Pular para o conteúdo

Instituição

Questões: Universidade Estadual Paulista (UNESP) — com gabarito

1.933 questões de Universidade Estadual Paulista (UNESP), de 2010 a 2025. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 1.933 questões
  • 14 provas

Resultados: 1.933 questões

Página 74 de 97

  • Ciências Humanas

    Geografia

    Analise o mapa para responder à questão.

    Papel dirigente dos municípios, segundo o número de assalariados externos aos seus limites territoriais, 2011

                            Imagem da questão de Geografia, UNESP 2014, Geografia Econômica

    O número de funcionários lotados em filiais situadas fora dos limites territoriais dos municípios onde estão instaladas as empresas matrizes possibilita uma compreensão geral da lógica de organização produtiva do território. Considerando o mapa e conhecimentos geográficos sobre o tema, é correto afirmar que a moderna lógica de organização produtiva do território brasileiro é caracterizada pela
    Escolha uma alternativa para a questão d0428e41-d6
  • Linguagens

    Português

    Instrução: As questões de números 01 a 05 tomam por base um texto de Millôr Fernandes (1924-2012).

    Imagem da questão de Português, UNESP 2012, Interpretação de Textos

    As repetições, o uso de palavras e expressões populares, a justaposição fluente de ideias, dispensando vírgulas, e as ironias constantes atribuem ao texto de Millôr Fernandes

    Escolha uma alternativa para a questão d0e95019-78
  • Ciências Humanas

    Geografia

    A economia de todos os países conhece um processo mais vasto e profundo de internacionalização, mas este tem como base um espaço que é nacional e cuja regulação continua sendo nacional, ainda que guiada em função dos interesses de empresas globais. Essa é a razão pela qual se pode falar legitimamente de espaço nacional da economia internacional. A centralidade política, de certo modo, se fortalece em Brasília, a centralidade econômica se afirma mais fortemente em São Paulo. Todavia, a chamada abertura da economia permite a São Paulo e Brasília exercerem apenas uma “regulação delegada”, isto é, uma regulação cujas “ordens” se situam fora de sua competência territorial e deixam pequena margem para a escolha de caminhos suscetíveis de atribuir, de dentro, um destino ao próprio território nacional.

                                        (Milton Santos e Maria Laura Silveira. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI, 2001. Adaptado.)

    A condição brasileira de “espaço nacional da economia internacional” e a “regulação delegada” exercida pelas principais metrópoles nacionais se confirmam uma vez que
    Escolha uma alternativa para a questão d1471e6c-d6
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Analise o gráfico.

    Evolução das exportações brasileiras por tipo de produto, 1965-2010

                            Imagem da questão de Geografia, UNESP 2014, Geografia Econômica

    A partir da análise do gráfico e de conhecimentos sobre as características qualitativas do comércio exterior brasileiro, o termo que exprime corretamente a orientação assumida pela pauta de exportações brasileiras a partir do século XXI é o de

    Escolha uma alternativa para a questão d2487f51-d6
  • Linguagens

    Português

    Considere a imagem:


    Imagem da questão de Português, UNESP 2025, Interpretação de Textos

    (https://www.instagram.com/jeangalvao)


    As informações apresentadas permitem concluir corretamente que
    Escolha uma alternativa para a questão d2b7ed29-11
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão:


    A biodiversidade na Amazônia


        Os 5.015.067,749 quilômetros quadrados da Amazônia brasileira abrigam uma enorme biodiversidade. Cientistas já classificaram cerca de 40.000 espécies vegetais, 3.000 peixes, 1.000 aves, 450 mamíferos, 400 anfíbios, 400 répteis e quase 130.000 invertebrados, e estima-se que ainda há várias espécies desconhecidas.

