História
- História Geral
- Prova de 2016
- PUC - RJ
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: F74410C2-21
Instituição
1.249 questões de Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC - RJ), de 2011 a 2019. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.
A cidade do Rio de Janeiro foi palco de vários eventos importantes que se relacionam diretamente com o processo de desenvolvimento da luta contra as ações da ditadura entre 1964 e 1985.
Apenas uma das alternativas abaixo reúne dois desses eventos, de modo CORRETO. Assinale-a
Durante o século XVII, a Europa Ocidental presenciou mudanças políticas importantes na forma de organização dos Estados. A centralização política do século XVI deu lugar à política absolutista.
Assinale a alternativa que define a política absolutista do século XVII de modo CORRETO.

As imagens mostram o mesmo trecho do Rio de Janeiro com a diferença de 161 anos. Essa região apresenta uma obra icônica da cidade – mais conhecida pelo nome de Arcos da Lapa – que representam uma conquista do homem carioca sobre as condições de vida em um sitio urbano bastante complexo para a sua ocupação e uso.
Tal construção que, desde o final do século XIX até os dias atuais, é utilizada como meio de mobilidade na cidade, foi construída para:
O país em destaque no cartograma passou a ser uma das maiores representações da Guerra Fria, porque:

Os habitantes originários da ilha viveram, na Austrália, sob a proteção
da Lei da Flora e da Fauna até os anos de 1960 e eram
classificados como animais, e não como seres humanos. Hoje,
eles correspondem a apenas 1% da população da ilha e são os
mais pobres no contexto socioespacial australiano.
Esses habitantes originários são os:
Thomas Mun (1571-1641) foi um mercador inglês, sócio e alto funcionário da Companhia das Índias Orientais. Em um escrito de 1630, avaliou as políticas econômicas dos reinos europeus e sugeriu meios para gerar riqueza.
“Em todos os lugares assim que se vê transportar dinheiro para fora do país, escutam-se os lamentos daqueles que gritam que dinheiro perdido é razão de miséria e ruína. (...) Eu não creio que haja quem queira ou possa me contradizer quando afirmo que, não tendo nós minas, não temos outro modo de obter dinheiro a não ser o de traficar naqueles países que as têm. Ora, pode-se traficar de três maneiras nestes países: ou levando nossas mercadorias para trocá-las por aquelas que não possuímos; ou vendê-las por pelo menos uma parte em dinheiro vivo; ou levando conosco dinheiro, para comprá-las, de modo que transportando-as alhures e vendendo-as, possamos obter algum dinheiro. A primeira não nos dá dinheiro. A segunda gera bem pouco dinheiro, pois são poucas as nações que querem comprar as nossas mercadorias pagando à vista. De modo que apenas na terceira maneira de traficar, podemos esperar obter muitos ganhos.”
Traduzido e adaptado de Thomas Mun. England’s Treasure by Forraign Trade. (1664). New York, Macmillan & Co., 1895, p. 65.
Sobre os pressupostos mercantilistas utilizados pelo autor para defender as suas posições em matéria econômica, é correto afirmar que:


