Português
- Pontuação
- Prova de 2021
- UFGD
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: BCE6603C-04
Instituição
476 questões de Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), de 2010 a 2024. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.


MUSIC AND HEALTH
Music is a fundamental attribute of the human species. Virtually all cultures, from the most primitive to the most advanced, make music. It's been true through history, and it's true throughout an individual's lifespan. In tune or not, we humans sing and hum; in time or not, we clap and sway; in step or not, we dance and bounce.
The human brain and nervous system are hard-wired to distinguish music from noise and to respond to rhythm and repetition, tones and tunes. Is this a biologic accident, or does it serve a purpose? It's not possible to say. Still, a varied group of studies suggests that music may enhance human health and performance.
Music and the mind
The most highly publicized mental influence of music is the "Mozart effect." Struck by the observation that many musicians have unusual mathematical ability, researchers at the University of California, Irvine, investigated how listening to music affects cognitive function in general, and spatialtemporal reasoning in particular. In their first study, they administered standard IQ test questions to three groups of college students, comparing those who had spent 10 minutes listening to a Mozart piano sonata with a group that had been listening to a relaxation tape and one that had been waiting in silence. Mozart was the winner, consistently boosting test scores. Next, the investigators checked to see if the effect was specific to classical music or if any form of music would enhance mental performance. They compared Mozart's music with repetitive music by Philip Glass; again, Mozart seemed to help, improving spatial reasoning as measured by complex paper cutting and folding tasks and short-term memory as measured by a 16-item test.
Harvard Health Publishing/Harvard Medical School. Music and health. Published: July 2011. Available in: https://www.health.harvard.edu/staying- healthy/music-and-health Access: july, 18, 2020 (Adapted).
The article discusses the relation between music and health. For that, it shows an example on the effects of music to our minds. What is the best statement about the example given in the text?
Read the editorial cartoon below. Then answer the following question

Leia o texto a seguir.
Pornography is now only an internet search away, and is becoming ever more immersive. How is it changing people’s behaviour, relationships and desires?
By Jessica Brown
Few things are truly universal. But while people across the world speak different languages, eat different foods and even feel different emotions, millions across the world watch porn. Despite being so widely consumed, porn is maligned as the source of society’s ills. It’s even been labelled a public health hazard by politicians in Utah. Porn has transformed over the past few decades, due to the availability of the internet and faster web connections. It is also becoming more immersive than ever before. Take virtual reality. Earlier this year, researchers from Newcastle University in the UK pointed out that VR changes the experience of porn from detached observer to protagonist. They warned that this has the potential to blur the line between reality and fantasy, perhaps damaging relationships and encouraging harmful behaviour. […] So what does the more recent research say? One review of more than 80 studies in 2009 concluded that evidence of a causal link between porn use and violence is slim, and any findings proving a connection are often exaggerated by the media and politicians. “It is time to discard the hypothesis that pornography contributes to increased sexual assault behaviour”, wrote the authors.
Available in: http://www.bbc.com/future/story/20170926-is-porn-harmful-theevidence-the-myths-and-the-unknowns. Accessed: Sep. 25, 2017.
According to the text, which is the correct option.
Leia o seguinte excerto.
E bastava batesse no campo o pio de uma perdiz magoada, ou viesse do mato a lália lamúria dos tucanos, para o jumento mudar de rota, pendendo à esquerda ou se empescoçando para a direita; e, por via de um gavião casaco-de-couro cruzar-lhe à frente, já ele estacava, em concentrado prazo de irresolução.
ROSA, João Guimarães. A hora e a vez de Augusto Matraga. In: ___ Sagarana. 38. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984. Pp. 339-386.
Assinale a alternativa que contém palavra formada pelo mesmo processo de formação do verbo “empescoçar”.
Em conformidade com a mensagem e as construções linguísticas do texto a seguir, marque a alternativa correta.

