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Instituição

Questões: Universidade Estadual de Goiás (UEG) — com gabarito

1.285 questões de Universidade Estadual de Goiás (UEG), de 2007 a 2025. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 1.285 questões
  • 12 provas

Resultados: 392 questões

Página 7 de 20

  • Linguagens

    Português

    Leia a tirinha a seguir.

    Imagem da questão de Português, UEG 2025, Interpretação de Textos
    DAHMER, André. Malvados. São Paulo: Quadrinhos na Cia., 2019. p. 7.


    O efeito de humor presente na tirinha está baseado no jogo de sentido que se constrói a partir do seguinte procedimento metalinguístico: 
    Escolha uma alternativa para a questão 437e2582-68
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Figura 1 de 2 da questão de Português, UEG 2025, Pontuação

    Figura 2 de 2 da questão de Português, UEG 2025, Pontuação

    Na frase “No estudo, foi detectado que as mães apresentavam maiores índices de estresse e os pais, maiores dificuldades na expressão do afeto” (linhas 28-29), a função da vírgula após o termo “pais” é a de indicar 
    Escolha uma alternativa para a questão 437bba3c-68
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Figura 1 de 2 da questão de Português, UEG 2025, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, UEG 2025, Interpretação de Textos

    O primeiro parágrafo do texto Dificuldade de expressar emoções, contexto competitivo e empobrecimento da linguagem é desenvolvido a partir da seguinte estratégia de textualização:
    Escolha uma alternativa para a questão 4379602f-68
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Figura 1 de 2 da questão de Português, UEG 2025, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, UEG 2025, Interpretação de Textos

    No trecho “Eles concluem que a alexitimia pode ser encontrada na personalidade do tempo atual [...]” (linha 29), o pronome “eles” faz uma retomada de 
    Escolha uma alternativa para a questão 4376949c-68
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto a seguir para responder à questão.


    How to Minecraft


    Create! Explore! Survive! The basics for getting into the game! Minecraft is a game about placing blocks and having adventures. It's a survival experience about staying alive in your own fantastic world, that's also a creative space to build almost anything you can imagine!

    We know Minecraft can be intimidating to newcomers, so we've assembled this simple guide to get you started. Trust us, you'll be a miner expert in no time!

    […]


    Starting Out and Survival Tips!


    Select Singleplayer in the Main Menu, then Create New World. You'll see this:


    Figura 1 de 4 da questão de Inglês, UEG 2025, Interpretação de texto | Reading comprehension

    The health bar (the hearty looking one). Don't let it drop to zero. Otherwise, it's game over!


    Figura 2 de 4 da questão de Inglês, UEG 2025, Interpretação de texto | Reading comprehension

    The food bar (the tasty looking one). When it's full, your health will regenerate, so keep snacking!


    […]

    The secrets to survival are having a steady supply of food and staying safe from monsters. Luckily, building a shelter is easy. Your hand is your first mining tool, so use it to hit trees or dirt until they turn into blocks. These blocks will appear in your toolbar, and you can then place them right in front of you.


    Figura 3 de 4 da questão de Inglês, UEG 2025, Interpretação de texto | Reading comprehension


    Build your shelter, making sure there’s no way for monsters to get in! Later, you'll be able to build doors, windows, etc., but for now, focus on surviving! Most monsters come out at night, so stay inside until sunrise and you'll be safe. Animals are everywhere and only take a few attacks to finish off. They’ll drop meat which restores health. There's also apples, melons and other veggie options to be found if you're vegetarian […]. Hmmm, you've got a point.


    The first shelter you build will likely look like this, er, 'cosy' one here. Hey, we all start somewhere!


    Figura 4 de 4 da questão de Inglês, UEG 2025, Interpretação de texto | Reading comprehension

    […]

    Fonte: https://www.minecraft.net/en-us/article/how-minecraft. Acesso em: 25 mar. 2025.(Adaptado).

    Considering the linguistic and semantic aspects in the text, it can be verified that
    Escolha uma alternativa para a questão 436ce807-68
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão


    Imagem da questão de Português, UEG 2025, Morfologia

    No enunciado “Na roleta financeira, os lances são altíssimos, claro, para quem pode ” (linha 10), a palavra “claro” assume o papel morfossintático e semântico de 
    Escolha uma alternativa para a questão 9ff088a3-67
  • Linguagens

    Português

    Leia os textos 01 a 04 para responder à questão.


