Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2011
- IF-TM
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 498DBA8A-B4
TEXTO I

Disponível em: < http://plantiodavida.blogspot.com/2010/12/paradigma-planetario.html> Acesso em: 1 out. 2011.
Instituição
202 questões de Instituto Federal de Educação, Ciências e Tecnologia - Triângulo Mineiro (IF-TM), de 2010 a 2018. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.
TEXTO I

Disponível em: < http://plantiodavida.blogspot.com/2010/12/paradigma-planetario.html> Acesso em: 1 out. 2011.
TEXTO I
“A questão ambiental também vem assumindo novos contornos com o processo de globalização econômica. Constata-se um duplo movimento: por um lado, a dissolução das fronteiras políticas ao desenvolvimento do capitalismo (mercado global e desregulamentado) e, por outro, a emergência de “novas” fronteiras ecológicas e ambientais que não podem ser desconsideradas em longo prazo, por este modo de produção. Esta situação lança desafios à questão democrática, particularmente no caso brasileiro, país profundamente marcado por uma cultura política autoritária, que impediu a sedimentação de uma experiência democrática e o exercício da cidadania de forma plena.” (REIS, 2005)
Disponível em <http://www.contemporanea.uerj.br/pdf/ed_04/contemporanea_n04_15_HeloizaBeatriz.pdf>Acesoem: 1 out. 2011.
TEXTO II

Em relação aos textos, pode-se afirmar que:
Analisando a charge de Millôr e a linguagem subliminar, pode-se afirmar que:

Disponível em< http://www.uol.com.br/millor> Acesso em: 1 out. 2011.
En “...su oficina no es la misma de ayer…”, la palabra destacada es un ejemplo de heterosemántico. Los heterosemánticos son palabras que tienen grafía y pronuncia iguales o semejantes al portugués, pero que difieren de este idioma en relación a su significado. Así, señala la opción que presenta un heterosemántico.
Lee el fragmento siguiente: 

Trem-bala japonês tem conforto de avião e velocidade de carro de F1: O trem-bala funciona praticamente de forma automática. Quando o maquinista precisa falar algo, basta tocar na tela.
Roberto Kovalick e Katsumi Suzuki, Tóquio (Bom Dia Brasil – 23/07/2010).
Você já deve ter ouvido falar que o Brasil quer o trem-bala para ligar o Rio de Janeiro a São Paulo. Quem pega o trem no Japão, na França, na Inglaterra já sentiu a diferença. Não se ouve nada. É uma supermáquina. A aparência e a velocidade deram origem ao apelido.
A eficiência e a pontualidade fizeram com que se transformasse em um símbolo do Japão, o primeiro país a ter um trem-bala. Cinco décadas atrás, os japoneses tinham um desafio semelhante ao do Brasil: organizar uma Olimpíada, a de 1964, e melhorar o tráfego entre as duas principais cidades, Tóquio e Osaka, que ficam a 400 quilômetros uma da outra, mais ou menos a mesma distância entre Rio de Janeiro e São Paulo.
Hoje, o Shinkansen, como o trem-bala é chamado, liga todas as principais cidades do país, transportando 336 milhões de passageiros por ano, o triplo da população do Japão. E, quando atrasa, a média é de 18 segundos. Ou seja, ninguém percebe.
O chefe da engenharia mostra como o trem consegue ser rápido e ao mesmo tempo confortável. Ele é todo lacrado, como um avião, e as portas são fechadas sob pressão.
O desenvolvimento da aviação como um todo e a brecha deixada pelas grandes companhias impulsionam a retomada de rotas que haviam sido abandonadas.
Leonardo Fuhrmann
Nos últimos tempos, o aumento do número de passageiros e o crescimento da aviação esteve atrelado a uma redução na quantidade de destinos oferecidos. Apesar da aparente contradição, a situação tinha lá sua lógica: operando com aeronaves cada vez maiores, as grandes companhias conseguiam reduzir o custo por passageiro por quilômetro percorrido e, assim, passaram a atrair passageiros com menor poder aquisitivo, que não tinham condições de voar. As cidades pequenas e médias passaram a não ter demanda que justificasse a manutenção dos voos com estas aeronaves maiores e, dessa forma, as companhias deixaram de operar nessas regiões. Além disso, a infraestrutura dos aeroportos, que era suficiente para atender aos antigos aviões, não dava condição de operação para os de maior porte.
PRISONS AND MOBILE PHONES
Bricking the intruders
If mobile phones can’t be kept out of prisons, can they be made useless?
Oct 14th 2010 | RAIFORD, FLORIDA AND PARCHMAN, MISSISSIPPI
THE striking thing about mobile phones in American prisons is not that they exist—though they do, in great numbers—but the ingenuity used to get and keep them. There are the usual entry methods: from visitors, corrupt guards or in packages hurled over the fence. But phones often take more exotic paths. In South Carolina a potato gun was used to fire phones over prison walls from a distance of a third of a mile. In Mississippi a suspiciously heavy and bounceless basketball in the recreation yard was found to contain 19 phones and chargers. (…)
Available on http://www.economist.com/node/17257847?story_id=17257847, accessed on November 4, 2010
them, in bold type refers to:A questão se refere ao texto abaixo.
“A atividade que a televisão desempenha no contexto educacional é externa a ela [...] A televisão depende do entorno. Nesse sentido, a televisão está – ou pode estar mais relacionada, paradoxalmente, com a realidade. A atividade gerada na Internet está intrinsecamente unida ao meio. Tudo é feito dentro da Internet. Essa autosuficiência pode levar à endogamia, ao autismo e à ilusão de uma realidade tecnológica que possa substituir o entorno humano. A televisão tradicional tem uma dimensão mais humanóide, porque a relação com o mundo, na televisão, está estreitamente vinculada à imagem antropocêntrica [...] Por isso, a televisão tende a aprisionar o espectador em seu próprio mundo; a fazer com que ele não se interesse pelo que acontece com os outros. A Internet não pode desenvolver-se sem a participação dos usuários. Isso não obriga ninguém a ter interesse social pelo outro, mas a atividade de cada um depende, sim, da atividade do outro.”
VILCHES, L. A migração digital. São Paulo: Edições Loyola, 2003.
De acordo com o texto, pode-se afirmar que:Analise com atenção a charge de Angeli e as proposições seguintes:
www.sedur.ba.gov.br

I- Historicamente a degradação ambiental no Brasil foi se consolidando, principalmente ao longo da década de 70, época da ditadura militar, pois o próprio governo brasileiro abriu as portas do país para as indústrias de potencial poluidor, justificando querer acabar com a miséria, que seria a principal poluição.
II- A escravidão, o massacre dos povos indígenas e a devastação da biodiversidade são formas bárbaras de dominação que ocorreram no período colonial, e que não se manifestam no Brasil atual.
III- As estratégias de luta dos movimentos ambientalistas do século XXI propõem uma ruptura com as formas tradicionais de organização e com os canais de intermediação política. E buscam sua eficácia por meio de novas formas de organização e luta, longe dos sistemas institucionalizados e corporativistas do poder político.
IV- A legislação ambiental é rígida e efetiva e é um exagero do chargista retratar a sociedade urbana e industrial como a principal agente poluidora dos rios e do ar. Ela seria adequada para representar a época da primeira Revolução Industrial, mas não serviria para explicar a sociedade capitalista da atualidade.
Escolha a afirmativa correta:
