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Instituição

Questões: Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC - PR) — com gabarito

209 questões de Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC - PR), de 2012 a 2017. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 209 questões
  • 4 provas

Resultados: 62 questões

Página 1 de 4

  • Linguagens

    Inglês

     Leia o texto a seguir.

    Scientists invent silk food wrap that's biodegradable and could replace plastic cling film

    Bananas and strawberries kept at room temperature for more than a week did not go off after they were coated with a near-invisible film made from silk

                                                                                                                            Ian Johnston

     Scientists have invented a cling film-like food wrap made from silk that can preserve fruit for more than a week, as a natural, biodegradable alternative to plastic.

    International concern has been growing about plastic waste, particularly the amount that gets into the sea. One estimate is that by 2050 there will be more plastic than fish in the world's oceans.

    Doctors have also warned that containers made from certain kinds of plastic could be harmful to health.

    Now a team of biomedical engineers at Tufts University in the US have developed a technique that enables food to be coated with an almost invisible layer of fibroin, a protein found in silk, which helps make it one of nature's toughest materials.

    The lead researcher, Professor Fiorenzo Omenetto, told The Independent that the world should probably move "towards processes that are more efficient and more naturally derived" and develop materials that "are closer to the things that surround us, rather than having more man-made, processed materials ... for the general well-being of our planet".

    "It's a wise way of thinking about how we manage the resources of our planet, to maybe use renewable systems as opposed to non-renewable systems," he said.

    "The pervasiveness of plastic and all the inorganic chemicals that leach out, albeit at very slow rates, can affect us in many ways."

    When asked what the chances were that silk-derived products would replace plastics, Professor Omenetto said: "That's our dream."

    However he said the use of plastic was widespread and "incredibly cost effective" so it might take some time to convince people to change.

    The same team previously made a silk cup that could be used, at least once, for coffee as a possible replacement for plasticlined cardboard cups.

    In a paper in the journal Scientific Reports, they described how strawberries and bananas could be preserved for a week or more.

    The fruit is coated by dipping it in a liquid containing a tiny amount of fibroin, but the wrap could also be applied with a spray. The silk is produced naturally by worms of moths.

    Strawberries left for seven days at room temperature became discoloured and went soft, but those coated with the silk protein stayed juicy and firm.


    Available in: http://www.independent.co.uk/news/science/silk-plastic-cling-film-food-wrap-marine-pollution-food-fruit-vegetables-tufts-universityfiorenzo-a7017401.html. Access on: May 2016.

    De acordo com o texto, assinale a alternativa CORRETA.

    I. Embalagens feitas de seda, podem conservar frutas como bananas e morangos por mais de uma semana.
    II. Em mais ou menos 30 anos, poderá haver menos peixes do que plásticos nos nossos oceanos.
    III. Plásticos e químicos podem desaparer do planeta no futuro.
    IV. Os copos feitos de seda serão usados no futuro.
    V. As lagartas das mariposas produzem a seda de maneira natural.
    Escolha uma alternativa para a questão 48201056-b7
  • Linguagens

    Inglês

     Leia o texto a seguir.

                                                                   LEARNING FROM THE LAZARUS EFFECT

    Most clinical trials for cancer drugs are failures. But for a handful of patients, a drug proves to be nearly a cure. What can science learn from these “exceptional responders”?

     For years, Grace Silva had experienced odd episodes with her throat — bouts of swelling and radiating pain that seemed to resolve with antibiotics — but her doctors couldn’t explain what was wrong. Finally, after a flare-up in the summer of 2010, Grace was referred to a specialist, an ear doctor who felt something amiss on the left side of her throat: a lump. The Silva family agreed that it was time to get Grace, then 54, to a thyroid specialist. Grace’s daughter Melanie tracked down the name of one at Brigham and Women’s Hospital, a 90-minute drive from Grace’s brown clapboard split-level near New Bedford, Mass. In September 2010, the specialist delivered the diagnosis: anaplastic thyroid cancer. It was bad, he warned her, and she would need surgery. Grace’s other daughter, Karrie, was marrying in a few weeks. “Can’t it wait?” Grace asked. It could not. “And whatever you do,” the specialist said, “please don’t look it up on the Internet.”

    www.nytimes.com/2016/05/15/magazine/exceptional-responders-cancer-the-lazures-effect.html

    Assinale a alternativa CORRETA de acordo com o texto.

    I. O título do texto sintetiza o caso de morte súbita relatado no texto.

    II. Muitos medicamentos utilizados para combater o câncer não funcionam.

    III. A busca de informações sobre doenças na internet é indicada.

    IV. O câncer mencionado no texto apareceu na região da garganta da paciente.

    V. O subtítulo do texto visa chamar a atenção para o uso de um medicamento que tem demonstrado proporcionar resultados promissores.

    Escolha uma alternativa para a questão 4822d537-b7
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto a seguir.

                                                  CAN ADDICTION TO SMARTPHONES TRIGGER ADHD?

    We measured inattentiveness and hyperactivity by asking participants to identify how frequently they had experienced 18 symptoms of ADHD over each of the two weeks. These items were based on the criteria for diagnosing ADHD in adults as specified by the American Psychiatric Association’s Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders. The results were clear: More frequent phone interruptions made people less attentive and more hyperactive. These findings should concern us. Smartphones are the fastest-selling electronic gadget in history—in the 22 seconds it took to type this sentence, 1,000 smartphones were shipped to their new owners. Even if one of those 1,000 users became more likely to make a careless mistake, ignore a friend in the middle of a conversation or space out during a meeting, smartphones could be harming the productivity, relationships and well-being of millions.

