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Instituição

Questões: Universidade Estadual Paulista (UNESP) — com gabarito

1.933 questões de Universidade Estadual Paulista (UNESP), de 2010 a 2025. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 1.933 questões
  • 14 provas

Resultados: 1.933 questões

Página 20 de 97

  • Ciências Humanas

    História

    No que dizia respeito ao Estado a ser construído, genericamente o modelo disponível era aquele que prevalecia no mundo ocidental. Tratava-se de organizar um aparato político-administrativo com jurisdição sobre um território definido, que exercia as competências de ditar as normas que deveriam regrar todos os aspectos da vida na sociedade, cobrar compulsoriamente tributos para financiá-lo e às suas políticas, exercer o poder punitivo para aqueles que não respeitassem as normas por ele ditadas.

    (Miriam Dolhnikoff. História do Brasil império, 2019.)


    O texto refere-se à organização política do Brasil após a independência, em 1822. O novo Estado brasileiro foi baseado em padrões

    Escolha uma alternativa para a questão 21ec0b30-65
  • Linguagens

    Português

    Para responder à questão, leia o artigo “Pó de pirlimpimpim”, do neurocientista brasileiro Sidarta Ribeiro.


       Alcançar o aprendizado instantâneo é um desejo poderoso, pois o cérebro sem informação é pouco mais que estofo de macela1 . Emília, a sabida boneca de Monteiro Lobato, aprendeu a falar copiosamente após engolir uma pílula, adquirindo de supetão todo o vocabulário dos seres humanos ao seu redor. No filme Matrix (1999), a ingestão de uma pílula colorida faz o personagem Neo descobrir que todo o mundo em que sempre viveu não passa de uma simulação chamada Matriz, dentro da qual é possível programar qualquer coisa. Poucos instantes depois de se conectar a um computador, Neo desperta e profere estupefato: “I know kung fu”.

       Entretanto, na matriz cerebral das pessoas de carne e osso, vale o dito popular: “Urubu, pra cantar, demora.” O aprendizado de comportamentos complexos é difícil e demorado, pois requer a alteração massiva de conexões neuronais. Há consenso hoje em dia de que o conteúdo dos nossos pensamentos deriva dos padrões de ativação de vastas redes neuronais, impossibilitando a aquisição instantânea de memórias intrincadas.

       Mas nem sempre foi assim. Há meio século, experimentos realizados na Universidade de Michigan pareciam indicar que as planárias, vermes aquáticos passíveis de condicionamento clássico, eram capazes de adquirir, mesmo sem treinamento, associações estímulo-resposta por ingestão de um extrato de planárias já condicionadas. O resultado, aparentemente revolucionário, sugeria que os substratos materiais da memória são moléculas. Contudo, estudos posteriores demonstraram que a ingestão de planárias não condicionadas também acelerava o aprendizado, revelando um efeito hormonal genérico, independente do conteúdo das memórias presentes nas planárias ingeridas.

        A ingestão de memórias é impossível porque elas são estados complexos de redes neuronais, não um quantum de significado como a pílula da Emília. Por outro lado, é sim possível acelerar a consolidação das memórias por meio da otimização de variáveis fisiológicas envolvidas no processo. Uma linha de pesquisa importante diz respeito ao sono, cujo benefício à consolidação de memórias já foi comprovado. Em 2006, pesquisadores alemães publicaram um estudo sobre os efeitos mnemônicos da estimulação cerebral com ondas lentas (0,75 Hz) aplicadas durante o sono por meio de um estimulador elétrico. Os resultados mostraram que a estimulação de baixa frequência é suficiente para melhorar o aprendizado de diferentes tarefas. Ao que parece, as oscilações lentas do sono são puro pó de pirlimpimpim.


    (Sidarta Ribeiro. Limiar: ciência e vida contemporânea, 2020.)


    1macela: planta herbácea cujas flores costumam ser usadas pela população como estofo de travesseiros. 
    “Entretanto, na matriz cerebral das pessoas de carne e osso, vale o dito popular: ‘Urubu, pra cantar, demora.’” (2o parágrafo)


    Considerando o contexto, o ditado popular mencionado pode ser substituído pelo seguinte provérbio:
    Escolha uma alternativa para a questão 21edd611-8b
  • Linguagens

    Português

    Para responder à questão, leia o artigo “Pó de pirlimpimpim”, do neurocientista brasileiro Sidarta Ribeiro.


