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Instituição

Questões: Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO) — com gabarito

1.729 questões de Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO), de 2010 a 2023. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 1.729 questões
  • 9 provas

Resultados: 419 questões

Página 3 de 21

  • Linguagens

    Inglês

    Can talking on a mobile phone be hazardous to your health? It is difficult to know for sure. Some research suggests that heavy users of mobile phones are at a greater risk of developing cancerous brain tumours. However, many other studies suggest there are no links between cancer and mobile phone use.

    The main problem with the current research is that mobile phones have only been popular since the 1990s. As a result, it is impossible to study long-term exposure to mobile phones. This concerns many health professionals who point out that certain cancers can take over twenty years to develop. Another concern about these studies is that many have been funded by the mobile phone industry or those who benefit from it.

    Over five billion people now use mobile phones on a daily basis, and many talk for more than an hour a day. Mobile phone antennas are similar to microwave ovens. While both rely on electromagnetic radiation (EMR), the radio waves in mobile phones are lower in frequency. Microwave ovens have radio wave frequencies that are high enough to cook food, and they are also known to be dangerous to human tissues like those in the brain. The concern is that the lowerfrequency radio waves that mobile phones rely on may also be dangerous. It seems logical that holding a heat source near your brain for a long period of time is a potential health hazard.

    Some researchers believe that other types of wireless technology may also be dangerous to human health, including cordless phones, wireless gaming consoles, and laptop or tablet computers with wireless connections. They suggest replacing all cordless and wireless devices with wired ones where possible. They also say that many cordless phones can emit dangerous levels of Electromagnetic Radiation even when they are not in use. They even suggest keeping electronic devices such as desktop and tablet computers out of the bedroom, or at least six feet from the head while we're sleeping.

    A growing number of health professionals worldwide are recommending that mobile phone users err on the side of caution until more definitive studies can be conducted. They use the example of tobacco to illustrate the potential risks. Many years ago, people smoked freely and were not concerned about the effects of cigarettes on their health. Today, people know that cigarettes cause lung cancer, though it is still unknown exactly how or why. Some doctors fear that the same thing will happen with mobile phones. In May 2016, the UK's Independent newspaper reported on research by the US government's National Toxicology Program that showed a slight increase in brain tumours among rats exposed to the type of radio frequencies commonly emitted by mobile phones. This doesn't prove that mobile phones can cause brain tumours in humans, but it does show that it's possible. As a result, many experts now recommend texting or using head sets or speaker phones instead of holding a mobile phone to the ear.

    (Source: https://www.englishclub.com/reading/health/cell-phone.htm)

    In the first paragraph, the word however tells the reader that the following sentence will:
    Escolha uma alternativa para a questão be00f8cc-ff
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder a questão

