Pular para o conteúdo

Instituição

Questões: Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) — com gabarito

476 questões de Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), de 2010 a 2024. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 476 questões
  • 8 provas

Resultados: 149 questões

Página 4 de 8

  • Linguagens

    Português

    Texto I

    GÊNEROS TEXTUAIS

    Autobiografia: [...] narração retrospectiva em prosa que uma pessoa real faz da sua própria existência, uma vez que põe ênfase na sua vida individual, em particular a história da sua personalidade. Ou seja, relatos escritos pelo indivíduo com referência a si próprio (o que exclui as biografias), apresentados como diretamente referenciais (o que exclui os romances) e, por isso, relativos a uma vida inteira ou ao essencial de uma vida (o que exclui ao mesmo tempo as memórias da infância [...] e os diários íntimos).

    Biografia: [...] descrição material, sistemática e histórica dos livros; arrolamento alfabético das obras de um autor ou a seu respeito, de uma época, movimento, tendência, etc. Quando acompanhada de julgamento acerca do conteúdo das obras, recebe o nome de biografia crítica. E as listas em que se enumeram as classificações sistemáticas dos livros chamam-se biografias das biografias.

    Diário: [...] relato de acontecimentos ocorridos durante as vinte e quatro horas do dia. [...] Obedece ao calendário, ao presente fugaz de cada dia, o diário pode ser de vários tipos, conforme a ênfase recaia nos acontecimentos ou nas reflexões que suscitam. Desde os episódios políticos até a pura introspecção, passando pelo registro crítico dos cenários e das peripécias que as viagens propiciam [...].

    MOISÉS, Massaud. Dicionário de termos literários. 12. ed. rev.,ampl. e atual. São Paulo: Cultrix, pp. 14, 47, 57 e 123-124, 2013.


    Texto II

    [...] A escrita, ao fim e ao cabo, é uma tentativa de compreender as circunstâncias próprias e clarificar a confusão da existência, inquietudes que não atormentam as pessoas normais, só os inconformistas crônicos, muitos dos quais acabam convertidos em escritores depois de terem fracassado em outros ofícios. Esta teoria tirou-me um peso de cima: não sou um monstro, há outros como eu. [...] A raiz do meu problema foi sempre a mesma: incapacidade de aceitar o que a outros parece natural e uma tendência irresistível para emitir opiniões que ninguém deseja ouvir [...]. Mais tarde, durante os meus anos de jornalista, a curiosidade e o atrevimento tiveram algumas vantagens [...].

    ALLENDE, Isabel. Meu país inventado. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003.


    Com uma vida marcada pelo golpe militar orquestrado por Augusto Pinochet, o posterior exílio na Venezuela e sua mudança para os Estados Unidos, Isabel Allende nunca mais voltou a viver em seu país natal, o Chile, mesmo após o restabelecimento da democracia. Sobre seu livro Meu País Inventado, é correto afirmar que se trata de
    Escolha uma alternativa para a questão 7df8f368-04
  • Linguagens

    Português

    Leia um trecho de O arquivo, de Victor Giudice.


    No fim de um ano de trabalho, joão obteve uma redução de quinze por cento em seus vencimentos. joão era moço. Aquele era seu primeiro emprego.

    Não se mostrou orgulhoso, embora tenha sido um dos poucos contemplados. Afinal, esforçara-se. Não tivera uma só falta ou atraso. Limitou-se a sorrir, a agradecer ao chefe.
     
    No dia seguinte, mudou-se para um quarto mais distante do centro da cidade. Com o salário reduzido, podia pagar um aluguel menor.

    Passou a tomar duas conduções para chegar ao trabalho. No entanto, estava satisfeito. Acordava mais cedo, e isto parecia aumentar-lhe a disposição.

    Dois anos mais tarde, veio outra recompensa. [...]

    GIUDICE, Victor. O arquivo. Disponível em: http://victorgiudice.com/contos.html. Acesso em: 23 out. 2021 (fragmento).


    Com relação às características do gênero textual em análise, é correto afirmar que O arquivo apresenta
    Escolha uma alternativa para a questão 7df1a720-04
  • Linguagens

    Português

    Assinale a alternativa correta quanto à colocação pronominal em língua portuguesa.
    Escolha uma alternativa para a questão 7def2444-04
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UFGD 2022, Interpretação de Textos

    FREITAS, Digo. Disponível em: https://digofreitas.com. Acesso em: 02 nov. 2021.


    Com base na tirinha Mamu e Le Fan, de autoria de Digo Freitas, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 7dea3111-04
  • Linguagens

    Inglês

    INSTRUCTIONS: HOW TO INSTALL A WASHING MACHINE


    1. Hook Up the Drain Line. Depending upon your machine, you might have to hook up the drain connection to the back of the machine with a hose clamp. Sometimes, the drain connection is already installed. If yours is the latter, simply push the drain line into the drain line standpipe before plugging in the machine.

    2. Test the Machine. Lastly, begin a test load to ensure the washer is working properly. When you begin the test load, check the water lines at all four connections for signs of a leak. Allow the machine to go through the full process so you can watch for proper drainage as well. Watching the machine carefully this first time can save you from a flood or maybe even a small leak that you may not catch right away.

    3. Place the Machine. Using a dolly or a strong helper, carefully position the washing machine very close to the wall with the drain, hose outlets, and power outlet for beginning the process. 4. Plug in the Machine. Plug in the electric cord before you push the washer into the final position. Turn on the water lines.

    5. Connect the Water Hoses. Then, connect the washing machine hoses to the water outlets behind the washing machine. Note that the outlets on the machine are "hot" and "cold." Keep track of the hoses so you can remember to hook them into the appropriate hot and cold valves.

    STICKLEY, Aaron. How to install a washing machine. The Spruce: make your best home. Published in August, 30th, 2021. Available in: https://www.thespruce. com/installing-a-washing-machine-2718668. Acess in: 01 nov. 2021 (adapted).


    Manuais de instrução trazem, em passos, etapas para instalação de máquinas. O texto dado explica como instalar uma máquina de lavar roupas. Entretanto, no texto, as etapas para esse procedimento estão desorganizadas. De acordo com o contexto, organize a sequência das etapas apresentadas em 1, 2, 3, 4 e 5. Sendo assim, a ordem correta para as instruções em sequência lógica e coerente do texto é a relativa aos 
    Escolha uma alternativa para a questão 7de56056-04
  • Linguagens

    Inglês

    WHAT IS GAME-BASED LEARNING?


    Games have been used as a learning tool for centuries. Chess was used to teach strategic (1) as far back as the Middle Ages, and the game of Kreigsspiel was invented in 1812 specifically to teach Prussian officers strategy. Beyond military strategy, the genesis of Kindergarten in the mid-1800s was Friedrich Fröbel’s ideas of learning through play.

    The core concept behind game-based learning is teaching through repetition, failure and the accomplishment of goals. Video games are built on this principle. The player starts off slow and gains in skill until they’re able to skillfully navigate the most (2) levels. Games that are planned and designed well will offer enough difficulty to keep it (3) while still being easy enough for the player to win.

    Game-based learning takes this same concept and applies it to teaching a curriculum. Students work toward a goal, choosing actions and experiencing the consequences of those actions. They (4) learn and practice the right way to do things. The result is active learning instead of passive learning.

    Flight simulators are a perfect example of the (5) of game-based learning. Pilots commonly use flight simulators during their training. They’re given very specific goals and practice until they can accomplish them. The result is much more effective than sitting through lectures and theory.

    CAHILL, Gavin. Why Game-Based Learning? The learning counsel: research and context on the digital education experience. Available in: https:// thelearningcounsel.com/article/why-game-based-learning. Access in: 29 oct. 2021 (adapted).