        Todos os seres vivos fazem parte de uma cadeia e desempenham uma função. Diferentes animais são essenciais para a polinização e contribuem para a dispersão de sementes, por exemplo, favorecendo a regeneração em outras áreas e o plantio natural de florestas. As plantas podem abrigar outras espécies e servir de alimento para animais herbívoros, que por sua vez também podem ser alimentos para tantos outros. Em um sistema com grande biodiversidade, ou seja, com tamanha diversidade de espécies, como na Amazônia, essas relações são muito ricas e complexas.

        Alterar um sistema natural pode trazer desequilíbrio à densidade populacional das espécies e acarretar tanto o aparecimento de pragas, dada a remoção de espécies predadoras, quanto conflitos entre fauna e humanos, devido à escassez de presas.

        As pragas podem invadir lavouras, infestar áreas urbanas e transmitir doenças para nós, humanos. A escassez de presas pode levar grandes espécies predadoras a buscar alimentos entre as criações nas fazendas, por exemplo.

        Além disso, a biodiversidade nos oferece recursos, tais como medicamentos, que podem ser desenvolvidos tanto a partir de venenos de animais quanto a partir de plantas. Perder biodiversidade é, portanto, perder uma riqueza que ainda nem conhecemos completamente.


    (Ulisses Galatti e Tainá Oliveira Assis. https://amazonia.exame.com/biodiversidades. Adaptado)
    As informações do texto permitem concluir corretamente que a grande extensão da Amazônia brasileira
    Escolha uma alternativa para a questão d2bae5c7-11
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão:


    A biodiversidade na Amazônia


        Os 5.015.067,749 quilômetros quadrados da Amazônia brasileira abrigam uma enorme biodiversidade. Cientistas já classificaram cerca de 40.000 espécies vegetais, 3.000 peixes, 1.000 aves, 450 mamíferos, 400 anfíbios, 400 répteis e quase 130.000 invertebrados, e estima-se que ainda há várias espécies desconhecidas.

        Todos os seres vivos fazem parte de uma cadeia e desempenham uma função. Diferentes animais são essenciais para a polinização e contribuem para a dispersão de sementes, por exemplo, favorecendo a regeneração em outras áreas e o plantio natural de florestas. As plantas podem abrigar outras espécies e servir de alimento para animais herbívoros, que por sua vez também podem ser alimentos para tantos outros. Em um sistema com grande biodiversidade, ou seja, com tamanha diversidade de espécies, como na Amazônia, essas relações são muito ricas e complexas.

        Alterar um sistema natural pode trazer desequilíbrio à densidade populacional das espécies e acarretar tanto o aparecimento de pragas, dada a remoção de espécies predadoras, quanto conflitos entre fauna e humanos, devido à escassez de presas.

        As pragas podem invadir lavouras, infestar áreas urbanas e transmitir doenças para nós, humanos. A escassez de presas pode levar grandes espécies predadoras a buscar alimentos entre as criações nas fazendas, por exemplo.

        Além disso, a biodiversidade nos oferece recursos, tais como medicamentos, que podem ser desenvolvidos tanto a partir de venenos de animais quanto a partir de plantas. Perder biodiversidade é, portanto, perder uma riqueza que ainda nem conhecemos completamente.


    (Ulisses Galatti e Tainá Oliveira Assis. https://amazonia.exame.com/biodiversidades. Adaptado)
    Na passagem do 2° parágrafo “Diferentes animais são essenciais para a polinização e contribuem para a dispersão de sementes...”, os termos destacados significam, correta e respectivamente:
    Escolha uma alternativa para a questão d2bd35d2-11
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão:


    A biodiversidade na Amazônia


        Os 5.015.067,749 quilômetros quadrados da Amazônia brasileira abrigam uma enorme biodiversidade. Cientistas já classificaram cerca de 40.000 espécies vegetais, 3.000 peixes, 1.000 aves, 450 mamíferos, 400 anfíbios, 400 répteis e quase 130.000 invertebrados, e estima-se que ainda há várias espécies desconhecidas.