    As with all disorders, symptoms of ADHD form a continuum, from the normal to the pathological. Our findings suggest that our incessant digital stimulation is contributing to an increasingly problematic deficit of attention in modern society.

    So consider silencing your phone, even when you are not in the movie theater. Your brain will thank you.

    www.newswekk.com/can-459362  

    Com base no texto, pode-se afirmar sobre a relação entre uso de dispositivos móveis e atenção que
    Escolha uma alternativa para a questão 4825cf52-b7
  • Linguagens

    Inglês

     Leia a tirinha a seguir.  

    Imagem da questão de Inglês, PUC - PR 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Qual é a crítica implícita na tirinha?
    Escolha uma alternativa para a questão 482c6cd0-b7
  • Linguagens

    Português

    Leia o seguinte texto, adaptado da revista IstoÉ, que servirá de base para a próxima questão:

                                                  A vida depois do aborto  

                                                                                                                             Solange Azevedo

        A paulistana Camila Moreira Olímpio, 27 anos, deu pulos de alegria quando engravidou. Antes de completar três meses de gestação, sua casa já estava abarrotada de roupinhas de bebê. O enxoval era todo rosa porque ela nunca teve dúvidas de que a criança que carregava no ventre era uma menina. Até o nome estava escolhido: Stacy. Com o berço e o guarda-roupa instalados no quarto, Camila e o marido foram construindo sonhos. “Daí veio a desilusão. Fui fazer o ultrassom e o médico disse que o meu bebê não tinha calota craniana nem massa encefálica”, lamenta Camila. “Desci da maca e saí correndo do posto de saúde. Parei na beira da avenida. Ali, vi o meu castelo desabar.” Ela descobriu que a criança que tanto amava era mesmo uma menina. Mas constatou, também, que Stacy não sobreviveria porque sofria de uma grave má-formação fetal chamada anencefalia. Uma anomalia congênita irreversível e incompatível com a vida.

    “E agora, o que eu faço?”, perguntou aos médicos. Eles explicaram que a gestação de um bebê anencefálico traria mais riscos que uma gravidez comum. Camila ficou dez dias enfurnada em casa. Não abria a janela, não tomava banho, não penteava o cabelo, não comia, não levantava da cama. “Entrei em depressão. Estar grávida e saber que não teria minha filha comigo estava me matando”, lembra. “Se eu não antecipasse o parto, perderia a chance de ter outro filho porque eu morreria junto.” Camila decidiu se valer de uma liminar concedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello, que permitia que grávidas de anencéfalos fizessem aborto. Conseguiu realizar o procedimento no 5º mês de gestação. Ela foi uma das cerca de 60 beneficiadas entre 1º de julho e 20 de outubro de 2004, período em que a decisão provisória vigorou. Começava ali uma batalha jurídica entre grupos de defesa dos direitos humanos e entidades de cunho religioso – a qual se estende até hoje. “Obrigar uma mulher a passar meses, entre o diagnóstico e o parto, dormindo e acordando sabendo que não terá aquele filho, é impor a ela um imenso sofrimento inútil. Isso viola o princípio constitucional da dignidade da pessoa humana”, afirma o advogado Luís Roberto Barroso, da CNTS. “É uma situação equiparável à tortura. Interromper ou não a gestação deve ser uma opção da mulher e de seu médico. O Estado, o Judiciário ou quem quer que seja não têm o direito de interferir nessa decisão.” Barroso fundamenta a ação em mais dois pilares. Primeiro, alega que a interrupção da gestação de um anencéfalo, tecnicamente, não pode ser considerada aborto porque o feto não é uma vida em potencial. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o que define a morte é a falta de atividade cerebral e, como o anencéfalo não tem cérebro, ele seria um natimorto. Um dos argumentos dos grupos contrários é que, caso a gestação chegue aos nove meses, os órgãos do bebê podem ser doados. Mas nem a OMS nem o Conselho Federal de Medicina recomendam a doação porque esses órgãos também podem apresentar má-formação.

    A outra tese de Barroso é a de que a lei brasileira permite o aborto em duas ocasiões: se a gravidez é resultado de estupro ou se há riscos para a mãe. “Interromper a gestação de um feto anencefálico é menos do que nas duas situações já previstas pelo Código Penal, pois tanto no caso de estupro quanto no de riscos para a mãe, o feto tem potencialidade de vida”, relata o advogado. “O nosso Código Penal não contempla a hipótese do feto inviável porque foi elaborado em 1940, quando o diagnóstico da anencefalia não era possível.” Paulo Fernando da Costa, vice-presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família, entidade que atua no combate ao aborto, contesta. “Não podemos condenar uma pessoa à morte. O aborto dos anencéfalos abre uma janela para a legalização completa do aborto”, afirma. Costa conta que a Associação fez um filme sobre Marcela de Jesus – uma menina do interior paulista, que morreu em agosto de 2008, com 1 ano e 8 meses. A história de Marcela se tornou uma das principais bandeiras de grupos religiosos na cruzada antiaborto. Porém, as explicações do vídeo podem ser contestadas pela medicina especializada em anencefalia, o que aumenta a discussão. “Marcela não era anencéfala. Tinha merocrania”, garante o geneticista Thomaz Gollop, professor da Universidade de São Paulo e coordenador do Grupo de Estudos sobre o Aborto. O médico explica que o que distingue esse quadro da anencefalia é a presença de um cérebro muito rudimentar – um pouco mais de massa encefálica, coberta por uma membrana. Isso faz com que o indivíduo sobreviva um pouco mais. Mas não faz com que tenha cérebro nem que interaja. “Quando a anencefalia é diagnosticada, não estamos discutindo a vida, mas a morte certa”, diz Gollop. 