    Cinco termos foram retirados desse excerto. Assinale a alternativa que apresenta as palavras que completam, correta e respectivamente, as lacunas numeradas nele. 
    Escolha uma alternativa para a questão 7ddd618e-04
  • Linguagens

    Literatura

    Considere o excerto de Poemas aos homens do nosso tempo, de Hilda Hilst.

    […]
    III

    HOMENAGEM A NATALIA GORBANIEVSKAYA

    Sobre o vosso jazigo
    - Homem político -
    Nem compaixão, nem flores.
    Apenas o escuro grito
    Dos homens.

    Sobre os vossos filhos
    - Homem político -
    A desventura Do vosso nome.

    E enquanto estiverdes
    À frente da Pátria
    Sobre nós, a mordaça.
    E sobre as vossas vidas
    - Homem político -
    Inexoravelmente, nossa morte.
    […]

    Júbilo Memória Noviciado da Paixão (1974) - Poemas aos Homens do nosso Tempo. Poesia: 1959 – 1979 - São Paulo: Quíron; [Brasília]: INL, 1980.

    Sobre o excerto apresentado, assinale a alternativa correta. 
    Escolha uma alternativa para a questão bcf9bc00-04
  • Linguagens

    Português

    Leia o excerto a seguir, de A metamorfose, de Franz Kafka.


    – Queridos pais – disse a irmã e como introdução bateu com a mão na mesa –, assim não pode continuar. Se vocês acaso não compreendem, eu compreendo. Não quero pronunciar o nome do meu irmão diante desse monstro e por isso digo apenas o seguinte: precisamos tentar nos livrar dele. Procuramos fazer o que é humanamente possível para tratálo e suportá-lo e acredito que ninguém pode nos fazer a menor censura.

    – Ela tem mil vezes razão – disse o pai consigo mesmo. A mãe, que ainda não podia respirar direito, começou a tossir, em som surdo, com a mão espalmada, com uma expressão alucinada nos olhos.

    A irmã correu até a mãe e segurou-lhe a testa. O pai, que através da irmã parecia ter chegado a pensamentos mais definidos, havia se sentado em posição ereta e ficou brincando com o quepe de funcionário entre os pratos do jantar dos inquilinos que ainda jaziam sobre a mesa; de vez em quando olhava para Gregor, que estava quieto. – Precisamos nos livrar disso – disse então a irmã exclusivamente ao pai.

    KAFKA, Franz. A metamorfose. Tradução Modesto Carone. São Paulo: Companhia das Letras, 2004, pp. 74-75.


    Com base no excerto, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão bcf06893-04
  • Linguagens

    Português

    [...] é pertinente abranger outras categorias eminentemente textuais, como, por exemplo a anáfora e a catáfora [...]. Na sequência de um texto, podemos reativar uma referência anteriormente ativada: ‘um rei’ – ‘o rei’. Essa operação se caracteriza por uma ‘anáfora’, ou seja, constitui uma retomada de uma referência feita anteriormente.

    [...] As catáforas, menos comuns em nossos textos do dia a dia, ocorrem quando esse movimento de ativação e de reativação aparece invertido: primeiro vem a referência que seria de retomada e, depois, a que seria a referência base; por exemplo: ‘Ele – o rei’ ”.

    ANTUNES, Irandé. Textualidade: noções básicas e implicações pedagógicas. São Paulo: Parábola, 2017, p. 100-101, grifos da autora.

    Quanto à coesão textual, analise a ocorrência, nos dois enunciados a seguir, de presença ou ausência das categorias anáfora e catáfora.

    I. Ah, pobre Tom, meu menino mais cabeça-dura, não estou sendo dura com você. Eu não faria isso.

    II. Já sei, vamos fazer assim. Ninguém conta nada pra eles […].

    Diálogos retirados de: TWAIN, Mark. As aventuras de Tom Sawyer. Trad. Karla Lima. Jandira-SP: Ciranda Cultural, 2019.