    Texto 01


    A minha posição ao propor “Parangolé” é a da busca de uma nova fundação objetiva na arte. Não se confundir com uma “nova figuração”, isto é, pretexto para uma volta a uma representação figurada de todo superada, ou ao “quadro”, seu suporte expressivo. O “Parangolé” é não só a superação definitiva do quadro, como a proposição de uma estrutura nova do objetoarte, uma nova reestruturação da visão espacial da obra de arte, superando também a contradição das categorias “pintura e escultura”. Na verdade, ao propor uma arte ambiental, não quero sair do “quadro” para a “escultura”, mas fundar uma nova condição estrutural do objeto que já não admite essas categorias tradicionais. Seria tentar a constituição de um novo “mito do objeto”, que não é nem o objeto transposto da pop art, nem o objeto-verdade do nouveau-réalisme, mas a fundação do objeto em todas as suas ordens e categorias manifestadas no mundo ambiental, que é revelada aqui pela obra de arte. O objeto que não existia passa a existir e o que já existia se revela de outro modo pela visão dada pelo novo objeto que passou a existir. Estão reservados ao artista a tarefa e o poder de transformar a visão e os conceitos na sua estrutura mais íntima e fundamental; é esta a maneira mais eficaz para o homem de hoje dominar o mundo ambiental, isto é, para recriá-lo a seu modo e segundo sua suprema vontade. É esta também uma proposição eminentemente coletiva, que visa abarcar a grande massa popular e lhes dar também uma oportunidade criativa. Essa oportunidade, é claro, teria que se realizar através das individualidades nessa coletividade; o novo aqui é que as possibilidades dessa valorização do indivíduo na coletividade se tornam cada vez mais generalizadas – há a exaltação dos valores coletivos nas suas aspirações criativas mais fundamentais, ao mesmo tempo em que é dada ao indivíduo a possibilidade de inventar, de criar – é a retomada dos mitos da cor, da dança, das estruturas criativas enfim.  


    OITICICA, Helio. Paragolé: uma nova fundação objetiva na arte. In: Ciclo de exposições sobre arte no Rio de Janeiro - 5. OPINIÃO 65. Curadoria Frederico Morais; apresentação Frederico Morais. Rio de Janeiro: Galeria de Arte Banerj, 1985 [72]. [Adaptado].



    Texto 02 


    Parangolivro 


    negro pobre poeta
    sem noção de sequência
    multiplicidade de olhares
    ler e descobrir
    escrever bater com a cabeça
    uma arma em nossa mira
    não caber
    dentro da armadura
    debater até sangrar
    entrar e sair
    como se não estivesse
    viver longo
    cada instante
    olhar os filhos sem fim
    caminhar sob o sol
    fugir do inferno de si
    [...]
    osso em febre
    oco do fim do mundo
    uma palavra porrada
    parangolivro parangolé
    morro raimundo de montes
    claros colares
    hélio morro da mangueira
    parangolé oiticica
    ninhos gibis
    incertezas
    instantes de interdelírio
    garotos hospícios
    parangolivres
    [...]


    PEREIRA, Aroldo. Parangolivro. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2007. p. 13, 15.



    Texto 03


    Parangolé


    Entre
    a
    casa
    é sua
    sua casa-
    camisa
    suas vestes-
    vestíbulos
    saia-sala
    chão-chapéu
    entre
    a casa
    é sua
    corredor
    para o corpo
    escada
    para o êxtase
    vestido
    com vista
    para o mar


    MARQUES, Ana Martins. Da arte das armadilhas. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. p. 54-55.



    Texto 04


    Parangolé Pamplona


    O Parangolé Pamplona você mesmo faz
    O Parangolé Pamplona a gente mesmo faz
    Com um retângulo de pano de uma cor só
    E é só dançar
    E é só deixar a cor tomar conta do ar
    Verde
    Rosa
    Branco no branco no preto nu
    Branco no branco no preto nu


    O Parangolé Pamplona
    Faça você mesmo
    E quando o couro come
    É só pegar carona
    Laranja
    Vermelho


    Para o espaço estandarte
    Para o êxtase asa delta
    Para o delírio porta aberta
    Pleno ar
    Puro hélio
    Mas
    O Parangolé Pamplona você mesmo faz


    CALCANHOTTO, Adriana. Parangolé Pamplona. Disponível em: https://www.letras.mus.br/adriana-calcanhotto/87107/. Acesso em: 27 fev. 2024.

