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Instituição

Questões: Centro de Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (CEDERJ) — com gabarito

1.157 questões de Centro de Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (CEDERJ), de 2006 a 2025. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 1.157 questões
  • 16 provas

Resultados: 266 questões

Página 1 de 14

  • Linguagens

    Português

    A Covid-19 e a desigualdade

       Conforme o coronavírus se espalha, vemos mais diferenças ressaltadas. Em grande parte dos EUA, outro grupo de risco surgiu. Morrem proporcionalmente bem mais negros e latinos. O que não parece ser obra do vírus, mas sim das pessoas. Alguns índices de saúde dos EUA sempre foram os piores dos países de primeiro mundo, como a maior mortalidade infantil de filhos de mães jovens. Isso é uma média entre famílias brancas com números próximos dos outros países mais desenvolvidos e famílias negras e latinas que ficam próximas de países bem mais pobres.
      Além disso, negros e latinos exercem mais trabalhos essenciais, têm menos condições financeiras de ficar em casa, vivem em densidades maiores, têm mais diabetes, hipertensão, obesidade e outros complicadores da Covid-19.
       O mesmo deve acontecer no Brasil. Pesquisadores do grupo M ave, da Fiocruz, calcularam o índice de vulnerabilidade de brasileiros considerando acesso à saúde, esgoto tratado, eletricidade, IDH e outros indicadores de qualidade de vida. Todos são fatores necessários para as medidas mais importantes para barrar a pandemia e promover o distanciamento e higiene constante.
       Difícil ficar em casa quando é preciso andar quilômetros para ter água para lavar as mãos. E as regiões onde já vemos os sinais vermelhos, como partes do Amazonas e do Ceará, em que o sistema de saúde já está entrando em colapso, estão entre as regiões mais vulneráveis que observaram.
    Atila lamarino (Trecho extraído e adaptado de: Folha de São Paulo, 19/04/2020)
    A discussão central do texto está baseada na relação entre:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c219a9e-88
  • Linguagens

    Português

    A Covid-19 e a desigualdade

       Conforme o coronavírus se espalha, vemos mais diferenças ressaltadas. Em grande parte dos EUA, outro grupo de risco surgiu. Morrem proporcionalmente bem mais negros e latinos. O que não parece ser obra do vírus, mas sim das pessoas. Alguns índices de saúde dos EUA sempre foram os piores dos países de primeiro mundo, como a maior mortalidade infantil de filhos de mães jovens. Isso é uma média entre famílias brancas com números próximos dos outros países mais desenvolvidos e famílias negras e latinas que ficam próximas de países bem mais pobres.
      Além disso, negros e latinos exercem mais trabalhos essenciais, têm menos condições financeiras de ficar em casa, vivem em densidades maiores, têm mais diabetes, hipertensão, obesidade e outros complicadores da Covid-19.
       O mesmo deve acontecer no Brasil. Pesquisadores do grupo M ave, da Fiocruz, calcularam o índice de vulnerabilidade de brasileiros considerando acesso à saúde, esgoto tratado, eletricidade, IDH e outros indicadores de qualidade de vida. Todos são fatores necessários para as medidas mais importantes para barrar a pandemia e promover o distanciamento e higiene constante.
       Difícil ficar em casa quando é preciso andar quilômetros para ter água para lavar as mãos. E as regiões onde já vemos os sinais vermelhos, como partes do Amazonas e do Ceará, em que o sistema de saúde já está entrando em colapso, estão entre as regiões mais vulneráveis que observaram.
    Atila lamarino (Trecho extraído e adaptado de: Folha de São Paulo, 19/04/2020)
    “Isso é uma média entre famílias brancas com números próximos dos outros países mais desenvolvidos e famílias negras e latinas que ficam próximas de países bem mais pobres” (1° parágrafo).
    A palavra isso retoma a seguinte ideia:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c251ff5-88
  • Linguagens

    Português

    A Covid-19 e a desigualdade

       Conforme o coronavírus se espalha, vemos mais diferenças ressaltadas. Em grande parte dos EUA, outro grupo de risco surgiu. Morrem proporcionalmente bem mais negros e latinos. O que não parece ser obra do vírus, mas sim das pessoas. Alguns índices de saúde dos EUA sempre foram os piores dos países de primeiro mundo, como a maior mortalidade infantil de filhos de mães jovens. Isso é uma média entre famílias brancas com números próximos dos outros países mais desenvolvidos e famílias negras e latinas que ficam próximas de países bem mais pobres.
      Além disso, negros e latinos exercem mais trabalhos essenciais, têm menos condições financeiras de ficar em casa, vivem em densidades maiores, têm mais diabetes, hipertensão, obesidade e outros complicadores da Covid-19.
       O mesmo deve acontecer no Brasil. Pesquisadores do grupo M ave, da Fiocruz, calcularam o índice de vulnerabilidade de brasileiros considerando acesso à saúde, esgoto tratado, eletricidade, IDH e outros indicadores de qualidade de vida. Todos são fatores necessários para as medidas mais importantes para barrar a pandemia e promover o distanciamento e higiene constante.
       Difícil ficar em casa quando é preciso andar quilômetros para ter água para lavar as mãos. E as regiões onde já vemos os sinais vermelhos, como partes do Amazonas e do Ceará, em que o sistema de saúde já está entrando em colapso, estão entre as regiões mais vulneráveis que observaram.
    Atila lamarino (Trecho extraído e adaptado de: Folha de São Paulo, 19/04/2020)
    “E as regiões onde já vemos os sinais vermelhos, como partes do Amazonas e do Ceará”
    Nessa frase, a palavra como introduz expressão com função de:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c281a00-88
  • Linguagens

    Português

    A Covid-19 e a desigualdade

       Conforme o coronavírus se espalha, vemos mais diferenças ressaltadas. Em grande parte dos EUA, outro grupo de risco surgiu. Morrem proporcionalmente bem mais negros e latinos. O que não parece ser obra do vírus, mas sim das pessoas. Alguns índices de saúde dos EUA sempre foram os piores dos países de primeiro mundo, como a maior mortalidade infantil de filhos de mães jovens. Isso é uma média entre famílias brancas com números próximos dos outros países mais desenvolvidos e famílias negras e latinas que ficam próximas de países bem mais pobres.
      Além disso, negros e latinos exercem mais trabalhos essenciais, têm menos condições financeiras de ficar em casa, vivem em densidades maiores, têm mais diabetes, hipertensão, obesidade e outros complicadores da Covid-19.
       O mesmo deve acontecer no Brasil. Pesquisadores do grupo M ave, da Fiocruz, calcularam o índice de vulnerabilidade de brasileiros considerando acesso à saúde, esgoto tratado, eletricidade, IDH e outros indicadores de qualidade de vida. Todos são fatores necessários para as medidas mais importantes para barrar a pandemia e promover o distanciamento e higiene constante.
       Difícil ficar em casa quando é preciso andar quilômetros para ter água para lavar as mãos. E as regiões onde já vemos os sinais vermelhos, como partes do Amazonas e do Ceará, em que o sistema de saúde já está entrando em colapso, estão entre as regiões mais vulneráveis que observaram.
    Atila lamarino (Trecho extraído e adaptado de: Folha de São Paulo, 19/04/2020)
    Em “estão entre as regiões mais vulneráveis que observaram” (4° parágrafo), o verbo observaram encontra-se no plural por concordar com a seguinte expressão mencionada no texto: 
    Escolha uma alternativa para a questão 0c2b87ed-88
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 


    Saraivada de balas, de instantes em instantes, retumbam no interior da casa, ameaçando a diversão da mãe de Bica e de Idago. Dona Esterlina levanta irritada e muda de canal de televisão. Lá fora, balas e balas, independente do desejo da mulher, executam continuadamente a mesma e seca sonata. Uma programação mais amena vai entorpecendo os sentidos da mulher.

    O que mais gosto na televisão é de novela. Acho a maior bobeira futebol, política, carnaval e show. Bobagem também reportagem, campanha contra a fome, contra o verde, contra a vida, contra-contra. Contra e não. Contra-mão. Ando sentindo dores nas pernas. Também! “Lata d'água na cabeça, lá vai Maria”. Sobe o morro, desce o morro e não se cansa dessa dança.

    EVARISTO, Conceição. Olhos D’ Água. Rio de Janeiro: Palias, 2016, p. 101 (Fragmento)

    Conceição Evaristo, escritora contemporânea brasileira, é conhecida por sua habilidade com o foco narrativo. Um procedimento adotado no texto que evidencia essa habilidade é:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c2eff32-88
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 


    Saraivada de balas, de instantes em instantes, retumbam no interior da casa, ameaçando a diversão da mãe de Bica e de Idago. Dona Esterlina levanta irritada e muda de canal de televisão. Lá fora, balas e balas, independente do desejo da mulher, executam continuadamente a mesma e seca sonata. Uma programação mais amena vai entorpecendo os sentidos da mulher.

    O que mais gosto na televisão é de novela. Acho a maior bobeira futebol, política, carnaval e show. Bobagem também reportagem, campanha contra a fome, contra o verde, contra a vida, contra-contra. Contra e não. Contra-mão. Ando sentindo dores nas pernas. Também! “Lata d'água na cabeça, lá vai Maria”. Sobe o morro, desce o morro e não se cansa dessa dança.

    EVARISTO, Conceição. Olhos D’ Água. Rio de Janeiro: Palias, 2016, p. 101 (Fragmento)

    A passagem do primeiro para o segundo parágrafo é responsável por uma alteração brusca da atenção do narrador sobre diferentes informações da realidade, representadas respectivamente por:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c324ab0-88
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 

    E existe um povo que a bandeira empresta
    P’ra cobrir tanta infâmia e cobardia!...
    E deixa-a transformar-se nessa festa
    Em manto impuro de bacante fria!...
    Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta,
    Que impudente1 na gávea tripudia?
    Silêncio. Musa... chora, e chora tanto
    Que o pavilhão se lave no teu pranto!...

    Auriverde pendão de minha terra,
    Que a brisa do Brasil beija e balança,
    Estandarte que a luz do sol encerra
    E as promessas divinas da esperança...
    Tu que, da liberdade após a guerra,
    Foste hasteado dos heróis na lança
    Antes te houvessem roto na batalha,
    Que servires a um povo de mortalha!...

    Fatalidade atroz que a mente esmaga!
    Extingue nesta hora o brigue imundo
    O trilho que Colombo2 abriu na vaga,
    Como um íris no pélago3 profundo!
    Mas é infâmia de mais!... Da etérea plaga4
    Levantai-vos, heróis do Novo Mundo!
    Andrada5! arranca esse pendão dos ares!
    Colombo! fecha a porta dos teus mares!

    ALVES, Castro. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1986. p. 283-284.

    Glossário
    1. que não tem pudor
    2. Cristóvão de Colombo (1451-1506), navegador e explorador italiano, responsável por liderar a frota que alcançou o continente americano em 1492
    3. abismo
    4. região, lugar, país
    5. José Bonifácio de Andrada e Silva (1763-1838), o patriarca da Independência do Brasil
    O poema Navio negreiro, de Castro Alves, é uma obra decisiva dentro do projeto abolicionista na literatura brasileira. O trecho apresentado é re p re se n ta tivo dessa im p o rtâ n cia , devido à expressão, pelo eu lírico, de um:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c34d2aa-88
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 

    E existe um povo que a bandeira empresta
    P’ra cobrir tanta infâmia e cobardia!...
    E deixa-a transformar-se nessa festa
    Em manto impuro de bacante fria!...
    Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta,
    Que impudente1 na gávea tripudia?
    Silêncio. Musa... chora, e chora tanto
    Que o pavilhão se lave no teu pranto!...

    Auriverde pendão de minha terra,
    Que a brisa do Brasil beija e balança,
    Estandarte que a luz do sol encerra
    E as promessas divinas da esperança...
    Tu que, da liberdade após a guerra,
    Foste hasteado dos heróis na lança
    Antes te houvessem roto na batalha,
    Que servires a um povo de mortalha!...

    Fatalidade atroz que a mente esmaga!
    Extingue nesta hora o brigue imundo
    O trilho que Colombo2 abriu na vaga,
    Como um íris no pélago3 profundo!
    Mas é infâmia de mais!... Da etérea plaga4
    Levantai-vos, heróis do Novo Mundo!
    Andrada5! arranca esse pendão dos ares!
    Colombo! fecha a porta dos teus mares!

    ALVES, Castro. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1986. p. 283-284.

    Glossário
    1. que não tem pudor
    2. Cristóvão de Colombo (1451-1506), navegador e explorador italiano, responsável por liderar a frota que alcançou o continente americano em 1492
    3. abismo
    4. região, lugar, país
    5. José Bonifácio de Andrada e Silva (1763-1838), o patriarca da Independência do Brasil

    O poema de Castro Alves não só constrói uma crítica contundente ao tráfico de africanos escravizados, como também realiza uma crítica ao sentimento nacionalista romântico, uma vez que associa a imagem da bandeira do país à:

    Escolha uma alternativa para a questão 0c377c99-88
  • Linguagens

    Inglês

    Social Distancing, Without the Police

    Letting members of the community enforce social distancing is the better way.

       Of the 125 people arrested over offenses that law enforcement officials described as related to the coronavirus pandemic, 113 were black or Hispanic. Of the 374 summonses from March 16 to May 5, a vast majority — 300 — were given to black and Hispanic New Yorkers.
       Videos of some of the arrests are hard to watch. In one posted to Facebook last week, a group of some six police officers are seen tackling a black woman in a subway station as heryoung child looks on. “She's got a baby with her!” a bystander shouts. Police officials told The Daily News the woman had refused to comply when officers directed her to put the mask she was wearing over her nose and mouth.
       Contrast that with photographs across social media showing crowds of sun-seekers packed into parks in wealthy, whiter areas of the city, lounging undisturbed as police officers hand out masks.
       So it is obvious that the city needs a different approach to enforcing public health measures during the pandemic. Mayor Bill de Blasio seems to understand this, and he has promised to hire 2,300 people to serve as social distancing “ambassadors.”
       Hopefully, the mayor will think bigger.
      One promising idea , promoted by City Councilman Brad Lander and others, is to build quickly a kind of “public health corps" to enforce social-distancing measures.
      In this approach, specially trained civilians could fan out across the neighborhoods and parks, helping with pedestrian traffic control and politely encouraging New Yorkers entering parks to protect one another by wearing masks and keeping their distance. Police Department school safety agents, who are not armed, could help. Such a program could also provide muchneeded employment for young people, especially with New York's summer jobs program, which serves people 14 to 24, threatened by budget cuts.
       Another method to help social-distancing efforts may be the community-based groups that have been effective in reducing gun violence in some of the city's toughest neighborhoods.
       The Police Department would play only a minimal role in this approach, stepping in to help with crowd control, for example, something it does extremely well.
       Without a significant course correction, the department's role in the pandemic may look more and more like stop-and-frisk, the policing tactic that led to the harassment of hundreds of thousands of innocent people, most of them black and Hispanic, while rarely touching white New Yorkers. Mr. de Blasio has scoffed at the comparison, though it's not clear why.
       Aggressive police enforcement of socialdistancing measures is nearly certain to harm the health and dignity of the city's black and Hispanic residents. 
       It could also diminish respect for the Police Department. Which is why it makes sense that the city's largest police union has said that its members want little to do with social-distancing enforcement. “The N.Y.P.D. needs to get cops out of the socialdistancing-enforcement business altogether,” Patrick Lynch, president of the Police Benevolent Association, said in a statement on May 4. On this issue, Mr. Lynch gets it.
       New York is facing a public health crisis, not a spike in crime. Black and Hispanic New Yorkers are already suffering disproportionately from the coronavirus. They don't need more policing. They need more help. 

    Available at https://www.nytimes.com/2020/05/18/opinion/nypdcoronavirus-arrests-nyc.html. Accessed May 18,2020. 
    According to the text it is true that:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c3abca7-88
  • Linguagens

    Inglês

    Social Distancing, Without the Police

    Letting members of the community enforce social distancing is the better way.

       Of the 125 people arrested over offenses that law enforcement officials described as related to the coronavirus pandemic, 113 were black or Hispanic. Of the 374 summonses from March 16 to May 5, a vast majority — 300 — were given to black and Hispanic New Yorkers.
       Videos of some of the arrests are hard to watch. In one posted to Facebook last week, a group of some six police officers are seen tackling a black woman in a subway station as heryoung child looks on. “She's got a baby with her!” a bystander shouts. Police officials told The Daily News the woman had refused to comply when officers directed her to put the mask she was wearing over her nose and mouth.
       Contrast that with photographs across social media showing crowds of sun-seekers packed into parks in wealthy, whiter areas of the city, lounging undisturbed as police officers hand out masks.
       So it is obvious that the city needs a different approach to enforcing public health measures during the pandemic. Mayor Bill de Blasio seems to understand this, and he has promised to hire 2,300 people to serve as social distancing “ambassadors.”
       Hopefully, the mayor will think bigger.
      One promising idea , promoted by City Councilman Brad Lander and others, is to build quickly a kind of “public health corps" to enforce social-distancing measures.
      In this approach, specially trained civilians could fan out across the neighborhoods and parks, helping with pedestrian traffic control and politely encouraging New Yorkers entering parks to protect one another by wearing masks and keeping their distance. Police Department school safety agents, who are not armed, could help. Such a program could also provide muchneeded employment for young people, especially with New York's summer jobs program, which serves people 14 to 24, threatened by budget cuts.
       Another method to help social-distancing efforts may be the community-based groups that have been effective in reducing gun violence in some of the city's toughest neighborhoods.
       The Police Department would play only a minimal role in this approach, stepping in to help with crowd control, for example, something it does extremely well.
       Without a significant course correction, the department's role in the pandemic may look more and more like stop-and-frisk, the policing tactic that led to the harassment of hundreds of thousands of innocent people, most of them black and Hispanic, while rarely touching white New Yorkers. Mr. de Blasio has scoffed at the comparison, though it's not clear why.
       Aggressive police enforcement of socialdistancing measures is nearly certain to harm the health and dignity of the city's black and Hispanic residents. 
       It could also diminish respect for the Police Department. Which is why it makes sense that the city's largest police union has said that its members want little to do with social-distancing enforcement. “The N.Y.P.D. needs to get cops out of the socialdistancing-enforcement business altogether,” Patrick Lynch, president of the Police Benevolent Association, said in a statement on May 4. On this issue, Mr. Lynch gets it.
       New York is facing a public health crisis, not a spike in crime. Black and Hispanic New Yorkers are already suffering disproportionately from the coronavirus. They don't need more policing. They need more help. 

    Available at https://www.nytimes.com/2020/05/18/opinion/nypdcoronavirus-arrests-nyc.html. Accessed May 18,2020. 
    The sum of “113” (paragraph 1) refers to:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c3d4fba-88
  • Linguagens

    Inglês

    Social Distancing, Without the Police

    Letting members of the community enforce social distancing is the better way.

       Of the 125 people arrested over offenses that law enforcement officials described as related to the coronavirus pandemic, 113 were black or Hispanic. Of the 374 summonses from March 16 to May 5, a vast majority — 300 — were given to black and Hispanic New Yorkers.
       Videos of some of the arrests are hard to watch. In one posted to Facebook last week, a group of some six police officers are seen tackling a black woman in a subway station as heryoung child looks on. “She's got a baby with her!” a bystander shouts. Police officials told The Daily News the woman had refused to comply when officers directed her to put the mask she was wearing over her nose and mouth.
       Contrast that with photographs across social media showing crowds of sun-seekers packed into parks in wealthy, whiter areas of the city, lounging undisturbed as police officers hand out masks.
       So it is obvious that the city needs a different approach to enforcing public health measures during the pandemic. Mayor Bill de Blasio seems to understand this, and he has promised to hire 2,300 people to serve as social distancing “ambassadors.”
       Hopefully, the mayor will think bigger.
      One promising idea , promoted by City Councilman Brad Lander and others, is to build quickly a kind of “public health corps" to enforce social-distancing measures.
      In this approach, specially trained civilians could fan out across the neighborhoods and parks, helping with pedestrian traffic control and politely encouraging New Yorkers entering parks to protect one another by wearing masks and keeping their distance. Police Department school safety agents, who are not armed, could help. Such a program could also provide muchneeded employment for young people, especially with New York's summer jobs program, which serves people 14 to 24, threatened by budget cuts.
       Another method to help social-distancing efforts may be the community-based groups that have been effective in reducing gun violence in some of the city's toughest neighborhoods.
       The Police Department would play only a minimal role in this approach, stepping in to help with crowd control, for example, something it does extremely well.
       Without a significant course correction, the department's role in the pandemic may look more and more like stop-and-frisk, the policing tactic that led to the harassment of hundreds of thousands of innocent people, most of them black and Hispanic, while rarely touching white New Yorkers. Mr. de Blasio has scoffed at the comparison, though it's not clear why.
       Aggressive police enforcement of socialdistancing measures is nearly certain to harm the health and dignity of the city's black and Hispanic residents. 
       It could also diminish respect for the Police Department. Which is why it makes sense that the city's largest police union has said that its members want little to do with social-distancing enforcement. “The N.Y.P.D. needs to get cops out of the socialdistancing-enforcement business altogether,” Patrick Lynch, president of the Police Benevolent Association, said in a statement on May 4. On this issue, Mr. Lynch gets it.
       New York is facing a public health crisis, not a spike in crime. Black and Hispanic New Yorkers are already suffering disproportionately from the coronavirus. They don't need more policing. They need more help. 

    Available at https://www.nytimes.com/2020/05/18/opinion/nypdcoronavirus-arrests-nyc.html. Accessed May 18,2020. 
    The adverb that best conveys the of the underlined word in the sentence "Hopefully, the mayor will think bigger" (paragraph 5) is:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c40b228-88
  • Linguagens

    Inglês

    Social Distancing, Without the Police

    Letting members of the community enforce social distancing is the better way.