    Camila Moreira afirma que, mesmo com a liminar de Marco Aurélio, batalhou para conseguir um hospital que aceitasse fazer o aborto. “Entrei em trabalho de parto no dia 18 de outubro. No dia 20, a liminar caiu”, lembra. “Foi um desespero. Algumas mulheres que estavam internadas foram mandadas de volta para casa. Se eu saísse de lá, grávida, não resistiria. Ia enlouquecer.” O casamento de Camila terminou um ano depois. Ela desistiu de tentar ser mãe depois de descobrir que é alérgica aos comprimidos de ácido fólico, uma vitamina do complexo B essencial para prevenir a má-formação fetal. “Tenho muito medo de passar por tudo de novo, por aquela desilusão”, diz. 

        “Minha filha nasceu viva. Morreu dez segundos depois. Eu não quis ver, preferi guardar a imagem que eu tinha dela na minha cabeça”. Camila leva uma vida pacata. Divide uma casa simples em Cotia, na Grande São Paulo, com duas amigas e os três filhos delas. Passa a maior parte do tempo trabalhando como demonstradora de café num supermercado.

    O medo de que alguma coisa dê errada é comum às gestantes. Quando a mulher tem um passado traumático essa sensação é multiplicada. Foi assim com a paulista Érica Souza do Nascimento, 22 anos. Ela fez a antecipação do parto dias antes de Camila, na 17ª semana de gestação, no mesmo hospital. “Foi complicado emocionalmente. Imagina ter consciência de que seu filho vai nascer e morrer, e você não vai poder fazer nada”, diz Érica. “Não tive dúvidas de que interromper a gestação era a melhor opção. Não queria sentir o meu neném mexer e, depois, ter de enterrá-lo.” Durante um bom tempo, Érica não conseguia ver crianças. Doía. Machucava. “Isso só passou quando engravidei de novo”, conta Érica, aos prantos. “No ultrassom, eu e minha mãe estávamos apreensivas. A gente queria perguntar se a cabecinha do neném estava bem, mas não tivemos coragem. A gente esperou o laudo sair para ver o que estava escrito. Foi uma das melhores sensações que tive na vida.” Yasmin, uma menina de 5 anos toda serelepe, é a alegria dos pais. “Foi ela que me ajudou a esquecer”, garante Érica. “Minha filha é tudo na minha vida.”

    Fonte: Revista IstoÉ, n. 2177, 29 de julho de 2011. 

    Analise os quatro fragmentos do texto, apresentados a seguir, em relação ao uso e função dos conectivos. Depois, indique a asserção que propõe uma substituição de conectivos inadequada, responsável por comprometer a coerência do texto.

    ...Mas nem a OMS nem o Conselho Federal de Medicina recomendam a doação porque esses órgãos também podem apresentar má-formação...

    ...Interromper a gestação de um feto anencefálico é menos do que nas duas situações já previstas pelo Código Penal, pois tanto no caso de estupro quanto no de riscos para a mãe, o feto tem potencialidade de vida...

    ...Barroso fundamenta a ação em mais dois pilares. Primeiro, alega que a interrupção da gestação de um anencéfalo, tecnicamente, não pode ser considerada aborto porque o feto não é uma vida em potencial. (...) A outra tese de Barroso é a de que a lei brasileira permite o aborto em duas ocasiões: se a gravidez é resultado de estupro ou se há riscos para a mãe...

    ...Porém, as explicações do vídeo podem ser contestadas pela medicina especializada em anencefalia, o que aumenta a discussão...

    Escolha uma alternativa para a questão 50823978-77
  • Linguagens

    Português

    Leia o seguinte texto, adaptado da revista IstoÉ, que servirá de base para a próxima questão:

                                                  A vida depois do aborto  

                                                                                                                             Solange Azevedo

        A paulistana Camila Moreira Olímpio, 27 anos, deu pulos de alegria quando engravidou. Antes de completar três meses de gestação, sua casa já estava abarrotada de roupinhas de bebê. O enxoval era todo rosa porque ela nunca teve dúvidas de que a criança que carregava no ventre era uma menina. Até o nome estava escolhido: Stacy. Com o berço e o guarda-roupa instalados no quarto, Camila e o marido foram construindo sonhos. “Daí veio a desilusão. Fui fazer o ultrassom e o médico disse que o meu bebê não tinha calota craniana nem massa encefálica”, lamenta Camila. “Desci da maca e saí correndo do posto de saúde. Parei na beira da avenida. Ali, vi o meu castelo desabar.” Ela descobriu que a criança que tanto amava era mesmo uma menina. Mas constatou, também, que Stacy não sobreviveria porque sofria de uma grave má-formação fetal chamada anencefalia. Uma anomalia congênita irreversível e incompatível com a vida.