        Todos os seres vivos fazem parte de uma cadeia e desempenham uma função. Diferentes animais são essenciais para a polinização e contribuem para a dispersão de sementes, por exemplo, favorecendo a regeneração em outras áreas e o plantio natural de florestas. As plantas podem abrigar outras espécies e servir de alimento para animais herbívoros, que por sua vez também podem ser alimentos para tantos outros. Em um sistema com grande biodiversidade, ou seja, com tamanha diversidade de espécies, como na Amazônia, essas relações são muito ricas e complexas.

        Alterar um sistema natural pode trazer desequilíbrio à densidade populacional das espécies e acarretar tanto o aparecimento de pragas, dada a remoção de espécies predadoras, quanto conflitos entre fauna e humanos, devido à escassez de presas.

        As pragas podem invadir lavouras, infestar áreas urbanas e transmitir doenças para nós, humanos. A escassez de presas pode levar grandes espécies predadoras a buscar alimentos entre as criações nas fazendas, por exemplo.

        Além disso, a biodiversidade nos oferece recursos, tais como medicamentos, que podem ser desenvolvidos tanto a partir de venenos de animais quanto a partir de plantas. Perder biodiversidade é, portanto, perder uma riqueza que ainda nem conhecemos completamente.


    (Ulisses Galatti e Tainá Oliveira Assis. https://amazonia.exame.com/biodiversidades. Adaptado)
    Os verbos impessoais são aqueles que não apresentam sujeito, como é o caso do verbo destacado em:
    Escolha uma alternativa para a questão d2bf7ce0-11
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão:


    A biodiversidade na Amazônia


        Os 5.015.067,749 quilômetros quadrados da Amazônia brasileira abrigam uma enorme biodiversidade. Cientistas já classificaram cerca de 40.000 espécies vegetais, 3.000 peixes, 1.000 aves, 450 mamíferos, 400 anfíbios, 400 répteis e quase 130.000 invertebrados, e estima-se que ainda há várias espécies desconhecidas.

        Todos os seres vivos fazem parte de uma cadeia e desempenham uma função. Diferentes animais são essenciais para a polinização e contribuem para a dispersão de sementes, por exemplo, favorecendo a regeneração em outras áreas e o plantio natural de florestas. As plantas podem abrigar outras espécies e servir de alimento para animais herbívoros, que por sua vez também podem ser alimentos para tantos outros. Em um sistema com grande biodiversidade, ou seja, com tamanha diversidade de espécies, como na Amazônia, essas relações são muito ricas e complexas.

        Alterar um sistema natural pode trazer desequilíbrio à densidade populacional das espécies e acarretar tanto o aparecimento de pragas, dada a remoção de espécies predadoras, quanto conflitos entre fauna e humanos, devido à escassez de presas.

        As pragas podem invadir lavouras, infestar áreas urbanas e transmitir doenças para nós, humanos. A escassez de presas pode levar grandes espécies predadoras a buscar alimentos entre as criações nas fazendas, por exemplo.

        Além disso, a biodiversidade nos oferece recursos, tais como medicamentos, que podem ser desenvolvidos tanto a partir de venenos de animais quanto a partir de plantas. Perder biodiversidade é, portanto, perder uma riqueza que ainda nem conhecemos completamente.


    (Ulisses Galatti e Tainá Oliveira Assis. https://amazonia.exame.com/biodiversidades. Adaptado)
    A alternativa que atende à norma-padrão de concordância é:
    Escolha uma alternativa para a questão d2c1e6ef-11
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão:


    A biodiversidade na Amazônia


        Os 5.015.067,749 quilômetros quadrados da Amazônia brasileira abrigam uma enorme biodiversidade. Cientistas já classificaram cerca de 40.000 espécies vegetais, 3.000 peixes, 1.000 aves, 450 mamíferos, 400 anfíbios, 400 répteis e quase 130.000 invertebrados, e estima-se que ainda há várias espécies desconhecidas.

