Pular para o conteúdo

Instituição

Questões: Universidade Regional do Cariri (URCA) — com gabarito

646 questões de Universidade Regional do Cariri (URCA), de 2012 a 2022. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 646 questões
  • 6 provas

Resultados: 163 questões

Página 7 de 9

  • Linguagens

    Inglês

    Food insecurity hits nearly 60% of Brazilians, study shows.

      A study from the Brazilian Research Network on Food Sovereignty and Security released Wednesday showed that 58.7% of Brazilians lived with food insecurity, which replicated data not seen since 1993. In other words, 125.2 million people are affected by this issue, while 15% of the population, or about 33 million people, go hungry on a daily basis.
     
     The document also highlighted that this phenomenon was a consequence of the country’s economic crisis and the ensuing labor market situation. The survey consisted of interviews conducted between November 2021 and April this year in 12,745 households across 577 municipalities in all states. Compared to 2018, the increase in the Brazilian population with food insecurity is 60% and since 2020 this figure grew by 7.2%.
     
      It was the second National Survey on Food Insecurity in the context of the Covid-19 pandemic in Brazil and showed that the daily victims of hunger increased from 19 to 33 million from 2021 to 2022. The most affected areas of the country are the North and Northeast, with 25.7% and 21% of the families involved, respectively. The report also revealed that 60% of households in rural areas are food insecure, with 18.6% of them in the most severe state. Hunger also affected 21.8% of the families of small agricultural producers.

      The study also focused on investigating the relationship between food and race and confirmed that access to food is not a problem for 53.2% of the households of self-declared white people, but this percentage drops to 35% in the homes of self-declared black people. In these families, the percentage of people who suffer from a lack of food on a daily basis increased from 10.4% to 18.1%. The situation worsened in households managed by black women, of which 63% showed some degree of insecurity.

       According to the survey, in 2022, one out of three Brazilians did something that caused shame, sadness or regret in order to obtain food. "We have gone back 30 years in the fight against hunger, it’s scary. But the current indignant movement is far from the indignation of 1993 with 32 million hungry people. We are inert as a society," explained Kiko Afonso, one of the members of the team to conduct the study. 

    From:https://en.mercopress.com/2022/06/09/food-insecurity-hits-nearly-60-of-brazilians-study-shows. Accessed on 07/10/2022
    (URCA/2022.2) Os pesquisadores descobriram em suas entrevistas que a insegurança alimentar: 
    Escolha uma alternativa para a questão 668dcd5a-c1
  • Linguagens

    Inglês

    Food insecurity hits nearly 60% of Brazilians, study shows.

      A study from the Brazilian Research Network on Food Sovereignty and Security released Wednesday showed that 58.7% of Brazilians lived with food insecurity, which replicated data not seen since 1993. In other words, 125.2 million people are affected by this issue, while 15% of the population, or about 33 million people, go hungry on a daily basis.
     
     The document also highlighted that this phenomenon was a consequence of the country’s economic crisis and the ensuing labor market situation. The survey consisted of interviews conducted between November 2021 and April this year in 12,745 households across 577 municipalities in all states. Compared to 2018, the increase in the Brazilian population with food insecurity is 60% and since 2020 this figure grew by 7.2%.
     
      It was the second National Survey on Food Insecurity in the context of the Covid-19 pandemic in Brazil and showed that the daily victims of hunger increased from 19 to 33 million from 2021 to 2022. The most affected areas of the country are the North and Northeast, with 25.7% and 21% of the families involved, respectively. The report also revealed that 60% of households in rural areas are food insecure, with 18.6% of them in the most severe state. Hunger also affected 21.8% of the families of small agricultural producers.

      The study also focused on investigating the relationship between food and race and confirmed that access to food is not a problem for 53.2% of the households of self-declared white people, but this percentage drops to 35% in the homes of self-declared black people. In these families, the percentage of people who suffer from a lack of food on a daily basis increased from 10.4% to 18.1%. The situation worsened in households managed by black women, of which 63% showed some degree of insecurity.