    “E agora, o que eu faço?”, perguntou aos médicos. Eles explicaram que a gestação de um bebê anencefálico traria mais riscos que uma gravidez comum. Camila ficou dez dias enfurnada em casa. Não abria a janela, não tomava banho, não penteava o cabelo, não comia, não levantava da cama. “Entrei em depressão. Estar grávida e saber que não teria minha filha comigo estava me matando”, lembra. “Se eu não antecipasse o parto, perderia a chance de ter outro filho porque eu morreria junto.” Camila decidiu se valer de uma liminar concedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello, que permitia que grávidas de anencéfalos fizessem aborto. Conseguiu realizar o procedimento no 5º mês de gestação. Ela foi uma das cerca de 60 beneficiadas entre 1º de julho e 20 de outubro de 2004, período em que a decisão provisória vigorou. Começava ali uma batalha jurídica entre grupos de defesa dos direitos humanos e entidades de cunho religioso – a qual se estende até hoje. “Obrigar uma mulher a passar meses, entre o diagnóstico e o parto, dormindo e acordando sabendo que não terá aquele filho, é impor a ela um imenso sofrimento inútil. Isso viola o princípio constitucional da dignidade da pessoa humana”, afirma o advogado Luís Roberto Barroso, da CNTS. “É uma situação equiparável à tortura. Interromper ou não a gestação deve ser uma opção da mulher e de seu médico. O Estado, o Judiciário ou quem quer que seja não têm o direito de interferir nessa decisão.” Barroso fundamenta a ação em mais dois pilares. Primeiro, alega que a interrupção da gestação de um anencéfalo, tecnicamente, não pode ser considerada aborto porque o feto não é uma vida em potencial. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o que define a morte é a falta de atividade cerebral e, como o anencéfalo não tem cérebro, ele seria um natimorto. Um dos argumentos dos grupos contrários é que, caso a gestação chegue aos nove meses, os órgãos do bebê podem ser doados. Mas nem a OMS nem o Conselho Federal de Medicina recomendam a doação porque esses órgãos também podem apresentar má-formação.

    A outra tese de Barroso é a de que a lei brasileira permite o aborto em duas ocasiões: se a gravidez é resultado de estupro ou se há riscos para a mãe. “Interromper a gestação de um feto anencefálico é menos do que nas duas situações já previstas pelo Código Penal, pois tanto no caso de estupro quanto no de riscos para a mãe, o feto tem potencialidade de vida”, relata o advogado. “O nosso Código Penal não contempla a hipótese do feto inviável porque foi elaborado em 1940, quando o diagnóstico da anencefalia não era possível.” Paulo Fernando da Costa, vice-presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família, entidade que atua no combate ao aborto, contesta. “Não podemos condenar uma pessoa à morte. O aborto dos anencéfalos abre uma janela para a legalização completa do aborto”, afirma. Costa conta que a Associação fez um filme sobre Marcela de Jesus – uma menina do interior paulista, que morreu em agosto de 2008, com 1 ano e 8 meses. A história de Marcela se tornou uma das principais bandeiras de grupos religiosos na cruzada antiaborto. Porém, as explicações do vídeo podem ser contestadas pela medicina especializada em anencefalia, o que aumenta a discussão. “Marcela não era anencéfala. Tinha merocrania”, garante o geneticista Thomaz Gollop, professor da Universidade de São Paulo e coordenador do Grupo de Estudos sobre o Aborto. O médico explica que o que distingue esse quadro da anencefalia é a presença de um cérebro muito rudimentar – um pouco mais de massa encefálica, coberta por uma membrana. Isso faz com que o indivíduo sobreviva um pouco mais. Mas não faz com que tenha cérebro nem que interaja. “Quando a anencefalia é diagnosticada, não estamos discutindo a vida, mas a morte certa”, diz Gollop. 

    Camila Moreira afirma que, mesmo com a liminar de Marco Aurélio, batalhou para conseguir um hospital que aceitasse fazer o aborto. “Entrei em trabalho de parto no dia 18 de outubro. No dia 20, a liminar caiu”, lembra. “Foi um desespero. Algumas mulheres que estavam internadas foram mandadas de volta para casa. Se eu saísse de lá, grávida, não resistiria. Ia enlouquecer.” O casamento de Camila terminou um ano depois. Ela desistiu de tentar ser mãe depois de descobrir que é alérgica aos comprimidos de ácido fólico, uma vitamina do complexo B essencial para prevenir a má-formação fetal. “Tenho muito medo de passar por tudo de novo, por aquela desilusão”, diz. 

        “Minha filha nasceu viva. Morreu dez segundos depois. Eu não quis ver, preferi guardar a imagem que eu tinha dela na minha cabeça”. Camila leva uma vida pacata. Divide uma casa simples em Cotia, na Grande São Paulo, com duas amigas e os três filhos delas. Passa a maior parte do tempo trabalhando como demonstradora de café num supermercado.

