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Instituição

Questões: Universidade Estadual de Goiás (UEG) — com gabarito

1.285 questões de Universidade Estadual de Goiás (UEG), de 2007 a 2025. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 1.285 questões
  • 12 provas

Resultados: 392 questões

Página 5 de 20

  • Linguagens

    Português

    Observe a imagem e leia o fragmento para responder a questão.

    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos
    GOYA, Francisco de. El sueño de la razón produce monstruos, 1797 -79. Disponível em: <http://sarahsauvin.com/index.php?option=com_virtuemart&view=productdetails&virtuemart_product_id=184&virtuemart_category_id=5&lang=en>. Acesso em: 05 mar. 2018.


    O meu fim evidente era atar as duas pontas da vida, e restaurar na velhice a adolescência. Pois, senhor, não consegui recompor o que foi nem o que fui. Em tudo, se o rosto é igual, a fisionomia é diferente. Se só me faltassem os outros, vá; um homem consola-se mais ou menos das pessoas que perde; mas falto eu mesmo, e esta lacuna é tudo. O que aqui está é, mal comparando, semelhante à pintura que se põe na barba e nos cabelos, e que apenas conserva o hábito externo, como se diz nas autópsias; o interno não aguenta tinta.
    ASSIS, Machado. Dom Casmurro. São Paulo: Saraiva, 2006. p.14.
    Tem-se, na gravura de Goya, a personificação do abatimento humano, ao passo que, no fragmento de Dom Casmurro, o narrador-personagem se apresenta de modo melancólico porque
    Escolha uma alternativa para a questão 3e25f31b-c4
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos

    Disponível em: <http://celeirodaleitura.blogspot.com.br/p/quadrinhos-inteligentes.html>. Acesso em: 12 mar. 2018.

    As falas das personagens dos quadrinhos estabelecem com os diversos textos de origem uma relação de 

    Escolha uma alternativa para a questão 3e1c75dc-c4
  • Linguagens

    Português

    Observe a imagem e leia o texto a seguir para responder à questão.


    Douglas Okada. Vida no sítio, Óleo sobre tela, 60X 80 cm.
    Disponível em: <http://4.bp.blogspot.com/-CY0BBy9AXBk/T72Upt0-luI/AAAAAAAAHKE/pWjrj8LWYlQ/s640/DOUGLAS+OKADA+- +Vida+no+s%C3%ADtio+-+%C3%93leo+sobre+tela+-+60+x+80.jpg>. Acesso em: 07 maio 2018.

        O que frouxo falava: de outras, diversas pessoas e coisas, da Serra, do São Ão, travados assuntos, insequentes, como dificultação. A conversa era para teias de aranha. Eu tinha de entender-lhe as mínimas entonações, seguir seus propósitos e silêncios. Assim no fechar-se com o jogo, sonso, no me iludir, ele enigmava: E, pá:
        — Vosmecê agora me faça a boa obra de querer me ensinar o que é mesmo que é: fasmisgerado... faz-megerado...falmisgeraldo...familhas-gerado...?
        Disse, de golpe, trazia entre dentes aquela frase. Soara com riso seco. Mas, o gesto, que se seguiu, imperava-se de toda a rudez primitiva, de sua presença dilatada. Detinha minha resposta, não queria que eu a desse de imediato. E já aí outro susto vertiginoso suspendia-me: alguém podia ter feito intriga, invencionice de atribuir-me a palavra de ofensa àquele homem; que muito, pois, que aqui ele se famanasse, vindo para exigirme, rosto a rosto, o fatal, a vexatória satisfação?
    ROSA, Guimarães. Famigerado. In: Primeiras estórias. 12. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1981. p. 9
    Tanto a pintura quanto o fragmento apresentados representam elementos de um espaço
    Escolha uma alternativa para a questão a25e4e4b-c4
  • Linguagens

    Português

    Observe a imagem e leia o poema a seguir para responder à questão.