       According to the survey, in 2022, one out of three Brazilians did something that caused shame, sadness or regret in order to obtain food. "We have gone back 30 years in the fight against hunger, it’s scary. But the current indignant movement is far from the indignation of 1993 with 32 million hungry people. We are inert as a society," explained Kiko Afonso, one of the members of the team to conduct the study. 

    From:https://en.mercopress.com/2022/06/09/food-insecurity-hits-nearly-60-of-brazilians-study-shows. Accessed on 07/10/2022
    (URCA/2022.2) Após ler o texto é incorreto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 668990cf-c1
  • Linguagens

    Literatura

    (URCA/2022.2) Sobre o Pré-Modernismo brasileiro, assinale a alternativa incorreta:
    Escolha uma alternativa para a questão 666a6697-c1
  • Linguagens

    Literatura

    (URCA/2022.2) João Cabral de Melo Neto, Cecília Meirelles e Manoel de Barros são, respectivamente, autores de:
    Escolha uma alternativa para a questão 6665e910-c1
  • Linguagens

    Português

    De volta pra casa: decolonização na paleontologia (CONT.)

       O que pode ser considerado o maior avanço dos últimos anos em relação à situação dos fósseis irregulares ocorreu após a descrição de um novo dinossauro procedente da bacia do Araripe, que havia recebido o nome de Ubirajara. Devido a questões éticas e legais, a revista Cretaceous Research, onde a nova espécie havia sido descrita por pesquisadores estrangeiros, retirou o trabalho de publicação, depois de uma análise criteriosa. Contribuiu para essa atitude da revista a enorme pressão de paleontólogos brasileiros e do público em geral, a partir das redes sociais (#UbirajarabelongstoBrazil), e a ação firme da Sociedade Brasileira de Paleontologia.

      Esse fato, até então inédito, fez com que diversas revistas científicas passassem a se preocupar com os aspectos legais dos fósseis brasileiros antes de aprovarem publicações sobre eles. O mesmo ocorreu com pesquisadores do exterior, que passaram a se preocupar com sua própria reputação.

       Após o caso do Ubirajara, dois novos episódios de repatriação acabaram ocorrendo, ambos com material da bacia do Araripe. O primeiro foi o da aranha Cretapalpus vittari, descrita em homenagem à cantora Pablo Vittar. Os pesquisadores envolvidos na descrição, quando alertados, não apenas devolveram o fóssil, como também 35 outros exemplares que estavam em uma instituição nos Estados Unidos. O segundo episódio envolveu um crânio do pterossauro Tupandactylus imperator, cuja descrição foi apenas aceita por uma revista após a devolução do exemplar ao Brasil. Iniciativas como essas enchem de esperança os que estão no front da luta para que peças importantes sejam devolvidas ao país.

      Para certos pesquisadores, os fósseis devem ser considerados bens minerais e, dessa forma, poderiam ser minerados e comercializados. Há também alguns poucos que defendem que fósseis que estejam fora do país, mesmo que ’exportados’ ilegalmente, contribuem para a divulgação de sua região de origem, podendo gerar alguma vantagem econômica, como fomento do turismo local. Há ainda aqueles que defendem a inclusão obrigatória de pesquisadores brasileiros nos estudos de fósseis do Brasil depositados no exterior. Essa, no entanto, é uma ideia para lá de controversa, pois coloca as parcerias científicas como moeda de troca para ’regularizar’ fósseis. A meu ver, tais posições são equivocadas e caminham na contramão das iniciativas para a recuperação de material importante fora do país. Felizmente, não representam a maioria dos paleontólogos brasileiros.

        Apesar das grandes dificuldades pelas quais passa a ciência brasileira, fato é que, ao longo de décadas, o Brasil tem investido na formação de recursos humanos para a pesquisa paleontológica, com inúmeras bolsas de pós-graduação, recursos para projetos e abertura de vagas em centros de pesquisa, particularmente nas universidades federais. Claro que ainda há muito por fazer, sobretudo em termos de obtenção de investimentos expressivos para atividades de campo, como coleta e preparação de novos exemplares. Mas a realidade é que o país reúne diversas instituições com possibilidade não apenas de abrigar exemplares, como também - e sobretudo - de desenvolver pesquisa científica relevante.