    Sobre os enunciados em análise, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão bce3b3c4-04
  • Linguagens

    Português

    TEMPO

    Antônio Prata

    O bem mais valioso de nossa época não é o diamante nem o petróleo, a fórmula da Coca-Cola ou o sorriso da Natalie Portman: é o tempo. Obedecendo à lei da oferta e da procura, quanto mais escasso ele fica, mais caro nos é. A seca temporal é geral e irrestrita, tão democrática quanto a calvície, a saudade e a morte: eu não tenho tempo, você não tem tempo, o Eike Batista não tem tempo, o cara que está vendendo bala no farol, em agônica marcha atlética para recolher os saquinhos dos retrovisores, antes que abra o sinal, também não tem.

    Como vocês devem saber, o principal sintoma desta doença crônica – sem trocadilho – é a ansiedade. Toda manhã, flagro-me aflito, escovando os dentes, com pressa. Vejo-me batendo os pés no hall, enquanto o elevador não chega. Até o segundo que o cursor do celular leva para piscar, num SMS, permitindo-me digitar outra letra da mesma tecla, deixa-me exasperado.

    Antigamente, não era assim. Na minha infância, os dias tinham trinta horas, alguns chegando mesmo a quarenta, se bem me lembro. Não, não é que eu faça hoje mais coisas do que antes. Já pensei nisso, mas veja só quantas obrigações eu tinha no passado: cinco horas na escola, lição de casa, inglês, bateria, natação, jantar com os pais, toda noite, sem contar os séculos ao vivo ou ao telefone tentando convencer alguma menina a beijar-me na boca... E, mesmo assim, ainda sobravam infinitos latifúndios improdutivos, impossíveis de se ocupar, por mais que assistisse televisão, tirasse cochilos vespertinos, lesse livros, fosse às casas dos amigos jogar videogame, falar mal dos outros ou simplesmente juntar nossos tédios, olhar as paredes e escutar o tic-tac dos relógios.

    Das duas, uma: ou as horas eram mais abundantes do que hoje, ou, então, tinham uma incrível capacidade regenerativa, que perderam: a cada duas ou três horas mortas, uma nova hora nascia, fresquinha, como as células de uma pele jovem.

    Acho que foi lá pelo ano dois mil que o dia começou a encolher, chegando a essas míseras vinte quatro horas – com sensação térmica de dezesseis. Talvez tenha sido esse o verdadeiro bug do milênio: na virada de noventa e nove para o zero zero, todos os ponteiros, vendo-se livres do velho milênio e admirando o vazio que se abria adiante, como um retão num circuito de fórmula um, resolveram meter os pés no acelerador, de modo que acabamos assim, espremidos entre prazeres e obrigações, aflitos, escovando os dentes com pressa, andando em círculos, no hall do elevador.

    Há quem diga que a culpa é da melhora das comunicações e, consequentemente, do envio de dados. Com a informação viajando tão rápido, desaprendemos a arte da espera. Antigamente, aguardar era normal. Estávamos sempre esperando alguma coisa chegar. Uma carta, pelo correio. Um disco, do exterior. Uma foto, um texto ou um documento, via portador. Esses hiatos eram tidos como normais, uma brecha saudável, pausa para o cigarro ou o café, a prosa, a leitura de uma revista, o devaneio, a conversa na janela, a morte da bezerra. Hoje, não. Tá tudo aqui, e, se não está, nos afligimos. Queremos o pássaro na mão e os dois voando. Por que é que ainda não trouxeram esses dois que tão no céu, diabo?! Já não era melhor ter pego logo os três, de uma vez, otimizando custos e esforços?

    Enquanto não descobrimos a cura para este mal, a única saída é aprender a lidar com ele. Há que cercar com muros altos certas horas do relógio, para que nada as possa roubar de nós. Fazer diques de pedra em torno da hora de ficar com nosso amor, da hora de trabalhar no projeto pessoal, da hora do esporte, de ler um livro, encontrar um amigo. Mesmo assim, vira e mexe, vêm as obrigações, como um tsunami, ou os eventos sociais, como meteoros, e derrubam as barragens. Não há nada a fazer, senão reconstruir os muros, ainda mais fortes do que antes.

