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Instituição

Questões: Universidade Estadual de Goiás (UEG) — com gabarito

1.285 questões de Universidade Estadual de Goiás (UEG), de 2007 a 2025. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 1.285 questões
  • 12 provas

Resultados: 392 questões

Página 19 de 20

  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder a questão




    Mentir é preciso, pois nem sempre as pessoas querem ouvir a verdade



    Figura 1 de 2 da questão de Português, UEG 2024, Pontuação


    Figura 2 de 2 da questão de Português, UEG 2024, Pontuação

    Nos trechos “sim, mentir é preciso” (linha 14) e “Há diversos tipos de mentiras e mentirosos” (linha 29) a função das aspas é:
    Escolha uma alternativa para a questão c83daad7-68
  • Linguagens

    Português

    Texto 1




    "Coisa ruim vai acontecer em breve. Serão tempos difíceis. Fantasmas dos antepassados chegarão nesta terra e tornarão nossos povos escravos de sua ganância. Eles não terão piedade nem dos velhos nem das crianças. Simplesmente se sentirão donos desse lugar e de sua gente. Por isso, não lutarão com arcos e flechas e não terão código de guerra. Serão homens duros e não respeitarão a tradição".

    As palavras do sábio Karaíba trouxeram espanto aos olhos dos homens e das mulheres que as escutavam. Essa era uma profecia que traria impacto profundo a suas existências, e os faria repensar sobre o modo de vida que tinham levado até aquele momento. Antes da chegada dos colonizadores europeus, os habitantes do Brasil eram organizados, tinham sua vida estruturada e tiravam proveito da exuberante natureza que os cercava. Nessa narrativa cheia de aventura, poderemos imaginar um pouco sobre quais eram seus amores, seus dramas e suas ansiedades em relação ao futuro.


    Imagem da questão de Português, UEG 2024, Interpretação de Textos



    MUNDUKURU, Daniel. O Karaíba: uma história do pré-brasil. São Paulo: Melhoramentos, 2012. (Quarta capa e capa).



    Texto 2





    01    Era uma vez

    02    Um pernil de carneiro retalhado em fatia

    03    Aos que foram chegando

    04    Cada vez mais estrangeiros

    05    No vai e vem de troncos

    06    Quantas nações aos prantos

    07    E os homens-daninhos seduzindo a taba

    08    Grávidos de malícia

    09    Sedentos de guerra

    10    Dançam a falsidade

    11    Esterilizam a festa

    12    De quinto a quinhentos

    13    O ouro encantou-se

    14    Plastificaram o verde

    15    Pavimentaram o destino

    16    E foi acontecendo

    17    E foi escurecendo

    18    Mas de manhã cedinho

    19    Além da Grande-Água     

    20    Vi um curumim sonhando    

    21    Com Yvy-maraey formosa.




    GRAÚNA, Graça. Canto mestizo. Maricá (RJ): Blocos, 1999. p. 51. In: MUNDUKURU, Daniel. O Karaíba: uma história do pré-brasil. São Paulo: Melhoramentos, 2012. (Orelha). 





















    Os textos 1 e 2 estão presentes, respectivamente, na quarta capa e na orelha do livro O Karaíba. Esses textos estabelecem, com a narrativa desenvolvida no livro, uma relação intertextual, cuja finalidade consiste em apresentar
    Escolha uma alternativa para a questão c8452aa9-68
  • Linguagens

    Português

    Texto 1




    "Coisa ruim vai acontecer em breve. Serão tempos difíceis. Fantasmas dos antepassados chegarão nesta terra e tornarão nossos povos escravos de sua ganância. Eles não terão piedade nem dos velhos nem das crianças. Simplesmente se sentirão donos desse lugar e de sua gente. Por isso, não lutarão com arcos e flechas e não terão código de guerra. Serão homens duros e não respeitarão a tradição".

    As palavras do sábio Karaíba trouxeram espanto aos olhos dos homens e das mulheres que as escutavam. Essa era uma profecia que traria impacto profundo a suas existências, e os faria repensar sobre o modo de vida que tinham levado até aquele momento. Antes da chegada dos colonizadores europeus, os habitantes do Brasil eram organizados, tinham sua vida estruturada e tiravam proveito da exuberante natureza que os cercava. Nessa narrativa cheia de aventura, poderemos imaginar um pouco sobre quais eram seus amores, seus dramas e suas ansiedades em relação ao futuro.