       Diante desse cenário, a Sociedade Brasileira de Paleontologia deveria ser mais proativa, sobretudo esclarecendo a situação ilegal dos fósseis depositados fora do país e promovendo campanhas de conscientização junto à comunidade internacional.

    (Texto de Alexander W. A. Kellner, disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/de-volta-pra-casa-decolonizacao-napaleontologia/. Adaptado.) 
    (URCA/2022.2) No trecho "Há também alguns poucos que defendem que fósseis que estejam fora do país, mesmo que ’exportados’ ilegalmente, contribuem para a divulgação de sua região origem, podendo gerar alguma vantagem econômica, como fomento do turismo local.", a palavra QUE é pronome relativo com função de sujeito:
    Escolha uma alternativa para a questão 665d0feb-c1
  • Linguagens

    Português

    De volta pra casa: decolonização na paleontologia (CONT.)

       O que pode ser considerado o maior avanço dos últimos anos em relação à situação dos fósseis irregulares ocorreu após a descrição de um novo dinossauro procedente da bacia do Araripe, que havia recebido o nome de Ubirajara. Devido a questões éticas e legais, a revista Cretaceous Research, onde a nova espécie havia sido descrita por pesquisadores estrangeiros, retirou o trabalho de publicação, depois de uma análise criteriosa. Contribuiu para essa atitude da revista a enorme pressão de paleontólogos brasileiros e do público em geral, a partir das redes sociais (#UbirajarabelongstoBrazil), e a ação firme da Sociedade Brasileira de Paleontologia.

      Esse fato, até então inédito, fez com que diversas revistas científicas passassem a se preocupar com os aspectos legais dos fósseis brasileiros antes de aprovarem publicações sobre eles. O mesmo ocorreu com pesquisadores do exterior, que passaram a se preocupar com sua própria reputação.

       Após o caso do Ubirajara, dois novos episódios de repatriação acabaram ocorrendo, ambos com material da bacia do Araripe. O primeiro foi o da aranha Cretapalpus vittari, descrita em homenagem à cantora Pablo Vittar. Os pesquisadores envolvidos na descrição, quando alertados, não apenas devolveram o fóssil, como também 35 outros exemplares que estavam em uma instituição nos Estados Unidos. O segundo episódio envolveu um crânio do pterossauro Tupandactylus imperator, cuja descrição foi apenas aceita por uma revista após a devolução do exemplar ao Brasil. Iniciativas como essas enchem de esperança os que estão no front da luta para que peças importantes sejam devolvidas ao país.

      Para certos pesquisadores, os fósseis devem ser considerados bens minerais e, dessa forma, poderiam ser minerados e comercializados. Há também alguns poucos que defendem que fósseis que estejam fora do país, mesmo que ’exportados’ ilegalmente, contribuem para a divulgação de sua região de origem, podendo gerar alguma vantagem econômica, como fomento do turismo local. Há ainda aqueles que defendem a inclusão obrigatória de pesquisadores brasileiros nos estudos de fósseis do Brasil depositados no exterior. Essa, no entanto, é uma ideia para lá de controversa, pois coloca as parcerias científicas como moeda de troca para ’regularizar’ fósseis. A meu ver, tais posições são equivocadas e caminham na contramão das iniciativas para a recuperação de material importante fora do país. Felizmente, não representam a maioria dos paleontólogos brasileiros.

        Apesar das grandes dificuldades pelas quais passa a ciência brasileira, fato é que, ao longo de décadas, o Brasil tem investido na formação de recursos humanos para a pesquisa paleontológica, com inúmeras bolsas de pós-graduação, recursos para projetos e abertura de vagas em centros de pesquisa, particularmente nas universidades federais. Claro que ainda há muito por fazer, sobretudo em termos de obtenção de investimentos expressivos para atividades de campo, como coleta e preparação de novos exemplares. Mas a realidade é que o país reúne diversas instituições com possibilidade não apenas de abrigar exemplares, como também - e sobretudo - de desenvolver pesquisa científica relevante.