    Você sente a mesma coisa, ou sou só eu? Talvez seja só eu. Quem sabe, numa manhã de terça-feira, lá por 1998, eu tenha perdido a hora, para nunca mais encontrá-la? Ficarei assim, trinta minutos atrás do resto do mundo, tentando alcançá-lo, ininterruptamente, como quem corre atrás de um trem, até o fim dos tempos. Será que foi isso?

    Disponível em: https://www.pavablog.com/2011/08/20/tempo. Acesso em: 11 jul. 2020.

    A partir da leitura da crônica Tempo, de Antônio Prata, assinale a alternativa que apresenta características observáveis nesse texto.
    Escolha uma alternativa para a questão bce17666-04
  • Linguagens

    Português

    Leia os excertos a seguir.

    Mais uma conquista de Eva... o futebol. Há cerca de uns três meses um grupo de moças dos mais conceituados clubes esportivos dos subúrbios da nossa Capital (Rio de Janeiro) iniciou a prática do futebol feminino entre nós. Organizaram quadros e, de acordo com as regras oficiais do “Foot-ball Association”, tem as nossas patrícias disputado várias partidas entre vários clubes. [...] E as partidas repetiram-se animadas e concorridas, violentas e movimentadas, com todas as características do jogo masculino, sem mesmo lhes faltar esse complemento que parece imprescindível no famoso esporte bretão – as agressões e os socos […]. A propósito desse sensacional acontecimento esportivo, inúmeras têm sido as consultas a nós endereçadas sobre esse tema: Pode a mulher praticar o futebol?.

    LOYOLA, H. Pode a mulher praticar o futebol. Revista Educação Physica, Rio de Janeiro, v.46, p. 41-5, 1940.

    Mesmo não sendo homogêneos os discursos direcionados para a interdição das mulheres em algumas modalidades esportivas, vale lembrar que os documentos oficiais que operam nesse sentido expressam as representações normatizadas de feminilidade […]. Não raras vezes as jogadoras de futebol são questionadas acerca de sua sexualidade, parecendo ser “natural” essa inspeção […]. Transgressoras ou não, as mulheres há muito estão presentes no futebol. Vão aos estádios, assistem campeonatos, acompanham o noticiário, treinam, fazem comentários, divulgam notícias, arbitram jogos, são técnicas, compõem equipes dirigentes […], enfim, participam do universo futebolístico e isso não há como negar. Certamente algumas destas mulheres transgridem ao que convencionalmente se designou como sendo próprio de seu corpo e de seu comportamento, questionam a hegemonia esportiva masculina historicamente construída e culturalmente assimilada e enfrentam os preconceitos e também as estratégias de poder que estão subjacentes a eles. [...] No entanto, ainda é precária a estruturação da modalidade no país, pois são escassos os campeonatos, as contratações das atletas são efêmeras e, praticamente, inexistem políticas privadas e públicas direcionadas para o incentivo às mulheres que desejam fazer sua carreira dentro desse esporte o que me leva a afirmar, que, na “Pátria das Chuteiras”, as mulheres não têm vez. Estão nas zonas de sombra ainda que há muito protagonizem histórias que construíram e estruturaram o futebol desse país.

    GOELLNER, Silvana Vilodre. Na “Pátria das chuteiras” as mulheres não tem vez. In: SEMINÁRIO INTERNACIONAL FAZENDO GÊNERO 7. Florianópolis, UFSC, 2006, p. 1-4.