    Considerando os textos, verifica-se que os Parangolés constituem experiências estéticas que convocam a pessoa a
    Escolha uma alternativa para a questão 7d8fdf24-68
  • Linguagens

    Português

    Leia os textos 01 a 04 para responder à questão.


    Texto 01


    A minha posição ao propor “Parangolé” é a da busca de uma nova fundação objetiva na arte. Não se confundir com uma “nova figuração”, isto é, pretexto para uma volta a uma representação figurada de todo superada, ou ao “quadro”, seu suporte expressivo. O “Parangolé” é não só a superação definitiva do quadro, como a proposição de uma estrutura nova do objetoarte, uma nova reestruturação da visão espacial da obra de arte, superando também a contradição das categorias “pintura e escultura”. Na verdade, ao propor uma arte ambiental, não quero sair do “quadro” para a “escultura”, mas fundar uma nova condição estrutural do objeto que já não admite essas categorias tradicionais. Seria tentar a constituição de um novo “mito do objeto”, que não é nem o objeto transposto da pop art, nem o objeto-verdade do nouveau-réalisme, mas a fundação do objeto em todas as suas ordens e categorias manifestadas no mundo ambiental, que é revelada aqui pela obra de arte. O objeto que não existia passa a existir e o que já existia se revela de outro modo pela visão dada pelo novo objeto que passou a existir. Estão reservados ao artista a tarefa e o poder de transformar a visão e os conceitos na sua estrutura mais íntima e fundamental; é esta a maneira mais eficaz para o homem de hoje dominar o mundo ambiental, isto é, para recriá-lo a seu modo e segundo sua suprema vontade. É esta também uma proposição eminentemente coletiva, que visa abarcar a grande massa popular e lhes dar também uma oportunidade criativa. Essa oportunidade, é claro, teria que se realizar através das individualidades nessa coletividade; o novo aqui é que as possibilidades dessa valorização do indivíduo na coletividade se tornam cada vez mais generalizadas – há a exaltação dos valores coletivos nas suas aspirações criativas mais fundamentais, ao mesmo tempo em que é dada ao indivíduo a possibilidade de inventar, de criar – é a retomada dos mitos da cor, da dança, das estruturas criativas enfim.  


    OITICICA, Helio. Paragolé: uma nova fundação objetiva na arte. In: Ciclo de exposições sobre arte no Rio de Janeiro - 5. OPINIÃO 65. Curadoria Frederico Morais; apresentação Frederico Morais. Rio de Janeiro: Galeria de Arte Banerj, 1985 [72]. [Adaptado].



    Texto 02 


    Parangolivro 


    negro pobre poeta
    sem noção de sequência
    multiplicidade de olhares
    ler e descobrir
    escrever bater com a cabeça
    uma arma em nossa mira
    não caber
    dentro da armadura
    debater até sangrar
    entrar e sair
    como se não estivesse
    viver longo
    cada instante
    olhar os filhos sem fim
    caminhar sob o sol
    fugir do inferno de si
    [...]
    osso em febre
    oco do fim do mundo
    uma palavra porrada
    parangolivro parangolé
    morro raimundo de montes
    claros colares
    hélio morro da mangueira
    parangolé oiticica
    ninhos gibis
    incertezas
    instantes de interdelírio
    garotos hospícios
    parangolivres
    [...]


    PEREIRA, Aroldo. Parangolivro. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2007. p. 13, 15.



    Texto 03


    Parangolé


    Entre
    a
    casa
    é sua
    sua casa-
    camisa
    suas vestes-
    vestíbulos
    saia-sala
    chão-chapéu
    entre
    a casa
    é sua
    corredor
    para o corpo
    escada
    para o êxtase
    vestido
    com vista
    para o mar


    MARQUES, Ana Martins. Da arte das armadilhas. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. p. 54-55.



    Texto 04


    Parangolé Pamplona


    O Parangolé Pamplona você mesmo faz
    O Parangolé Pamplona a gente mesmo faz
    Com um retângulo de pano de uma cor só
    E é só dançar
    E é só deixar a cor tomar conta do ar
    Verde
    Rosa
    Branco no branco no preto nu
    Branco no branco no preto nu


    O Parangolé Pamplona
    Faça você mesmo
    E quando o couro come
    É só pegar carona
    Laranja
    Vermelho


    Para o espaço estandarte
    Para o êxtase asa delta
    Para o delírio porta aberta
    Pleno ar
    Puro hélio
    Mas
    O Parangolé Pamplona você mesmo faz


    CALCANHOTTO, Adriana. Parangolé Pamplona. Disponível em: https://www.letras.mus.br/adriana-calcanhotto/87107/. Acesso em: 27 fev. 2024.

