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Instituição

Questões: Universidade Estadual Paulista (UNESP) — com gabarito

1.933 questões de Universidade Estadual Paulista (UNESP), de 2010 a 2025. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 1.933 questões
  • 14 provas

Resultados: 688 questões

Página 12 de 35

  • Linguagens

    Português

    Instrução: A questão toma por base uma passagem do romance O sertanejo, do romântico brasileiro José de Alencar (1829-1877).

                                                          O sertanejo

          O moço sertanejo bateu o isqueiro e acendeu fogo num toro carcomido, que lhe serviu de braseiro para aquentar o ferro; e enquanto esperava, dirigiu-se ao boi nestes termos e com um modo afável:

          – Fique descansado, camarada, que não o envergonharei levando-o à ponta de laço para mostrá-lo a toda aquela gente! Não; ninguém há de rir-se de sua desgraça. Você é um boi valente e destemido; vou dar-lhe a liberdade. Quero que viva muitos anos, senhor de si, zombando de todos os vaqueiros do mundo, para um dia, quando morrer de velhice, contar que só temeu a um homem, e esse foi Arnaldo Louredo.

          O sertanejo parou para observar o boi, como se esperasse mostra de o ter ele entendido, e continuou:

          – Mas o ferro da sua senhora, que também é a minha, tenha paciência, meu Dourado, esse há de levar; que é o sinal de o ter rendido o meu braço. Ser dela, não é ser escravo; mas servir a Deus, que a fez um anjo. Eu também trago o seu ferro aqui, no meu peito. Olhe, meu Dourado. O mancebo abriu a camisa, e mostrou ao boi o emblema que ele havia picado na pele, sobre o seio esquerdo, por meio do processo bem conhecido da inoculação de uma matéria colorante na epiderme. O debuxo de Arnaldo fora estresido com o suco do coipuna, que dá uma bela tinta escarlate, com que os índios outrora e atualmente os sertanejos tingem suas redes de algodão.

          Depois de ter assim falado ao animal, como a um homem que o entendesse, o sertanejo tomou o cabo de ferro, que já estava em brasa, e marcou o Dourado sobre a pá esquerda.

          – Agora, camarada, pertence a D. Flor, e portanto quem o ofender tem de haver-se comigo, Arnaldo Louredo. Tem entendido?... Pode voltar aos seus pastos; quando eu quiser, sei onde achá-lo. Já lhe conheço o rasto.

          O Dourado dirigiu-se com o passo moroso para o mato; chegado à beira, voltou a cabeça para olhar o sertanejo, soltou um mugido saudoso e desapareceu.

          Arnaldo acreditou que o boi tinha-lhe dito um afetuoso adeus.

          E o narrador deste conto sertanejo não se anima a afirmar que ele se iludisse em sua ingênua superstição.

                                                                                               (José de Alencar. O sertanejo. Rio de Janeiro:

                                                                                      Livraria Garnier, [s.d.]. tomo II, p. 79-80. Adaptado.)

    O emprego da palavra camarada pelo vaqueiro, com relação ao boi, caracteriza:

    I. Uma expressão de fadiga.

    II. Uma atitude amistosa para com o boi.

    III. O tratamento do animal como um companheiro.

    IV. O desprezo pelo boi como um inimigo.

    É correto o que se afirma apenas em:

    Escolha uma alternativa para a questão 3bec5a9e-8d
  • Linguagens

    Português

    Instrução: A questão toma por base uma passagem do romance O sertanejo, do romântico brasileiro José de Alencar (1829-1877).

                                                          O sertanejo

          O moço sertanejo bateu o isqueiro e acendeu fogo num toro carcomido, que lhe serviu de braseiro para aquentar o ferro; e enquanto esperava, dirigiu-se ao boi nestes termos e com um modo afável:

          – Fique descansado, camarada, que não o envergonharei levando-o à ponta de laço para mostrá-lo a toda aquela gente! Não; ninguém há de rir-se de sua desgraça. Você é um boi valente e destemido; vou dar-lhe a liberdade. Quero que viva muitos anos, senhor de si, zombando de todos os vaqueiros do mundo, para um dia, quando morrer de velhice, contar que só temeu a um homem, e esse foi Arnaldo Louredo.