    O medo de que alguma coisa dê errada é comum às gestantes. Quando a mulher tem um passado traumático essa sensação é multiplicada. Foi assim com a paulista Érica Souza do Nascimento, 22 anos. Ela fez a antecipação do parto dias antes de Camila, na 17ª semana de gestação, no mesmo hospital. “Foi complicado emocionalmente. Imagina ter consciência de que seu filho vai nascer e morrer, e você não vai poder fazer nada”, diz Érica. “Não tive dúvidas de que interromper a gestação era a melhor opção. Não queria sentir o meu neném mexer e, depois, ter de enterrá-lo.” Durante um bom tempo, Érica não conseguia ver crianças. Doía. Machucava. “Isso só passou quando engravidei de novo”, conta Érica, aos prantos. “No ultrassom, eu e minha mãe estávamos apreensivas. A gente queria perguntar se a cabecinha do neném estava bem, mas não tivemos coragem. A gente esperou o laudo sair para ver o que estava escrito. Foi uma das melhores sensações que tive na vida.” Yasmin, uma menina de 5 anos toda serelepe, é a alegria dos pais. “Foi ela que me ajudou a esquecer”, garante Érica. “Minha filha é tudo na minha vida.”

    Fonte: Revista IstoÉ, n. 2177, 29 de julho de 2011. 

    Analise os fragmentos dando atenção aos verbos selecionados para a introdução de discursos diretos no texto. Depois, assinale a alternativa que contém uma afirmação INCORRETA:

    “Daí veio a desilusão. Fui fazer o ultrassom e o médico disse que o meu bebê não tinha calota craniana nem massa encefálica”, lamenta Camila.

    “Entrei em depressão. Estar grávida e saber que não teria minha filha comigo estava me matando”, lembra (Camila).

    “Tenho muito medo de passar por tudo de novo, por aquela desilusão”, diz (Camila Moreira).

    “Isso só passou quando engravidei de novo”, conta Érica, aos prantos.

    “Não podemos condenar uma pessoa à morte. O aborto dos anencéfalos abre uma janela para a legalização completa do aborto”, afirma (Paulo Fernando da Costa, vice-presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família).

    “Obrigar uma mulher a passar meses, entre o diagnóstico e o parto, dormindo e acordando sabendo que não terá aquele filho, é impor a ela um imenso sofrimento inútil. Isso viola o princípio constitucional da dignidade da pessoa humana”, afirma o advogado Luís Roberto Barroso, da CNTS.

    “Marcela não era anencéfala. Tinha merocrania”, garante o geneticista Thomaz Gollop, professor da Universidade de São Paulo e coordenador do Grupo de Estudos sobre o Aborto.

    Escolha uma alternativa para a questão 50877228-77
  • Linguagens

    Português

    A Infarma é uma sessão de revista onde pesquisadores podem publicar os resultados de estudos científicos, segundo normas estabelecidas por esse periódico. Leia uma parte das normas para apresentação de trabalhos nessa revista.

    Informações gerais

    A Infarma, sessão da revista Pharmacia Brasileira, é voltada exclusivamente à publicação de artigos, revisões, resenhas, ensaios e traduções técnico-científicos na área farmacêutica. Trabalhos cujos assuntos sejam de interesse da profissão, dirigidos à prática ou à formação continuada. Só serão aceitas resenhas de livros que tenham sido publicados, no Brasil, nos últimos dois anos, e no exterior, nos quatro últimos anos. Os trabalhos deverão ser redigidos em português. (...)

    Considere as seguintes assertivas para substituir o segmento sublinhado no texto.

    I. Trabalhos contendo assuntos de interesse da profissão.

    II. Trabalhos cujos assuntos deles sejam de interesse da profissão.

    III. Trabalhos cujos os assuntos deles sejam de interesse da profissão.

    IV. Trabalho cujos os assuntos sejam de interesse da profissão.

    Assinale a alternativa que apresenta uma(s) forma(s) coerente(s) e em conformidade com a norma padrão da língua:

    Escolha uma alternativa para a questão 5090fc32-77
  • Linguagens

    Português

    Os infográficos, textos que combinam linguagem verbal com linguagem visual, vêm sendo largamente utilizados no meio jornalístico. O exemplar, a seguir está publicado em uma reportagem sobre antibióticos. Analise-o e indique a asserção INCORRETA a respeito desse gênero textual.

    Imagem da questão de Português, PUC - PR 2012, Interpretação de Textos

    Escolha uma alternativa para a questão 50a431de-77
  • Linguagens

    Português

    A ortografia da língua portuguesa sofreu algumas alterações, a fim de unificar a escrita do português brasileiro e do português europeu. Entre as alterações estão as seguintes:

    1 - Eliminação do acento agudo nos ditongos abertos -ei, -oi e -eu das palavras paroxítonas.

    2 - Inclusão do hífen em vocábulos derivados por prefixação cujo prefixo terminar por vogal igual à vogal inicial do segundo elemento.

    3 - Eliminação do hífen em vocábulos derivados por prefixação, cujo prefixo terminar em vogal e o segundo elemento começar com consoante.