       Alcançar o aprendizado instantâneo é um desejo poderoso, pois o cérebro sem informação é pouco mais que estofo de macela1 . Emília, a sabida boneca de Monteiro Lobato, aprendeu a falar copiosamente após engolir uma pílula, adquirindo de supetão todo o vocabulário dos seres humanos ao seu redor. No filme Matrix (1999), a ingestão de uma pílula colorida faz o personagem Neo descobrir que todo o mundo em que sempre viveu não passa de uma simulação chamada Matriz, dentro da qual é possível programar qualquer coisa. Poucos instantes depois de se conectar a um computador, Neo desperta e profere estupefato: “I know kung fu”.

       Entretanto, na matriz cerebral das pessoas de carne e osso, vale o dito popular: “Urubu, pra cantar, demora.” O aprendizado de comportamentos complexos é difícil e demorado, pois requer a alteração massiva de conexões neuronais. Há consenso hoje em dia de que o conteúdo dos nossos pensamentos deriva dos padrões de ativação de vastas redes neuronais, impossibilitando a aquisição instantânea de memórias intrincadas.

       Mas nem sempre foi assim. Há meio século, experimentos realizados na Universidade de Michigan pareciam indicar que as planárias, vermes aquáticos passíveis de condicionamento clássico, eram capazes de adquirir, mesmo sem treinamento, associações estímulo-resposta por ingestão de um extrato de planárias já condicionadas. O resultado, aparentemente revolucionário, sugeria que os substratos materiais da memória são moléculas. Contudo, estudos posteriores demonstraram que a ingestão de planárias não condicionadas também acelerava o aprendizado, revelando um efeito hormonal genérico, independente do conteúdo das memórias presentes nas planárias ingeridas.

        A ingestão de memórias é impossível porque elas são estados complexos de redes neuronais, não um quantum de significado como a pílula da Emília. Por outro lado, é sim possível acelerar a consolidação das memórias por meio da otimização de variáveis fisiológicas envolvidas no processo. Uma linha de pesquisa importante diz respeito ao sono, cujo benefício à consolidação de memórias já foi comprovado. Em 2006, pesquisadores alemães publicaram um estudo sobre os efeitos mnemônicos da estimulação cerebral com ondas lentas (0,75 Hz) aplicadas durante o sono por meio de um estimulador elétrico. Os resultados mostraram que a estimulação de baixa frequência é suficiente para melhorar o aprendizado de diferentes tarefas. Ao que parece, as oscilações lentas do sono são puro pó de pirlimpimpim.


    (Sidarta Ribeiro. Limiar: ciência e vida contemporânea, 2020.)


    1macela: planta herbácea cujas flores costumam ser usadas pela população como estofo de travesseiros. 
    Em “Ao que parece, as oscilações lentas do sono são puro pó de pirlimpimpim” (4o parágrafo), o autor caracteriza as “oscilações lentas do sono” como um processo 
    Escolha uma alternativa para a questão 21f06c1a-8b
  • Ciências Humanas

    História

    A classificação das raças em “superiores” e “inferiores”, recorrente desde o século XVII, ganha uma falsa legitimidade baseada no mito iluminista do saber científico, coincidindo com a necessária justificativa de que a dominação e a exploração da África, mais do que “naturais” e inevitáveis, eram “necessárias” para desenvolver os “selvagens” africanos, de acordo com as normas e os valores da civilização ocidental.

    (Leila Leite Hernandez. A África na sala de aula: visita à história contemporânea, 2005.)


    As teorias raciais utilizadas durante o processo de colonização da África no século XIX eram

    Escolha uma alternativa para a questão 21f2141a-65
  • Linguagens

    Português

    Para responder à questão, leia o artigo “Pó de pirlimpimpim”, do neurocientista brasileiro Sidarta Ribeiro.