          Um humano sai em busca de um mamute, persegue-o durante o dia, arma a emboscada e, depois de inúmeras tentativas, consegue matá-lo e abocanhar seu quinhão de carne.
          Em seguida, exausto, volta para casa com o firme propósito de deitar e rolar no tapete com o filho, contar historinhas repetitivas e ignorar a bronca merecida do pimpolho, pois, afinal, trata-se de um pai/mãe ausente o dia todo.
          Antes de dormir, ainda se verá no espelho com um olhar de feroz reprovação pela falta de tempo e de pique para a ginástica, para o sexo e para a vida social.
      Bem-vindo à geração cem por cento, que acredita que pode e deve dar conta de tudo e de fazer escolhas que não impliquem perdas.
          Uma aluna comentou esse fenômeno sabiamente: "Escolha sua perda!". Sim, é disso que se trata. Uma ínfima parcela da população pode se dar ao luxo de não ter que caçar seu mamute diariamente. Além disso, temos outras aspirações, que nos fazem mais do que caçadores, que nos fazem humanos.
      Ainda assim, somos assombrados pela ideia de que nossos filhos serão traumatizados pela nossa ausência. Aqui funciona a lógica de que pai e mãe são oxigênio, de que qualquer outro adulto cuidando deles será fatal. [...]
          Nossos filhos viverão em média 4 a 5 décadas mais do que nós -ou seja, os deixaremos órfãos, na melhor das hipóteses. Ausência fundamental que marca o sentido da parentalidade, pois acarreta criar sujeitos rumo à autonomia.
    [...]
       Há, ainda, outras ausências, menos radicais do que a morte, com as quais devemos aprender a lidar. Ausentamonos trabalhando, amando outras pessoas, amando outras coisas e amando a nós mesmos. [...] Ninguém merece ser tudo para um pai ou uma mãe. Por outro lado, nenhum adulto merece criar uma criança sem ajuda, sem respiro, tendo que gostar de brincar por obrigação. [...]
          A tarefa parental é imensa e vitalícia. Será exercida por quem assumir essa responsabilidade radical, não cabendo aqui fazer diferença entre homens e mulheres, pais e mães. Quem tomar para si essa missão só poderá cumpri-la a partir de suas escolhas e consequentes perdas, sem fazer da parentalidade um poço de ressentimento e culpas, cuja conta quem paga são os filhos.
          Então, façamos a lição de casa. O que realmente é possível para cada família específica, para além de um mundo fantasioso no qual os pais se dedicariam integralmente aos filhos como se isso fosse bom para as crianças? Perguntemo-nos também o que é desejável para nós, pois a presença ressentida não passa desapercebida aos pequenos.
          Ao deixá-los com outros, sejam familiares ou profissionais, cabe assumir essa escolha, não valendo controlar à distância avós, babás e professores, o que é enlouquecedor. Enfim, escolha sua perda e aprenda a se ausentar.
    (Folha de São Paulo, VERA IACONELLI, 10 set. 2017, com adaptações). 
    A partir do trecho: “Quem tomar para si essa missão só poderá cumpri-la a partir de suas escolhas e consequentes perdas, sem fazer da parentalidade um poço de ressentimento e culpas, cuja conta quem paga são os filhos”, é correto considerar que o pronome em destaque refere-se a:
    Escolha uma alternativa para a questão bdf308a9-ff
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder a questão

          Um humano sai em busca de um mamute, persegue-o durante o dia, arma a emboscada e, depois de inúmeras tentativas, consegue matá-lo e abocanhar seu quinhão de carne.
          Em seguida, exausto, volta para casa com o firme propósito de deitar e rolar no tapete com o filho, contar historinhas repetitivas e ignorar a bronca merecida do pimpolho, pois, afinal, trata-se de um pai/mãe ausente o dia todo.
          Antes de dormir, ainda se verá no espelho com um olhar de feroz reprovação pela falta de tempo e de pique para a ginástica, para o sexo e para a vida social.
      Bem-vindo à geração cem por cento, que acredita que pode e deve dar conta de tudo e de fazer escolhas que não impliquem perdas.
          Uma aluna comentou esse fenômeno sabiamente: "Escolha sua perda!". Sim, é disso que se trata. Uma ínfima parcela da população pode se dar ao luxo de não ter que caçar seu mamute diariamente. Além disso, temos outras aspirações, que nos fazem mais do que caçadores, que nos fazem humanos.
      Ainda assim, somos assombrados pela ideia de que nossos filhos serão traumatizados pela nossa ausência. Aqui funciona a lógica de que pai e mãe são oxigênio, de que qualquer outro adulto cuidando deles será fatal. [...]
          Nossos filhos viverão em média 4 a 5 décadas mais do que nós -ou seja, os deixaremos órfãos, na melhor das hipóteses. Ausência fundamental que marca o sentido da parentalidade, pois acarreta criar sujeitos rumo à autonomia.
    [...]
       Há, ainda, outras ausências, menos radicais do que a morte, com as quais devemos aprender a lidar. Ausentamonos trabalhando, amando outras pessoas, amando outras coisas e amando a nós mesmos. [...] Ninguém merece ser tudo para um pai ou uma mãe. Por outro lado, nenhum adulto merece criar uma criança sem ajuda, sem respiro, tendo que gostar de brincar por obrigação. [...]
          A tarefa parental é imensa e vitalícia. Será exercida por quem assumir essa responsabilidade radical, não cabendo aqui fazer diferença entre homens e mulheres, pais e mães. Quem tomar para si essa missão só poderá cumpri-la a partir de suas escolhas e consequentes perdas, sem fazer da parentalidade um poço de ressentimento e culpas, cuja conta quem paga são os filhos.
          Então, façamos a lição de casa. O que realmente é possível para cada família específica, para além de um mundo fantasioso no qual os pais se dedicariam integralmente aos filhos como se isso fosse bom para as crianças? Perguntemo-nos também o que é desejável para nós, pois a presença ressentida não passa desapercebida aos pequenos.
          Ao deixá-los com outros, sejam familiares ou profissionais, cabe assumir essa escolha, não valendo controlar à distância avós, babás e professores, o que é enlouquecedor. Enfim, escolha sua perda e aprenda a se ausentar.
    (Folha de São Paulo, VERA IACONELLI, 10 set. 2017, com adaptações). 
    No trecho “Uma ínfima parcela da população pode se dar ao luxo de não ter que caçar seu mamute diariamente”, o termo em destaque, refere-se a
    Escolha uma alternativa para a questão bdf02559-ff
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder a questão