          O sertanejo parou para observar o boi, como se esperasse mostra de o ter ele entendido, e continuou:

          – Mas o ferro da sua senhora, que também é a minha, tenha paciência, meu Dourado, esse há de levar; que é o sinal de o ter rendido o meu braço. Ser dela, não é ser escravo; mas servir a Deus, que a fez um anjo. Eu também trago o seu ferro aqui, no meu peito. Olhe, meu Dourado. O mancebo abriu a camisa, e mostrou ao boi o emblema que ele havia picado na pele, sobre o seio esquerdo, por meio do processo bem conhecido da inoculação de uma matéria colorante na epiderme. O debuxo de Arnaldo fora estresido com o suco do coipuna, que dá uma bela tinta escarlate, com que os índios outrora e atualmente os sertanejos tingem suas redes de algodão.

          Depois de ter assim falado ao animal, como a um homem que o entendesse, o sertanejo tomou o cabo de ferro, que já estava em brasa, e marcou o Dourado sobre a pá esquerda.

          – Agora, camarada, pertence a D. Flor, e portanto quem o ofender tem de haver-se comigo, Arnaldo Louredo. Tem entendido?... Pode voltar aos seus pastos; quando eu quiser, sei onde achá-lo. Já lhe conheço o rasto.

          O Dourado dirigiu-se com o passo moroso para o mato; chegado à beira, voltou a cabeça para olhar o sertanejo, soltou um mugido saudoso e desapareceu.

          Arnaldo acreditou que o boi tinha-lhe dito um afetuoso adeus.

          E o narrador deste conto sertanejo não se anima a afirmar que ele se iludisse em sua ingênua superstição.

                                                                                               (José de Alencar. O sertanejo. Rio de Janeiro:

                                                                                      Livraria Garnier, [s.d.]. tomo II, p. 79-80. Adaptado.)

    Tomando por base que estresido é particípio do verbo estresir, que significa no texto a passagem da marca da senhora para o peito do vaqueiro por meio de papel, tinta e um instrumento furador, complete a lacuna da seguinte frase com a forma adequada do pretérito perfeito do indicativo do verbo estresir:

    A bordadeira___________ o desenho sobre o pano.

    Escolha uma alternativa para a questão 3bf4eb2f-8d
  • Linguagens

    Português

    Instrução: A questão toma por base uma crônica jornalística de Fernando Soléra.

                                            Um gênio chamado Marílson

          Diz o ditado que “chegar é fácil; passar é que são elas!”. Pois, lá, no final do Elevado, ele chegou junto ao líder daquele instante, ultrapassou e saiu iniciando um show de resistência, em passadas vigorosas e perfeitas no seu balé de viver para correr e correr para viver. Atuação linda de se ver a sua contínua busca da vantagem, a partir da metade do percurso, alargando a cada quilômetro, uma superioridade impressionante.

          Marílson Gomes dos Santos voltou para encantar. Cinco anos depois de ter sido bi, retornou para ser, mais que um ganhador, um tricampeão único entre os brasileiros, numa deliciosa emoção esportiva que encerra com pompa o ano de 2010. Pisou de novo o asfalto paulistano no momento em que sentiu que estava pronto para deslumbrar.

          Subiu de novo ao degrau mais alto daquele pódio que lhe é tão familiar, lugar exato que ocupou em 2005. Foi como se o topo reservado ao melhor entre os melhores estivesse esperando por ele durante esse tempo todo em que não disputou.

          Campeão de tantas e tantas provas, recordista da série completa de corridas de fundo sul-americanas, o homem que deixou, por duas vezes, os norte-americanos fascinados ao voar baixo pelas ruas de New York chegou à Avenida Paulista com o plano pronto para maravilhar todo este país. Ele sabia (porque ele sempre sabe que vai levantar o troféu de vencedor) que nos daria um Feliz Ano Novo saído do fundo de seu coração.