        Todos os seres vivos fazem parte de uma cadeia e desempenham uma função. Diferentes animais são essenciais para a polinização e contribuem para a dispersão de sementes, por exemplo, favorecendo a regeneração em outras áreas e o plantio natural de florestas. As plantas podem abrigar outras espécies e servir de alimento para animais herbívoros, que por sua vez também podem ser alimentos para tantos outros. Em um sistema com grande biodiversidade, ou seja, com tamanha diversidade de espécies, como na Amazônia, essas relações são muito ricas e complexas.

        Alterar um sistema natural pode trazer desequilíbrio à densidade populacional das espécies e acarretar tanto o aparecimento de pragas, dada a remoção de espécies predadoras, quanto conflitos entre fauna e humanos, devido à escassez de presas.

        As pragas podem invadir lavouras, infestar áreas urbanas e transmitir doenças para nós, humanos. A escassez de presas pode levar grandes espécies predadoras a buscar alimentos entre as criações nas fazendas, por exemplo.

        Além disso, a biodiversidade nos oferece recursos, tais como medicamentos, que podem ser desenvolvidos tanto a partir de venenos de animais quanto a partir de plantas. Perder biodiversidade é, portanto, perder uma riqueza que ainda nem conhecemos completamente.


    (Ulisses Galatti e Tainá Oliveira Assis. https://amazonia.exame.com/biodiversidades. Adaptado)
    Releia a passagem do parágrafo final do texto: “... a biodiversidade nos oferece recursos [...] que podem ser desenvolvidos tanto a partir de venenos de animais quanto a partir de plantas.”


    Sem prejuízo ao sentido original do texto, a passagem pode ser reescrita da seguinte forma: 
    Escolha uma alternativa para a questão d2c443f2-11
  • Linguagens

    Português

    Se vai passear em uma praia, ______ óculos, o protetor solar e o chapéu são imprescindíveis. Mas não só eles. ______também são indispensáveis. O tecido usado na cobertura deste acessório, muitas vezes desprezado pelos turistas, ajuda a combater a radiação ultravioleta. Supermercados e grandes lojas de decoração ______ mais variedade deles.


    (https://www.estadao.com.br/sao-paulo. Adaptado)


    Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:
    Escolha uma alternativa para a questão d2c6a766-11
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão:


    Nascer 


        Era manhã nova, quando ele telefonou:

        — Aída Isabel acabou de nascer! No entressono, que sabia eu de Aída Isabel, como podia avaliar o ato de responsabilidade que ela cometera?

        — Quem?

        — Aída Isabel. Agora mesmo!

        — E é forte, bonita?

        — Não sei não senhor. Ainda não pude ver.

        Estranhei que a um pai fosse defeso* espiar sua filha. Explicou-me que o regulamento era dureza, mas ele daria um jeito. E de fato, mais tarde, comunicou-me que conhecera afinal Aída Isabel.

        — Como é que você entrou?

        — Por baixo. A dona da portaria estava de costas, lendo jornal, eu me agachei e passei juntinho dela, debaixo do balcão.

        Sorria ao contá-lo, pois gosta dessas experiências marotas, e se pudesse ir ver a filha ao jeito comum, perderia o sabor.

        — Era para ela chegar na semana passada, internei Lucinha no Hospital dos Servidores, à noite a criança cismou de atrasar, as dores pararam. Então o médico disse que carecia desocupar o leito, o funcionalismo está assim de menino fazendo fila para nascer. Voltamos para Olaria, desapontados. Na noite seguinte, acordamos com um estrondo, lá longe; os vidros da casa retiniram. Eu disse comigo: é agora. A explosão de Deodoro ajudou. Pedi a Lucinha que aguentasse firme até o dia clarear. Voltamos ao hospital, não havia vaga, mas eles foram camaradas, mandaram a gente para uma casa de saúde em Botafogo, negócio alinhado, valeu a pena. Só que não recebe visita. Pessoa da família nem nada.


    (Carlos Drummond de Andrade. 70 historinhas. 2016)
    As informações do texto permitem concluir corretamente que o narrador
    Escolha uma alternativa para a questão d2c931ca-11
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão:


    Nascer 


        Era manhã nova, quando ele telefonou:

        — Aída Isabel acabou de nascer! No entressono, que sabia eu de Aída Isabel, como podia avaliar o ato de responsabilidade que ela cometera?

        — Quem?

        — Aída Isabel. Agora mesmo!

        — E é forte, bonita?

        — Não sei não senhor. Ainda não pude ver.

        Estranhei que a um pai fosse defeso* espiar sua filha. Explicou-me que o regulamento era dureza, mas ele daria um jeito. E de fato, mais tarde, comunicou-me que conhecera afinal Aída Isabel.

        — Como é que você entrou?

        — Por baixo. A dona da portaria estava de costas, lendo jornal, eu me agachei e passei juntinho dela, debaixo do balcão.

        Sorria ao contá-lo, pois gosta dessas experiências marotas, e se pudesse ir ver a filha ao jeito comum, perderia o sabor.

        — Era para ela chegar na semana passada, internei Lucinha no Hospital dos Servidores, à noite a criança cismou de atrasar, as dores pararam. Então o médico disse que carecia desocupar o leito, o funcionalismo está assim de menino fazendo fila para nascer. Voltamos para Olaria, desapontados. Na noite seguinte, acordamos com um estrondo, lá longe; os vidros da casa retiniram. Eu disse comigo: é agora. A explosão de Deodoro ajudou. Pedi a Lucinha que aguentasse firme até o dia clarear. Voltamos ao hospital, não havia vaga, mas eles foram camaradas, mandaram a gente para uma casa de saúde em Botafogo, negócio alinhado, valeu a pena. Só que não recebe visita. Pessoa da família nem nada.


    (Carlos Drummond de Andrade. 70 historinhas. 2016)
    O narrador deixa claro que
    Escolha uma alternativa para a questão d2cb97df-11
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão:


    Nascer 


        Era manhã nova, quando ele telefonou:

        — Aída Isabel acabou de nascer! No entressono, que sabia eu de Aída Isabel, como podia avaliar o ato de responsabilidade que ela cometera?

        — Quem?

        — Aída Isabel. Agora mesmo!

        — E é forte, bonita?

        — Não sei não senhor. Ainda não pude ver.

        Estranhei que a um pai fosse defeso* espiar sua filha. Explicou-me que o regulamento era dureza, mas ele daria um jeito. E de fato, mais tarde, comunicou-me que conhecera afinal Aída Isabel.

        — Como é que você entrou?

        — Por baixo. A dona da portaria estava de costas, lendo jornal, eu me agachei e passei juntinho dela, debaixo do balcão.

        Sorria ao contá-lo, pois gosta dessas experiências marotas, e se pudesse ir ver a filha ao jeito comum, perderia o sabor.

        — Era para ela chegar na semana passada, internei Lucinha no Hospital dos Servidores, à noite a criança cismou de atrasar, as dores pararam. Então o médico disse que carecia desocupar o leito, o funcionalismo está assim de menino fazendo fila para nascer. Voltamos para Olaria, desapontados. Na noite seguinte, acordamos com um estrondo, lá longe; os vidros da casa retiniram. Eu disse comigo: é agora. A explosão de Deodoro ajudou. Pedi a Lucinha que aguentasse firme até o dia clarear. Voltamos ao hospital, não havia vaga, mas eles foram camaradas, mandaram a gente para uma casa de saúde em Botafogo, negócio alinhado, valeu a pena. Só que não recebe visita. Pessoa da família nem nada.