          Um humano sai em busca de um mamute, persegue-o durante o dia, arma a emboscada e, depois de inúmeras tentativas, consegue matá-lo e abocanhar seu quinhão de carne.
          Em seguida, exausto, volta para casa com o firme propósito de deitar e rolar no tapete com o filho, contar historinhas repetitivas e ignorar a bronca merecida do pimpolho, pois, afinal, trata-se de um pai/mãe ausente o dia todo.
          Antes de dormir, ainda se verá no espelho com um olhar de feroz reprovação pela falta de tempo e de pique para a ginástica, para o sexo e para a vida social.
      Bem-vindo à geração cem por cento, que acredita que pode e deve dar conta de tudo e de fazer escolhas que não impliquem perdas.
          Uma aluna comentou esse fenômeno sabiamente: "Escolha sua perda!". Sim, é disso que se trata. Uma ínfima parcela da população pode se dar ao luxo de não ter que caçar seu mamute diariamente. Além disso, temos outras aspirações, que nos fazem mais do que caçadores, que nos fazem humanos.
      Ainda assim, somos assombrados pela ideia de que nossos filhos serão traumatizados pela nossa ausência. Aqui funciona a lógica de que pai e mãe são oxigênio, de que qualquer outro adulto cuidando deles será fatal. [...]
          Nossos filhos viverão em média 4 a 5 décadas mais do que nós -ou seja, os deixaremos órfãos, na melhor das hipóteses. Ausência fundamental que marca o sentido da parentalidade, pois acarreta criar sujeitos rumo à autonomia.
    [...]
       Há, ainda, outras ausências, menos radicais do que a morte, com as quais devemos aprender a lidar. Ausentamonos trabalhando, amando outras pessoas, amando outras coisas e amando a nós mesmos. [...] Ninguém merece ser tudo para um pai ou uma mãe. Por outro lado, nenhum adulto merece criar uma criança sem ajuda, sem respiro, tendo que gostar de brincar por obrigação. [...]
          A tarefa parental é imensa e vitalícia. Será exercida por quem assumir essa responsabilidade radical, não cabendo aqui fazer diferença entre homens e mulheres, pais e mães. Quem tomar para si essa missão só poderá cumpri-la a partir de suas escolhas e consequentes perdas, sem fazer da parentalidade um poço de ressentimento e culpas, cuja conta quem paga são os filhos.
          Então, façamos a lição de casa. O que realmente é possível para cada família específica, para além de um mundo fantasioso no qual os pais se dedicariam integralmente aos filhos como se isso fosse bom para as crianças? Perguntemo-nos também o que é desejável para nós, pois a presença ressentida não passa desapercebida aos pequenos.
          Ao deixá-los com outros, sejam familiares ou profissionais, cabe assumir essa escolha, não valendo controlar à distância avós, babás e professores, o que é enlouquecedor. Enfim, escolha sua perda e aprenda a se ausentar.
    (Folha de São Paulo, VERA IACONELLI, 10 set. 2017, com adaptações). 
    A partir da leitura do texto de Vera Iaconelli, pode-se inferir que
    Escolha uma alternativa para a questão bded1079-ff
  • Linguagens