          O mundo testemunhou pelas imagens de televisão, ao vivo, um novo registro espetacular desse brasileiro brasiliense, um fenômeno que sabe vencer na hora que quer, na competição que escolhe para, como na maioria absoluta das vezes, passear isolado, lá na frente, deixando atrás de si uma esteira de coadjuvantes que o seguem com admiração e respeito.

          Esse talento inigualável vai legar às gerações futuras muitas lições de sua arte. E como vai! De hoje em diante, garotos e meninas desta terra terão muitos motivos para se dedicar à prática esportiva. Quem viver verá quantos competidores surgirão com a mesma ânsia de chegar primeiro e experimentar como é delicioso viver para correr e correr para viver. Tomara que com a mesma simplicidade desse verdadeiro gênio.

                                                                                                 (Fernando Soléra: www.gazetaesportiva.net)

    ... deixou, por duas vezes, os norte-americanos fascinados ao voar baixo pelas ruas de New York...

    Com esta frase, o cronista esportivo quer significar que Marílson

    Escolha uma alternativa para a questão 3c044d86-8d
  • Linguagens

    Português

    Instrução: A questão toma por base uma crônica jornalística de Fernando Soléra.

                                            Um gênio chamado Marílson

          Diz o ditado que “chegar é fácil; passar é que são elas!”. Pois, lá, no final do Elevado, ele chegou junto ao líder daquele instante, ultrapassou e saiu iniciando um show de resistência, em passadas vigorosas e perfeitas no seu balé de viver para correr e correr para viver. Atuação linda de se ver a sua contínua busca da vantagem, a partir da metade do percurso, alargando a cada quilômetro, uma superioridade impressionante.

          Marílson Gomes dos Santos voltou para encantar. Cinco anos depois de ter sido bi, retornou para ser, mais que um ganhador, um tricampeão único entre os brasileiros, numa deliciosa emoção esportiva que encerra com pompa o ano de 2010. Pisou de novo o asfalto paulistano no momento em que sentiu que estava pronto para deslumbrar.

          Subiu de novo ao degrau mais alto daquele pódio que lhe é tão familiar, lugar exato que ocupou em 2005. Foi como se o topo reservado ao melhor entre os melhores estivesse esperando por ele durante esse tempo todo em que não disputou.

          Campeão de tantas e tantas provas, recordista da série completa de corridas de fundo sul-americanas, o homem que deixou, por duas vezes, os norte-americanos fascinados ao voar baixo pelas ruas de New York chegou à Avenida Paulista com o plano pronto para maravilhar todo este país. Ele sabia (porque ele sempre sabe que vai levantar o troféu de vencedor) que nos daria um Feliz Ano Novo saído do fundo de seu coração.

          O mundo testemunhou pelas imagens de televisão, ao vivo, um novo registro espetacular desse brasileiro brasiliense, um fenômeno que sabe vencer na hora que quer, na competição que escolhe para, como na maioria absoluta das vezes, passear isolado, lá na frente, deixando atrás de si uma esteira de coadjuvantes que o seguem com admiração e respeito.

          Esse talento inigualável vai legar às gerações futuras muitas lições de sua arte. E como vai! De hoje em diante, garotos e meninas desta terra terão muitos motivos para se dedicar à prática esportiva. Quem viver verá quantos competidores surgirão com a mesma ânsia de chegar primeiro e experimentar como é delicioso viver para correr e correr para viver. Tomara que com a mesma simplicidade desse verdadeiro gênio.

                                                                                                 (Fernando Soléra: www.gazetaesportiva.net)

    Na crônica de Fernando Soléra, é informado ao leitor que
    Escolha uma alternativa para a questão 3c093791-8d
  • Linguagens

    Português

    Instrução: A questão toma por base uma crônica jornalística de Fernando Soléra.