    (Carlos Drummond de Andrade. 70 historinhas. 2016)
    Na passagem do último parágrafo “... internei Lucinha no Hospital dos Servidores, à noite a criança cismou de atrasar, as dores pararam.” as orações apresentam predicado 
    Escolha uma alternativa para a questão d2cdf9f5-11
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão:


    Nascer 


        Era manhã nova, quando ele telefonou:

        — Aída Isabel acabou de nascer! No entressono, que sabia eu de Aída Isabel, como podia avaliar o ato de responsabilidade que ela cometera?

        — Quem?

        — Aída Isabel. Agora mesmo!

        — E é forte, bonita?

        — Não sei não senhor. Ainda não pude ver.

        Estranhei que a um pai fosse defeso* espiar sua filha. Explicou-me que o regulamento era dureza, mas ele daria um jeito. E de fato, mais tarde, comunicou-me que conhecera afinal Aída Isabel.

        — Como é que você entrou?

        — Por baixo. A dona da portaria estava de costas, lendo jornal, eu me agachei e passei juntinho dela, debaixo do balcão.

        Sorria ao contá-lo, pois gosta dessas experiências marotas, e se pudesse ir ver a filha ao jeito comum, perderia o sabor.

        — Era para ela chegar na semana passada, internei Lucinha no Hospital dos Servidores, à noite a criança cismou de atrasar, as dores pararam. Então o médico disse que carecia desocupar o leito, o funcionalismo está assim de menino fazendo fila para nascer. Voltamos para Olaria, desapontados. Na noite seguinte, acordamos com um estrondo, lá longe; os vidros da casa retiniram. Eu disse comigo: é agora. A explosão de Deodoro ajudou. Pedi a Lucinha que aguentasse firme até o dia clarear. Voltamos ao hospital, não havia vaga, mas eles foram camaradas, mandaram a gente para uma casa de saúde em Botafogo, negócio alinhado, valeu a pena. Só que não recebe visita. Pessoa da família nem nada.


    (Carlos Drummond de Andrade. 70 historinhas. 2016)
    No último parágrafo do texto, identifica-se uma figura de linguagem no termo destacado em:
    Escolha uma alternativa para a questão d2d04a4e-11
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão:


    Nascer 


        Era manhã nova, quando ele telefonou:

        — Aída Isabel acabou de nascer! No entressono, que sabia eu de Aída Isabel, como podia avaliar o ato de responsabilidade que ela cometera?

        — Quem?

        — Aída Isabel. Agora mesmo!

        — E é forte, bonita?

        — Não sei não senhor. Ainda não pude ver.

        Estranhei que a um pai fosse defeso* espiar sua filha. Explicou-me que o regulamento era dureza, mas ele daria um jeito. E de fato, mais tarde, comunicou-me que conhecera afinal Aída Isabel.

        — Como é que você entrou?

        — Por baixo. A dona da portaria estava de costas, lendo jornal, eu me agachei e passei juntinho dela, debaixo do balcão.

        Sorria ao contá-lo, pois gosta dessas experiências marotas, e se pudesse ir ver a filha ao jeito comum, perderia o sabor.

        — Era para ela chegar na semana passada, internei Lucinha no Hospital dos Servidores, à noite a criança cismou de atrasar, as dores pararam. Então o médico disse que carecia desocupar o leito, o funcionalismo está assim de menino fazendo fila para nascer. Voltamos para Olaria, desapontados. Na noite seguinte, acordamos com um estrondo, lá longe; os vidros da casa retiniram. Eu disse comigo: é agora. A explosão de Deodoro ajudou. Pedi a Lucinha que aguentasse firme até o dia clarear. Voltamos ao hospital, não havia vaga, mas eles foram camaradas, mandaram a gente para uma casa de saúde em Botafogo, negócio alinhado, valeu a pena. Só que não recebe visita. Pessoa da família nem nada.