    Inglês

    In a nationwide referendum, the Turkish population has voted for a change in the country’s constitution. It will give the president more power and reduce the influence of parliament. 51.3% of the voters said “Yes” to a change , while the “No” side received 48.7%. For months, the population has been divided on the issue. The new constitution is the biggest change in the structure of Turkey since it was founded in the early 20th century. 
    The referendum was a victory for Turkish President Recip Erdogan, who, together with his ruling AKP Party , called the country’s people to expand presidential powers. Erdogan became Turkey’s president in 2014 after being Prime Minster for over a decade. In the last few years he gained more and more power, especially after the attempted coup last summer. With the new constitution in place Erdogan could stay president until 2029.
    Recip Erdogan insists that the new constitution will make Turkey more modern and easier to govern. Opponents of Erdogan claim that the change will make the president too powerful and will turn the country into a dictatorship ruled by one person. They say that, in future, the president cannot be controlled or supervised by parliament or the courts. In Turkey’s new constitution the president will have wide-ranging powers. He will not only be able to appoint his own minsters and choose the vice president, but also have the power to dissolve parliament and declare a state of emergency. He will also be able to appoint judges to the highest court, similar to the American President. 
    The European Union has been highly critical of the referendum and stated that a change towards more presidential power will not help Turkey become a member of the EU. It is afraid that, once Erdogan has more power, the country will disregard human rights and introduce the death penalty. 
    (Source: http://www.english-online.at/news-articles/world/europe/turkey-votes-for-new-constitution.htm)

    __________ is your birthday?

    It is ________ November.

    Great! We ________ celebrate together.

    Escolha uma alternativa para a questão 1477f25e-ff
  • Linguagens

    Inglês

    In a nationwide referendum, the Turkish population has voted for a change in the country’s constitution. It will give the president more power and reduce the influence of parliament. 51.3% of the voters said “Yes” to a change , while the “No” side received 48.7%. For months, the population has been divided on the issue. The new constitution is the biggest change in the structure of Turkey since it was founded in the early 20th century. 
    The referendum was a victory for Turkish President Recip Erdogan, who, together with his ruling AKP Party , called the country’s people to expand presidential powers. Erdogan became Turkey’s president in 2014 after being Prime Minster for over a decade. In the last few years he gained more and more power, especially after the attempted coup last summer. With the new constitution in place Erdogan could stay president until 2029.
    Recip Erdogan insists that the new constitution will make Turkey more modern and easier to govern. Opponents of Erdogan claim that the change will make the president too powerful and will turn the country into a dictatorship ruled by one person. They say that, in future, the president cannot be controlled or supervised by parliament or the courts. In Turkey’s new constitution the president will have wide-ranging powers. He will not only be able to appoint his own minsters and choose the vice president, but also have the power to dissolve parliament and declare a state of emergency. He will also be able to appoint judges to the highest court, similar to the American President. 
    The European Union has been highly critical of the referendum and stated that a change towards more presidential power will not help Turkey become a member of the EU. It is afraid that, once Erdogan has more power, the country will disregard human rights and introduce the death penalty. 
    (Source: http://www.english-online.at/news-articles/world/europe/turkey-votes-for-new-constitution.htm)
    Yesterday we had a wonderful time. We ________ to a great party.
    Escolha uma alternativa para a questão 14725bfe-ff
  • Linguagens

