História
- Demandas políticas e sociais no mundo atual
- Prova de 2022
- UERJ
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: 7BB1D3D4-7A

Instituição
1.402 questões de Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), de 2008 a 2023. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.



Um pedaço de tecido quadrado colorido, como um xadrez pintado a sete cores. Assim é a Whipala, bandeira típica dos povos andinos. Criada no período pré-colonial por sociedades que compunham o Império Inca, era um símbolo sagrado usado na agricultura, em festas, cerimônias e outros eventos sociais. Após a colonização espanhola, foi também associada à resistência política indígena.
A Whipala resistiu ao tempo e hoje é representativa dos costumes e de manifestações políticas de indígenas na Bolívia, no Peru, no norte da Argentina e do Chile, no sul do Equador e no oeste do Paraguai. Símbolo de identificação e diversidade dos povos da região dos Andes, ela representa a unidade, a solidariedade e a harmonia. A estrutura do desenho, simétrica, expressa a igualdade criada entre esses povos, que rejeitam conceitos como o do individualismo.
MARIANA VICK Adaptado de nexojornal.com.br, 24/06/2019.
O conjunto de representações associadas à bandeira Whipala fortalece a formação de um tipo de identidade territorial.
Essa identidade territorial está fundamentada no seguinte conceito:

Ideias para adiar o fim do mundo



Ideias para adiar o fim do mundo







Investimentos em novas usinas solares vão chegar a R$ 9,5 bilhões até 2025
A energia solar representa pouco mais de 1% da matriz energética do Brasil. Mas essa fatia saltará a 8% em dez anos, de acordo com o o plano do governo. Os investimentos para sustentar a meta já estão em curso, segundo especialistas. Somente em grandes usinas solares, estão previstos R$ 9,5 bilhões em projetos até 2025.
Na geração distribuída, em que a energia solar é produzida em painéis em telhados e fachadas de casas ou empresas, além das fazendas solares (que geram e vendem energia solar em terrenos), a estimativa é que outros R$ 16 bilhões sejam movimentados em investimento, emprego e imposto.
JOÃO SORIMA NETO
Adaptado de oglobo.globo.com, 17/02/2020.
Total diário de irradiação solar (média anual)

Adaptado de PEREIRA, E. et al. Atlas brasileiro de energia solar.
São José dos Campos: INPE, 2017.
Atlântico Norte na Projeção de Mercator

Adaptado de gisgeography.com.
No mapa, a menor distância real que deve ser percorrida por um avião em um voo de Nova York para Madri está representada pela linha 1, e não pela linha 2.
Esse fato é explicado pela:

TRANSAMAZÔNICA COMPLETA 45 ANOS
A rodovia federal Transamazônica (BR−230) completou 45 anos em outubro de 2015, mas ainda não é asfaltada na sua totalidade. A rodovia começou a ser implantada ainda em 1970, no governo do general Emílio Garrastazu Médici. Dois anos depois, ela foi inaugurada. O trecho entre Marabá e Altamira é o que está em melhor estado atualmente. Um dos diretores do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) disse que, durante esse período de mais de quatro décadas, muita coisa já foi feita, mas explicou que o país viveu uma mudança de filosofia: “Antigamente, o que era símbolo de desenvolvimento era um trator V8 derrubando uma árvore, uma castanheira; hoje, isso é um crime”, disse.

A mencionada “mudança de filosofia”, entre a década de 1970 e a atualidade, refere-se às seguintes prioridades em cada um desses momentos históricos, respectivamente:
APÓS 70 ANOS, SIMONE DE BEAUVOIR AINDA MOSTRA CAMINHO DA LIBERDADE FEMININA
“Ninguém nasce mulher: torna-se mulher”. A célebre frase que abre o segundo volume de O segundo sexo, de 1949, sintetiza as teses apresentadas por Simone de Beauvoir nas mais de 900 páginas de um estudo fascinante sobre a condição feminina. Beauvoir admite que as diferenças biológicas desempenham algum papel na construção da inferioridade feminina, mas defende que a importância social dada a essas diferenças é muito mais determinante para a opressão. Ser mulher não é nascer com determinado sexo, mas, principalmente, ser classificada de uma forma negativa pela sociedade. É ser educada, desde o nascimento, a ser frágil, passiva, dependente, apagada, delicada, discreta, submissa e invisível.
MIRIAN GOLDENBERG
Adaptado de www1.folha.uol.com.br, 10/03/2019.
As reflexões de Simone de Beauvoir na obra O segundo sexo continuam presentes nos debates atuais referentes ao feminismo e às condições de vida das mulheres, em diversas sociedades.




A Constituição brasileira vigente promoveu mudanças que visam a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, como menciona seu preâmbulo.
A premissa de garantir e valorizar esses direitos está relacionada ao seguinte aspecto naquela
conjuntura do país:

No início da noite de 26 de janeiro de 1893, por ordem do prefeito do Distrito Federal, Cândido Barata Ribeiro, a polícia ocupou o mais célebre dos cortiços cariocas, conhecido como Cabeça de Porco, no centro da cidade. A estalagem, conjunto de casinhas onde viviam de 400 a 2000 pessoas, foi em seguida desocupada, sem que se desse aos moradores o tempo necessário para recolherem suas coisas. Em poucas horas, foi demolida. Não tardou para que a expressão “cabeça de porco” se impusesse como sinônimo de cortiço.
Adaptado de projetomemoria.art.br.
A ordem de desocupação e demolição do famoso cortiço em 1893, ironizada em capa de revista da época, representou mudanças na ação do então prefeito com relação aos problemas sociais da cidade do Rio de Janeiro.

Na esfera das relações internacionais, o contexto histórico ao qual a personagem faz referência
era marcado por uma divisão do mundo decorrente sobretudo do seguinte fator: