 2010, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    Al referirse a lo que los romanos dejaron a sus sucesores, la autora destaca la
    Escolha uma alternativa para a questão ffee5463-59
  • Linguagens

    Inglês

    Read the following extract and answer the questions 82, 83, 84, and 85.

    Imagem da questão de Inglês, UFG 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension

    What type of narrative did Chimamanda Adichie write when she was a child?
    Escolha uma alternativa para a questão fff5a720-58