       Of the 125 people arrested over offenses that law enforcement officials described as related to the coronavirus pandemic, 113 were black or Hispanic. Of the 374 summonses from March 16 to May 5, a vast majority — 300 — were given to black and Hispanic New Yorkers.
       Videos of some of the arrests are hard to watch. In one posted to Facebook last week, a group of some six police officers are seen tackling a black woman in a subway station as heryoung child looks on. “She's got a baby with her!” a bystander shouts. Police officials told The Daily News the woman had refused to comply when officers directed her to put the mask she was wearing over her nose and mouth.
       Contrast that with photographs across social media showing crowds of sun-seekers packed into parks in wealthy, whiter areas of the city, lounging undisturbed as police officers hand out masks.
       So it is obvious that the city needs a different approach to enforcing public health measures during the pandemic. Mayor Bill de Blasio seems to understand this, and he has promised to hire 2,300 people to serve as social distancing “ambassadors.”
       Hopefully, the mayor will think bigger.
      One promising idea , promoted by City Councilman Brad Lander and others, is to build quickly a kind of “public health corps" to enforce social-distancing measures.
      In this approach, specially trained civilians could fan out across the neighborhoods and parks, helping with pedestrian traffic control and politely encouraging New Yorkers entering parks to protect one another by wearing masks and keeping their distance. Police Department school safety agents, who are not armed, could help. Such a program could also provide muchneeded employment for young people, especially with New York's summer jobs program, which serves people 14 to 24, threatened by budget cuts.
       Another method to help social-distancing efforts may be the community-based groups that have been effective in reducing gun violence in some of the city's toughest neighborhoods.
       The Police Department would play only a minimal role in this approach, stepping in to help with crowd control, for example, something it does extremely well.
       Without a significant course correction, the department's role in the pandemic may look more and more like stop-and-frisk, the policing tactic that led to the harassment of hundreds of thousands of innocent people, most of them black and Hispanic, while rarely touching white New Yorkers. Mr. de Blasio has scoffed at the comparison, though it's not clear why.
       Aggressive police enforcement of socialdistancing measures is nearly certain to harm the health and dignity of the city's black and Hispanic residents. 
       It could also diminish respect for the Police Department. Which is why it makes sense that the city's largest police union has said that its members want little to do with social-distancing enforcement. “The N.Y.P.D. needs to get cops out of the socialdistancing-enforcement business altogether,” Patrick Lynch, president of the Police Benevolent Association, said in a statement on May 4. On this issue, Mr. Lynch gets it.
       New York is facing a public health crisis, not a spike in crime. Black and Hispanic New Yorkers are already suffering disproportionately from the coronavirus. They don't need more policing. They need more help. 

    Available at https://www.nytimes.com/2020/05/18/opinion/nypdcoronavirus-arrests-nyc.html. Accessed May 18,2020. 
    One of the main objectives of the text is to discuss:
    Escolha uma alternativa para a questão 0c437e67-88
  • Linguagens

    Português

    Texto 1

    Conexão à moda antiga

    Martha Medeiros

    08/09/2024 

    Imagem da questão de Português, CEDERJ 2025, Interpretação de Textos

    Disponível em https://oglobo.globo.com/ela/marthamedeiros/coluna/2024/09/conexao-a-moda-antiga.ghtml. Acesso em: 24 set. 2024. Fragmento.
    Martha Medeiros é considerada uma das maiores cronistas brasileiras da atualidade. Na crônica “Conexão à moda antiga”, a autora, predominantemente, 
    Escolha uma alternativa para a questão 0d607cfb-df
  • Linguagens

    Português

    Texto 1

    Conexão à moda antiga

    Martha Medeiros

    08/09/2024 

    Imagem da questão de Português, CEDERJ 2025, Interpretação de Textos

    Disponível em https://oglobo.globo.com/ela/marthamedeiros/coluna/2024/09/conexao-a-moda-antiga.ghtml. Acesso em: 24 set. 2024. Fragmento.
    A expressão “Difícil peneirar uma pepita de ouro em meio a tanto pedregulho” (Linhas 5- 7) se baseia em um(a):
    Escolha uma alternativa para a questão 0d643e21-df
  • Linguagens

    Português

    Texto 1

    Conexão à moda antiga

    Martha Medeiros

    08/09/2024 

    Imagem da questão de Português, CEDERJ 2025, Sintaxe

    Disponível em https://oglobo.globo.com/ela/marthamedeiros/coluna/2024/09/conexao-a-moda-antiga.ghtml. Acesso em: 24 set. 2024. Fragmento.
    “Por isso, já não levo tão em conta o currículo, e sim o jeito da pessoa.” (Linhas 7-8) Aponte a opção em que a substituição do conectivo “por isso” MANTÉM o sentido original do enunciado acima:
    Escolha uma alternativa para a questão 0d66cf9b-df
  • Linguagens