    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos
    Sebastião Salgado. Éxodos. Disponível em: <http://www.eca.usp.br/nucleos/cms/index.php?option=com_content&view=article&id=67:sebastiaosalgado&catid=14:folios>. Acesso em: 25 abr. 2018.

    O bicho
    Vi ontem um bicho
    Na imundície do pátio
    Catando comida entre os detritos.
    Quando achava alguma coisa,
    Não examinava nem cheirava:
    Engolia com voracidade.
    O bicho não era um cão,
    Não era um gato,
    Não era um rato.
    O bicho, meu Deus,
    era um homem.
    BANDEIRA, Manuel. O bicho. In: Estrela da vida inteira. Rio de Janeiro: José Olympio, 1986. p. 179.
    Tanto a fotografia quanto o poema apresentados veiculam uma preocupação de teor
    Escolha uma alternativa para a questão a2582d85-c4
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    Não há para mim uma ruptura entre o saber empírico e o saber científico, mas uma superação. Essa superação se dá na medida em que a curiosidade ingênua, sem deixar de ser curiosidade, se torna crítica. Ao se fazer crítica, tornando-se então curiosidade epistemológica, metodicamente rigorosa na sua aproximação com o objeto, promove achados de maior exatidão.

    Na verdade, a curiosidade ingênua está associada ao saber do senso comum. É a mesma curiosidade que, se tornando crítica, passa a ser curiosidade epistemológica. Muda de qualidade, mas não de essência. A curiosidade de camponeses com quem tenho dialogado ao longo de minha experiência político-pedagógica é a mesma curiosidade com que cientistas ou filósofos acadêmicos admiram o mundo. Porém, os cientistas e os filósofos superam a ingenuidade da curiosidade do camponês ao aplicarem rigor metódico à sua curiosidade.

    A curiosidade como inquietação indagadora, como inclinação ao desvelamento de algo, como pergunta, como procura de esclarecimento, faz parte da vida. Não haveria criatividade sem a curiosidade que nos move e que nos põe pacientemente impacientes diante do mundo que não fizemos, acrescentando a ele algo que fazemos.

    Como manifestação da vida, a curiosidade humana vem sendo histórica e socialmente construída e reconstruída, precisamente porque a passagem da ingenuidade para a criticidade não se dá automaticamente. Uma das tarefas precípuas da prática educativa-progressista é exatamente o desenvolvimento da curiosidade crítica, insatisfeita, indócil. Curiosidade com que podemos nos defender dos "irracionalismos" decorrentes do ou produzidos pelo excesso de "racionalidade" de nosso tempo altamente tecnologizado.

    FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 55. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2017. p. 32-33. (Adaptado). 
    Considere o seguinte enunciado:

    “A curiosidade como inquietação indagadora, como inclinação ao desvelamento de algo, como pergunta, como procura de esclarecimento, faz parte da vida”.

    As expressões destacadas, colocadas entre o sujeito e o verbo, têm como função argumentativa
    Escolha uma alternativa para a questão a255261b-c4
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    O lobo e o cordeiro
    Vamos mostrar que a razão do mais forte é sempre a melhor. Um cordeiro matava sua sede numa corrente de água pura, quando chega um lobo cuja fome o levava a buscar caça.
    – Que atrevimento é esse de sujar a água que estou bebendo? – diz enfurecido o lobo. – Você será castigado por essa temeridade.
    – Senhor – responde o cordeiro –, que vossa majestade não se encolerize e leve em conta que estou bebendo vinte passos mais abaixo que o senhor. Não posso, pois, sujar a água que está bebendo.
    – Você a suja, sim – diz o cruel animal. – Sei que você falou mal de mim no ano passado.
    – Como eu poderia tê-lo feito, se não havia sequer nascido? – responde o cordeiro. – Eu ainda mamo.
    – Se não foi você, foi seu irmão.
    – Eu não tenho irmãos.
    – Então, foi alguém dos seus, porque todos vocês, inclusive pastores e cães, não me poupam. Fiquei sabendo disso e, portanto, preciso vingar-me.
    Sem fazer nenhuma outra forma de julgamento, o lobo pegou o cordeiro, estraçalhou-o e devorou-o.
    La Fontaine. O lobo e cordeiro. In: SAVIOLI, Francisco Platão; FIORIN, José Luiz. Lições de texto: leitura e redação. 5. ed. São Paulo: Ática, 2006. p. 125. (Adaptado).
    No enunciado “Você será castigado por essa temeridade”, o termo “temeridade” pode ser substituído, sem prejuízo de sentido, por
    Escolha uma alternativa para a questão a24e5fc5-c4
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    O lobo e o cordeiro
    Vamos mostrar que a razão do mais forte é sempre a melhor. Um cordeiro matava sua sede numa corrente de água pura, quando chega um lobo cuja fome o levava a buscar caça.
    – Que atrevimento é esse de sujar a água que estou bebendo? – diz enfurecido o lobo. – Você será castigado por essa temeridade.
    – Senhor – responde o cordeiro –, que vossa majestade não se encolerize e leve em conta que estou bebendo vinte passos mais abaixo que o senhor. Não posso, pois, sujar a água que está bebendo.
    – Você a suja, sim – diz o cruel animal. – Sei que você falou mal de mim no ano passado.
    – Como eu poderia tê-lo feito, se não havia sequer nascido? – responde o cordeiro. – Eu ainda mamo.
    – Se não foi você, foi seu irmão.
    – Eu não tenho irmãos.
    – Então, foi alguém dos seus, porque todos vocês, inclusive pastores e cães, não me poupam. Fiquei sabendo disso e, portanto, preciso vingar-me.
    Sem fazer nenhuma outra forma de julgamento, o lobo pegou o cordeiro, estraçalhou-o e devorou-o.
    La Fontaine. O lobo e cordeiro. In: SAVIOLI, Francisco Platão; FIORIN, José Luiz. Lições de texto: leitura e redação. 5. ed. São Paulo: Ática, 2006. p. 125. (Adaptado).
    O modo de construção da narrativa e a moral embutida na história indicam que o texto pertence ao gênero
    Escolha uma alternativa para a questão a24743ff-c4
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema e a tirinha a seguir para responder à questão

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UEG 2018, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.

    PESSOA, Fernando. Mar Português. In: Antologia Poética. Organização Walmir Ayala. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2014. p. 15.


    Figura 2 de 2 da questão de Português, UEG 2018, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.

    Disponível em: <https://tirasdidaticas.files.wordpress.com/2014/12/rato79.jpg?w=640&h=215>
    Acesso em: 13 nov. 2018.
    O sentido da tirinha é construído a partir da relação que estabelece com os famosos versos de Fernando Pessoa: “Tudo vale a pena / Se a alma não é pequena” (linhas 7-8). O modo como esses dois textos se relacionam é chamado de
    Escolha uma alternativa para a questão 73a3ebbc-c4
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Interpretação de Textos
    Ela desatinou

    Ela desatinou, viu chegar quarta-feira
    Acabar brincadeira, bandeiras se desmanchando
    E ela inda está sambando
    Ela desatinou, viu morrer alegrias, rasgar fantasias
    Os dias sem sol raiando e ela inda está sambando
    Ela não vê que toda gente
    Já está sofrendo normalmente
    Toda a cidade anda esquecida, da falsa vida, da
    avenida
    Onde Ela desatinou, viu chegar quarta-feira
    Acabar brincadeira, bandeiras se desmanchando
    E ela inda está sambando
    Ela desatinou, viu morrer alegrias, rasgar fantasias
    Os dias sem sol raiando e ela inda está sambando
    Quem não inveja a infeliz, feliz
    No seu mundo de cetim, assim
    Debochando da dor, do pecado
    Do tempo perdido, do jogo acabado.
    BUARQUE, Chico. Ela desatinou. In: Todas as canções. Rio de Janeiro:
    Record, 2004. p. 210.