    (Carlos Drummond de Andrade. 70 historinhas. 2016)
    Na frase do último parágrafo do texto “Então o médico disse que carecia desocupar o leito, o funcionalismo está assim de menino fazendo fila para nascer. Voltamos para Olaria, desapontados.”, os termos destacados expressam, correta e respectivamente, sentidos de 
    Escolha uma alternativa para a questão d2d2b356-11
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão:


    Nascer 


        Era manhã nova, quando ele telefonou:

        — Aída Isabel acabou de nascer! No entressono, que sabia eu de Aída Isabel, como podia avaliar o ato de responsabilidade que ela cometera?

        — Quem?

        — Aída Isabel. Agora mesmo!

        — E é forte, bonita?

        — Não sei não senhor. Ainda não pude ver.

        Estranhei que a um pai fosse defeso* espiar sua filha. Explicou-me que o regulamento era dureza, mas ele daria um jeito. E de fato, mais tarde, comunicou-me que conhecera afinal Aída Isabel.

        — Como é que você entrou?

        — Por baixo. A dona da portaria estava de costas, lendo jornal, eu me agachei e passei juntinho dela, debaixo do balcão.

        Sorria ao contá-lo, pois gosta dessas experiências marotas, e se pudesse ir ver a filha ao jeito comum, perderia o sabor.

        — Era para ela chegar na semana passada, internei Lucinha no Hospital dos Servidores, à noite a criança cismou de atrasar, as dores pararam. Então o médico disse que carecia desocupar o leito, o funcionalismo está assim de menino fazendo fila para nascer. Voltamos para Olaria, desapontados. Na noite seguinte, acordamos com um estrondo, lá longe; os vidros da casa retiniram. Eu disse comigo: é agora. A explosão de Deodoro ajudou. Pedi a Lucinha que aguentasse firme até o dia clarear. Voltamos ao hospital, não havia vaga, mas eles foram camaradas, mandaram a gente para uma casa de saúde em Botafogo, negócio alinhado, valeu a pena. Só que não recebe visita. Pessoa da família nem nada.


    (Carlos Drummond de Andrade. 70 historinhas. 2016)
    Na passagem do 7° parágrafo do texto “Explicou-me que o regulamento era dureza, mas ele daria um jeito. E de fato, mais tarde, comunicou-me que conhecera afinal Aída Isabel.”, as formas verbais destacadas
    Escolha uma alternativa para a questão d2d54532-11
  • Linguagens

    Português

    Leia a tira para responder à questão: 


    Imagem da questão de Português, UNESP 2025, Crase

    (Bill Waterson, “O Melhor de Calvin”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 15.09.2025. Adaptado)
    Em conformidade com o sentido da história e com a norma-padrão, as lacunas do 1° quadro devem ser preenchidas, respectivamente, com:
    Escolha uma alternativa para a questão d2d7ab4c-11
  • Linguagens

    Português

    Leia a tira para responder à questão: 


    Imagem da questão de Português, UNESP 2025, Problemas da língua culta

    (Bill Waterson, “O Melhor de Calvin”. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 15.09.2025. Adaptado)
    Em conformidade com o sentido da história e com a norma-padrão, a fala do último quadro pode ser substituída por:
    Escolha uma alternativa para a questão d2da145b-11
  • Matemática

    Matemática

    Um jogo de tabuleiro possui 10 casas, numeradas de 1 a 10, em ordem crescente. A regra do jogo é que cada jogador começa, da primeira casa, com 2 pontos, e a cada casa que o jogador avança, o número de pontos que ele adquire na nova casa corresponde ao dobro do número de pontos totais que ele tinha na casa anterior. Por exemplo, se um jogador avançar da primeira para a segunda casa, ele ganha 2 ⋅ 2 = 4 pontos, e assim, sua pontuação total passará a ser 2 + 4 = 6 pontos; se depois disso, esse jogador avançar para a terceira casa, ele ganhará 2 ⋅ 6 = 12 pontos e, assim, sua pontuação total passará a ser 6 + 12 = 18 pontos.


    A pontuação total de um jogador que chegar na quinta casa desse tabuleiro, tendo avançado as casas de uma em uma, será
    Escolha uma alternativa para a questão d2dc9cab-11