    Português

    Texto 1

    Conexão à moda antiga

    Martha Medeiros

    08/09/2024 

    Imagem da questão de Português, CEDERJ 2025, Sintaxe

    Disponível em https://oglobo.globo.com/ela/marthamedeiros/coluna/2024/09/conexao-a-moda-antiga.ghtml. Acesso em: 24 set. 2024. Fragmento.
    Assinale a opção em que o termo sublinhado apresenta a mesma função sintática do termo destacado na oração: "Difícil peneirar uma pepita de ouro ..." (Linhas 5-6). 
    Escolha uma alternativa para a questão 0d6957d7-df
  • Linguagens

    Português

    Texto 2


    Conexão

    Era uma palavra mais bonita

    Antes de existir o wi-fi.

    Zack Magiezi

    Disponível em https://es.pinterest.com/pin/conexo-- 82472236917172490/. Acesso em: 24 set. 2024.
    Está correto afirmar que, no poema de Zack Magiezi, a palavra
    Escolha uma alternativa para a questão 0d6be71b-df
  • Linguagens

    Português

    Texto 2


    Conexão

    Era uma palavra mais bonita

    Antes de existir o wi-fi.

    Zack Magiezi

    Disponível em https://es.pinterest.com/pin/conexo-- 82472236917172490/. Acesso em: 24 set. 2024.
    Em “Era uma palavra mais bonita...”, o verbo está
    Escolha uma alternativa para a questão 0d6e83f2-df
  • Linguagens

    Literatura

    As colunas que estão registradas a seguir relacionam autores e livros/títulos de tendências variadas.


    Assinale a opção que organiza de forma correta autores e livros.


    Autores

    1. Machado de Assis

    2. Maquiavel

    3. Thomas Hobbes

    4. Gabriel Garcia Marques

    5. Lima Barreto

    6. João do Rio


    Livros/Títulos

    I. O Príncipe

    II. Dom Casmurro

    III. Leviatã

    IV. A alma encantadora das ruas

    V. Cem anos de solidão

    VI. Triste Fim de Policarpo Quaresma
    Escolha uma alternativa para a questão 0dae680b-df
  • Linguagens

    Inglês

    The rise of reusable rockets: transforming the economics of space travel

    By Adam Stockley


    Various theoretical designs of reusable launch vehicles (rockets) have been tested during the history of space flight, but they generally proved too expensive or impractical to implement.  

    In the 21st century, the rise in industry privatisation led to several companies taking the lead in reusable launcher development. Their focus is on fully-reusable systems.

    The potential of reusable rockets to transform the economics of space travel should be evident. Even so, let’s break down the benefits and drawbacks of this technology to understand more.


    The Benefits of Reusable Rockets


    The most obvious benefit of a reusable rocket is cost savings. Unsurprisingly, it’s much cheaper to refurbish and relaunch a rocket than it is to build a new one. Reusable rockets also use less fuel than their expendable counterparts, making them comparatively better for the environment.


    The Drawbacks of Reusable Rockets


    The main disadvantage of reusable rockets is their reduced load capacity. By extension, they must be built to survive the difficulties of launch and re-entry, meaning there is much more extra stabilisation equipment. Therefore, the rockets are heavier.


    The Long-Term Viability of Reusable Launchers


    The bottom line is that now we have a firmer understanding of the concept of reusable launchers, their potential impact is limitless. However, there are some issues to resolve in terms of extra weight and reduced load capacity, but the space industry is very near to perhaps its biggest revolution in terms of cost reduction and accessibility.


    Available at: https://www.kdcresource.com/insights-events/therise-of-reusable-rockets-transforming-the-economics-of-spacetravel/. Access 16 out. 2024. Adapted. 
    The main theme of the text is the:
    Escolha uma alternativa para a questão 0dd173f8-df