    Imagem da questão de Português, UEG 2024, Interpretação de Textos



    MUNDUKURU, Daniel. O Karaíba: uma história do pré-brasil. São Paulo: Melhoramentos, 2012. (Quarta capa e capa).



    Texto 2





    01    Era uma vez

    02    Um pernil de carneiro retalhado em fatia

    03    Aos que foram chegando

    04    Cada vez mais estrangeiros

    05    No vai e vem de troncos

    06    Quantas nações aos prantos

    07    E os homens-daninhos seduzindo a taba

    08    Grávidos de malícia

    09    Sedentos de guerra

    10    Dançam a falsidade

    11    Esterilizam a festa

    12    De quinto a quinhentos

    13    O ouro encantou-se

    14    Plastificaram o verde

    15    Pavimentaram o destino

    16    E foi acontecendo

    17    E foi escurecendo

    18    Mas de manhã cedinho

    19    Além da Grande-Água     

    20    Vi um curumim sonhando    

    21    Com Yvy-maraey formosa.




    GRAÚNA, Graça. Canto mestizo. Maricá (RJ): Blocos, 1999. p. 51. In: MUNDUKURU, Daniel. O Karaíba: uma história do pré-brasil. São Paulo: Melhoramentos, 2012. (Orelha). 





















    O texto 2 desenvolve determinado tema a partir de uma linguagem poética narrativa, que se estrutura formalmente num poema de duas estrofes e 21 versos. Levando em consideração a organização e a progressão do tema, verifica-se que o poema apresenta uma narrativa poética em cinco unidades temáticas, a saber: 
    Escolha uma alternativa para a questão c84808b1-68
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder às questões de 7 a 10.

    VOCÊ SABE COMO FUNCIONA O GOVERNO? 

    As eleições seriam mais efetivas se todos conhecessem bem o funcionamento da administração. Mas não é tão fácil conhecer os meandros dos governos. Primeiro, porque a maioria não tem tempo para se informar e adquirir conhecimento sobre todas as partes que compõem a administração pública. Segundo, pela dificuldade óbvia de explicar assunto tão complexo para grupos menos escolarizados. E, terceiro, pela profusão de especialidades que se transforma em obstáculo para quem quer ter uma visão mais sistêmica do Estado. São economistas, cientistas políticos e administradores que muitas vezes apresentam diagnósticos díspares sobre os problemas e dialogam pouco entre si.

    [...]

    O senso comum diz que o maior problema da política brasileira está na corrupção. É uma visão equivocada. Muito mais do que a roubalheira, o que mais aflige nosso sistema político é o amadorismo e o despreparo de boa parte dos eleitos. O resultado é a ineficiência, que também favorece os corruptos e espertalhões, muitos deles localizados no “outro lado do balcão”: nas empresas, nos sindicatos e nas associações civis.

    O pouco conhecimento dos políticos acerca de administração é tanto maior no Poder Legislativo e nos níveis subnacionais, particularmente nos lugares menos desenvolvidos. Uma forma de combater esse mal seria os partidos políticos darem cursos a todos os seus candidatos e filiados sobre políticas públicas. [...]

    Tão importante quanto o aperfeiçoamento dos políticos é a pedagogia eleitoral dos cidadãos. Parto da premissa que a realização de eleições regulares, livres e competitivas, como tem ocorrido no Brasil, já é uma forma de instrução cidadã. Daí concluo que os eleitores hoje são melhores do que no passado. Contudo, o voto será sempre mais efetivo quanto mais informado for o eleitor. E o que mais falta ser conhecido pela sociedade é o funcionamento efetivo da administração, inclusive para abandonar a postura meramente demandante em prol da pressão qualificada por mudanças nas políticas públicas. [...].

    ABRUCIO, Fernando. Você sabe como funciona o governo? Época. São Paulo, 9 ago. 2010. p. 41. (Adaptado).

    A conjunção mas, destacada no texto, indica uma relação de
    Escolha uma alternativa para a questão c8beb966-6f
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder às questões de 7 a 10.

    VOCÊ SABE COMO FUNCIONA O GOVERNO? 

    As eleições seriam mais efetivas se todos conhecessem bem o funcionamento da administração. Mas não é tão fácil conhecer os meandros dos governos. Primeiro, porque a maioria não tem tempo para se informar e adquirir conhecimento sobre todas as partes que compõem a administração pública. Segundo, pela dificuldade óbvia de explicar assunto tão complexo para grupos menos escolarizados. E, terceiro, pela profusão de especialidades que se transforma em obstáculo para quem quer ter uma visão mais sistêmica do Estado. São economistas, cientistas políticos e administradores que muitas vezes apresentam diagnósticos díspares sobre os problemas e dialogam pouco entre si.

