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Instituição

Questões: Universidade Estadual do Piauí (UESPI) — com gabarito

361 questões de Universidade Estadual do Piauí (UESPI), de 2010 a 2011. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 361 questões
  • 2 provas

Resultados: 361 questões

Página 4 de 19

  • Linguagens

    Português

    TEXTO II 

    Imagem da questão de Português, UESPI 2011, Interpretação de Textos

    Observe o trecho abaixo, para responder a questão.

    Segundo um estudo recém-concluído na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, pessoas que se queixam de uma vida reclusa possuem genes menos ativos na proteção contra vírus. “Os sociáveis estão naturalmente mais propensos a contrair viroses porque estão em maior contato com outros indivíduos”, raciocina o psicólogo Steve Cole, que liderou o trabalho. (l. 07-11).

    Comparando-se o comportamento dos grupos pesquisados: “pessoas que se queixam de uma vida reclusa...” e “Os sociáveis...”, é CORRETO afirmar que entre eles constata-se uma relação de:

    Escolha uma alternativa para a questão 730fb5e7-b5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO I 

    Imagem da questão de Português, UESPI 2011, Interpretação de Textos

    As ideias apresentadas no texto nos permitem afirmar, CORRETAMENTE, que:
    Escolha uma alternativa para a questão 72ef9df4-b5
  • Linguagens

    Inglês

    Nobel Peace Prize Awarded to Three Activist Women
    More than 250 people were nominated for the prize this year, and there had been speculation that the committee would reward activists from the Middle East who used social networking sites and other Internet platforms as they challenged entrenched dictatorships.
    But if the committee had singled out the Arab Spring, it could have courted criticism that, far from rewarding efforts toward peace, it had chosen a phenomenon whose final outcome in Egypt and Tunisia is far from clear, and which has provoked bloodletting and strife in Libya, Syria, Yemen and Bahrain.
    Mr. Jagland said the 2011 prize recognized those “who were there long before the world’s media was there reporting.”
    The announcement in the Norwegian capital followed intense speculation that the prize would be awarded variously to a figure from the Arab Spring, the European Union or exclusively to Mrs. Johnson Sirleaf, 72, a Harvardeducated economist, who has often been cast as a pioneer in African politics.
    She was broadly perceived as a reformer and peacemaker when she took office after several years in exile.
    In Yemen, Ms. Karman has been widely known as a vocal opponent of the pro-American regime of Mr. Saleh since 2007, leading a human rights advocacy group called Women Journalists Without Chains. But it was only earlier this year that her readiness to take to the streets inspired thousands more in Yemen to do the same.
    In Liberia, Ms. Gbowee, 39, was cited by the Nobel committee for uniting Christian and Muslim women against her country’s warlords. As head of the Women for Peace movement, she was praised for mobilizing women “across ethic and religious dividing lines to bring an end to the long war” that had raged for years in Liberia until its end in 2003 and for ensuring “women’s participation in elections.”
    Adaptado de: <http://www.nytimes.com/2011/10/08/world/nobel-peace-prizejohnson-sirleaf-gbowee-karman.html?pagewanted=2&_r=1&hp>  Acessado em 7 de outubro de 2011. 
    Ms. Gbowee managed to
    Escolha uma alternativa para a questão eb1d24ce-b5
  • Linguagens

    Literatura

    Citando Alberto Camus, H. Dobal diz que “um processo cômodo de se conhecer uma cidade é procurar como se trabalha nela, como se ama, como se morre”. Partindo deste enunciado de Camus, assinale a afirmativa incorreta.
    Escolha uma alternativa para a questão eae3b7eb-b5
  • Linguagens

    Literatura

    Filho do Classicismo português, Luís Vaz de Camões sofreu influência de vários autores da Antiguidade. Quanto aos escritores que foram lidos e que terminaram por formar o gosto classicista do poeta lusitano, podemos incluir:

    1) Virgílio.

    2) Horácio.

    3) Padre Antônio Vieira.

    4) Petrarca.

    5) Carlos Magno.


    Estão corretas apenas:

    Escolha uma alternativa para a questão eabcec3e-b5
  • Linguagens

    Literatura

    Romance escrito em 1865, Iracema, de José de Alencar, aborda fatos e feitos da colonização portuguesa no Brasil. Sobre esta obra, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão eaae8041-b5
  • Linguagens

    Português

    Analise o trecho: “Como leitores, interagimos com o que lemos”. O segmento sublinhado poderia ser substituído por:
    Escolha uma alternativa para a questão ea9ab08f-b5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 2  
    A literatura nos ajuda a construir nossa identidade
    (1) Ainda que nasça e morra só, o indivíduo tem a sua existência marcada pela coletividade de que faz parte e que funciona segundo “leis” e “regras” preestabelecidas. Um dos primeiros desafios a serem enfrentados pelo ser humano é compreender que leis e regras são essas, decidir quais delas deve seguir e quais precisam ser questionadas de modo a permitir que sua jornada individual tenha identidade própria.
    (2) Nos textos literários, de certo modo, entramos em contato com a nossa história, o que nos dá a chance de compreender melhor nosso tempo, nossa trajetória. O interessante, porém, é que essa “história” coletiva é recriada por meio das histórias individuais, das inúmeras personagens presentes nos textos que lemos, ou pelos poemas que nos tocam de alguma maneira. Como leitores, interagimos com o que lemos. Somos tocados pelas experiências de leituras que, muitas vezes, evocam nossas vivências pessoais e nos ajudam a refletir sobre nossa identidade e também a construí-la.
    (3) Como toda manifestação artística, a literatura acompanha a trajetória humana e, por meio de palavras, constrói mundos familiares – em que pessoas semelhantes a nós vivem problemas idênticos – e mundos fantásticos, povoados por seres imaginários, cuja existência é garantida somente por meio das palavras que lhes dão vida. Também exprime, pela criação poética, reflexões e emoções que parecem ser tão nossas quanto de quem as registrou.
    (4) Por meio da convivência com poemas e histórias que traçam tantos e diversos destinos, a literatura acaba por nos oferecer possibilidades de resposta a indagações comuns a todos os seres humanos.
    (5) Além disso, em diferentes momentos da história humana, a literatura teve um papel fundamental: o de denunciar a realidade, sobretudo quando setores da sociedade tentam ocultá-la. Foi o que ocorreu, por exemplo, durante o período do regime militar no Brasil. Naquele momento, inúmeros escritores arriscaram a própria vida para denunciar, em suas obras, a violência que tornava a existência uma aventura arriscada. A leitura dessas obras, mesmo que vivamos em uma sociedade democrática e livre, nos ensina a valorizar nossos direitos individuais, nos ajuda a desenvolver uma melhor consciência política e social. Em resumo, a literatura permite também que olhemos para a nossa história e, conhecendo algumas de suas passagens, busquemos construir um futuro melhor.
    (Maria Luiza M. Abaurre; Marcela Pontara. Literatura Brasileira – tempos leitores e leituras. Ensino Médio. São Paulo: Moderna, 2005, pp., 10-11. Adaptado.)
    No fragmento: “Como toda manifestação artística, a literatura acompanha a trajetória humana”, a palavra sublinhada tem o mesmo sentido que na alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão ea89aa51-b5
  • Linguagens