    Considere os seguintes versos recortados dos textos 02, 03 e 04.


    Imagem da questão de Português, UEG 2024, Coesão e coerência


    A expressividade poética presente nos versos recortados se caracteriza por uma versificação curta, em que predomina um/uma 

    Escolha uma alternativa para a questão 7d8d5963-68
  • Linguagens

    Português

    Leia os textos 01 a 04 para responder à questão.


    Texto 01


    A minha posição ao propor “Parangolé” é a da busca de uma nova fundação objetiva na arte. Não se confundir com uma “nova figuração”, isto é, pretexto para uma volta a uma representação figurada de todo superada, ou ao “quadro”, seu suporte expressivo. O “Parangolé” é não só a superação definitiva do quadro, como a proposição de uma estrutura nova do objetoarte, uma nova reestruturação da visão espacial da obra de arte, superando também a contradição das categorias “pintura e escultura”. Na verdade, ao propor uma arte ambiental, não quero sair do “quadro” para a “escultura”, mas fundar uma nova condição estrutural do objeto que já não admite essas categorias tradicionais. Seria tentar a constituição de um novo “mito do objeto”, que não é nem o objeto transposto da pop art, nem o objeto-verdade do nouveau-réalisme, mas a fundação do objeto em todas as suas ordens e categorias manifestadas no mundo ambiental, que é revelada aqui pela obra de arte. O objeto que não existia passa a existir e o que já existia se revela de outro modo pela visão dada pelo novo objeto que passou a existir. Estão reservados ao artista a tarefa e o poder de transformar a visão e os conceitos na sua estrutura mais íntima e fundamental; é esta a maneira mais eficaz para o homem de hoje dominar o mundo ambiental, isto é, para recriá-lo a seu modo e segundo sua suprema vontade. É esta também uma proposição eminentemente coletiva, que visa abarcar a grande massa popular e lhes dar também uma oportunidade criativa. Essa oportunidade, é claro, teria que se realizar através das individualidades nessa coletividade; o novo aqui é que as possibilidades dessa valorização do indivíduo na coletividade se tornam cada vez mais generalizadas – há a exaltação dos valores coletivos nas suas aspirações criativas mais fundamentais, ao mesmo tempo em que é dada ao indivíduo a possibilidade de inventar, de criar – é a retomada dos mitos da cor, da dança, das estruturas criativas enfim.  


    OITICICA, Helio. Paragolé: uma nova fundação objetiva na arte. In: Ciclo de exposições sobre arte no Rio de Janeiro - 5. OPINIÃO 65. Curadoria Frederico Morais; apresentação Frederico Morais. Rio de Janeiro: Galeria de Arte Banerj, 1985 [72]. [Adaptado].



    Texto 02 


    Parangolivro 


    negro pobre poeta
    sem noção de sequência
    multiplicidade de olhares
    ler e descobrir
    escrever bater com a cabeça
    uma arma em nossa mira
    não caber
    dentro da armadura
    debater até sangrar
    entrar e sair
    como se não estivesse
    viver longo
    cada instante
    olhar os filhos sem fim
    caminhar sob o sol
    fugir do inferno de si
    [...]
    osso em febre
    oco do fim do mundo
    uma palavra porrada
    parangolivro parangolé
    morro raimundo de montes
    claros colares
    hélio morro da mangueira
    parangolé oiticica
    ninhos gibis
    incertezas
    instantes de interdelírio
    garotos hospícios
    parangolivres
    [...]


    PEREIRA, Aroldo. Parangolivro. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2007. p. 13, 15.



    Texto 03


    Parangolé


    Entre
    a
    casa
    é sua
    sua casa-
    camisa
    suas vestes-
    vestíbulos
    saia-sala
    chão-chapéu
    entre
    a casa
    é sua
    corredor
    para o corpo
    escada
    para o êxtase
    vestido
    com vista
    para o mar


    MARQUES, Ana Martins. Da arte das armadilhas. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. p. 54-55.