       Alcançar o aprendizado instantâneo é um desejo poderoso, pois o cérebro sem informação é pouco mais que estofo de macela1 . Emília, a sabida boneca de Monteiro Lobato, aprendeu a falar copiosamente após engolir uma pílula, adquirindo de supetão todo o vocabulário dos seres humanos ao seu redor. No filme Matrix (1999), a ingestão de uma pílula colorida faz o personagem Neo descobrir que todo o mundo em que sempre viveu não passa de uma simulação chamada Matriz, dentro da qual é possível programar qualquer coisa. Poucos instantes depois de se conectar a um computador, Neo desperta e profere estupefato: “I know kung fu”.

       Entretanto, na matriz cerebral das pessoas de carne e osso, vale o dito popular: “Urubu, pra cantar, demora.” O aprendizado de comportamentos complexos é difícil e demorado, pois requer a alteração massiva de conexões neuronais. Há consenso hoje em dia de que o conteúdo dos nossos pensamentos deriva dos padrões de ativação de vastas redes neuronais, impossibilitando a aquisição instantânea de memórias intrincadas.

       Mas nem sempre foi assim. Há meio século, experimentos realizados na Universidade de Michigan pareciam indicar que as planárias, vermes aquáticos passíveis de condicionamento clássico, eram capazes de adquirir, mesmo sem treinamento, associações estímulo-resposta por ingestão de um extrato de planárias já condicionadas. O resultado, aparentemente revolucionário, sugeria que os substratos materiais da memória são moléculas. Contudo, estudos posteriores demonstraram que a ingestão de planárias não condicionadas também acelerava o aprendizado, revelando um efeito hormonal genérico, independente do conteúdo das memórias presentes nas planárias ingeridas.

        A ingestão de memórias é impossível porque elas são estados complexos de redes neuronais, não um quantum de significado como a pílula da Emília. Por outro lado, é sim possível acelerar a consolidação das memórias por meio da otimização de variáveis fisiológicas envolvidas no processo. Uma linha de pesquisa importante diz respeito ao sono, cujo benefício à consolidação de memórias já foi comprovado. Em 2006, pesquisadores alemães publicaram um estudo sobre os efeitos mnemônicos da estimulação cerebral com ondas lentas (0,75 Hz) aplicadas durante o sono por meio de um estimulador elétrico. Os resultados mostraram que a estimulação de baixa frequência é suficiente para melhorar o aprendizado de diferentes tarefas. Ao que parece, as oscilações lentas do sono são puro pó de pirlimpimpim.


    (Sidarta Ribeiro. Limiar: ciência e vida contemporânea, 2020.)


    1macela: planta herbácea cujas flores costumam ser usadas pela população como estofo de travesseiros. 
    Em “Contudo, estudos posteriores demonstraram que a ingestão de planárias não condicionadas também acelerava o aprendizado” (3o parágrafo), o termo sublinhado pode ser substituído, sem prejuízo para o sentido do texto, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 21f28e8b-8b
  • Linguagens

    Português

    Para responder à questão, leia o artigo “Pó de pirlimpimpim”, do neurocientista brasileiro Sidarta Ribeiro.


       Alcançar o aprendizado instantâneo é um desejo poderoso, pois o cérebro sem informação é pouco mais que estofo de macela1 . Emília, a sabida boneca de Monteiro Lobato, aprendeu a falar copiosamente após engolir uma pílula, adquirindo de supetão todo o vocabulário dos seres humanos ao seu redor. No filme Matrix (1999), a ingestão de uma pílula colorida faz o personagem Neo descobrir que todo o mundo em que sempre viveu não passa de uma simulação chamada Matriz, dentro da qual é possível programar qualquer coisa. Poucos instantes depois de se conectar a um computador, Neo desperta e profere estupefato: “I know kung fu”.

       Entretanto, na matriz cerebral das pessoas de carne e osso, vale o dito popular: “Urubu, pra cantar, demora.” O aprendizado de comportamentos complexos é difícil e demorado, pois requer a alteração massiva de conexões neuronais. Há consenso hoje em dia de que o conteúdo dos nossos pensamentos deriva dos padrões de ativação de vastas redes neuronais, impossibilitando a aquisição instantânea de memórias intrincadas.