    Português

    Alfabetização, língua escrita e norma culta
        (1) Vivemos numa sociedade tradicionalmente pouco letrada. Nesse sentido, bastaria lembrar que temos ainda por volta de 15% de analfabetos na população adulta e que, entre os alfabetizados, calcula-se que apenas 25% podem ser considerados alfabetizados funcionais, isto é, só esta pequena parcela é capaz de ler e compreender textos medianamente complexos. Como consequência e apesar da expansão da alfabetização no último século, é ainda apenas uma minoria que efetivamente domina a expressão escrita.
        (2) Não há dúvida de que, se queremos alcançar níveis avançados de desenvolvimento, temos de romper essa limitação decorrente de nossa história econômica, social e cultural – que, por séculos, mantém concentrados a riqueza material e o acesso aos bens da cultura escrita nas mãos de poucos.
        (3) Para isso, é indispensável diagnosticar as muitas causas dessa situação e, em consequência, encontrar formas de enfrentá-la adequada e eficazmente. Andaremos, porém, mal se nem sequer conseguirmos distinguir, com um mínimo de precisão, norma culta de expressão escrita.
        (4) O uso inflacionado da expressão norma culta pode ter facilitado a vida e o discurso de algumas pessoas, mas pouco ou nada tem contribuído para fazermos avançar nossa cultura linguística. Continuamos uma sociedade perdida em confusão em matéria de língua: temos dificuldades para reconhecer nossa cara linguística, para delimitar nossa(s) norma(s) culta(s) efetiva(s) e, por consequência, para dar referências consistentes e seguras aos falantes em geral e ao ensino de português em particular.
        (5) Parece, então, evidente que é preciso começar a desatar estes nós, buscando desenvolver uma gestão mais adequada das nossas questões linguísticas por meio, inclusive, de um debate público franco e desapaixonado.
        (6) Essas questões linguísticas não são, claro, de pequena monta. Há toda uma história a ser revista, há todo um imaginário a ser questionado, há toda uma gama de valores e discursos a ser criticada, há todo o desafio de construir uma cultura linguística positiva que faça frente à danosa cultura do erro, que ainda embaraça nossos caminhos. (...)
        (7) Entendemos que o debate ganhará substância se começarmos por dar precisão à expressão norma culta. Continuar a confundi-la com gramática em qualquer um de seus dois sentidos (conceitos ou preceitos), com norma-padrão ou com expressão escrita apenas continuará escamoteando os problemas que estão aí a nos desafiar, quer na compreensão da nossa realidade linguística, quer na proposição de caminhos para o ensino do português.
    (Carlos Alberto Faraco. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 29-31. Adaptado). 
    No texto, quando o autor diz que: “temos dificuldades para reconhecer nossa cara linguística”, pretende dizer que:
    Escolha uma alternativa para a questão ea72f0cc-b5
  • Linguagens

    Português

    Alfabetização, língua escrita e norma culta
        (1) Vivemos numa sociedade tradicionalmente pouco letrada. Nesse sentido, bastaria lembrar que temos ainda por volta de 15% de analfabetos na população adulta e que, entre os alfabetizados, calcula-se que apenas 25% podem ser considerados alfabetizados funcionais, isto é, só esta pequena parcela é capaz de ler e compreender textos medianamente complexos. Como consequência e apesar da expansão da alfabetização no último século, é ainda apenas uma minoria que efetivamente domina a expressão escrita.
        (2) Não há dúvida de que, se queremos alcançar níveis avançados de desenvolvimento, temos de romper essa limitação decorrente de nossa história econômica, social e cultural – que, por séculos, mantém concentrados a riqueza material e o acesso aos bens da cultura escrita nas mãos de poucos.
        (3) Para isso, é indispensável diagnosticar as muitas causas dessa situação e, em consequência, encontrar formas de enfrentá-la adequada e eficazmente. Andaremos, porém, mal se nem sequer conseguirmos distinguir, com um mínimo de precisão, norma culta de expressão escrita.
        (4) O uso inflacionado da expressão norma culta pode ter facilitado a vida e o discurso de algumas pessoas, mas pouco ou nada tem contribuído para fazermos avançar nossa cultura linguística. Continuamos uma sociedade perdida em confusão em matéria de língua: temos dificuldades para reconhecer nossa cara linguística, para delimitar nossa(s) norma(s) culta(s) efetiva(s) e, por consequência, para dar referências consistentes e seguras aos falantes em geral e ao ensino de português em particular.
        (5) Parece, então, evidente que é preciso começar a desatar estes nós, buscando desenvolver uma gestão mais adequada das nossas questões linguísticas por meio, inclusive, de um debate público franco e desapaixonado.
        (6) Essas questões linguísticas não são, claro, de pequena monta. Há toda uma história a ser revista, há todo um imaginário a ser questionado, há toda uma gama de valores e discursos a ser criticada, há todo o desafio de construir uma cultura linguística positiva que faça frente à danosa cultura do erro, que ainda embaraça nossos caminhos. (...)
        (7) Entendemos que o debate ganhará substância se começarmos por dar precisão à expressão norma culta. Continuar a confundi-la com gramática em qualquer um de seus dois sentidos (conceitos ou preceitos), com norma-padrão ou com expressão escrita apenas continuará escamoteando os problemas que estão aí a nos desafiar, quer na compreensão da nossa realidade linguística, quer na proposição de caminhos para o ensino do português.
    (Carlos Alberto Faraco. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 29-31. Adaptado). 
    O segmento “Essas questões linguísticas”, que aparece no início do 6º. parágrafo tem a função de:
    Escolha uma alternativa para a questão ea6e8b52-b5
  • Linguagens