    Inglês

    In a nationwide referendum, the Turkish population has voted for a change in the country’s constitution. It will give the president more power and reduce the influence of parliament. 51.3% of the voters said “Yes” to a change , while the “No” side received 48.7%. For months, the population has been divided on the issue. The new constitution is the biggest change in the structure of Turkey since it was founded in the early 20th century. 
    The referendum was a victory for Turkish President Recip Erdogan, who, together with his ruling AKP Party , called the country’s people to expand presidential powers. Erdogan became Turkey’s president in 2014 after being Prime Minster for over a decade. In the last few years he gained more and more power, especially after the attempted coup last summer. With the new constitution in place Erdogan could stay president until 2029.
    Recip Erdogan insists that the new constitution will make Turkey more modern and easier to govern. Opponents of Erdogan claim that the change will make the president too powerful and will turn the country into a dictatorship ruled by one person. They say that, in future, the president cannot be controlled or supervised by parliament or the courts. In Turkey’s new constitution the president will have wide-ranging powers. He will not only be able to appoint his own minsters and choose the vice president, but also have the power to dissolve parliament and declare a state of emergency. He will also be able to appoint judges to the highest court, similar to the American President. 
    The European Union has been highly critical of the referendum and stated that a change towards more presidential power will not help Turkey become a member of the EU. It is afraid that, once Erdogan has more power, the country will disregard human rights and introduce the death penalty. 
    (Source: http://www.english-online.at/news-articles/world/europe/turkey-votes-for-new-constitution.htm)

    According to the text, answer true (T) or false (F):


    ( ) The referendum was held only in some parts of Turkey

    ( ) The referendum has reduced Recip Erdogan’s presidential powers.

    ( ) With the new constitution, the Turkish president will not be able to appoint his own ministers.

    ( ) The European Union that the referendum is not going to help Turkey become a member of the

    The correct sequence, from top to bottom is:

    Escolha uma alternativa para a questão 14634a15-ff
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder a questão


    O ambiente escolar é um excelente laboratório para a vida adulta de nossas crianças e adolescentes. Entre inúmeras virtudes, a escola desenvolve resiliência às frustrações e propicia a convivência com a diversidade, pois é um espaço de aprendizado e alegria.

    Ademais, a escola tem legitimidade e autoridade intelectual e moral para ser um agente de transformação da comunidade na qual está inserida. Desgraçadamente, no entanto, não é isso que ocorre em uma boa parte de nossos estabelecimentos de ensino. Mesmo reconhecida por uma maioria como a “nova riqueza das nações”, a escola, no Brasil, tem sido exacerbadamente o espaço de frequentes agressões físicas e morais, muito acima da média mundial, como bem demonstram estatísticas comparativas internacionais.

    Sem forças para reverter uma dura realidade boa parte de nossas escolas é um escoadouro das mazelas sociais e éticas. Destarte, vivenciam-se a violência física e o bullying, cuja frequência e intensidade indicam o quanto a escola está moralmente comprometida, como decorrência da falta de regras claras e de punição adequada, conflitos mal resolvidos e ausência de uma cultura mais humana no colégio ou em casa.

    [...] Além disso, nos últimos anos temos passado por um agravamento de toda essa problemática, uma vez que o Brasil vivencia a imbricação de três graves crises: econômica, política e, a mais avassaladora delas, a crise moral. E, como professa Aristóteles, “o homem guiado pela ética é o melhor dos animais; quando sem ela, é o pior”.

    Assim, quando os valores, virtudes, mérito, dedicação aos estudos e ao trabalho duro são relegados por uma boa parcela de nossos políticos e da população, cabe à pergunta: que força tem a escola para romper os grilhões de violências físicas e morais? Quando o entorno é conflagrado, a agressividade e a intimidação adentram as escolas – se não for pelas portas ou pelas janelas, será pelas frestas. E como estancar essa invasão indesejada e deletéria?[...] Um bom educador é comprometido com a sua comunidade escolar, pois ele carrega dentro de si a chama esplendorosa do entusiasmo em promover o ser humano nos espectros ético, cognitivo, social e espiritual. (Gazeta do Povo, Jacir J. Venturi, coordenador da Universidade Positivo, 10 set. 2017, com adaptações) 

    As figuras de linguagem são importantes recursos expressivos recorridos pelo autor. No trecho: “Quando o entorno é conflagrado, a agressividade e a intimidação adentram as escolas – se não for pelas portas ou pelas janelas, será pelas frestas”. O termo em destaque pode ser considerado.
    Escolha uma alternativa para a questão 144d5390-ff
  • Linguagens