                                            Um gênio chamado Marílson

          Diz o ditado que “chegar é fácil; passar é que são elas!”. Pois, lá, no final do Elevado, ele chegou junto ao líder daquele instante, ultrapassou e saiu iniciando um show de resistência, em passadas vigorosas e perfeitas no seu balé de viver para correr e correr para viver. Atuação linda de se ver a sua contínua busca da vantagem, a partir da metade do percurso, alargando a cada quilômetro, uma superioridade impressionante.

          Marílson Gomes dos Santos voltou para encantar. Cinco anos depois de ter sido bi, retornou para ser, mais que um ganhador, um tricampeão único entre os brasileiros, numa deliciosa emoção esportiva que encerra com pompa o ano de 2010. Pisou de novo o asfalto paulistano no momento em que sentiu que estava pronto para deslumbrar.

          Subiu de novo ao degrau mais alto daquele pódio que lhe é tão familiar, lugar exato que ocupou em 2005. Foi como se o topo reservado ao melhor entre os melhores estivesse esperando por ele durante esse tempo todo em que não disputou.

          Campeão de tantas e tantas provas, recordista da série completa de corridas de fundo sul-americanas, o homem que deixou, por duas vezes, os norte-americanos fascinados ao voar baixo pelas ruas de New York chegou à Avenida Paulista com o plano pronto para maravilhar todo este país. Ele sabia (porque ele sempre sabe que vai levantar o troféu de vencedor) que nos daria um Feliz Ano Novo saído do fundo de seu coração.

          O mundo testemunhou pelas imagens de televisão, ao vivo, um novo registro espetacular desse brasileiro brasiliense, um fenômeno que sabe vencer na hora que quer, na competição que escolhe para, como na maioria absoluta das vezes, passear isolado, lá na frente, deixando atrás de si uma esteira de coadjuvantes que o seguem com admiração e respeito.

          Esse talento inigualável vai legar às gerações futuras muitas lições de sua arte. E como vai! De hoje em diante, garotos e meninas desta terra terão muitos motivos para se dedicar à prática esportiva. Quem viver verá quantos competidores surgirão com a mesma ânsia de chegar primeiro e experimentar como é delicioso viver para correr e correr para viver. Tomara que com a mesma simplicidade desse verdadeiro gênio.

                                                                                                 (Fernando Soléra: www.gazetaesportiva.net)

    Considere as seguintes frases do texto:

    I. ... em passadas vigorosas e perfeitas no seu balé de viver para correr e correr para viver.

    II. ... vai legar às gerações futuras muitas lições de sua arte.

    III. ... quantos competidores surgirão com a mesma ânsia de chegar primeiro...

    IV. ... sabe vencer na hora que quer, na competição que escolhe...

    As frases em que o esporte da corrida é associado à ideia de outra atividade são apenas:

    Escolha uma alternativa para a questão 3c0e373f-8d
  • Linguagens

    Português

    Instrução: A questão toma por base a letra da toada Boiadeiro, de Armando Cavalcante (1914-1964) e Klecius Caldas (1919-2002):

                                  Imagem da questão de Português, UNESP 2011, Figuras de Linguagem

    Um dos melhores recursos expressivos empregados na letra de Boiadeiro é o processo de repetição da mesma estrutura sintá- tica com a mudança de apenas um vocábulo, que faz progredir o sentido, tal como se verifica, por exemplo, entre os versos 5, 11 e 17. Tal recurso é conhecido como
    Escolha uma alternativa para a questão 3c20b9c2-8d
  • Linguagens

    Português

    Instrução: A questão toma por base a letra da toada Boiadeiro, de Armando Cavalcante (1914-1964) e Klecius Caldas (1919-2002):

                                  Imagem da questão de Português, UNESP 2011, Figuras de Linguagem

    São dez cabeças; é muito pouco, é quase nada – São dez filinho, é muito pouco, é quase nada – É pequenina, é miudinha, é quase nada.

    O efeito de anticlímax observável nos três versos é explicável pela

    Escolha uma alternativa para a questão 3c25cdfd-8d
  • Linguagens

    Português

    Instrução: A questão toma por base a letra da toada Boiadeiro, de Armando Cavalcante (1914-1964) e Klecius Caldas (1919-2002):

                                  Imagem da questão de Português, UNESP 2011, Fonologia

    Mas não tem outras mais bonitas no lugar.