    Os excertos referenciam uma das manifestações da cultura corporal que possui ampla visibilidade no imaginário do povo brasileiro: o futebol. No entanto, principalmente na mídia esportiva, a modalidade não é igualmente valorizada – ainda hoje – se considerarmos a sua prática por mulheres. Ao destacar o futebol como uma conquista das mulheres, Loyola (1940) enfatiza o questionamento que fez parte da história da categoria feminina do esporte: “Pode a mulher praticar futebol?”. Alguns estudiosos do campo da Educação Física, a exemplo de Silvana Vilodre Goellner (2006), demonstram o caminho percorrido historicamente pelas mulheres para a sua inserção nessa modalidade esportiva, repleta de argumentos que justificaram e ainda justificam a falta de incentivo e visibilidade das atletas no esporte. Sendo assim, quanto aos argumentos recrutados durante décadas para explicar a pouca visibilidade conferida às mulheres no futebol brasileiro, assinale a afirmativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão bcdcaadd-04
  • Linguagens

    Português

    Produzido em 1827, O Jantar, de Jean-Baptiste Debret, é conhecido e muito difundido nos livros de História por abordar as relações cotidianas no Brasil à época do pintor.

    Imagem da questão de Português, UFGD 2021, Interpretação de Textos
    Disponível em: https://idd.org.br/acervo/obra-o-jantar. Acesso em: 10 ago.2020.

    Com base nessa obra, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão bcda500a-04
  • Linguagens

    Inglês

    3 OF THE BEST ETHICAL ALTERNATIVES TO FOSSIL FUELS

    By Sipur Joseph

    In recent years, ethical issues regarding our energy use and systems have (1)___ been at the forefront of the global conscious. Growing awareness of climate change has led us to question how we’re producing and using energy, and how sustainable these practices are.

    These ethical (2)___ are more important now than ever. The IPCC has predicted that global temperatures will rise by up to 10 degrees over the next century, and this is largely due to emissions from energy production. In fact, 90% of all carbon emissions caused by human activity come from fossil fuels.

    (3)___, this shows no signs of reducing, with the International Energy Agency predicting that Chinese emissions will double by 2035.

    To keep global temperature increases within manageable levels, we need to leave 80% of our current fossil fuel reserves underground. As such, the need for ethical alternatives to fossil fuels is greater now than ever. Here are 3 of the most promising alternative fuel sources that could (4)___ us to turn things around: solar power, wave energy and wind energy.

    JOSEPH, Sipur. 3 of the Best Ethical Alternatives to Fossil Fuels. Energy Central Pulse. The Energy Collective Group. Published in: 01 August 2019. Available in: https://energycentral.com/c/ee/3-best-ethical-alternatives-fossil- fuels Access in: July, 20 2020 (Adapted).

    Quatro termos foram omitidos no texto. Escolha a alternativa que apresenta as palavras que completam, correta e respectivamente, as lacunas no texto. 
    Escolha uma alternativa para a questão bcd33420-04
  • Linguagens

    Inglês

    WHY IT’S IMPORTANT THAT WE STUDY HISTORY

    When most of us think back to our childhood school days, we can also remember at least a handful of kids who thought history class was a drag. To (1) them, history just seemed like a jumble of names and dates attached to events long over with and people long dead. What was the point of learning (2) it at all?

    They didn’t know then that history was one of the most important subjects they’d ever study. Here we’ll take a closer look at why history is important and explore why everyone should make it a point to study it in depth.

    History helps us understand ourselves.

    To understand who you are, you need to develop a sense of self. A large part of that is learning where you fit into the story of your country or the global community in the grand scheme of things. History tells you the story of how your nation, city, or community came to be everything that it is. It tells you where your ancestors came from and tells you who (3) they were. Most importantly of all, it gives you the ability to spot (and appreciate) the legacies you may have inherited from (4) them.

    Arcadia Publishing. Why it's important that we study History. Available in:https://www.arcadiapublishing.com/Navigation/Community/Arcadia-andTHP-Blog/June-2016/Why-It%E2%80%99s-Important-That-We-Study-History. Access in: July, 22 2020 (Adapted).