    Português

    O animal satisfeito dorme,
    Mário Sérgio Cortella

    O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “o animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.
    A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece. Por isso, quando alguém diz “fiquei muito satisfeito com você” ou “estou muito satisfeita com teu trabalho”, é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é quando alguém diz: “teu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc.) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas.
    Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue?
    Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento. 
    Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, EMAGRECER etc.) ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo e nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.
    Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
    Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando… 
    Isso não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta, e vai se fazendo. Eu, no ano que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado e não no presente. 
    Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”… 

    Excerto do livro “Não nascemos prontos! – provocações filosóficas”. De Mário Sérgio Cortella.
    Disponível em:<http://www.contioutra.com/o-animal-satisfeito-dorme-texto-de-mario-sergio-cortella/> 
    Passando a frase: “Ela havia feito muitos doces de leite para a festa” para a voz passiva, obtém-se:
    Escolha uma alternativa para a questão 11b8aeb4-fd
  • Linguagens

    Português

    O animal satisfeito dorme,
    Mário Sérgio Cortella

    O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “o animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.
    A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece. Por isso, quando alguém diz “fiquei muito satisfeito com você” ou “estou muito satisfeita com teu trabalho”, é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é quando alguém diz: “teu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc.) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas.
    Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue?
    Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento. 
    Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, EMAGRECER etc.) ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo e nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.
    Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
    Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando… 
    Isso não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta, e vai se fazendo. Eu, no ano que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado e não no presente. 
    Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”… 

    Excerto do livro “Não nascemos prontos! – provocações filosóficas”. De Mário Sérgio Cortella.
    Disponível em:<http://www.contioutra.com/o-animal-satisfeito-dorme-texto-de-mario-sergio-cortella/> 
    Assinale a única alternativa em que o sujeito é inexistente.
    Escolha uma alternativa para a questão 11b5b03d-fd
  • Linguagens

    Português

    O animal satisfeito dorme,
    Mário Sérgio Cortella

    O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “o animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.
    A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece. Por isso, quando alguém diz “fiquei muito satisfeito com você” ou “estou muito satisfeita com teu trabalho”, é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é quando alguém diz: “teu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc.) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas.
    Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue?
    Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento. 
    Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, EMAGRECER etc.) ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo e nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.
    Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
    Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando… 
    Isso não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta, e vai se fazendo. Eu, no ano que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado e não no presente. 
    Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”… 

    Excerto do livro “Não nascemos prontos! – provocações filosóficas”. De Mário Sérgio Cortella.
    Disponível em:<http://www.contioutra.com/o-animal-satisfeito-dorme-texto-de-mario-sergio-cortella/> 
    Assinale a única alternativa em que ocorrem dígrafos em todas as palavras.
    Escolha uma alternativa para a questão 11ac5601-fd
  • Linguagens

    Português

    O animal satisfeito dorme,
    Mário Sérgio Cortella

    O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “o animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.
    A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece. Por isso, quando alguém diz “fiquei muito satisfeito com você” ou “estou muito satisfeita com teu trabalho”, é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é quando alguém diz: “teu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc.) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas.
    Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue?
    Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento. 
    Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, EMAGRECER etc.) ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo e nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.
    Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
    Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando… 
    Isso não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta, e vai se fazendo. Eu, no ano que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado e não no presente. 
    Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”… 

    Excerto do livro “Não nascemos prontos! – provocações filosóficas”. De Mário Sérgio Cortella.
    Disponível em:<http://www.contioutra.com/o-animal-satisfeito-dorme-texto-de-mario-sergio-cortella/> 
    Sobre os processos de formação de palavras que compõem o texto 01, assinale a única alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 118b7fb4-fd
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, UNICENTRO 2016, Tradução | Translation


    NOGUEIRA, Salvador. Translated by Marina Della Valle. Disponível em: < www1folha.uol.com.br/internacional/em/scienceandhealth/2016/03/ 1755511-russia-will-install-telescope-in-brazil..shtml>. Acesso em: 27 set. 2016.

    A única palavra cuja tradução não corresponde ao sentido usado no texto é
    Escolha uma alternativa para a questão bf59e2e8-07
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, UNICENTRO 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension


    NOGUEIRA, Salvador. Translated by Marina Della Valle. Disponível em: < www1folha.uol.com.br/internacional/em/scienceandhealth/2016/03/ 1755511-russia-will-install-telescope-in-brazil..shtml>. Acesso em: 27 set. 2016.