       Diante desse cenário, a Sociedade Brasileira de Paleontologia deveria ser mais proativa, sobretudo esclarecendo a situação ilegal dos fósseis depositados fora do país e promovendo campanhas de conscientização junto à comunidade internacional.

    (Texto de Alexander W. A. Kellner, disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/de-volta-pra-casa-decolonizacao-napaleontologia/. Adaptado.) 
    (URCA/2022.2) Na sentença "O que pode ser considerado o maior avanço dos últimos anos em relação à situação dos fósseis irregulares ocorreu após a descrição de um novo dinossauro procedente da bacia do Araripe, que havia recebido o nome de Ubirajara.", é correto constatar a existência de: 
    Escolha uma alternativa para a questão 665b16b1-c1
  • Linguagens

    Português

    De volta pra casa: decolonização na paleontologia

        A primeira ilustração de um fóssil brasileiro foi publicada no livro Viagem pelo Brasil, dos naturalistas alemães Johann B. von Spix (1781-1826) e Carl F. P. von Martius (1794-1868). Ambos fizeram parte da comitiva da arquiduquesa austríaca Maria Leopoldina (1797-1826), quando ela veio para o país devido ao seu casamento com D. Pedro I. O material ilustrado em 1823 pode ser identificado como uma arcada de um mastodonte (parente distante extinto dos elefantes) do Pleistoceno (há aproximadamente 12 mil anos) e um peixe dos depósitos cretáceos (110 milhões de anos) da bacia do Araripe, no nordeste brasileiro.

       Mas o mundo mudou e, graças à ação de muitos pesquisadores, o Brasil passou a ter várias instituições para abrigar essas riquezas, que evidenciam a diversificação da vida no tempo profundo. Hoje, a comunidade de paleontólogos, apoiada por pesquisadores e pessoas de diversas partes do mundo, tem procurado despertar a atenção para que fósseis relevantes não deixem mais o país e as principais peças que já não estão mais aqui sejam trazidas de volta. Trata-se de uma espécie de decolonização da paleontologia, um movimento de repatriação de exemplares importantes que tenham sido retirados do Brasil à revelia, impedindo o enriquecimento da cultura e da pesquisa brasileiras.

        Não são poucos os exemplares brasileiros importantes que se encontram depositados no exterior. Dinossauros, pterossauros, insetos, peixes e plantas - a maior parte retirada de forma duvidosa do território nacional e, às vezes, com uma aparente conivência do órgão fiscalizador - foram descritos ao longo de décadas e enriquecem museus estrangeiros, principalmente na Europa e na América do Norte. Os depósitos brasileiros mais afetados são os encontrados na bacia do Araripe, curiosamente, de onde provém um daqueles dois primeiros fósseis brasileiros ilustrados. O motivo principal é a riqueza do material dessa região: numeroso, diversificado e, sobretudo, muito bem preservado, o que encanta pesquisadores e públicos em todo o mundo.

        No entanto, se, em determinado momento histórico, a saída de material paleontológico poderia encontrar alguma justificativa (mesmo que passível de questionamento), o mesmo não ocorre nos dias de hoje. A legislação vigente no Brasil regula o trabalho com fósseis no país e dispõe sobre sua proteção, com destaque para o Decreto-Lei n.º 4.146, publicado em 1942, durante o governo de Getúlio Vargas. De forma simplificada, como, pela Constituição Federal, os bens encontrados no subsolo pertencem à União, todos que queiram fazer extração de fósseis necessitam de uma autorização da Agência Nacional de Mineração, com exceção dos pesquisadores que estejam vinculados a uma instituição de pesquisa e ensino.