    Escolha a alternativa cujas expressões se referem, correta e respectivamente, às quatro palavras destacadas e numeradas no texto.
    Escolha uma alternativa para a questão bcd08e41-04
  • Linguagens

    Inglês

    Read the editorial cartoon below. Then answer the following question


    Imagem da questão de Inglês, UFGD 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Escolha uma alternativa para a questão 45a57e82-dd
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto a seguir.


    Pornography is now only an internet search away, and is becoming ever more immersive. How is it changing people’s behaviour, relationships and desires?

    By Jessica Brown


    Few things are truly universal. But while people across the world speak different languages, eat different foods and even feel different emotions, millions across the world watch porn. Despite being so widely consumed, porn is maligned as the source of society’s ills. It’s even been labelled a public health hazard by politicians in Utah. Porn has transformed over the past few decades, due to the availability of the internet and faster web connections. It is also becoming more immersive than ever before. Take virtual reality. Earlier this year, researchers from Newcastle University in the UK pointed out that VR changes the experience of porn from detached observer to protagonist. They warned that this has the potential to blur the line between reality and fantasy, perhaps damaging relationships and encouraging harmful behaviour. […] So what does the more recent research say? One review of more than 80 studies in 2009 concluded that evidence of a causal link between porn use and violence is slim, and any findings proving a connection are often exaggerated by the media and politicians. “It is time to discard the hypothesis that pornography contributes to increased sexual assault behaviour”, wrote the authors.

    Available in: http://www.bbc.com/future/story/20170926-is-porn-harmful-theevidence-the-myths-and-the-unknowns. Accessed: Sep. 25, 2017.


    According to the text, which is the correct option.

    Escolha uma alternativa para a questão 45a23cef-dd
  • Linguagens

    Português

    As relações sociais contemporâneas sofrem grande influência das tecnologias inseridas na sociedade. A utilização generalizada de novas tecnologias de informação, nos mais diversos setores sociais, faz com que os indivíduos de diferentes níveis socioeconômicos e culturais convivam com um grande número de produtos modernos à sua disposição. As Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) podem provocar diversidades e mudanças na sociedade, gerando diferentes impactos e exigindo novas posturas por parte dos indivíduos diante desse novo cenário que se vivencia. Com base nisso, pode-se destacar como sendo efeitos sociais positivos das TICs as seguintes características:
    Escolha uma alternativa para a questão 459b846a-dd
  • Linguagens

    Português

    A personagem Rê Bordosa, retratada na tirinha a seguir de autoria do cartunista Arnaldo Angeli Filho, faz parte de uma série que circulou inicialmente no jornal Folha de São Paulo e depois nas edições da revista Chiclete com Banana entre 1984 e 1987.


    Imagem da questão de Português, UFGD 2017, Interpretação de Textos


    Sobre a personagem, tema do curta-metragem de animação Dossiê Rê Bordosa, produzido em 2008, com direção de Sérgio Cabral, assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão 4580d55a-dd
  • Linguagens

    Português

    Grafite e pichação são formas de arte?


    [...] O problema do reconhecimento da arte reapareceu como um tema de interesse social nessas primeiras semanas de 2017, pela ação da prefeitura de São Paulo, que substituiu os grafites de algumas das principais avenidas da cidade pela pintura uniforme dos muros com uma tinta cinza, insossa e burocrática. Como a muitos que admiravam os grafites que a prefeitura apagou, a ação do governo Doria me pareceu equivocada. Ao julgá-la de um ponto de vista puramente estético, ou melhor, a partir do que o gosto e a experiência visual me dizem, é evidente que a “limpeza” dos muros onde havia grafites resultou em um empobrecimento da paisagem urbana paulistana.