O jogo
a bola está com juscelino, juscelino passa para jânio, jânio sai do campo e agora a bola está com jango, castelo rouba a bola e vai para a direita, passa para costa e silva, costa e silva passa para médici, médici passa para geisel, geisel para joão figueiredo, joão figueiredo cruza para sarney, sarney de cabeça para collor e goooooooooooooooooooolllllllllllllllllllllll
(gol contra minha gente)
MARINHO, Emmanuel. Satilírico. Edição do Autor, 1995, p. 37.
Esse poema foi extraído do livro Satilírico do poeta sulmato-grossense
Emmanuel Marinho e alude a
personagens e a fatos relacionados ao contexto
político no Brasil da segunda metade do século XX.
Sobre a obra em questão, é correto afirmar que
A personagem Rê Bordosa, retratada na tirinha a seguir de autoria do cartunista Arnaldo Angeli Filho, faz parte de uma série que circulou inicialmente no jornal Folha de São Paulo e depois nas edições da revista Chiclete com Banana entre 1984 e 1987.

Sobre a personagem, tema do curta-metragem de
animação Dossiê Rê Bordosa, produzido em 2008, com
direção de Sérgio Cabral, assinale a alternativa correta.
Grafite e pichação são formas de arte?
[...] O problema do reconhecimento da arte reapareceu como um tema de interesse social nessas primeiras semanas de 2017, pela ação da prefeitura de São Paulo, que substituiu os grafites de algumas das principais avenidas da cidade pela pintura uniforme dos muros com uma tinta cinza, insossa e burocrática. Como a muitos que admiravam os grafites que a prefeitura apagou, a ação do governo Doria me pareceu equivocada. Ao julgá-la de um ponto de vista puramente estético, ou melhor, a partir do que o gosto e a experiência visual me dizem, é evidente que a “limpeza” dos muros onde havia grafites resultou em um empobrecimento da paisagem urbana paulistana.
A mesma coisa não poderia ser dita, porém, sobre a retirada de pichações, contra as quais João Doria mantém um discurso mais incisivo. Sem um critério estético para ser aplicado, já que os próprios pichadores o dispensam, a avaliação da pichação tem uma natureza distinta da que fazemos do grafite. Por mais que os dois fenômenos se cruzem em intrincadas relações entre os seus criadores, o Estado e terceiros (os proprietários de muros privados, por exemplo), podemos distingui-los em função dos seus valores estéticos e da maneira como se apresentam aos receptores.
Um bom ponto de partida é a observação de que nós gostamos, ou não, dos grafites. Das pichações, porém, nós não podemos “gostar” nem “não gostar”, basicamente porque elas não se propõem a ser um objeto do gosto. Essa distinção em relação à experiência suscitada pelo grafite e pelas pichações poderia balizar uma teoria estética da chamada street art, se a tendência dos filósofos profissionais da área não fosse desconsiderá-la. O segundo passo a ser observado tem justamente a ver com isso. Se não podemos “gostar” das pichações, por que elas encontram defensores inclusive entre pessoas que admitem as diferenças sensíveis que a separam do grafite?
A resposta a essa pergunta sugere o espírito ultrapolitizado de uma parcela muito grande da arte contemporânea. Quando alguém aprova uma pichação, o que geralmente ocorre não é a emissão de um juízo de gosto, mas sim a declaração de um apoio ideológico. Esse apoio costuma ser vago e não ter fundamento empírico. É como se aprovar a pichação significasse “estar do lado” dos oprimidos, do povo ou dos marginalizados. O que nunca se coloca em questão, porém, é se tais entidades abstratas e totalizantes (os oprimidos, o povo, os marginalizados…) realmente se reconhecem e se veem expressadas na ação dos pichadores. Será mesmo que a pichação é um fenômeno que representa grupos sociais em desvantagem na sociedade? Será que os pichadores representam algum grupo social além deles mesmos?
Trecho extraído de Oliveira, R. C. “Grafite e pichação são formas de arte?” In: O Estado de São Paulo. 3 de fevereiro de 2017.
Assinale a alternativa que apresenta apenas ideias
contidas no excerto apresentado.