    Em termos imagéticos tem-se, na pintura e na letra da canção apresentadas, respectivamente, a representação do
    Escolha uma alternativa para a questão 89fc5ca8-c3
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UEG 2018, Pontuação

    Considere o seguinte fragmento:

    Nessa perspectiva, o direito à cidade é, portanto, muito mais do que um direito de acesso individual ou grupal aos recursos que a cidade incorpora: é um direito de mudar e reinventar a cidade, de forma que ela atenda aos desejos mais profundos e às necessidades mais prementes do ser humano. (Linhas 13-15).

    O uso do sinal de dois pontos (:), nesse trecho, tem a função de

    Escolha uma alternativa para a questão 89dc5c52-c3
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema e observe a imagem a seguir para responder à questão.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UEG 2017, Interpretação de Textos
    PICASSO, Pablo. Guernica (1937). In: PROENÇA, Graça. História da Arte. 17. ed. São Paulo: Ática, 2008. p. 257.


    Figura 2 de 2 da questão de Português, UEG 2017, Interpretação de Textos
    ANDRADE, Carlos Drummond de. Disponível em:<http://trabalhohistoriagce.blogspot.com/p/poesias.html>. Acesso em: 24 mar. 2017.
    Tanto o poema quanto a pintura
    Escolha uma alternativa para a questão a8628e77-02
  • Linguagens

    Literatura

    Leia o poema e observe a imagem a seguir para responder à questão.

    Figura 1 de 2 da questão de Literatura, UEG 2017, Escolas Literárias
    PICASSO, Pablo. Guernica (1937). In: PROENÇA, Graça. História da Arte. 17. ed. São Paulo: Ática, 2008. p. 257.


    Figura 2 de 2 da questão de Literatura, UEG 2017, Escolas Literárias
    ANDRADE, Carlos Drummond de. Disponível em:<http://trabalhohistoriagce.blogspot.com/p/poesias.html>. Acesso em: 24 mar. 2017.
    Em 2017, o quadro cubista “Guernica”, obra emblemática da carreira de Pablo Picasso, completa oitenta anos. A estética cubista
    Escolha uma alternativa para a questão a85f7847-02
  • Linguagens

    Literatura

    Leia o poema e observe a imagem a seguir para responder à questão.

    Um sonho

    Eu tive um sonho esta noite que não quero esquecer,
    por isso o escrevo tal qual se deu:
    era que me arrumava para uma festa onde eu ia falar.
    O meu cabelo limpo refletia vermelhos,
    o meu vestido era num tom de azul, cheio de panos, lindo,
    o meu corpo era jovem, as minhas pernas gostavam
    do contato da seda. Falava-se, ria-se, preparava-se.
    Todo movimento era de espera e aguardos, sendo
    que depois de vestida, vesti por cima um casaco
    e colhi do próprio sonho, pois de parte alguma
    eu a vira brotar, uma sempre-viva amarela,
    que me encantou por seu miolo azul, um azul
    de céu limpo sem as reverberações, de um azul
    sem o ‘z’, que o ‘z’ nesta palavra tisna.
    Não digo azul, digo bleu, a ideia exata
    de sua seca maciez. Pus a flor no casaco
    que só para isto existiu, assim como o sonho inteiro.
    Eu sonhei uma cor.
    Agora, sei.

    PRADO, Adélia. Bagagem. 26. ed. Rio de Janeiro: Record, 2007. p. 75.

    Imagem da questão de Literatura, UEG 2017, Escolas Literárias
    DALÍ, Salvador. Dalí, aos seis anos, quando acreditava que era uma garotinha, levantando a pele da água para ver um cão dormindo na água do mar (1950). Óleo sobre tela. In: PROENÇA, Graça. História da Arte. 17. ed. São Paulo: Ática, 2008. p. 270. 

    O poema de Adélia Prado é modernista, ao passo que a pintura de Salvador Dalí é
    Escolha uma alternativa para a questão a85c9b11-02
  • Linguagens

    Português

    Leia com atenção o texto a seguir para responder à questão.