       Mas nem sempre foi assim. Há meio século, experimentos realizados na Universidade de Michigan pareciam indicar que as planárias, vermes aquáticos passíveis de condicionamento clássico, eram capazes de adquirir, mesmo sem treinamento, associações estímulo-resposta por ingestão de um extrato de planárias já condicionadas. O resultado, aparentemente revolucionário, sugeria que os substratos materiais da memória são moléculas. Contudo, estudos posteriores demonstraram que a ingestão de planárias não condicionadas também acelerava o aprendizado, revelando um efeito hormonal genérico, independente do conteúdo das memórias presentes nas planárias ingeridas.

        A ingestão de memórias é impossível porque elas são estados complexos de redes neuronais, não um quantum de significado como a pílula da Emília. Por outro lado, é sim possível acelerar a consolidação das memórias por meio da otimização de variáveis fisiológicas envolvidas no processo. Uma linha de pesquisa importante diz respeito ao sono, cujo benefício à consolidação de memórias já foi comprovado. Em 2006, pesquisadores alemães publicaram um estudo sobre os efeitos mnemônicos da estimulação cerebral com ondas lentas (0,75 Hz) aplicadas durante o sono por meio de um estimulador elétrico. Os resultados mostraram que a estimulação de baixa frequência é suficiente para melhorar o aprendizado de diferentes tarefas. Ao que parece, as oscilações lentas do sono são puro pó de pirlimpimpim.


    (Sidarta Ribeiro. Limiar: ciência e vida contemporânea, 2020.)


    1macela: planta herbácea cujas flores costumam ser usadas pela população como estofo de travesseiros. 
    Pode ser reescrito na voz passiva o seguinte trecho do artigo:
    Escolha uma alternativa para a questão 21f4c736-8b
  • Para Oswald, o primitivo estará associado ao pensamento selvagem como questionamento do pensamento iluminista e como proposta de valorização do pensamento selvagem local ao qual viria se acrescentar a incorporação contemporânea da técnica.

    (Viviana Gelado. Poéticas da transgressão: vanguarda e cultura popular nos anos 20 na América Latina, 2006.)


    O primitivismo expresso no “Manifesto da Poesia Pau-Brasil”, lançado por Oswald de Andrade em 1924, pode ser associado à

    Escolha uma alternativa para a questão 21f8975c-65
  • Linguagens

    Inglês

    Examine os gráficos e leia o texto para responder à questão.


    Educated Americans live longer, as others die younger


    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2021, Interpretação de texto | Reading comprehension


    (Anne Case and Angus Deaton. “Life expectancy in adulthood is falling for those without a BA degree, but as educational gaps have widened, racial gaps have narrowed”. PNAS, 2021. Adaptado.)


       A 25-year-old American with a university degree can expect to live almost a decade longer than a contemporary who dropped out of high school. Although researchers have long known that the rich live longer than the poor, this education gap is less well documented — and is especially marked in rich countries. And whereas the average American’s expected span has been flat in recent years — and, strikingly, even fell between 2015 and 2017 — that of the one-third with a bachelor’s degree has continued to lengthen.

       This disparity in life expectancy is growing, according to new research published in the Proceedings of the National Academy of Sciences. Using data from nearly 50m death certificates filed between 1990 and 2018, Anne Case and Angus Deaton of Princeton University analysed differences in life expectancy by sex, race, ethnicity and education. They found that the lifespans of those with and without a bachelor’s degree started to diverge in the 1990s and 2000s. This  gap grew even wider in the 2010s as the life expectancy of degree-holders continued to rise while that of other Americans got shorter.

       What is the link between schooling and longevity? Some argue that better-educated people develop healthier lifestyles: each additional year of study reduces the chances of being a smoker and of being overweight. The better-educated earn more, which in turn is associated with greater health. Ms Case and Mr Deaton argue that changes in labour markets, including the rise of automation and increased demand for highly-educated workers, coupled with the rising costs of employer-provided health care, have depressed the supply of well-paid jobs for those without a degree. This may be contributing to higher rates of alcohol and drug use, suicide and other “deaths of despair”.


    (www.economist.com,17.03.2021. Adaptado.) 
    The research the text and the graph are based on, concluded that
    Escolha uma alternativa para a questão 21fb09a5-8b
  • Linguagens

    Inglês

    Examine os gráficos e leia o texto para responder à questão.


    Educated Americans live longer, as others die younger


    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2021, Interpretação de texto | Reading comprehension


    (Anne Case and Angus Deaton. “Life expectancy in adulthood is falling for those without a BA degree, but as educational gaps have widened, racial gaps have narrowed”. PNAS, 2021. Adaptado.)


       A 25-year-old American with a university degree can expect to live almost a decade longer than a contemporary who dropped out of high school. Although researchers have long known that the rich live longer than the poor, this education gap is less well documented — and is especially marked in rich countries. And whereas the average American’s expected span has been flat in recent years — and, strikingly, even fell between 2015 and 2017 — that of the one-third with a bachelor’s degree has continued to lengthen.

       This disparity in life expectancy is growing, according to new research published in the Proceedings of the National Academy of Sciences. Using data from nearly 50m death certificates filed between 1990 and 2018, Anne Case and Angus Deaton of Princeton University analysed differences in life expectancy by sex, race, ethnicity and education. They found that the lifespans of those with and without a bachelor’s degree started to diverge in the 1990s and 2000s. This  gap grew even wider in the 2010s as the life expectancy of degree-holders continued to rise while that of other Americans got shorter.

       What is the link between schooling and longevity? Some argue that better-educated people develop healthier lifestyles: each additional year of study reduces the chances of being a smoker and of being overweight. The better-educated earn more, which in turn is associated with greater health. Ms Case and Mr Deaton argue that changes in labour markets, including the rise of automation and increased demand for highly-educated workers, coupled with the rising costs of employer-provided health care, have depressed the supply of well-paid jobs for those without a degree. This may be contributing to higher rates of alcohol and drug use, suicide and other “deaths of despair”.


    (www.economist.com,17.03.2021. Adaptado.) 
    As informações apresentadas no primeiro parágrafo sobre a relação entre longevidade e educação estão mais bem representadas
    Escolha uma alternativa para a questão 21fd7870-8b
  •     Com o fim da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos se viram numa situação privilegiada, como a mais forte, coesa e próspera economia mundial. O governo americano coordenou um vasto plano de apoio para recuperar as economias capitalistas da Europa Ocidental, já no contexto da Guerra Fria. As agitações revolucionárias na Ásia, África e América Latina forçariam desdobramentos dos investimentos americanos também para essas áreas.

        O resultado desse conjunto de medidas foi um crescimento econômico sem precedentes das economias industriais. Entre 1953 e 1975 a taxa de produção industrial cresceu na escala extraordinária de seis por cento ao ano. O crescimento da riqueza foi de cerca de quatro por cento per capita em todo esse período. Mesmo com a crise do petróleo, que atingiu e abateu os mercados entre 1973 e 1980, o crescimento continuou, embora reduzido a cerca de dois e meio por cento ao ano, o que ainda era uma escala notável.

    (Nicolau Sevcenko. A corrida para o século XXI: no loop da montanha-russa, 2001. Adaptado.)

    No contexto descrito,
    Escolha uma alternativa para a questão 21fee100-65
  • Linguagens

    Inglês

    Examine os gráficos e leia o texto para responder à questão.


    Educated Americans live longer, as others die younger


    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2021, Interpretação de texto | Reading comprehension


    (Anne Case and Angus Deaton. “Life expectancy in adulthood is falling for those without a BA degree, but as educational gaps have widened, racial gaps have narrowed”. PNAS, 2021. Adaptado.)


       A 25-year-old American with a university degree can expect to live almost a decade longer than a contemporary who dropped out of high school. Although researchers have long known that the rich live longer than the poor, this education gap is less well documented — and is especially marked in rich countries. And whereas the average American’s expected span has been flat in recent years — and, strikingly, even fell between 2015 and 2017 — that of the one-third with a bachelor’s degree has continued to lengthen.

       This disparity in life expectancy is growing, according to new research published in the Proceedings of the National Academy of Sciences. Using data from nearly 50m death certificates filed between 1990 and 2018, Anne Case and Angus Deaton of Princeton University analysed differences in life expectancy by sex, race, ethnicity and education. They found that the lifespans of those with and without a bachelor’s degree started to diverge in the 1990s and 2000s. This  gap grew even wider in the 2010s as the life expectancy of degree-holders continued to rise while that of other Americans got shorter.

