História
- História Geral
- Prova de 2011
- FATEC
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 764FEE13-E2
Acerca do expressivo crescimento da indústria brasileira, nesse período, é correto afirmar que
Instituição
824 questões de Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (FATEC), de 2010 a 2019. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.




Considere a charge a seguir para responder à questão.

A FÓRMULA DEMOCRÁTICA OS DETENTORES – TENHAM PACIÊNCIA, MAS AQUI NÃO SOBE MAIS NINGUÉM!
(http://novahistorianet.blogspot.com/2009/01/republica-velha. html. Acesso em 05.03.2010.)
A charge do caricaturista e ilustrador gaucho Storni, publicada na revista Careta, em 1925, é uma crítica
referente
Analise o mapa a seguir.

A zona sombreada no mapa representa a área típica de ocorrência de uma vegetação do país. Essa vegetação
corresponde
Leia com atenção os versos de cordel a seguir.
“Ele matava de brincadeira,
Por pura perversidade,
E alimentava os famintos
Com amor e caridade.”
“Por onde Lampião anda,
Minhoca fica valente,
Macaco briga com onça
E o carneiro não amansa.”
(HOSBAWN, Eric. Bandidos. Rio de Janeiro: Editora Forense-Universitária, 1976. p. 55.)
Nesses versos, a figura de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, apresenta algumas características
conflitantes e muito valorizadas dos grupos de cangaceiros que circulavam pelo sertão, na primeira metade
do século XX. Essas características, que despertavam respeito e identificação da população pobre do sertão
com esses grupos, era(m)
Observe o gráfico.

Fonte dos dados <https://tinyurl/yyu562xp> Acesso em: 05.10.2019.
A leitura do gráfico permite concluir, corretamente, que o
período de queda demográfica mais acentuada na Europa
ocorreu
Leia os textos I e II para responder a questão.
Texto I
O branco açúcar que adoçará meu café
Nesta manhã de Ipanema
Não foi produzido por mim
Nem surgiu dentro do açucareiro por milagre
Vejo-o puro
E afável ao paladar
Como beijo de moça, água
Na pele, flor
Que se dissolve na boca. Mas este açúcar
Não foi feito por mim.
Este açúcar veio
Da mercearia da esquina e tampouco o fez o Oliveira,
Dono da mercearia.
Este açúcar veio
De uma usina de açúcar em Pernambuco
Ou no Estado do Rio
E tampouco o fez o dono da usina.
Este açúcar era cana
E veio dos canaviais extensos
Que não nascem por acaso
No regaço do vale.
Em lugares distantes,onde não há hospital
Nem escola,
Homens que não sabem ler e morrem de fome
Aos 27 anos
Plantaram e colheram a cana
Que viraria açúcar.
Em usinas escuras,
Homens de vida amarga
E dura
Produziram este açúcar
Branco e puro
Com que adoço meu café esta manhã em Ipanema.
GULLAR, F. “O Açúcar”. Toda poesia. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1980.
Texto II

<https://tinyurl.com/y4ur7lhb> Acesso em: 18.10.2019. Original colorido