    Imagem da questão de Português, UEG 2017, Figuras de Linguagem
    SIBILIA, Paula. O homem pós-orgânico: a alquimia dos corpos e das almas à luz das tecnologias digitais. 2. ed. Rio de Janeiro:
    Contraponto, 2015. p. 34-36. (Adaptado). 
    O enunciado “metaboliza as forças vitais e as práticas da vida cotidiana com voracidade inaudita” (linha 2), usando termos da biologia para caracterizar a sociedade contemporânea, é construído a partir da seguinte figura de linguagem:
    Escolha uma alternativa para a questão a8502d1e-02
  • Linguagens

    Português

    Leia com atenção o texto a seguir para responder à questão.

    Imagem da questão de Português, UEG 2017, Interpretação de Textos
    SIBILIA, Paula. O homem pós-orgânico: a alquimia dos corpos e das almas à luz das tecnologias digitais. 2. ed. Rio de Janeiro:
    Contraponto, 2015. p. 34-36. (Adaptado). 
    De acordo com a argumentação da autora, o sujeito social contemporâneo
    Escolha uma alternativa para a questão a8498983-02
  • Linguagens

    Português

    Observe a imagem e leia o poema a seguir para responder à questão.

    Imagem da questão de Português, UEG 2017, Interpretação de Textos
    iA imagem possui elementos visuais que dialogam com o poema por apresentarem aspectos constitutivos com formato de 
    Escolha uma alternativa para a questão 6a36a167-c4
  • Linguagens

    Inglês

    Em termos de sentido, verifica se que
    Escolha uma alternativa para a questão 6a203c8b-c4
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão.


    Imagem da questão de Português, UEG 2015, Análise sintática
    RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. p. 15. (Adaptado).
    A oração “à medida que o crescimento da população humana estressa a capacidade dos sistemas naturais em manter sua estrutura e funcionamento” (linhas 4-5) estabelece com a oração principal uma relação de
    Escolha uma alternativa para a questão 8c919095-f8
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder à questão.


    Imagem da questão de Português, UEG 2015, Flexão verbal de número (singular, plural)
    RICKLEFS, Robert E. A economia da natureza. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. p. 15. (Adaptado).
    No trecho “Os humanos já usurpam quase metade da produtividade biológica da biosfera. Não podemos assumir essa responsabilidade de forma negligente” (linhas 10-12), os períodos apresentam pessoas verbais diferentes. O uso da primeira pessoal do plural, no segundo período, constitui um recurso linguístico por meio do qual o autor
    Escolha uma alternativa para a questão 8c8eb9d4-f8
  • Linguagens

    Português

    Leia a letra da canção e observe a pintura a seguir para responder à questão.

    Metamorfose ambulante

    Prefiro ser essa metamorfose ambulante
    Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
    Quero dizer agora o oposto do que eu disse antes
    Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante
    Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo
    Sobre o que é o amor
    Sobre o que eu nem sei quem sou

    Se hoje eu sou estrela amanhã já se apagou
    Se hoje eu lhe odeio amanhã lhe tenho amor
    Lhe tenho amor
    Lhe tenho horror
    Lhe faço amor
    Eu sou um ator

    É chato chegar a um objetivo num instante
    Quero viver nessa metamorfose ambulante
    Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo

    Vou desdizer aquilo tudo que eu lhe disse antes
    Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante
    Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo

    Vivi a viver a vida no segundo e no instante
    Prefiro ser essa metamorfose ambulante
    Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo

    SEIXAS, Raul. Metamorfose ambulante. Disponível em: <https://www.letras.com.br/#!raul-seixas/metamorfose-ambulante>.  Acesso em: 02 set. 2015.

    Imagem da questão de Português, UEG 2015, Interpretação de Textos
    Tanto a letra da canção quanto a pintura são paradoxais porque expressam
    Escolha uma alternativa para a questão 214e5618-f7