       What is the link between schooling and longevity? Some argue that better-educated people develop healthier lifestyles: each additional year of study reduces the chances of being a smoker and of being overweight. The better-educated earn more, which in turn is associated with greater health. Ms Case and Mr Deaton argue that changes in labour markets, including the rise of automation and increased demand for highly-educated workers, coupled with the rising costs of employer-provided health care, have depressed the supply of well-paid jobs for those without a degree. This may be contributing to higher rates of alcohol and drug use, suicide and other “deaths of despair”.


    (www.economist.com,17.03.2021. Adaptado.) 
    No trecho do primeiro parágrafo “And whereas the average American’s expected span has been flat in recent years”, o termo sublinhado pode ser substituído, sem alteração de sentido, por
    Escolha uma alternativa para a questão 21ffe1e6-8b
  • Linguagens

    Inglês

    Examine os gráficos e leia o texto para responder à questão.


    Educated Americans live longer, as others die younger


    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2021, Vocabulário | Vocabulary


    (Anne Case and Angus Deaton. “Life expectancy in adulthood is falling for those without a BA degree, but as educational gaps have widened, racial gaps have narrowed”. PNAS, 2021. Adaptado.)


       A 25-year-old American with a university degree can expect to live almost a decade longer than a contemporary who dropped out of high school. Although researchers have long known that the rich live longer than the poor, this education gap is less well documented — and is especially marked in rich countries. And whereas the average American’s expected span has been flat in recent years — and, strikingly, even fell between 2015 and 2017 — that of the one-third with a bachelor’s degree has continued to lengthen.

       This disparity in life expectancy is growing, according to new research published in the Proceedings of the National Academy of Sciences. Using data from nearly 50m death certificates filed between 1990 and 2018, Anne Case and Angus Deaton of Princeton University analysed differences in life expectancy by sex, race, ethnicity and education. They found that the lifespans of those with and without a bachelor’s degree started to diverge in the 1990s and 2000s. This  gap grew even wider in the 2010s as the life expectancy of degree-holders continued to rise while that of other Americans got shorter.

       What is the link between schooling and longevity? Some argue that better-educated people develop healthier lifestyles: each additional year of study reduces the chances of being a smoker and of being overweight. The better-educated earn more, which in turn is associated with greater health. Ms Case and Mr Deaton argue that changes in labour markets, including the rise of automation and increased demand for highly-educated workers, coupled with the rising costs of employer-provided health care, have depressed the supply of well-paid jobs for those without a degree. This may be contributing to higher rates of alcohol and drug use, suicide and other “deaths of despair”.


    (www.economist.com,17.03.2021. Adaptado.) 
    In the excerpt from the first paragraph “and, strikingly, even fell between 2015 and 2017”, the underlined word means 
    Escolha uma alternativa para a questão 220259a5-8b
  • Ciências Humanas

    História

        Com o fim da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos se viram numa situação privilegiada, como a mais forte, coesa e próspera economia mundial. O governo americano coordenou um vasto plano de apoio para recuperar as economias capitalistas da Europa Ocidental, já no contexto da Guerra Fria. As agitações revolucionárias na Ásia, África e América Latina forçariam desdobramentos dos investimentos americanos também para essas áreas.

        O resultado desse conjunto de medidas foi um crescimento econômico sem precedentes das economias industriais. Entre 1953 e 1975 a taxa de produção industrial cresceu na escala extraordinária de seis por cento ao ano. O crescimento da riqueza foi de cerca de quatro por cento per capita em todo esse período. Mesmo com a crise do petróleo, que atingiu e abateu os mercados entre 1973 e 1980, o crescimento continuou, embora reduzido a cerca de dois e meio por cento ao ano, o que ainda era uma escala notável.

    (Nicolau Sevcenko. A corrida para o século XXI: no loop da montanha-russa, 2001. Adaptado.)

    O apoio à recuperação das economias capitalistas da Europa Ocidental e os investimentos na Ásia, na África e na América Latina, mencionados no texto, correspondem à atuação dos Estados Unidos
    Escolha uma alternativa para a questão 22034827-65
  • Linguagens

    Inglês

    Examine os gráficos e leia o texto para responder à questão.