    [...]

    O senso comum diz que o maior problema da política brasileira está na corrupção. É uma visão equivocada. Muito mais do que a roubalheira, o que mais aflige nosso sistema político é o amadorismo e o despreparo de boa parte dos eleitos. O resultado é a ineficiência, que também favorece os corruptos e espertalhões, muitos deles localizados no “outro lado do balcão”: nas empresas, nos sindicatos e nas associações civis.

    O pouco conhecimento dos políticos acerca de administração é tanto maior no Poder Legislativo e nos níveis subnacionais, particularmente nos lugares menos desenvolvidos. Uma forma de combater esse mal seria os partidos políticos darem cursos a todos os seus candidatos e filiados sobre políticas públicas. [...]

    Tão importante quanto o aperfeiçoamento dos políticos é a pedagogia eleitoral dos cidadãos. Parto da premissa que a realização de eleições regulares, livres e competitivas, como tem ocorrido no Brasil, já é uma forma de instrução cidadã. Daí concluo que os eleitores hoje são melhores do que no passado. Contudo, o voto será sempre mais efetivo quanto mais informado for o eleitor. E o que mais falta ser conhecido pela sociedade é o funcionamento efetivo da administração, inclusive para abandonar a postura meramente demandante em prol da pressão qualificada por mudanças nas políticas públicas. [...].

    ABRUCIO, Fernando. Você sabe como funciona o governo? Época. São Paulo, 9 ago. 2010. p. 41. (Adaptado).

    No trecho “As eleições seriam mais efetivas se todos conhecessem bem o funcionamento da administração”, a oração sublinhada estabelece com a primeira uma relação de
    Escolha uma alternativa para a questão ca008698-6f
  • Linguagens

    Português

    Leia a tira abaixo.
    Imagem da questão de Português, UEG 2010, Interpretação de Textos
    COUTINHO, Laerte. Striptiras 3. Porto Alegre L&PM, 2008. p. 39.

    A linguagem presente nos quadrinhos
    Escolha uma alternativa para a questão cb2ea1b2-6f
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho abaixo para responder às questões 12 e 13.

    – Desde que estou retirando
    só a morte vejo ativa,
    só a morte deparei
    e às vezes até festiva;
    só morte tem encontrado
    quem pensava encontrar vida,
    e o pouco que não foi morte
    foi de vida severina
    (aquela vida que é menos
    vivida que defendida,
    e é ainda mais severina
    para o homem que retira).

    NETO, João Cabral de Melo. Morte e vida severina. Rio de Janeiro: MEDIAfashion, 2008. p. 82.

    Verifica-se, em termos estruturais, uma
    Escolha uma alternativa para a questão cc6774be-6f
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho abaixo para responder às questões 12 e 13.

    – Desde que estou retirando
    só a morte vejo ativa,
    só a morte deparei
    e às vezes até festiva;
    só morte tem encontrado
    quem pensava encontrar vida,
    e o pouco que não foi morte
    foi de vida severina
    (aquela vida que é menos
    vivida que defendida,
    e é ainda mais severina
    para o homem que retira).

    NETO, João Cabral de Melo. Morte e vida severina. Rio de Janeiro: MEDIAfashion, 2008. p. 82.

    O excerto constitui, por parte do eu poético, uma
    Escolha uma alternativa para a questão cd93bc49-6f
  • Linguagens

    Português

    Analise a imagem de Borges e o fragmento, extraído de Morte e vida severina, de João Cabral de Melo Neto.

    Imagem da questão de Português, UEG 2010, Interpretação de Textos
    CATÁLOGO DA MOSTRA DE REDESCOBRIMENTO – Arte Popular. Anos Artes Visuais do Brasil. Fundação Bienal de São Paulo.
    Xilogravura de J. Borges. O Presépio. São Paulo, 2000. p. 219.