    Português

    Alfabetização, língua escrita e norma culta
        (1) Vivemos numa sociedade tradicionalmente pouco letrada. Nesse sentido, bastaria lembrar que temos ainda por volta de 15% de analfabetos na população adulta e que, entre os alfabetizados, calcula-se que apenas 25% podem ser considerados alfabetizados funcionais, isto é, só esta pequena parcela é capaz de ler e compreender textos medianamente complexos. Como consequência e apesar da expansão da alfabetização no último século, é ainda apenas uma minoria que efetivamente domina a expressão escrita.
        (2) Não há dúvida de que, se queremos alcançar níveis avançados de desenvolvimento, temos de romper essa limitação decorrente de nossa história econômica, social e cultural – que, por séculos, mantém concentrados a riqueza material e o acesso aos bens da cultura escrita nas mãos de poucos.
        (3) Para isso, é indispensável diagnosticar as muitas causas dessa situação e, em consequência, encontrar formas de enfrentá-la adequada e eficazmente. Andaremos, porém, mal se nem sequer conseguirmos distinguir, com um mínimo de precisão, norma culta de expressão escrita.
        (4) O uso inflacionado da expressão norma culta pode ter facilitado a vida e o discurso de algumas pessoas, mas pouco ou nada tem contribuído para fazermos avançar nossa cultura linguística. Continuamos uma sociedade perdida em confusão em matéria de língua: temos dificuldades para reconhecer nossa cara linguística, para delimitar nossa(s) norma(s) culta(s) efetiva(s) e, por consequência, para dar referências consistentes e seguras aos falantes em geral e ao ensino de português em particular.
        (5) Parece, então, evidente que é preciso começar a desatar estes nós, buscando desenvolver uma gestão mais adequada das nossas questões linguísticas por meio, inclusive, de um debate público franco e desapaixonado.
        (6) Essas questões linguísticas não são, claro, de pequena monta. Há toda uma história a ser revista, há todo um imaginário a ser questionado, há toda uma gama de valores e discursos a ser criticada, há todo o desafio de construir uma cultura linguística positiva que faça frente à danosa cultura do erro, que ainda embaraça nossos caminhos. (...)
        (7) Entendemos que o debate ganhará substância se começarmos por dar precisão à expressão norma culta. Continuar a confundi-la com gramática em qualquer um de seus dois sentidos (conceitos ou preceitos), com norma-padrão ou com expressão escrita apenas continuará escamoteando os problemas que estão aí a nos desafiar, quer na compreensão da nossa realidade linguística, quer na proposição de caminhos para o ensino do português.
    (Carlos Alberto Faraco. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 29-31. Adaptado). 
    Releia o trecho: “Não há dúvida de que, se queremos alcançar níveis avançados de desenvolvimento, temos de romper essa limitação decorrente de nossa história econômica, social e cultural – que, por séculos, mantém concentrados a riqueza material e o acesso aos bens da cultura escrita nas mãos de poucos.” No segmento em destaque, o autor:
    Escolha uma alternativa para a questão ea64e555-b5
  • Ciências Humanas