    Educated Americans live longer, as others die younger


    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2021, Interpretação de texto | Reading comprehension


    (Anne Case and Angus Deaton. “Life expectancy in adulthood is falling for those without a BA degree, but as educational gaps have widened, racial gaps have narrowed”. PNAS, 2021. Adaptado.)


       A 25-year-old American with a university degree can expect to live almost a decade longer than a contemporary who dropped out of high school. Although researchers have long known that the rich live longer than the poor, this education gap is less well documented — and is especially marked in rich countries. And whereas the average American’s expected span has been flat in recent years — and, strikingly, even fell between 2015 and 2017 — that of the one-third with a bachelor’s degree has continued to lengthen.

       This disparity in life expectancy is growing, according to new research published in the Proceedings of the National Academy of Sciences. Using data from nearly 50m death certificates filed between 1990 and 2018, Anne Case and Angus Deaton of Princeton University analysed differences in life expectancy by sex, race, ethnicity and education. They found that the lifespans of those with and without a bachelor’s degree started to diverge in the 1990s and 2000s. This  gap grew even wider in the 2010s as the life expectancy of degree-holders continued to rise while that of other Americans got shorter.

       What is the link between schooling and longevity? Some argue that better-educated people develop healthier lifestyles: each additional year of study reduces the chances of being a smoker and of being overweight. The better-educated earn more, which in turn is associated with greater health. Ms Case and Mr Deaton argue that changes in labour markets, including the rise of automation and increased demand for highly-educated workers, coupled with the rising costs of employer-provided health care, have depressed the supply of well-paid jobs for those without a degree. This may be contributing to higher rates of alcohol and drug use, suicide and other “deaths of despair”.


    (www.economist.com,17.03.2021. Adaptado.) 
    No trecho do segundo parágrafo “while that of other Americans got shorter”, o termo sublinhado refere-se a
    Escolha uma alternativa para a questão 2204d619-8b
  • Linguagens

    Inglês

    Examine os gráficos e leia o texto para responder à questão.


    Educated Americans live longer, as others die younger


    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2021, Interpretação de texto | Reading comprehension


    (Anne Case and Angus Deaton. “Life expectancy in adulthood is falling for those without a BA degree, but as educational gaps have widened, racial gaps have narrowed”. PNAS, 2021. Adaptado.)


       A 25-year-old American with a university degree can expect to live almost a decade longer than a contemporary who dropped out of high school. Although researchers have long known that the rich live longer than the poor, this education gap is less well documented — and is especially marked in rich countries. And whereas the average American’s expected span has been flat in recent years — and, strikingly, even fell between 2015 and 2017 — that of the one-third with a bachelor’s degree has continued to lengthen.

       This disparity in life expectancy is growing, according to new research published in the Proceedings of the National Academy of Sciences. Using data from nearly 50m death certificates filed between 1990 and 2018, Anne Case and Angus Deaton of Princeton University analysed differences in life expectancy by sex, race, ethnicity and education. They found that the lifespans of those with and without a bachelor’s degree started to diverge in the 1990s and 2000s. This  gap grew even wider in the 2010s as the life expectancy of degree-holders continued to rise while that of other Americans got shorter.

       What is the link between schooling and longevity? Some argue that better-educated people develop healthier lifestyles: each additional year of study reduces the chances of being a smoker and of being overweight. The better-educated earn more, which in turn is associated with greater health. Ms Case and Mr Deaton argue that changes in labour markets, including the rise of automation and increased demand for highly-educated workers, coupled with the rising costs of employer-provided health care, have depressed the supply of well-paid jobs for those without a degree. This may be contributing to higher rates of alcohol and drug use, suicide and other “deaths of despair”.


    (www.economist.com,17.03.2021. Adaptado.) 
    According to the third paragraph, better-educated people
    Escolha uma alternativa para a questão 220801fc-8b
  • Ciências Humanas

    História

    Quinta-feira, 14 de novembro de 1991


    Para checheno, russos impõem “terror real”

        O presidente da Checheno-Ingushia (Cáucaso, sul da Rússia) declarou ontem que a Rússia prepara uma campanha desestabilizadora contra seu país. O Parlamento russo exigiu uma “solução pacífica” e o envio de um grupo de deputados para a negociação.


