Biologia
- Estudo dos tecidos
- Prova de 2020
- UNICAMP
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 86344648-88
Instituição
937 questões de Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), de 2010 a 2025. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

O processo de desenvenenamento da mandioca inicia-se pela imersão da raiz da planta em um tanque com água durante a noite ou por alguns dias, até que comece uma leve fermentação ácida, o que faz baixar o valor do pH da água, criando-se um ambiente que intensifica a atividade de uma enzima já existente na planta. Com a diminuição do pH, o ácido cianídrico (HCN) permanece indissociado e é removido do líquido.
(Adaptado de J. Soentgen e K. Hilbert, A química dos povos indígenas da América do Sul, Química Nova, v. 39, n. 9, p. 1141-1150, 2016.)
O artigo explica, do ponto de vista da Química, como
ocorre o desenvenenamento da mandioca. De acordo com
o texto, esse processo é favorecido por
Em relação ao corante denominado bixina, extraído da semente de urucum, e que os povos indígenas conhecem muito bem, uma pesquisadora da Unicamp relata: “A ideia era extrair o máximo do pigmento da semente. Já existiam estudos para extração desse pigmento com água ou etanol, este último, uma substância aceita no processamento de alimentos e com maior afinidade com a bixina do que a água. Após a moenda, as partículas sólidas foram submetidas a sucessivas peneirações que as separaram em várias granulações.”
(Adaptado de Carmo Gallo Netto, “Técnica permite aproveitamento integral de sementes de urucum.” Jornal da Unicamp, n. 650, abr., 2016.)
Considerando-se o conhecimento químico e o relato acima,
é mais provável que um extrato com maior concentração
de bixina tenha sido obtido utilizando-se
Texto à questão
Drones vêm sendo utilizados por empresas americanas para monitorar o ambiente subaquático. Esses drones podem substituir mergulhadores, sendo capazes de realizar mergulhos de até cinquenta metros de profundidade e operar por até duas horas e meia.

Leve em conta ainda os dados mostrados no gráfico da
questão anterior, referentes à temperatura da água ( T ) em
função da profundidade ( d ). Considere um volume cilíndrico de água cuja base tem área A = 2 m2 , a face superior está na superfície a uma temperatura constante
TA e a face inferior está a uma profundidade d a uma temperatura constante TB , como mostra a figura a seguir.
Na situação estacionária, nas proximidades da superfície, a
temperatura da água decai linearmente em função de d ,
de forma que a taxa de transferência de calor por unidade
de tempo (
), por condução da face superior para a face
inferior, é aproximadamente constante e dada por
em que 
é a condutividade térmica da água. Assim, a razão
é constante para todos os pontos da região de queda linear da temperatura
da água mostrados no gráfico apresentado.
Utilizando as temperaturas da água na superfície e na profundidade d do gráfico e a fórmula fornecida, conclui-se que, na região de queda linear da temperatura da água
em função de d ,
é igual a