        (Texto de Alexander W. A. Kellner, disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/de-volta-pra-casa-decolonizacao-na-paleontologia/. Adaptado.)
    (URCA/2022.2) Considerando-se a sentença "Trata-se de uma espécie de decolonização da paleontologia, um movimento de repatriação de exemplares importantes que tenham sido retirados do Brasil à revelia, impedindo o enriquecimento da cultura e da pesquisa brasileiras.", é incorreto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 6654fbb3-c1
  • Linguagens

    Português

    De volta pra casa: decolonização na paleontologia

        A primeira ilustração de um fóssil brasileiro foi publicada no livro Viagem pelo Brasil, dos naturalistas alemães Johann B. von Spix (1781-1826) e Carl F. P. von Martius (1794-1868). Ambos fizeram parte da comitiva da arquiduquesa austríaca Maria Leopoldina (1797-1826), quando ela veio para o país devido ao seu casamento com D. Pedro I. O material ilustrado em 1823 pode ser identificado como uma arcada de um mastodonte (parente distante extinto dos elefantes) do Pleistoceno (há aproximadamente 12 mil anos) e um peixe dos depósitos cretáceos (110 milhões de anos) da bacia do Araripe, no nordeste brasileiro.

       Mas o mundo mudou e, graças à ação de muitos pesquisadores, o Brasil passou a ter várias instituições para abrigar essas riquezas, que evidenciam a diversificação da vida no tempo profundo. Hoje, a comunidade de paleontólogos, apoiada por pesquisadores e pessoas de diversas partes do mundo, tem procurado despertar a atenção para que fósseis relevantes não deixem mais o país e as principais peças que já não estão mais aqui sejam trazidas de volta. Trata-se de uma espécie de decolonização da paleontologia, um movimento de repatriação de exemplares importantes que tenham sido retirados do Brasil à revelia, impedindo o enriquecimento da cultura e da pesquisa brasileiras.

        Não são poucos os exemplares brasileiros importantes que se encontram depositados no exterior. Dinossauros, pterossauros, insetos, peixes e plantas - a maior parte retirada de forma duvidosa do território nacional e, às vezes, com uma aparente conivência do órgão fiscalizador - foram descritos ao longo de décadas e enriquecem museus estrangeiros, principalmente na Europa e na América do Norte. Os depósitos brasileiros mais afetados são os encontrados na bacia do Araripe, curiosamente, de onde provém um daqueles dois primeiros fósseis brasileiros ilustrados. O motivo principal é a riqueza do material dessa região: numeroso, diversificado e, sobretudo, muito bem preservado, o que encanta pesquisadores e públicos em todo o mundo.

        No entanto, se, em determinado momento histórico, a saída de material paleontológico poderia encontrar alguma justificativa (mesmo que passível de questionamento), o mesmo não ocorre nos dias de hoje. A legislação vigente no Brasil regula o trabalho com fósseis no país e dispõe sobre sua proteção, com destaque para o Decreto-Lei n.º 4.146, publicado em 1942, durante o governo de Getúlio Vargas. De forma simplificada, como, pela Constituição Federal, os bens encontrados no subsolo pertencem à União, todos que queiram fazer extração de fósseis necessitam de uma autorização da Agência Nacional de Mineração, com exceção dos pesquisadores que estejam vinculados a uma instituição de pesquisa e ensino.

        (Texto de Alexander W. A. Kellner, disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/de-volta-pra-casa-decolonizacao-na-paleontologia/. Adaptado.)
    (URCA/2022.2) Na sentença "Mas o mundo mudou e, graças à ação de muitos pesquisadores, o Brasil passou a ter várias instituições para abrigar essas riquezas, QUE evidenciam a diversificação da vida no tempo profundo. ", que função sintática é exercida pelo pronome QUE:
    Escolha uma alternativa para a questão 6653041f-c1
  • Linguagens

    Inglês

    Texto 3


    The lessons Italy has learned about its COVID-19 outbreak could help the rest of the world


       Only carefully conducted epidemiological studies will bring to light exactly how and why COVID-19 took off in northern Italy with such speed. But in the midst of the emergency, experts say there are already lessons to be gleaned from Italy's fatal errors — and urgent messages for other parts of the world.


       "The biggest mistake we made was to admit patients infected with COVID-19 into hospitals throughout the region," said Carlo Borghetti, the vice- premier of Lombardy, an economically crucial region with a population of 10 million.