    Segunda-feira, 18 de novembro de 1991

    Sérvios derrotam croatas em Vukovar

    Croácia admite a perda da cidade para o Exército iugoslavo,

    que a sitiava há 86 dias


        A Croácia admitiu ter perdido militarmente para o Exército iugoslavo a cidade sitiada de Vukovar. A queda de Vukovar é uma das piores derrotas sofridas pela Croácia.


    Segunda-feira, 16 de maio de 1994

    Combate se intensifica na Bósnia

    Sérvios e muçulmanos ignoram apelo internacional por diálogo;

    denunciadas novas atrocidades


        Tropas muçulmanas e sérvias intensificaram os combates na região de Tuzla, nordeste da Bósnia, ameaçando jogar por terra o esforço por novas conversações de paz. Os novos combates indicam que sérvios e muçulmanos não estão dispostos a aceitar os apelos internacionais por novas conversações.

    (https://acervo.folha.com.br. Adaptado.)

    Essas notícias têm em comum conflitos que envolvem questões
    Escolha uma alternativa para a questão 22085c1f-65
  • Linguagens

    Inglês

    Examine os gráficos e leia o texto para responder à questão.


    Educated Americans live longer, as others die younger


    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2021, Interpretação de texto | Reading comprehension


    (Anne Case and Angus Deaton. “Life expectancy in adulthood is falling for those without a BA degree, but as educational gaps have widened, racial gaps have narrowed”. PNAS, 2021. Adaptado.)


       A 25-year-old American with a university degree can expect to live almost a decade longer than a contemporary who dropped out of high school. Although researchers have long known that the rich live longer than the poor, this education gap is less well documented — and is especially marked in rich countries. And whereas the average American’s expected span has been flat in recent years — and, strikingly, even fell between 2015 and 2017 — that of the one-third with a bachelor’s degree has continued to lengthen.

       This disparity in life expectancy is growing, according to new research published in the Proceedings of the National Academy of Sciences. Using data from nearly 50m death certificates filed between 1990 and 2018, Anne Case and Angus Deaton of Princeton University analysed differences in life expectancy by sex, race, ethnicity and education. They found that the lifespans of those with and without a bachelor’s degree started to diverge in the 1990s and 2000s. This  gap grew even wider in the 2010s as the life expectancy of degree-holders continued to rise while that of other Americans got shorter.

       What is the link between schooling and longevity? Some argue that better-educated people develop healthier lifestyles: each additional year of study reduces the chances of being a smoker and of being overweight. The better-educated earn more, which in turn is associated with greater health. Ms Case and Mr Deaton argue that changes in labour markets, including the rise of automation and increased demand for highly-educated workers, coupled with the rising costs of employer-provided health care, have depressed the supply of well-paid jobs for those without a degree. This may be contributing to higher rates of alcohol and drug use, suicide and other “deaths of despair”.


    (www.economist.com,17.03.2021. Adaptado.) 
    No trecho do terceiro parágrafo “The better-educated earn more, which in turn is associated with”, a expressão sublinhada equivale, em português, a
    Escolha uma alternativa para a questão 220a61a8-8b
  • Ciências Humanas

    Geografia

    O predomínio mundial da urbanização, com o crescimento no número absoluto de cidades, teve como uma de suas consequências
    Escolha uma alternativa para a questão 220c6efe-65
  • Linguagens

    Inglês

    Examine os mapas que apresentam a média de anos de escolaridade para a população de 25 anos ou mais, do ano 2000 e do ano 2017, para responder à questão.


    Mean years of schooling, 2000

    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2021, Interpretação de texto | Reading comprehension



    (https://ourworldindata.org. Adapted.)
    After comparing both maps, one can say that:
    Escolha uma alternativa para a questão 220cdaf9-8b
  • Linguagens

    Inglês

    Leia a tira para responder à questão.



    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2021, Interpretação de texto | Reading comprehension



    (https://thebrickinthesky.wordpress.com)

    From the comic strip, one can say that
    Escolha uma alternativa para a questão 220f6884-8b