    Levando-se em conta as regras acima, analise as asserções e, em seguida, marque a alternativa CORRETA:

    I. Em geleia, heroico e Coreia, o acento agudo foi eliminado atendendo ao acordo.

    II. As palavras anéis, herói e chapéu se enquadram na regra 1, portanto aqui estão indevidamente grafadas com acento.

    III. Contrarregra e microssistema passaram a ser escritos sem hífen, atendendo ao que está explicitado na regra 3.

    IV. Co-operar e co-ordenar passaram a ser grafadas com hífen, atendendo à regra 2.

    Escolha uma alternativa para a questão 50a91d61-77
  • Linguagens

    Português

    Observe as afirmativas abaixo a respeito das inovações presentes no texto de Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis:

    I. A estrutura da composição das memórias de Brás Cubas é carregada de metalinguagem, com a revelação de que estamos diante de uma construção em curso, sujeita a todas as vicissitudes da escrita “ao correr da pena”.

    Revela-se a consciência de que o que as memórias conseguem ser é a representação (sempre precária) de uma vida e que, como tal, ela é afetada pelos limites do ponto de vista do narrador.

    II. No texto, há o uso constante (e muito rico esteticamente) das digressões. A ação tem vários momentos de interrupção para o narrador fazer alguns comentários, seja sobre o processo de escrita, seja sobre o significado das ações narradas. Mas, além dos comentários em si, as digressões revelam algo sobre a concepção literária a que o livro se filia: o narrador busca se livrar da obrigação de “contar tudo” e, suspendendo a ação, abre-se à exploração da incerteza quanto ao que narra, preenchendo os vazios do texto com essas ponderações à margem do conteúdo narrado.

    III. Memórias Póstumas de Brás Cubas investe no mergulho no psicológico. A confissão do narrador busca, na reconstituição do passado a elucidação de um caso nebuloso do seu relacionamento com a esposa. A suspeita da traição é um fardo. Amparado por indícios que, embora tenham consistência, não se configuram “provas” e, sem contar com a confissão de Vergília, o advogado Brás busca, na reconstituição de dados de sua vida, um reforço à sua argumentação para defender, diante dos leitores, a tese de que foi traído, o que explica a sua situação de desesperança no momento em que faz a narração.

    IV. Memórias Póstumas de Brás Cubas parece investir num novo modo de se relacionar com a recepção. As constantes interpelações à figura do “leitor” - em geral admoestado de modo agressivo pelo narrador – partem do pressuposto de que o leitor deve se adequar a um novo tipo de experiência leitora, na qual, mais do que a história detalhista, com ações encadeadas de modo linear, ele receberá uma trama feita de elipses e incompletudes, cabendo-lhe agir de modo inteligente diante dessa proposição. Tal procedimento, que, em certa medida, apela à participação do leitor na composição da obra, é bastante moderno.

    Estão corretas APENAS as afirmativas

    Escolha uma alternativa para a questão 50ae5a5b-77
  • Linguagens

    Literatura

    Lucíola, de José de Alencar é um romance:
    Escolha uma alternativa para a questão 50b3c8fe-77
  • Linguagens

    Português

    Observe as afirmativas abaixo a respeito de Felicidade Clandestina, de Clarice Lispector:

    I. Os contos do livro são todos narrados em terceira pessoa e primam pela objetividade, típica do estilo realista adotado pela autora no todo de sua obra. A temática das desigualdades sociais é a que prevalece nas narrativas.

    II. Clarice Lispector é uma experimentadora da linguagem. Explorando o regionalismo e a escrita carregada de neologismos, sua obra tem nos contos de Felicidade Clandestina seu ponto alto, com destaque para o modo como se narram as aventuras que se passam no interior do Brasil.

    III. O universo fantástico é amplamente explorado nas ações dos contos. Vista como uma seguidora de Franz Kafka, a autora exagera na descrição de situações que, num primeiro momento, parecem absurdas, com a presença de seres maravilhosos e a humanização de animais. Contudo, esse absurdo é funcional para a análise crítica da sociedade e dos valores humanos feita em sua obra.

    IV. Há nos contos muito de autobiográfico, especialmente nas ações que envolvem crianças. Mas o diferencial da obra de Clarice Lispector é o primor na descrição do universo interior dos personagens, com a investigação de subjetividades em crise, experienciando revelações e epifanias. A inquietação íntima dos personagens vem da busca por uma identidade e pelo reconhecimento do mundo em sua complexidade.

    É correto o que se afirma SOMENTE em:

    Escolha uma alternativa para a questão 50b84137-77
  • Linguagens

    Inglês

                                        Will we ever grow replacement hands?

    "Over the past few weeks on the BBC News websitewe have looked at the potential for bionic body partsand artificial organs to repair the human body. Now wetake a look at "growing-your-own".

    There is a pressing need. A shortage of availableorgans means many die on waiting lists and those thatget an organ must spend a lifetime onimmunosuppressant drugs to avoid rejection.

    The idea is that using a patient's own stem cells togrow new body parts avoids the whole issue ofrejection as well as waiting for a donor.

    Dr Anthony Atala, director of the Institute forRegenerative Medicine at the Wake Forest BaptistMedical Center in North Carolina, US, has madebreakthroughs in building bladders and urethras.

    He breaks tissue-building into four levels ofcomplexity.

    • Flat structures, such as the skin, are the simplest to engineer as they are generally made up of just the one type of cell.

    • Tubes, such as blood vessels and urethras, which have two types of cells and act as a conduit. • Hollow non-tubular organs like the bladder and the stomach, which have more complex structures and functions.

    • Solid organs, such as the kidney, heart and liver, are the most complex to engineer. They are exponentially more complex, have many different cell types, and more challenges in the blood supply.