    Texto 04


    Parangolé Pamplona


    O Parangolé Pamplona você mesmo faz
    O Parangolé Pamplona a gente mesmo faz
    Com um retângulo de pano de uma cor só
    E é só dançar
    E é só deixar a cor tomar conta do ar
    Verde
    Rosa
    Branco no branco no preto nu
    Branco no branco no preto nu


    O Parangolé Pamplona
    Faça você mesmo
    E quando o couro come
    É só pegar carona
    Laranja
    Vermelho


    Para o espaço estandarte
    Para o êxtase asa delta
    Para o delírio porta aberta
    Pleno ar
    Puro hélio
    Mas
    O Parangolé Pamplona você mesmo faz


    CALCANHOTTO, Adriana. Parangolé Pamplona. Disponível em: https://www.letras.mus.br/adriana-calcanhotto/87107/. Acesso em: 27 fev. 2024.

    Nota-se, nos textos 02 e 03, uma construção poética baseada em três elementos comuns, quais sejam:
    Escolha uma alternativa para a questão 7d8aed58-68
  • Linguagens

    Português

    Leia os textos 01 a 04 para responder à questão.


    Texto 01


    A minha posição ao propor “Parangolé” é a da busca de uma nova fundação objetiva na arte. Não se confundir com uma “nova figuração”, isto é, pretexto para uma volta a uma representação figurada de todo superada, ou ao “quadro”, seu suporte expressivo. O “Parangolé” é não só a superação definitiva do quadro, como a proposição de uma estrutura nova do objetoarte, uma nova reestruturação da visão espacial da obra de arte, superando também a contradição das categorias “pintura e escultura”. Na verdade, ao propor uma arte ambiental, não quero sair do “quadro” para a “escultura”, mas fundar uma nova condição estrutural do objeto que já não admite essas categorias tradicionais. Seria tentar a constituição de um novo “mito do objeto”, que não é nem o objeto transposto da pop art, nem o objeto-verdade do nouveau-réalisme, mas a fundação do objeto em todas as suas ordens e categorias manifestadas no mundo ambiental, que é revelada aqui pela obra de arte. O objeto que não existia passa a existir e o que já existia se revela de outro modo pela visão dada pelo novo objeto que passou a existir. Estão reservados ao artista a tarefa e o poder de transformar a visão e os conceitos na sua estrutura mais íntima e fundamental; é esta a maneira mais eficaz para o homem de hoje dominar o mundo ambiental, isto é, para recriá-lo a seu modo e segundo sua suprema vontade. É esta também uma proposição eminentemente coletiva, que visa abarcar a grande massa popular e lhes dar também uma oportunidade criativa. Essa oportunidade, é claro, teria que se realizar através das individualidades nessa coletividade; o novo aqui é que as possibilidades dessa valorização do indivíduo na coletividade se tornam cada vez mais generalizadas – há a exaltação dos valores coletivos nas suas aspirações criativas mais fundamentais, ao mesmo tempo em que é dada ao indivíduo a possibilidade de inventar, de criar – é a retomada dos mitos da cor, da dança, das estruturas criativas enfim.  


    OITICICA, Helio. Paragolé: uma nova fundação objetiva na arte. In: Ciclo de exposições sobre arte no Rio de Janeiro - 5. OPINIÃO 65. Curadoria Frederico Morais; apresentação Frederico Morais. Rio de Janeiro: Galeria de Arte Banerj, 1985 [72]. [Adaptado].



    Texto 02 


    Parangolivro 


    negro pobre poeta
    sem noção de sequência
    multiplicidade de olhares
    ler e descobrir
    escrever bater com a cabeça
    uma arma em nossa mira
    não caber
    dentro da armadura
    debater até sangrar
    entrar e sair
    como se não estivesse
    viver longo
    cada instante
    olhar os filhos sem fim
    caminhar sob o sol
    fugir do inferno de si
    [...]
    osso em febre
    oco do fim do mundo
    uma palavra porrada
    parangolivro parangolé
    morro raimundo de montes
    claros colares
    hélio morro da mangueira
    parangolé oiticica
    ninhos gibis
    incertezas
    instantes de interdelírio
    garotos hospícios
    parangolivres
    [...]


    PEREIRA, Aroldo. Parangolivro. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2007. p. 13, 15.



    Texto 03


    Parangolé


    Entre
    a
    casa
    é sua
    sua casa-
    camisa
    suas vestes-
    vestíbulos
    saia-sala
    chão-chapéu
    entre
    a casa
    é sua
    corredor
    para o corpo
    escada
    para o êxtase
    vestido
    com vista
    para o mar


    MARQUES, Ana Martins. Da arte das armadilhas. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. p. 54-55.