    Preencha os parênteses com V (Verdadeiro) ou F (Falso).
    O texto tem resposta para as seguintes questões sobre o telescópio:

    ( ) When is it expected to start operating?
    ( ) Where will it be installed?
    ( ) How many people took part in its project?

    A sequência correta, de cima para baixo, é
    Escolha uma alternativa para a questão bf5685c4-07
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, UNICENTRO 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension


    NOGUEIRA, Salvador. Translated by Marina Della Valle. Disponível em: < www1folha.uol.com.br/internacional/em/scienceandhealth/2016/03/ 1755511-russia-will-install-telescope-in-brazil..shtml>. Acesso em: 27 set. 2016.

    De acordo com o texto, o telescópio
    Escolha uma alternativa para a questão bf533215-07
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, UNICENTRO 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension


    NOGUEIRA, Salvador. Translated by Marina Della Valle. Disponível em: < www1folha.uol.com.br/internacional/em/scienceandhealth/2016/03/ 1755511-russia-will-install-telescope-in-brazil..shtml>. Acesso em: 27 set. 2016.

    A instalação de um telescópio pelos russos em território brasileiro visa principalmente
    Escolha uma alternativa para a questão bf4f4e24-07
  • Linguagens

    Literatura

    Figura 1 de 2 da questão de Literatura, UNICENTRO 2016, Arcadismo

    Figura 2 de 2 da questão de Literatura, UNICENTRO 2016, Arcadismo


    GONZAGA, Tomás Antônio. Marília de Dirceu. In: Sérgio Buarque de Hollanda (Org.) Antologia dos poetas brasileiros da fase colonial. São Paulo, Perspectiva.1979. p.301. 

    No texto, evidenciam-se dois aspectos pertinentes ao Arcadismo: um princípio estético marcante denominado de __________ e uma visão de mulher ____________
    Escolha uma alternativa para a questão bf461d88-07
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UNICENTRO 2016, Interpretação de Textos


    MATOS, Gregório. Disponível em: http://poesiascolecionadas. blogspot.com.br/2010/05/desenganos-da-vida-metaforicamente.html. Acesso em: 21 set. 2016.

    A primeira estrofe constrói-se a partir da comparação entre os elementos
    Escolha uma alternativa para a questão bf3f6b89-07
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UNICENTRO 2016, Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos

    UNGUER, Roberto Mangabeira. Uma vida Humana. Folha de São Paulo, São Paulo, 11 setembro [2001?]. Opinião, Tendências/Debates.

    Marque V ou F, conforme sejam as afirmativas verdadeiras ou falsas.


    ( ) Em “Cada um de nós nasce enquadrado.” (l. 1), o termo qualificador “enquadrado” poderia ser usado no plural concordando com o pronome “nós”.

    ( ) As palavras “época” (l. 4), “indivíduo” (l. 7), “espírito” (l. 11) e “raízes” (l. 15) são acentuadas pela mesma razão.

    ( ) Em “Para que ela não nos desumanize, temos de continuar a senti-la” (l. 23-24), o pronome”ela” e a contração “la” são termos anafóricos que retomam a palavra “mutilação” (l. 22).

    ( ) As vírgulas em “Depois, já mutilados e lutando, vemo-nos novamente presos” (l. 28-29) são aplicadas pelo mesmo motivo que em “Rendemo-nos, por descrença e desesperança, a essa circunstância” (l. 32-33).


    A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a

    Escolha uma alternativa para a questão bf3b63fe-07
  • Linguagens

    Inglês

     Figura 1 de 2 da questão de Inglês, UNICENTRO 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, UNICENTRO 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Translated by Milli Legrain. Disponível em: <www1.folha.uol.com.br/…/

    1441449-fire-and-drought-turns-amazon…shtml>. Acesso em: 7 set.

    2016.

    A palavra ou expressão cujo significado não está de acordo com o sentido do texto é
    Escolha uma alternativa para a questão 7fdec740-ff