    "We've been able to implant the first three in humans. We don't have any examples yet of solid organs in humans because its much more complex," Dr Atala told the BBC.

    Adapted from: http://www.bbc.co.uk/news/health-16679010 June 2012.

    Based on the reading, select the alternatives that are CORRECT.

    I. BBC news website is still showing programs on the potential for bionic body parts and artificial organs to repair the human body.

    II. According to the BBC News article, there is a strong necessity for "growing-your-own" organs.

    III. Many patients die on waiting lists due to disorganization and lack of donors.

    IV. Dr. Atala has made important contributions in building bladders and urethras.

    Escolha uma alternativa para a questão 510af57d-77
  • Linguagens

    Inglês

                                        Will we ever grow replacement hands?

    "Over the past few weeks on the BBC News websitewe have looked at the potential for bionic body partsand artificial organs to repair the human body. Now wetake a look at "growing-your-own".

    There is a pressing need. A shortage of availableorgans means many die on waiting lists and those thatget an organ must spend a lifetime onimmunosuppressant drugs to avoid rejection.

    The idea is that using a patient's own stem cells togrow new body parts avoids the whole issue ofrejection as well as waiting for a donor.

    Dr Anthony Atala, director of the Institute forRegenerative Medicine at the Wake Forest BaptistMedical Center in North Carolina, US, has madebreakthroughs in building bladders and urethras.

    He breaks tissue-building into four levels ofcomplexity.

    • Flat structures, such as the skin, are the simplest to engineer as they are generally made up of just the one type of cell.

    • Tubes, such as blood vessels and urethras, which have two types of cells and act as a conduit. • Hollow non-tubular organs like the bladder and the stomach, which have more complex structures and functions.

    • Solid organs, such as the kidney, heart and liver, are the most complex to engineer. They are exponentially more complex, have many different cell types, and more challenges in the blood supply.

    "We've been able to implant the first three in humans. We don't have any examples yet of solid organs in humans because its much more complex," Dr Atala told the BBC.

    Adapted from: http://www.bbc.co.uk/news/health-16679010 June 2012.

    Analyze the following setence from the text:

    “Solid organs, such as the kidney, heart and liver, are the most complex to engineer. They are exponentially more complex, have many different cell types, and more challenges in the blood supply.”

    The expressions in bold print “the most complex” and “more complex” are examples of superlative and comparative structures. Select the alternatives that provide other examples of superlative and comparative sentences:

    I. It has been selected as the best hospital in the state.

    II. The treatment was highly expensive and extra medication was necessary.

    III. The treatment is more effective on younger patients.

    IV. Most of the time the effects of the medication are hard to notice.

    Escolha uma alternativa para a questão 5110d547-77
  • Linguagens

    Inglês

                                        Will we ever grow replacement hands?

    "Over the past few weeks on the BBC News websitewe have looked at the potential for bionic body partsand artificial organs to repair the human body. Now wetake a look at "growing-your-own".

    There is a pressing need. A shortage of availableorgans means many die on waiting lists and those thatget an organ must spend a lifetime onimmunosuppressant drugs to avoid rejection.

    The idea is that using a patient's own stem cells togrow new body parts avoids the whole issue ofrejection as well as waiting for a donor.

    Dr Anthony Atala, director of the Institute forRegenerative Medicine at the Wake Forest BaptistMedical Center in North Carolina, US, has madebreakthroughs in building bladders and urethras.

    He breaks tissue-building into four levels ofcomplexity.

    • Flat structures, such as the skin, are the simplest to engineer as they are generally made up of just the one type of cell.

    • Tubes, such as blood vessels and urethras, which have two types of cells and act as a conduit. • Hollow non-tubular organs like the bladder and the stomach, which have more complex structures and functions.

    • Solid organs, such as the kidney, heart and liver, are the most complex to engineer. They are exponentially more complex, have many different cell types, and more challenges in the blood supply.

    "We've been able to implant the first three in humans. We don't have any examples yet of solid organs in humans because its much more complex," Dr Atala told the BBC.

    Adapted from: http://www.bbc.co.uk/news/health-16679010 June 2012.

    Mark the CORRECT alternative according to the text:
    Escolha uma alternativa para a questão 5115ec2c-77
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    Inglês

    Read the comic strip and answer question:

    Imagem da questão de Inglês, PUC - PR 2012, Aspectos linguísticos | Linguistic aspects

    Based on the comic strip, select the alternatives that are TRUE:

    I. In the sentence “I heard you´re gonna be an artist...” “gonna” is the same as “going to”.

    II. In the sentence “I heard you´re gonna be an artist...” “gonna” is the same as “want to”.

    III. In the sentence “I wanna be an artist” “wanna” is the same as “going to”.

    IV. In the sentence “I wanna be an artist” “wanna” is the same as “want to”.

    Escolha uma alternativa para a questão 511b548d-77
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text.