    História

    Apesar de alguns grupos sociais vivenciarem momentos bem difíceis durante o período pós-1964, o tricampeonato mundial do futebol, em 1970, foi bastante festejado. Esse evento ocorreu durante a presidência do general:
    Escolha uma alternativa para a questão 727ab4f5-b4
  • Ciências Humanas

    História

    Em várias obras historiográficas, D. Pedro II é representado como tendo sido um mecenas, protetor das artes e da cultura, e, o seu longo reinado, como um período de paz social. A propósito, analise as seguintes proposições.

    1) O imperador estimulava a produção de obras artísticas e literárias que possibilitassem ao povo brasileiro identificar-se como Nação.
    2) O imperador rejeitava qualquer manifestação artística ou cultural que seguisse padrões europeus.
    3) O imperador chegou a presenciar a consolidação da economia cafeeira e incentivou o desenvolvimento urbano.
    4) O imperador, excetuando-se a Guerra do Paraguai, não enfrentou conflitos ou rebeliões locais.
    5) O imperador envolveu-se em questões diplomáticas com a Inglaterra, com a Igreja e com os Militares .

    Estão corretas apenas:
    Escolha uma alternativa para a questão 72628cb9-b4
  • Ciências Humanas

    História

    Durante o governo Regencial, foi criada no Brasil a Guarda Nacional (1831), que teve entre seus objetivos:
    Escolha uma alternativa para a questão 72592c73-b4
  • Ciências Humanas

    Geografia

    O capitalismo se propagou em busca de mercados e de novas técnicas de produção. No entanto, o progresso desejado não atingia a todos e provocava desigualdades. Uma crítica radical ao capitalismo se expressou na obra de Marx, que:
    Escolha uma alternativa para a questão 72306abf-b4
  • Ciências Humanas

    Geografia

    A fotografia abaixo mostra um fenômeno que acarreta sérios danos ambientais, sobretudo às atividades agrícolas. Assinale-o.

    Imagem da questão de Geografia, UESPI 2011, Geografia Física
    Escolha uma alternativa para a questão 720eda70-b4
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Um grupo de estudantes, realizando um trabalho de campo para estudos ambientais, se defrontou com a situação atmosférica, desenhada esquematicamente a seguir.

    Imagem da questão de Geografia, UESPI 2011, Clima

    O que estava acontecendo naquele momento?
    Escolha uma alternativa para a questão 720b4d53-b4
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Muitos geógrafos e economistas consideram que a modernização da agricultura brasileira se fez sem que a estrutura da propriedade rural fosse alterada, e isso, na opinião deles, teve “efeitos perversos”.

    Que exemplos desses “efeitos perversos” podem ser mencionados?
    1) A propriedade rural tornou-se mais concentrada.
    2) As disparidades de renda aumentaram bastante.
    3) O êxodo rural acentuou-se.
    4) O aumento da taxa de exploração da força de trabalho nas atividades agrícolas.
    5) A diminuição da modernização conservadora no campo.

    Estão corretos:
    Escolha uma alternativa para a questão 7200c479-b4
  • Ciências Humanas

    Geografia

    A afirmação abaixo poderia ser concluída pelo segmento presente na alternativa:

    “Embora os fatores climáticos e topográficos tenham evidentemente auxiliados a difusão da cultura da soja no Cerrado brasileiro, as ações políticas estatais e privadas...”
    Escolha uma alternativa para a questão 71f50481-b4
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Observe com atenção o mapa esquemático a seguir.

    Imagem da questão de Geografia, UESPI 2011, Geografia Física

    O que as áreas escuras estão delimitando?
    Escolha uma alternativa para a questão 71ee4512-b4