    COMEÇAM A CHEGAR PESSOAS TRAZENDO PRESENTES PARA O RECÉM-NASCIDO

    – Minha pobreza tal é
    que não trago presente grande:
    trago para a mãe caranguejos
    pescados por esses mangues;
    mamando leite de lama
    conservará nosso sangue.
    – Minha pobreza tal é
    que coisa não posso ofertar:
    somente o leite que tenho
    para meu filho amamentar;
    aqui são todos irmãos,
    de leite, de lama, de ar.
    – Minha pobreza tal é
    que não tenho presente melhor:
    trago papel de jornal
    para lhe servir de cobertor;
    cobrindo-se assim de letras
    vai um dia ser doutor.
    [...]

    NETO, João Cabral de Melo. Morte e vida severina e outros poemas em voz alta. Rio de Janeiro: José Olympio, 1991. p. 105-106.

    A gravura e o texto se aproximam ao
    Escolha uma alternativa para a questão cec60244-6f
  • Linguagens

    Português

    Levando-se em conta a leitura de Morte e vida severina, de João Cabral de Melo Neto, e de “Os irmãos Dagobé”, de Guimarães Rosa, nota-se que,
    Escolha uma alternativa para a questão d020b02c-6f
  • Linguagens

    Português

    A gente se esfriou, se afundou – um instantâneo. A gente... E foi sem combinação, nem ninguém entendia o que se fizesse: todos, de uma vez, de dó do Sorôco, principiaram também a acompanhar aquele canto sem razão. E com as vozes tão altas! Todos caminhando, com ele, Sorôco, e canta que cantando, atrás dele, os mais de detrás quase que corriam, ninguém deixasse de cantar. Foi o de não sair mais da memória. Foi um caso sem comparação.
    A gente estava levando agora o Sorôco para a casa dele, de verdade. A gente, com ele, ia até aonde que ia aquela cantiga.

    ROSA, João Guimarães. Primeiras estórias. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, s/d. p. 21.

    Imagem da questão de Português, UEG 2010, Interpretação de Textos

    O grupo “Teia de Aranha”, a partir das obras de Guimarães Rosa, cria representações em bordado. O fragmento acima, extraído do conto “Sorôco, sua mãe, sua filha”, e o bordado, inspirado no mesmo conto,
    Escolha uma alternativa para a questão d17bfa81-6f
  • Linguagens

    Português

    O conto “Famigerado”, presente no livro Primeiras estórias, de Guimarães Rosa, aborda um tema comum ao processo de modernização do sertão brasileiro, pois retrata
    Escolha uma alternativa para a questão d33c4a8f-6f
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho abaixo.

    Na tal Fundação Abrigo ao Menor Abandonado havia um campo de futebol bem razoável para os padrões da época, com um gramado regular, traves, redes e tal. Fausto conseguiu de graça o uso do campo para treinos e jogos, com a condição de convocar para seu escrete alguns dos meninos da instituição. Ele aceitou (até porque isso já fazia mesmo parte dos seus planos) e, em breve, estava fundado o glorioso Selefama Esporte Clube.
    CARNEIRO, Flávio. Selefama Esporte Clube. In: Passe de letra. Rio de Janeiro: Rocco, 2009. p. 12-13.

    Na crônica intitulada “Selefama Esporte Clube”, de que o trecho faz parte, o narrador, então com onze anos,
    Escolha uma alternativa para a questão d4a64162-6f
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UEG 2010, Interpretação de Textos
    DEBRET, Jean Baptiste. Início séc. XIX. Disponível em: Figura 2 de 2 da questão de Português, UEG 2010, Interpretação de Textos. Acesso em: 28 ago. 2010.

    Durante os nove dias que precediam ao Espírito Santo, ou mesmo não sabemos se antes disso, saía pelas ruas da cidade um rancho de meninos, todos de nove a onze anos, caprichosamente vestidos à pastora: sapatos de cor-de-rosa, meias brancas, calção da cor do sapato, faixas à cintura, camisa branca de longos e caídos colarinhos, chapéus de palha de abas largas, ou forrados de seda, tudo isso enfeitado com grinaldas de flores e com uma quantidade prodigiosa de laços de fita encarnada. Cada um desses meninos levava um instrumento pastoril em que tocavam, pandeiro, machete e tamboril. Caminhavam formando um quadrado, no meio do qual ia o chamado imperador do Divino, acompanhados por uma música de barbeiros, e precedidos e cercados por uma chusma de irmãos de opa levando bandeiras encarnadas e outros emblemas, os quais tiravam esmolas enquanto eles cantavam e tocavam.

    ALMEIDA, Manuel Antônio de. Memórias de um sargento de milícias. São Paulo: Moderna, 1993. p. 66-67.