    China’s myopia epidemic: why a simple solution is being ignored

    “Myopia rates have shot up in the last two decades,” Shanghai ophthalmologist Xu Xun says, as we speak in a conference room at the treatment centre. “According to our statistics, between 10 per cent and 20 per cent of primary school pupils start classes with myopia. Then the percentage rises to up to 50 per cent for secondary school students. In university, 90 per cent are short-sighted.”
    The growing prevalence of myopia is not only a Chinese problem, but it is an especially East Asian one. According to a study published in The Lancet medical journal in 2012, by Ian Morgan, of the Australian National University, South Korea leads the pack, with 96 per cent of young adults (below the age 20) having myopia; and the rate for Seoul is even higher. In Taiwan, 85 per cent of young adults are myopic, according to the study, and in Singapore, the figure is 82 per cent.
    But why are Asian children particularly prone to myopia? Although the question tends to create a heated discussion among doctors, Xu doesn’t hesitate when answering.
    “First of all, it’s not genetic. We’ve done many studies and that is something we are sure of.
    “It’s a quite recent phenomenon. In the 1960s, only 20 per cent of the Chinese population was short-sighted. We can argue checks were not so common at that time, but the gap is still large. And genetic changes take much longer to shape. Plus, myopia is mostly prevalent in urban areas, while the rates in the countryside are noticeably lower.”
    http://www.scmp.com/magazines/post-magazine/long-reads/article/2085125/chinas-myopia-epidemic-why-simple-solution-being

    De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 5f922e45-af
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text.

    Varicose veins: Here's what you can do about them

    Varicose veins is a term commonly used to describe visible leg veins. But true varicose veins are dilated and very prominent. Small varicose veins may not be a problem, but as varicose veins worsen they become distended and tortuous (full of twists and turns) and can cause the legs to feel heavy and ache.
    Swelling of the feet and ankles is an early sign of impaired function of the valves in our veins that keep the blood flowing, and severe varicose veins can be very painful.
    There's good evidence varicose veins have a genetic link and are also associated with a history of deep vein thrombosis (blood clots that obstruct the veins). 
    It's not possible to prevent varicose veins from forming, but simple actions can improve blood circulation in the feet and legs, and stop varicose veins from getting worse.
    Try to elevate your legs when sitting, resting and sleeping; reduce weight if you are overweight or obese; and wear lower-heeled shoes to work calf muscles.
    Treatments for varicose veins depend on the severity of symptoms, aesthetics and the risk of complications. Treatment may include compression stockings, lifestyle changes or a range of surgical options. 
    http://www.abc.net.au/news/2017-12-06/varicose-veins-heres-what-you-can-do-about-them/9232812

    Analise as assertivas que seguem.

    I. Nem toda veia visível é uma varicose.
    II. Não há cirurgias que eliminem varizes.
    III. Os cientistas têm certeza de que as varizes decorrem de herança genética.
    IV. Ações que auxiliem na circulação podem evitar que as varizes piorem.
    V. A prevenção ainda é o mais indicado quando se trata de varizes.

    De acordo com o texto, está(ão) CORRETA(S) somente:
    Escolha uma alternativa para a questão 5f96bec7-af
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text.

    'I Was Hooked': Bodybuilder Rich Piana Defended His 27 Years of Steroid Use Before His Shocking Death at 46

    Before his death, bodybuilder Rich Piana was outspoken about his near 30 years of steroid usage despite admitting time and time again that the drug “can kill you.”The former Mr. California’s death was confirmed Friday morning in a Facebook post by his estranged wife Sara Piana — just two weeks after TMZ Sports reported he was placed in a medically induced coma after passing out in his Florida home, where 20 bottles of testosterone were reportedly found by police.
    With an Instagram following of 1.2 million users and hundreds and thousands of viewers following his YouTube channel, Piana had a large audience of fans — many of which were young men, who would flock to bodybuilding and fitness conventions to meet the 46-year-old star.
    But though Piana was open about his drug use, he maintained that he was “not bragging” or encouraging steroid use in others. Instead, Piana claimed he used his platform to educate those who were going to use them on how to use the drugs “properly.”
    http://people.com/bodies/rich-piana-death-steroid-use-quotes/

    Assinale a alternativa que apresenta o propósito comunicativo do texto 
    Escolha uma alternativa para a questão 5f99b856-af
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text.

    World Obesity Day: Which countries have the biggest weight problem?

    More than 603 million adults and 107 million children (out of a global population of around 7.5 billion) are obese, according to a report published earlier this year from the Institute of Health Metrics and Evaluation, based at the University of Washington in Seattle. That represents around five per cent of all children and 12 per cent of all adults. But which nations have the highest levels of obesity?
    Telegraph Travel took data from the CIA's World Factbook and, contrary to what some may believe, it is not the US that tops the chart, but rather American Samoa - an unincorporated territory of the US in the South Pacific - where a whopping 74.6 per cent are considered to be obese.
    A slew of other South Pacific nations follow, including Nauru, Tonga, Samoa, Palau and Kiribati. In fact, Kuwait is the only country outside the region to feature in the top 10. There is a clear obesity problem in the South Pacific, with the weight of adults is increasing at four times the global average. Some have claimed the islanders are genetically predisposed to putting on weight, while a 2014 report suggested that colonial settlers, who taught them Western ways of eating - frying fish, for example, rather than eating it raw - are to blame.
    http://www.telegraph.co.uk/travel/maps-and-graphics/the-most-obese-fattest-countries-in-the-world/

    Assinale a alternativa que apresenta a causa fundamental apresentada pelo autor do texto para o aumento da obesidade.
    Escolha uma alternativa para a questão 5f9e8fc7-af