       "We should have immediately set up separate structures exclusively for people sick with coronavirus. I recommend the rest of the world do this, to not send COVID patients into health-care facilities that are still uninfected."


       Already, Italian cities in other regions are doing this, as well as field hospitals in Milan and Bergamo, Lombardy, which are almost complete.


       However, the virus was not only spread to "clean" — i.e. infection-free — hospitals by admitting positive patients. In early March, as the number of infected was doubling every few days, authorities allowed overwhelmed hospitals to transfer those who tested positive but weren't gravely ill into assistedliving facilities for the elderly.


       "It was like throwing a lit match onto a haystack," said Borghetti, who spoke out against the directive at the time. "Some facilities refused to take in the positive patients. For those that did [take them in], it was devastating."


       Along with the tragic misstep of putting infected people under the same roof as clusters of the most physically vulnerable, Borghetti and others point to a deeper structural factor that accelerated the outbreak in northern Italy: a highly centralized health-care system with large hospitals as its focus.

    From: shorturl.at/cMRTW. Accesses on 04/09/2020


    Sobre o fato da COVID-19 ter se alastrado pelo norte da Itália, o texto afirma que:
    Escolha uma alternativa para a questão 41ab0443-6a
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho a seguir e assinale a alternativa que contém os números corretos de letras e fonemas das palavras destacadas:

    Somos todos juntos uma miscigenação
    E não podemos fugir da nossa etnia
    Índios, brancos, negros e mestiços
    Nada de errado em seus princípios
    O seu e o meu são iguais
    Corre nas veias sem parar

    (SCIENCE, Chico. Etnia. Disponível em <https://www.letras.mus.br/chico-science/83236/>)
    Escolha uma alternativa para a questão 416090be-6a
  • Linguagens

    Literatura

    Considere as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA:


    1. O Romantismo Brasileiro, tendo como traço reconhecido o esforço de buscar uma fisionomia nacional que se distanciasse da literatura europeia, investiu no aportuguesamento da língua.

    2. Nossos escritores românticos eram unânimes quanto ao reconhecimento da importância da contribuição de africanos e índios, como marca que nos diferenciava da literatura europeia.

    3. Álvares de Azevedo negava a importância do elemento indígena para a consolidação da literatura nacional brasileira.

    Escolha uma alternativa para a questão 414ae008-6a
  • Linguagens

    Português

    letra: Na frase inicial do famoso conto de Monteiro Lobato, “Negrinha era uma pobre órfã de sete anos. Preta?? Não. Fusca, mulatinha escura, de cabelos ruços e olhos assustados”, a palavra ruços poderia ser substituída por:
    Escolha uma alternativa para a questão 4132b18e-6a
  • Linguagens

    Português

    letra: Observe o trecho a seguir e assinale a alternativa que, sob o aspecto das relações semânticas e sintáticas, expressa uma declaração INCORRETA:

    “Prudêncio, um moleque de casa, era o meu cavalo de todos os dias; punha as mãos no chão, recebia um cordel nos queixos, à guisa de freio, eu trepava-lhe ao dorso, com uma varinha na mão, fustigava-o, dava mil voltas a um e outro lado, e ele obedecia, — algumas vezes gemendo, — mas obedecia sem dizer palavra, ou, quando muito, um — “ai, nhonhô!” — ao que eu retorquia: — ‘Cala a boca, besta!’”

    (ASSIS, Machado de. Memórias póstumas de Brás Cubas. Disponível em
    <https://docente.ifrn.edu.br/paulomartins/classicos-da-literatura-brasileira-e-portuguesa/memorias-postumas-de- bras-cubas-de-machado-de-assis/view>)
    Escolha uma alternativa para a questão 412dcbb9-6a
  • Linguagens

    Português

    Nas várias literaturas escritas em língua portuguesa, a experiência da condição colonial faz com que temas semelhantes ocorram em tempos e lugares muito diferentes entre si, como no Brasil e em vários países africanos, ex-colônias de Portugal. Leia o fragmento a seguir e assinale a alternativa CORRETA:

    As terras sentidas de África
    nos ais chorosos do antigo e do novo escravo
    no suor aviltante do batuque impuro
    de outros mares
    sentidas
    As terras sentidas de África
    na sensação infame do perfume estonteante da flor
    esmagada na floresta
    pela imoralidade do ferro e do fogo
    as terras sentidas

    (NETO, Agostinho. [Trecho de] As terras sentidas. Poemas. Disponível em
    < https://www.uccla.pt/sites/default/files/colectania_poemas_ag_neto.pdf>

    Sobre o trecho do poeta e herói nacional angolano Agostinho Neto é CORRETO afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 41215aff-6a
  • Linguagens

    Português

    Leia o fragmento abaixo e assinale a resposta CORRETA:


    “Existe um povo que a bandeira empresta

    P'ra cobrir tanta infâmia e cobardia!...

    E deixa-a transformar-se nessa festa

    Em manto impuro de bacante fria!...

    Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta,

    Que impudente na gávea tripudia?

    Silêncio. Musa... chora, e chora tanto

    Que o pavilhão se lave no teu pranto! ...

    Auriverde pendão de minha terra,

    Que a brisa do Brasil beija e balança,

    Estandarte que a luz do sol encerra

    E as promessas divinas da esperança...

    Tu que, da liberdade após a guerra,

    Foste hasteado dos heróis na lança

    Antes te houvessem roto na batalha,

    Que servires a um povo de mortalha!...

    (ALVES, Castro.[Trecho de] O navio negreiro.

    Disponível em <http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv 000068.pdf>.)

    Escolha uma alternativa para a questão 411bccf3-6a
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho a seguir e assinale a alternativa que contém uma assertiva ERRADA sobre o texto: “Explico ao senhor: o diabo vige dentro do homem, os crespos do homem – ou é o homem arruinado, ou o homem dos avessos. Solto, por si, cidadão, é que não tem diabo nenhum. Nenhum! – é o que digo. O senhor aprova? Me declare tudo, franco – é alta mercê que me faz: e pedir posso, encarecido.” (ROSA, J. G. Grande sertão: veredas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2006. p. 10).
    Escolha uma alternativa para a questão 40fd8998-6a
  • Linguagens

    Inglês

    Texto 6

    Imagem da questão de Inglês, URCA 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension

    From: https://goo.gl/ngNDf2. Accessed on 11/05/2018


    Após ler o Texto 6, pode-se afirmar que ele

    Escolha uma alternativa para a questão e8141583-ca
  • Linguagens

    Inglês

    Texto 5 


    Imagem da questão de Inglês, URCA 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension

    From: https://bit.ly/2Fso7p5. Accessed on 11/07/2018

    O Texto 5 traz informações sobre:
    Escolha uma alternativa para a questão e80d79bd-ca
  • Linguagens

    Inglês

    Texto 4

    There are 30 million slaves in the world. 60,000 only in the U.S.

         We think of slavery as a practice of the past, an image from Roman colonies or 18th-century American plantations, but the practice of enslaving human beings as property still exists. There are 29.8 million people living as slaves right now, according to a comprehensive new report issued by the Australia-based Walk Free Foundation.
           This is not some softened, by-modernstandards definition of slavery. These 30 million people are living as forced laborers, forced prostitutes, child soldiers, child brides in forced marriages and, in all ways that matter, as pieces of property, chattel in the servitude of absolute ownership. Walk Free investigated 162 countries and found slaves in every single one. But the practice is far worse in some countries than others.
         The country where you are most likely to be enslaved is Mauritania. Although this vast West African nation has tried three times to outlaw slavery within its borders, it remains so common that it is nearly normal. The report estimates that four percent of Mauritania is enslaved – one out of every 25 people. (The aid group SOS Slavery, using a broader definition of slavery, estimated several years ago that as many as 20 percent of Mauritanians might be enslaved.)

    From: https://goo.gl/UFx8ZT. Accessed on 11/07/2018
    São práticas de escravidão a que 30 milhões de pessoas no mundo moderno são submetidas:
    Escolha uma alternativa para a questão e809af84-ca