    A relação entre a gravura de Debret e o fragmento ocorre pela descrição
    Escolha uma alternativa para a questão d6112593-6f
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UEG 2010, Interpretação de Textos

    ASSIS, Machado de. Memórias Póstumas de Brás Cubas. São Paulo: Egéria, 1978. p. 100-101.

    A aproximação entre o título “O velho diálogo de Adão e Eva” e a imagem acima ocorre pela
    Escolha uma alternativa para a questão d7c1323f-6f
  • Linguagens

    Literatura

    Alguns escritores árcades tiveram participação direta no movimento da Inconfidência Mineira, já que chegaram de Portugal
    Escolha uma alternativa para a questão dec4c9d8-6f
  • Linguagens

    Inglês

    This is how UN scientists are preparing for the end of capitalism


               Capitalism as we know it is over. So suggests a new report commissioned by a group of scientists appointed by the UN secretary general. The main reason? We’re transitioning rapidly to a radically different global economy, due to our increasingly unsustainable exploitation of the planet’s environmental resources and the shift to less efficient energy sources .
        Climate change and species extinctions are accelerating even as societies are experiencing rising inequality, unemployment, slow economic growth, rising debt levels, and impotent governments. Contrary to the way policymakers usually think about these problems these are not really separate crises at all.
            These crises are part of the same fundamental transition. The new era is characterized by inefficient fossil fuel production and escalating costs of climate change. Conventional capitalist economic thinking can no longer explain, predict or solve the workings of the global economy in this new age.

    Energy shift

           Those are the implications of a new background paper prepared by a team of Finnish biophysicists who were asked to provide research that would feed into the drafting of the UN Global Sustainable Development Report (GSDR), which will be released in 2019.
              For the “first time in human history”, the paper says, capitalist economies are “shifting to energy sources that are less energy efficient.” Producing usable energy (“exergy”) to keep powering “both basic and non-basic human activities” in industrial civilisation “will require more, not less, effort”.
            At the same time, our hunger for energy is driving what the paper refers to as “sink costs.” The greater our energy and material use, the more waste we generate, and so the greater the environmental costs. Though they can be ignored for a while, eventually those environmental costs translate directly into economic costs as it becomes more and more difficult to ignore their impacts on our societies.
             Overall, the amount of energy we can extract, compared to the energy we are using to extract it, is decreasing across the spectrum – unconventional oils, nuclear and renewables return less energy in generation than conventional oils, whose production has peaked – and societies need to abandon fossil fuels because of their impact on the climate.
             Whether or not this system still comprises a form of capitalism is ultimately a semantic question. It depends on how you define capitalism.
              Economic activity is driven by meaning – maintaining equal possibilities for the good life while lowering emissions dramatically – rather than profit, and the meaning is politically, collectively constructed. Well, this is the best conceivable case in terms of modern state and market institutions. It can’t happen without considerable reframing of economic-political thinking, in short words: rethinking capitalism as it is nowadays.



    Disponível em: <https://www.independent.co.uk/news/long_reads/capitalism-un-scientists-preparing-end-fossil-fuels-warning-demise-a8523856.html>. Acesso em: 12 mar. 2019. (Adaptado).

    Considerando as ideias apresentadas no texto, constata-se que
    Escolha uma alternativa para a questão df7e32b6-f4
  • Linguagens

    Inglês

    This is how UN scientists are preparing for the end of capitalism


               Capitalism as we know it is over. So suggests a new report commissioned by a group of scientists appointed by the UN secretary general. The main reason? We’re transitioning rapidly to a radically different global economy, due to our increasingly unsustainable exploitation of the planet’s environmental resources and the shift to less efficient energy sources .
        Climate change and species extinctions are accelerating even as societies are experiencing rising inequality, unemployment, slow economic growth, rising debt levels, and impotent governments. Contrary to the way policymakers usually think about these problems these are not really separate crises at all.
            These crises are part of the same fundamental transition. The new era is characterized by inefficient fossil fuel production and escalating costs of climate change. Conventional capitalist economic thinking can no longer explain, predict or solve the workings of the global economy in this new age.