    O emprego da forma verbal tem em vez de há no verso mencionado se deve

    Escolha uma alternativa para a questão 3c2a7cae-8d
  • Linguagens

    Inglês

    Instrução: Leia os quadrinhos para responder à questão.

                                 Imagem da questão de Inglês, UNESP 2011, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Nos quadrinhos, conta-se a história
    Escolha uma alternativa para a questão 3c2fb6b5-8d
  • Linguagens

    Inglês

    Instrução: Leia os quadrinhos para responder à questão.

                                 Imagem da questão de Inglês, UNESP 2011, Interpretação de texto | Reading comprehension

    As expressões kicked the bucket e went to the sky, relacionadas a uma das personagens do penúltimo quadrinho da história, significam que a personagem
    Escolha uma alternativa para a questão 3c35392b-8d
  • Linguagens

    Inglês

    Instrução: Leia os quadrinhos para responder à questão.

                                 Imagem da questão de Inglês, UNESP 2011, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Assinale a alternativa que contém, respectivamente, uma informação correta a respeito do cachorro e uma informação correta a respeito do gato.
    Escolha uma alternativa para a questão 3c39f4d1-8d
  • Linguagens

    Inglês

    Instrução: Leia os quadrinhos para responder à questão.

                                 Imagem da questão de Inglês, UNESP 2011, Tradução | Translation

    Os termos em português equivalentes às palavras alleys, lie, mice, neighborhood e scams na história são, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão 3c402af9-8d
  • Linguagens

    Inglês

    Instrução: Leia o texto para responder à questão.

          I started to run because I felt desperately unfit. But the biggest pay-off for me was – and still is – the deep relaxation that I achieve by taking exercise. It tires me out but I find that it does calm me down. When I started running seven years ago, I could manage only 400 meters before I had to stop. Breathless and aching, I walked the next quarter of a mile, alternating these two activities for a couple of kilometers.

          When I started to jog I never dreamt of running in a marathon, but a few years later I realized that if I trained for it, the London Marathon, one of the biggest British sporting events, would be within my reach. My story shows that an unfit 39-year-old, as I was when I started running, who had taken no serious exercise for twenty years, can do the marathon – and that this is a sport in which women can beat men. But is it crazy to do it? Does it make sense to run in the expectation of becoming healthier?

          My advice is: if you are under forty, healthy and feel well, you can begin as I did by jogging gently until you are out of breath, then walking, and alternating the two for about three kilometers. Build up the jogging in stages until you can do the whole distance comfortably.

                                              (Headway Intermediate – Student’s Book. Oxford University Press. Adaptado.)

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 3c45a8f9-8d
  • Linguagens

    Inglês

    Instrução: Leia o texto para responder à questão.

          I started to run because I felt desperately unfit. But the biggest pay-off for me was – and still is – the deep relaxation that I achieve by taking exercise. It tires me out but I find that it does calm me down. When I started running seven years ago, I could manage only 400 meters before I had to stop. Breathless and aching, I walked the next quarter of a mile, alternating these two activities for a couple of kilometers.

          When I started to jog I never dreamt of running in a marathon, but a few years later I realized that if I trained for it, the London Marathon, one of the biggest British sporting events, would be within my reach. My story shows that an unfit 39-year-old, as I was when I started running, who had taken no serious exercise for twenty years, can do the marathon – and that this is a sport in which women can beat men. But is it crazy to do it? Does it make sense to run in the expectation of becoming healthier?

          My advice is: if you are under forty, healthy and feel well, you can begin as I did by jogging gently until you are out of breath, then walking, and alternating the two for about three kilometers. Build up the jogging in stages until you can do the whole distance comfortably.

                                              (Headway Intermediate – Student’s Book. Oxford University Press. Adaptado.)

    De acordo com o texto,
    Escolha uma alternativa para a questão 3c4c323a-8d
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    Inglês

    Instrução: Leia o texto para responder à questão.

