Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2015
- PUC - Campinas
- Dificuldade: Difícil
- Com imagem
- Código da questão: 1D74552E-31

Instituição
311 questões de Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC - Campinas), de 2010 a 2016. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.


Atenção: A questão remete ao parágrafo abaixo, em seu contexto.
Se o relógio da História marca tempos sinistros, o tempo construído pela arte abre-se para a poesia: o tempo do sonho e da fantasia arrebatou multidões no filme O mágico de Oz estrelado por Judy Garland e eternizado pelo tema da canção Além do arco-íris. Aliás, a arte da música é, sempre, uma habitação especial do tempo: as notas combinam-se, ritmam e produzem melodias, adensando as horas com seu envolvimento.
Considere o parágrafo e o verbete extraído do Dicionário eletrônico Houaiss da língua portuguesa.
□ aliás
advérbio
1 de outro modo, de outra forma
Ex.: sempre ajudou o filho, a. seria mau pai se não o fizesse
2 além disso
Ex.: a., não era a primeira sujeira que ele fazia
3 emprega-se em seguida a uma palavra proferida ou escrita por equívoco; ou melhor, digo
Ex.: estávamos em março, a., abril
4 seja dito de passagem; verdade seja dita; a propósito
Ex.: não aceitou o emprego, que a. é muito cobiçado
5 no entanto, contudo
Ex.: andar muito é cansativo, sem, a., deixar de ser saudável
O sentido preciso com que a palavra aliás foi empregada
no texto está indicado em
Atenção: A questão remete ao parágrafo abaixo, em seu contexto.
Se o relógio da História marca tempos sinistros, o tempo construído pela arte abre-se para a poesia: o tempo do sonho e da fantasia arrebatou multidões no filme O mágico de Oz estrelado por Judy Garland e eternizado pelo tema da canção Além do arco-íris. Aliás, a arte da música é, sempre, uma habitação especial do tempo: as notas combinam-se, ritmam e produzem melodias, adensando as horas com seu envolvimento.
Atenção: A questão remete ao parágrafo abaixo, em seu contexto.
Se o relógio da História marca tempos sinistros, o tempo construído pela arte abre-se para a poesia: o tempo do sonho e da fantasia arrebatou multidões no filme O mágico de Oz estrelado por Judy Garland e eternizado pelo tema da canção Além do arco-íris. Aliás, a arte da música é, sempre, uma habitação especial do tempo: as notas combinam-se, ritmam e produzem melodias, adensando as horas com seu envolvimento.
Se o relógio da História marca tempos sinistros, o tempo construído pela arte abre-se para a poesia.
Comenta-se corretamente sobre o que o segmento acima expressa, em seu contexto:

Por vezes barateamos o sentido do tempo, tornando-o uma espécie de vazio a preencher: é quando fazemos algo para “passar o tempo”, e apelamos para um jogo, uma brincadeira, um “passatempo” como as palavras cruzadas. Em compensação, nas horas de grande expectativa, queixamo-nos de que “o tempo não passa”.
No trecho acima transcrito,


Considere o exposto em I, II e III.
I. No cinema, uma das homenagens mais bonitas ao tempo passado é a do filme Amarcord [...], do cineasta Federico Fellini. São lembranças pessoais de uma época dura, quando o fascismo crescia e dominava a Itália.
Seria compatível com o texto, no caso de agrupamento dos dois períodos num só, a substituição do segmento sublinhado por “Fellini, apesar de serem”.
II. Em Com a eletrônica, surgiram os relógios de quartzo e de césio, aposentando os chamados “relógios de corda”, a substituição do segmento destacado por “que teriam aposentado” não prejudica o sentido original.
III. Em O mostrador digital que está no seu pulso ou no seu celular tem muita história: tudo teria começado com a haste vertical ao sol, que projetava sua sombra num plano horizontal demarcado. A ampulheta e a clepsidra são as simpáticas bisavós das atuais engenhocas eletrônicas..., o pronome tudo, que expressa a ideia de totalidade, está posicionado antes do elemento a que ele remete.
Está correto o que se afirma APENAS em



Atente para estes versos de Manuel Bandeira, extraídos do poema “Minha terra”:
Revi afinal o meu Recife.
Está de fato completamente mudado.
Tem avenidas, arranha-céus.
É hoje uma bonita cidade.
Diabo leve quem pôs bonita a minha terra.
Nesses versos o poeta pernambucano

Costuma-se reconhecer que o Indianismo, na nossa literatura, é marcado por idealizações que emprestam uma espécie de glória artificial ao nosso passado como Colônia. Tais idealizações
I. consistem, basicamente, em atribuir aos nossos silvícolas atitudes e valores herdados da aristocracia medieval, caros ao ideário romântico.
II. processam-se com base em fidedignos documentos históricos, nos quais há registro detalhado dos usos e costumes das várias nações indígenas.
III. ocorreram como reação às tendências nacionalistas do nosso Romantismo, que valorizavam sobretudo a vida urbana e os valores burgueses.
Atende ao enunciado o que está em



Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
The colors of the rainbow so pretty in the sky
Are also on the faces of people passing .. I...
I see friends ..II.. hands
Saying, "how do you do?"
They're really saying,
I love you.
História da pintura, história do mundo

(BATISTA, Domenico, inédito)
O autor, História da pintura, história do mundo

(BATISTA, Domenico, inédito)
História da pintura, história do mundo

(BATISTA, Domenico, inédito)