    Energy shift

           Those are the implications of a new background paper prepared by a team of Finnish biophysicists who were asked to provide research that would feed into the drafting of the UN Global Sustainable Development Report (GSDR), which will be released in 2019.
              For the “first time in human history”, the paper says, capitalist economies are “shifting to energy sources that are less energy efficient.” Producing usable energy (“exergy”) to keep powering “both basic and non-basic human activities” in industrial civilisation “will require more, not less, effort”.
            At the same time, our hunger for energy is driving what the paper refers to as “sink costs.” The greater our energy and material use, the more waste we generate, and so the greater the environmental costs. Though they can be ignored for a while, eventually those environmental costs translate directly into economic costs as it becomes more and more difficult to ignore their impacts on our societies.
             Overall, the amount of energy we can extract, compared to the energy we are using to extract it, is decreasing across the spectrum – unconventional oils, nuclear and renewables return less energy in generation than conventional oils, whose production has peaked – and societies need to abandon fossil fuels because of their impact on the climate.
             Whether or not this system still comprises a form of capitalism is ultimately a semantic question. It depends on how you define capitalism.
              Economic activity is driven by meaning – maintaining equal possibilities for the good life while lowering emissions dramatically – rather than profit, and the meaning is politically, collectively constructed. Well, this is the best conceivable case in terms of modern state and market institutions. It can’t happen without considerable reframing of economic-political thinking, in short words: rethinking capitalism as it is nowadays.



    Disponível em: <https://www.independent.co.uk/news/long_reads/capitalism-un-scientists-preparing-end-fossil-fuels-warning-demise-a8523856.html>. Acesso em: 12 mar. 2019. (Adaptado).

    Considerando os aspectos semânticos presentes no texto, verifica-se que a construção
    Escolha uma alternativa para a questão df83dc3a-f4
  • Linguagens

    Inglês

    This is how UN scientists are preparing for the end of capitalism


               Capitalism as we know it is over. So suggests a new report commissioned by a group of scientists appointed by the UN secretary general. The main reason? We’re transitioning rapidly to a radically different global economy, due to our increasingly unsustainable exploitation of the planet’s environmental resources and the shift to less efficient energy sources .
        Climate change and species extinctions are accelerating even as societies are experiencing rising inequality, unemployment, slow economic growth, rising debt levels, and impotent governments. Contrary to the way policymakers usually think about these problems these are not really separate crises at all.
            These crises are part of the same fundamental transition. The new era is characterized by inefficient fossil fuel production and escalating costs of climate change. Conventional capitalist economic thinking can no longer explain, predict or solve the workings of the global economy in this new age.

    Energy shift

           Those are the implications of a new background paper prepared by a team of Finnish biophysicists who were asked to provide research that would feed into the drafting of the UN Global Sustainable Development Report (GSDR), which will be released in 2019.
              For the “first time in human history”, the paper says, capitalist economies are “shifting to energy sources that are less energy efficient.” Producing usable energy (“exergy”) to keep powering “both basic and non-basic human activities” in industrial civilisation “will require more, not less, effort”.
            At the same time, our hunger for energy is driving what the paper refers to as “sink costs.” The greater our energy and material use, the more waste we generate, and so the greater the environmental costs. Though they can be ignored for a while, eventually those environmental costs translate directly into economic costs as it becomes more and more difficult to ignore their impacts on our societies.
             Overall, the amount of energy we can extract, compared to the energy we are using to extract it, is decreasing across the spectrum – unconventional oils, nuclear and renewables return less energy in generation than conventional oils, whose production has peaked – and societies need to abandon fossil fuels because of their impact on the climate.
             Whether or not this system still comprises a form of capitalism is ultimately a semantic question. It depends on how you define capitalism.
              Economic activity is driven by meaning – maintaining equal possibilities for the good life while lowering emissions dramatically – rather than profit, and the meaning is politically, collectively constructed. Well, this is the best conceivable case in terms of modern state and market institutions. It can’t happen without considerable reframing of economic-political thinking, in short words: rethinking capitalism as it is nowadays.



    Disponível em: <https://www.independent.co.uk/news/long_reads/capitalism-un-scientists-preparing-end-fossil-fuels-warning-demise-a8523856.html>. Acesso em: 12 mar. 2019. (Adaptado).

    Considerando os aspectos linguísticos e estruturais presentes no texto, constata-se que
    Escolha uma alternativa para a questão df8764ca-f4
  • Linguagens

    Inglês

    Observe o infográfico a seguir para responder à questão .


    Imagem da questão de Inglês, UEG 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension


    According to the information expressed in the image and the data, The Global Goals, we verify that the 

    Escolha uma alternativa para a questão df8be454-f4