          I started to run because I felt desperately unfit. But the biggest pay-off for me was – and still is – the deep relaxation that I achieve by taking exercise. It tires me out but I find that it does calm me down. When I started running seven years ago, I could manage only 400 meters before I had to stop. Breathless and aching, I walked the next quarter of a mile, alternating these two activities for a couple of kilometers.

          When I started to jog I never dreamt of running in a marathon, but a few years later I realized that if I trained for it, the London Marathon, one of the biggest British sporting events, would be within my reach. My story shows that an unfit 39-year-old, as I was when I started running, who had taken no serious exercise for twenty years, can do the marathon – and that this is a sport in which women can beat men. But is it crazy to do it? Does it make sense to run in the expectation of becoming healthier?

          My advice is: if you are under forty, healthy and feel well, you can begin as I did by jogging gently until you are out of breath, then walking, and alternating the two for about three kilometers. Build up the jogging in stages until you can do the whole distance comfortably.

                                              (Headway Intermediate – Student’s Book. Oxford University Press. Adaptado.)

    O parágrafo que melhor se encaixaria na sequência do texto, como um parágrafo adicional, seria
    Escolha uma alternativa para a questão 3c516fb8-8d
  • Linguagens

    Inglês

    Instrução: Leia o texto para responder à questão.

          I started to run because I felt desperately unfit. But the biggest pay-off for me was – and still is – the deep relaxation that I achieve by taking exercise. It tires me out but I find that it does calm me down. When I started running seven years ago, I could manage only 400 meters before I had to stop. Breathless and aching, I walked the next quarter of a mile, alternating these two activities for a couple of kilometers.

          When I started to jog I never dreamt of running in a marathon, but a few years later I realized that if I trained for it, the London Marathon, one of the biggest British sporting events, would be within my reach. My story shows that an unfit 39-year-old, as I was when I started running, who had taken no serious exercise for twenty years, can do the marathon – and that this is a sport in which women can beat men. But is it crazy to do it? Does it make sense to run in the expectation of becoming healthier?

          My advice is: if you are under forty, healthy and feel well, you can begin as I did by jogging gently until you are out of breath, then walking, and alternating the two for about three kilometers. Build up the jogging in stages until you can do the whole distance comfortably.

                                              (Headway Intermediate – Student’s Book. Oxford University Press. Adaptado.)

    Indique a alternativa composta de duas orações cujas afirmações se opõem.
    Escolha uma alternativa para a questão 3c56e10d-8d
  • Linguagens

    Inglês

    Instrução: Leia o texto para responder à questão.

          I started to run because I felt desperately unfit. But the biggest pay-off for me was – and still is – the deep relaxation that I achieve by taking exercise. It tires me out but I find that it does calm me down. When I started running seven years ago, I could manage only 400 meters before I had to stop. Breathless and aching, I walked the next quarter of a mile, alternating these two activities for a couple of kilometers.

          When I started to jog I never dreamt of running in a marathon, but a few years later I realized that if I trained for it, the London Marathon, one of the biggest British sporting events, would be within my reach. My story shows that an unfit 39-year-old, as I was when I started running, who had taken no serious exercise for twenty years, can do the marathon – and that this is a sport in which women can beat men. But is it crazy to do it? Does it make sense to run in the expectation of becoming healthier?

          My advice is: if you are under forty, healthy and feel well, you can begin as I did by jogging gently until you are out of breath, then walking, and alternating the two for about three kilometers. Build up the jogging in stages until you can do the whole distance comfortably.

                                              (Headway Intermediate – Student’s Book. Oxford University Press. Adaptado.)

    No texto, as expressões pay-off (1.º parágrafo), a couple of (1.º parágrafo), my reach (2.° parágrafo) e becoming healthier (2.° parágrafo) significam, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão 3c5b85a7-8d
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    Inglês

    Instrução: Leia o texto para responder à questão.