    Texto 04


    Parangolé Pamplona


    O Parangolé Pamplona você mesmo faz
    O Parangolé Pamplona a gente mesmo faz
    Com um retângulo de pano de uma cor só
    E é só dançar
    E é só deixar a cor tomar conta do ar
    Verde
    Rosa
    Branco no branco no preto nu
    Branco no branco no preto nu


    O Parangolé Pamplona
    Faça você mesmo
    E quando o couro come
    É só pegar carona
    Laranja
    Vermelho


    Para o espaço estandarte
    Para o êxtase asa delta
    Para o delírio porta aberta
    Pleno ar
    Puro hélio
    Mas
    O Parangolé Pamplona você mesmo faz


    CALCANHOTTO, Adriana. Parangolé Pamplona. Disponível em: https://www.letras.mus.br/adriana-calcanhotto/87107/. Acesso em: 27 fev. 2024.

    Os Parangolés de Hélio Oiticica podem ser considerados obras antiartísticas. A partir deles, podia-se questionar o status quo dos suportes das obras de arte, como a escultura e a pintura, tendo em vista seu ato transgressor de criar uma “nova condição estrutural” da “arte ambiental”, conforme texto 1. Portanto, uma exposição de Parangolés neutralizaria sua própria natureza: essa nova estrutura buscava recriar a ambiência e a atmosfera das favelas, numa específica fusão de espaçotempo, que desafiava as noções de duração, suporte e experiência estética.



    As três fontes de influência que levaram Oiticica a conceber o Parangolé como uma síntese são:

    Escolha uma alternativa para a questão 7d88807e-68
  • Linguagens

    Inglês

    Making family medicine a more attractive specialty: strategies to address the shortage of primary care specialists in Brazil



    Primary Health Care (PHC) is often the first level of the health system and is responsible for the coordination of medical and interdisciplinary care. As the preferred entry point to the Brazilian Unified Health System (SUS), PHC is of fundamental importance and is present in all regions of the country. It aims to enable access to health care and ensures the coordination and completeness of care. This structure can treat approximately 80% of the overall need related to diseases presented in the Basic Health Units.


    Despite its importance, the valorization of PHC and Family Medicine (FM) as a discipline and a public policy has not been prioritized in most Brazilian educational institutions. According to the study on medical demography carried out by the Regional Medical Council of São Paulo (CREMESP), Brazil had 500,000 physicians in 2020, but with unequal distribution among the nation’s five regions, and a concentration of professionals in the capital cities compared to the countryside.


     This issue is faced by many countries. In the United States (US) of 8,116 primary care postgraduate training positions (which includes pediatrics, internal medicine, and family doctors), 42 percent were filled by graduates of U.S. medical schools and the American Association of Medical Colleges (AAMC) projects a shortage of 21,100 to 55,200 primary care physicians (PCP) by 2034. In Europe, where PCP was traditionally respected and recognized, the lack of General Practitioners (GP) is also increasing and is a matter of concern. Workload and a lack of perceived prestige associated with the PCP track can make primary care less attractive. These sorts of misconceptions, along with lower salaries, burnout, and difficult career advancement makes primary care a difficult specialty to attract and retain doctors.


    For Feuerwerker, vacancies in Brazilian institutions are the result of several elements: the encouragement of distinctive specialties and institutions, the historical misunderstanding and importance of the practice, and the increased incentive of specialization in medical education. The lack of investments in supplies and infrastructure in primary care, career development concerns, and low salaries, and the valorization of the formation of FM doctors in the work of the EFS also contribute to difficulty in retaining these positions in Brazil.


    With the aim to reduce the vacancy rate in the medical residency programs for FM, some Brazilian health departments introduced reforms and additional financing for FM training. In 2020, the region of Campinas, where we work, introduced a program called “More Doctors for the City of Campinas” (PMMC), which established a partnership between public and private higher education institutions, hospitals, and Urgency/Emergency Units with a novel post-graduation proposal for FM. It created a program to support the training of specialists in family medicine, stimulate research, and expand care in Basic Health Units, and has since resulted in a 50% decrease in vacancies.


    One of the successful elements of the Campinas program, together with quality of medical training, is that it helps bring medical classroom training closer to the community and everyday social reality. PMMC-trained physicians are aware of how their work impacts the local community and its particular health needs. The program has resulted in care that is more responsive to community needs, especially from the perspective of adopting a care model that prioritizes health promotion, disease prevention, diagnosis, and treatment in an integrated manner. However, for the EFS to continue to innovate and improve its response capacity to contemporary health problems, it must invest heavily in professional training, the rational incorporation of information and communication technologies, and the creation of appropriate working conditions for multidisciplinary teams.