    A mesma coisa não poderia ser dita, porém, sobre a retirada de pichações, contra as quais João Doria mantém um discurso mais incisivo. Sem um critério estético para ser aplicado, já que os próprios pichadores o dispensam, a avaliação da pichação tem uma natureza distinta da que fazemos do grafite. Por mais que os dois fenômenos se cruzem em intrincadas relações entre os seus criadores, o Estado e terceiros (os proprietários de muros privados, por exemplo), podemos distingui-los em função dos seus valores estéticos e da maneira como se apresentam aos receptores.

    Um bom ponto de partida é a observação de que nós gostamos, ou não, dos grafites. Das pichações, porém, nós não podemos “gostar” nem “não gostar”, basicamente porque elas não se propõem a ser um objeto do gosto. Essa distinção em relação à experiência suscitada pelo grafite e pelas pichações poderia balizar uma teoria estética da chamada street art, se a tendência dos filósofos profissionais da área não fosse desconsiderá-la. O segundo passo a ser observado tem justamente a ver com isso. Se não podemos “gostar” das pichações, por que elas encontram defensores inclusive entre pessoas que admitem as diferenças sensíveis que a separam do grafite?

    A resposta a essa pergunta sugere o espírito ultrapolitizado de uma parcela muito grande da arte contemporânea. Quando alguém aprova uma pichação, o que geralmente ocorre não é a emissão de um juízo de gosto, mas sim a declaração de um apoio ideológico. Esse apoio costuma ser vago e não ter fundamento empírico. É como se aprovar a pichação significasse “estar do lado” dos oprimidos, do povo ou dos marginalizados. O que nunca se coloca em questão, porém, é se tais entidades abstratas e totalizantes (os oprimidos, o povo, os marginalizados…) realmente se reconhecem e se veem expressadas na ação dos pichadores. Será mesmo que a pichação é um fenômeno que representa grupos sociais em desvantagem na sociedade? Será que os pichadores representam algum grupo social além deles mesmos?

    Trecho extraído de Oliveira, R. C. “Grafite e pichação são formas de arte?” In: O Estado de São Paulo. 3 de fevereiro de 2017.


    Assinale a alternativa que apresenta apenas ideias contidas no excerto apresentado.

    Escolha uma alternativa para a questão 457d43e2-dd
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir.


    [...] Metáforas pontuais e redes metafóricas – A metáfora, stricto sensu, é uma figura de expressão verbal, “a forma mais condensada” da imagem literária, uma comparação da qual só restaria o comparante. A compreensão da metáfora baseia-se na analogia de sentido que existe entre o termo atualizado e o termo ausente que substituiu. No cinema, são as imagens que desfilam e não as palavras. O efeito metafórico pode ser gerado da sucessão de imagens que produzem um sentido que “ultrapassa” o sentido literal. É a associação, mais ou menos estreita, de imagens que rompe o estrito continuum narrativo que cria uma configuração metafórica (mais do que uma metáfora “pura”).

    [...] Metáforas e redes metafóricas são detectáveis por intermédio da repetição, de formas de insistência (primeiros planos, planos longos, ângulos insólitos) ou de ampliação (deformações visuais, aumentos, efeitos sonoros etc), do grau maior ou menor de incongruência desta ou daquela imagem com relação à norma narrativo-realista (da imagem deliberadamente não diegética à figura diegetizada, isto é, plenamente integrada no mundo representado).

    VANOYE, Francis; GOLIOT-LÉTÉ, Anne. Análise e interpretação simbólica. In:__. Ensaio sobre a análise fílmica. Campinas: Papirus Editora, Coleção Ofício de Arte e Forma, 7°ed, 1994. p.56-63.


    O curta-metragem Caramujo-flor (1988), com direção de Joel Pizzini, é uma adaptação cinematográfica de vários poemas de Manoel de Barros, que busca recriar na tela a poética do escritor brasileiro. A partir das linguagens visual e sonora, o filme se vale da composição das imagens em movimento para “traduzir audiovisualmente” as metáforas presentes no texto literário. Diante disso, é possível afirmar que

    Escolha uma alternativa para a questão 45768f08-dd