          I started to run because I felt desperately unfit. But the biggest pay-off for me was – and still is – the deep relaxation that I achieve by taking exercise. It tires me out but I find that it does calm me down. When I started running seven years ago, I could manage only 400 meters before I had to stop. Breathless and aching, I walked the next quarter of a mile, alternating these two activities for a couple of kilometers.

          When I started to jog I never dreamt of running in a marathon, but a few years later I realized that if I trained for it, the London Marathon, one of the biggest British sporting events, would be within my reach. My story shows that an unfit 39-year-old, as I was when I started running, who had taken no serious exercise for twenty years, can do the marathon – and that this is a sport in which women can beat men. But is it crazy to do it? Does it make sense to run in the expectation of becoming healthier?

          My advice is: if you are under forty, healthy and feel well, you can begin as I did by jogging gently until you are out of breath, then walking, and alternating the two for about three kilometers. Build up the jogging in stages until you can do the whole distance comfortably.

                                              (Headway Intermediate – Student’s Book. Oxford University Press. Adaptado.)

    Indique a alternativa em que quatro adjetivos e um advérbio foram formados por sufixação.
    Escolha uma alternativa para a questão 3c60a473-8d
  • Linguagens

    Português

    Protestos a Arminda

        Conheço muitas pastoras
    Que beleza e graça têm,
    Mas é uma só que eu amo
    Só Arminda e mais ninguém.

        Revolvam meu coração
    Procurem meu peito bem,
    Verão estar dentro dele
    Só Arminda e mais ninguém.

        De tantas, quantas belezas
    Os meus ternos olhos veem,
    Nenhuma outra me agrada
    Só Arminda e mais ninguém.

        Estes suspiros que eu solto
    Vão buscar meu doce bem,
    É causa dos meus suspiros
    Só Arminda e mais ninguém.

    Os segredos de meu peito
    Guardá-los nele convém,
    Guardá-los aonde os veja
    Só Arminda e mais ninguém.

        Não cuidem que a mim me importa
    Parecer às outras bem,
    Basta que de mim se agrade
    Só Arminda e mais ninguém.

        Não me alegra, ou me desgosta
    Doutra o mimo, ou o desdém,
    Satisfaz-me e me contenta
    Só Arminda e mais ninguém.

        Cantem os outros pastores
    Outras pastoras também,
    Que eu canto e cantarei sempre
    Só Arminda e mais ninguém.

    (Viola de Lereno, 1980.)
    Além de outras características, a presença de dois vocábulos contribui para identificar o aspecto neoclássico desta modinha, a saber:
    Escolha uma alternativa para a questão 44b77b4d-3c
  • Linguagens

    Português

    Protestos a Arminda

        Conheço muitas pastoras
    Que beleza e graça têm,
    Mas é uma só que eu amo
    Só Arminda e mais ninguém.

        Revolvam meu coração
    Procurem meu peito bem,
    Verão estar dentro dele
    Só Arminda e mais ninguém.

        De tantas, quantas belezas
    Os meus ternos olhos veem,
    Nenhuma outra me agrada
    Só Arminda e mais ninguém.

        Estes suspiros que eu solto
    Vão buscar meu doce bem,
    É causa dos meus suspiros
    Só Arminda e mais ninguém.

    Os segredos de meu peito
    Guardá-los nele convém,
    Guardá-los aonde os veja
    Só Arminda e mais ninguém.

        Não cuidem que a mim me importa
    Parecer às outras bem,
    Basta que de mim se agrade
    Só Arminda e mais ninguém.

        Não me alegra, ou me desgosta
    Doutra o mimo, ou o desdém,
    Satisfaz-me e me contenta
    Só Arminda e mais ninguém.

        Cantem os outros pastores
    Outras pastoras também,
    Que eu canto e cantarei sempre
    Só Arminda e mais ninguém.

    (Viola de Lereno, 1980.)
    Assinale a alternativa que indica duas estrofes em que o termo “Arminda” surge como paciente da ação expressa pelo verbo da oração de que faz parte.
    Escolha uma alternativa para a questão 44bdb8f5-3c