    Disponível em: https://speakingofmedicine.plos.org/2023/01/13/. Acesso em: 4 mar. 2024. [Adaptado]. 

    The Campinas program
    Escolha uma alternativa para a questão 7d6a8f04-68
  • Linguagens

    Literatura

    Imagem da questão de Literatura, UEG 2019, Escolas Literárias

    VERMEER, Johannes. La Latière vers (1660). In. Beaux Arts & hors - série Vermeer et les maîtres de la peinture hollandaise. Paris, 2017. p. 43. Acesso em: 12 mar. 2019. 




    Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna, e mais longos que seu talhe de palmeira.
    O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque seu hálito perfumado.
    Mais rápida que a ema selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu, onde campeava sua guerreira tribo, da grande nação tabajara. O pé grácil e nu, mal roçando, alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas. 

    ALENCAR, José de. Iracema. São Paulo: Saraiva, 2006. p. 15.
    Relativamente ao modo como as personagens femininas são vislumbradas e construídas, tanto na pintura de Vermeer quanto no romance de Alencar, tem-se o seguinte:
    Escolha uma alternativa para a questão dfa5e6f3-f4
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UEG 2019, Interpretação de Textos

    O enunciado “É uma espécie de ‘inatenção polida’” contém uma forma de modalização discursiva na qual o autor apresenta
    Escolha uma alternativa para a questão df95e61e-f4
  • Linguagens

    Português

    Leia a tirinha a seguir.

    Imagem da questão de Português, UEG 2019, Interpretação de Textos


    A conversa estabelecida pelas personagens nos quadrinhos

    Escolha uma alternativa para a questão df8f4b64-f4
  • Linguagens

    Português

    Observe a imagem e leia o poema a seguir para responder à questão.

    Imagem da questão de Português, UEG 2019, Interpretação de Textos
    AMARAL, Tarsila do. Abaporu (1928), Óleo sobre tela. Disponível em: https://www.historiadasartes.com/salados-professores/abaporu-de-tarsila-do-amaral/. Acesso em: 25 jun. 2019.

    Aristocracia
    O conde de Lautréamont
    era tão conde quanto eu
    que sendo o nobre Drummond
    valho menos que um plebeu.
    ANDRADE, Carlos Drummond de. Farewell. 6. ed. Rio de Janeiro: Record, 1998. p. 28. 
    Em termos de construção, verifica-se, no poema, a presença de rimas externas, ao passo que a pintura retrata elementos trabalhados por uma perspectiva
    Escolha uma alternativa para a questão b60be1d3-c4
  • Linguagens

    Inglês

    Observe o infográfico a seguir para responder à questão.

    Imagem da questão de Inglês, UEG 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Disponível em: https://www.iema.net/wed18/wedresources. Acesso em: 25 jun. 2019.

    Considerando-se as informações expressas na imagem e nas sentenças presentes no infográfico, verifica-se que a
    Escolha uma alternativa para a questão b5f6c79c-c4
  • Linguagens

    Português

    Leia o fragmento e observe a imagem a seguir para responder à questão. 

    A estrada era mais bonita que o Rio de Janeiro, e subia muito. Mocinha sentou-se numa pedra que havia junto de uma árvore, para poder apreciar. O céu estava altíssimo, sem nenhuma nuvem. E tinha muito passarinho que voava do abismo para a estrada. A estrada branca de sol se estendia sobre um abismo verde. Então, como estava cansada, a velha encostou a cabeça no tronco da árvore e morreu.
    LISPECTOR, Clarice. Viagem a Petrópolis. In: A legião estrangeira. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. p. 51. 


    Imagem da questão de Português, UEG 2019, Interpretação de Textos
    DA VINCI, Leonardo. Anatomia – Desenho de feto no útero. Disponível em: https://www.ebay.com/itm/Da-Vinci-Anatomy-Drawings-Fetus-in-Utero-Art-Print- /191954119588?_ul=BR. Acesso em: 26 abr. 2019.
    O fragmento pertence ao Modernismo brasileiro, ao passo que o desenho se filia ao Renascimento, pois
    Escolha uma alternativa para a questão 46a5e861-c3
  • Linguagens

    Português

    Leia o fragmento e observe a imagem a seguir para responder à questão. 

    A estrada era mais bonita que o Rio de Janeiro, e subia muito. Mocinha sentou-se numa pedra que havia junto de uma árvore, para poder apreciar. O céu estava altíssimo, sem nenhuma nuvem. E tinha muito passarinho que voava do abismo para a estrada. A estrada branca de sol se estendia sobre um abismo verde. Então, como estava cansada, a velha encostou a cabeça no tronco da árvore e morreu.
    LISPECTOR, Clarice. Viagem a Petrópolis. In: A legião estrangeira. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. p. 51. 


    Imagem da questão de Português, UEG 2019, Figuras de Linguagem
    DA VINCI, Leonardo. Anatomia – Desenho de feto no útero. Disponível em: https://www.ebay.com/itm/Da-Vinci-Anatomy-Drawings-Fetus-in-Utero-Art-Print- /191954119588?_ul=BR. Acesso em: 26 abr. 2019.
    Instaura-se, entre o fragmento e o desenho apresentados, um diálogo pautado por
    Escolha uma alternativa para a questão 46a2e8cf-c3
  • Linguagens

    Português

    Observe a performance artística e leia o poema a seguir para responder àsquestão.

    Imagem da questão de Português, UEG 2019, Interpretação de Textos


    SCHWARZKOGLER, Rudolf . Repost (s.d.). Disponível em: https://www.jornale.com.br/single-post/2017/10/19/Repost-RudolfSchwarzkogler-limites-do-corpo-ao-pulo-para-morte---Blog-Quimera.

    Acesso em: 26 abr. 2019. 



    Teu corpo claro e perfeito,

    – Teu corpo de maravilha,

    Quero possuí-lo no leito

    Estreito da redondilha...


    Teu corpo é tudo o que cheira...

    Rosa... flor de laranjeira...


    Teu corpo, branco e macio,

    É como um véu de noivado...


    Teu corpo é pomo doirado...

    Rosal queimado do estio,

    Desfalecido em perfume...


    Teu corpo é a brasa do lume...


    Teu corpo é chama e flameja

    Como à tarde os horizontes...


    Como nas fontes

    A água clara que serpeja,

    Quem em antigas se derrama...


    Volúpia da água e da chama...


    A todo o momento o vejo...

    Teu corpo... a única ilha

    No oceano do meu desejo...


    Teu corpo é tudo o que brilha,

    Teu corpo é tudo o que cheira...

    Rosa, flor de laranjeira...


    BANDEIRA, Manuel. Poemeto erótico. In: Manuel Bandeira: poesia completa e prosa. 4. ed. Rio de Janeiro: Nova Aguilar,

    1985. p.156.

    Tanto a performance quanto o poema apresentados
    Escolha uma alternativa para a questão 469fa4ed-c3
  • Linguagens

    Português

    Observe a performance artística e leia o poema a seguir para responder àsquestão.

    Imagem da questão de Português, UEG 2019, Interpretação de Textos


    SCHWARZKOGLER, Rudolf . Repost (s.d.). Disponível em: https://www.jornale.com.br/single-post/2017/10/19/Repost-RudolfSchwarzkogler-limites-do-corpo-ao-pulo-para-morte---Blog-Quimera.

    Acesso em: 26 abr. 2019. 



    Teu corpo claro e perfeito,

    – Teu corpo de maravilha,

    Quero possuí-lo no leito

    Estreito da redondilha...


    Teu corpo é tudo o que cheira...

    Rosa... flor de laranjeira...


    Teu corpo, branco e macio,

    É como um véu de noivado...


    Teu corpo é pomo doirado...

    Rosal queimado do estio,

    Desfalecido em perfume...


    Teu corpo é a brasa do lume...


    Teu corpo é chama e flameja

    Como à tarde os horizontes...


    Como nas fontes

    A água clara que serpeja,

    Quem em antigas se derrama...


    Volúpia da água e da chama...


    A todo o momento o vejo...

    Teu corpo... a única ilha

    No oceano do meu desejo...


    Teu corpo é tudo o que brilha,

    Teu corpo é tudo o que cheira...

    Rosa, flor de laranjeira...


    BANDEIRA, Manuel. Poemeto erótico. In: Manuel Bandeira: poesia completa e prosa. 4. ed. Rio de Janeiro: Nova Aguilar,

    1985. p.156.

    A performance artística apresentada se constrói por meio de um trabalho estético com o corpo, denominado body art, ao passo que o poema exibe uma conotação
    Escolha uma alternativa para a questão 4698fa30-c3