Pular para o conteúdo

Instituição

Questões: Fundação Getulio Vargas (FGV) — com gabarito

1.077 questões de Fundação Getulio Vargas (FGV), de 2012 a 2020. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 1.077 questões
  • 8 provas

Resultados: 424 questões

Página 13 de 22

  • Linguagens

    Inglês

    THE PERILS OF POLYGAMY

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Adapted from The Economist, December 23, 2017.
    With respect to William, the information in paragraph 1 most supports which of the following?
    Escolha uma alternativa para a questão 61d99445-16
  • Linguagens

    Inglês

    THE PERILS OF POLYGAMY

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Adapted from The Economist, December 23, 2017.
    Which of the following is most supported by the information in the article?
    Escolha uma alternativa para a questão 61dfea5e-16
  • Linguagens

    Inglês

    THE PERILS OF POLYGAMY

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Adapted from The Economist, December 23, 2017.
    With respect to countries in which polygamy is practiced, the information in the article supports all of the following except
    Escolha uma alternativa para a questão 61e6c1ac-16
  • Linguagens

    Inglês

    THE PERILS OF POLYGAMY

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Adapted from The Economist, December 23, 2017.
    According to the information in the article, the brideprice is
    Escolha uma alternativa para a questão 61ebb236-16
  • Linguagens

    Inglês

    GERMANY IN THE MIDDLE AGES
    By Simon Winder

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Adapted from Chapter 3 of the book Germania.
    The term “’high’ Middle Ages,” as cited in the first sentence, most likely indicates which of the following?
    Escolha uma alternativa para a questão 61f8ef67-16
  • Linguagens

    Inglês

    GERMANY IN THE MIDDLE AGES
    By Simon Winder

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Adapted from Chapter 3 of the book Germania.
    According to the information in the article,
    Escolha uma alternativa para a questão 61fce057-16
  • Linguagens

    Inglês

    GERMANY IN THE MIDDLE AGES
    By Simon Winder

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Adapted from Chapter 3 of the book Germania.
    With respect to the memorials that can still be found in many local churches in Germany, the information in the article most supports which of the following?
    Escolha uma alternativa para a questão 62004005-16
  • Linguagens

    Inglês

    GERMANY IN THE MIDDLE AGES
    By Simon Winder

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Adapted from Chapter 3 of the book Germania.
    The information in the article most supports which of the following?
    Escolha uma alternativa para a questão 62038bd9-16
  • Linguagens

    Inglês

    GERMANY IN THE MIDDLE AGES
    By Simon Winder

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Adapted from Chapter 3 of the book Germania.
    According to the information in the article, all of the following most likely contributed to the Great Famine of the fourteenth century excep
    Escolha uma alternativa para a questão 6206980a-16
  • Linguagens

    Inglês

    GERMANY IN THE MIDDLE AGES
    By Simon Winder

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Adapted from Chapter 3 of the book Germania.
    According to the information in the article, the Black Death
    Escolha uma alternativa para a questão 620aa52e-16
  • Linguagens

    Inglês

    GERMANY IN THE MIDDLE AGES
    By Simon Winder

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Adapted from Chapter 3 of the book Germania.
    In the last paragraph, the article most likely mentions Bamberg Cathedral in order to
    Escolha uma alternativa para a questão 620eb342-16
  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão

    Escrevo neste instante com algum prévio pudor por vos estar invadindo com tal narrativa tão exterior e explícita. De onde no entanto até sangue arfante de tão vivo de vida poderá quem sabe escorrer e logo se coagular em cubos de geleia trêmula. Será essa história um dia o meu coágulo? Que sei eu. Se há veracidade nela – e é claro que a história é verdadeira embora inventada –, que cada um a reconheça em si mesmo porque todos nós somos um e quem não tem pobreza de dinheiro tem pobreza de espírito ou saudade por lhe faltar coisa mais preciosa que ouro – existe a quem falte o delicado essencial.

    Clarice Lispector, A hora da estrela.
    No contexto da narração de A hora da estrela, é complementar ao “pudor” que confessa o narrador, no excerto, uma outra espécie de pudor, motivado, este, pela
    Escolha uma alternativa para a questão 6497350f-d7
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema de Alberto Caeiro para responder à questão.

    Não basta abrir a janela
    Para ver os campos e o rio.
    Não é bastante não ser cego
    Para ver as árvores e as flores.
    É preciso também não ter filosofia nenhuma.
    Com filosofia não há árvores: há ideias apenas.
    Há só cada um de nós, como uma cave1 .
    Há só uma janela fechada, e todo o mundo lá fora;
    E um sonho do que se poderia ver se a janela se abrisse,
    Que nunca é o que se vê quando se abre a janela.

    (Obra poética, 1992.)

    1cave: pavimento de uma construção que fica abaixo do nível do solo.
    De acordo com o poema,
    Escolha uma alternativa para a questão 6607d3f4-05
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema de Alberto Caeiro para responder à questão.

    Não basta abrir a janela
    Para ver os campos e o rio.
    Não é bastante não ser cego
    Para ver as árvores e as flores.
    É preciso também não ter filosofia nenhuma.
    Com filosofia não há árvores: há ideias apenas.
    Há só cada um de nós, como uma cave1 .
    Há só uma janela fechada, e todo o mundo lá fora;
    E um sonho do que se poderia ver se a janela se abrisse,
    Que nunca é o que se vê quando se abre a janela.

    (Obra poética, 1992.)

    1cave: pavimento de uma construção que fica abaixo do nível do solo.
    No verso "Não basta abrir a janela", a oração sublinhada funciona como sujeito do verbo "basta". Um sujeito oracional ocorre também no verso:
    Escolha uma alternativa para a questão 660c35fe-05
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema de Alberto Caeiro para responder à questão.

    Não basta abrir a janela
    Para ver os campos e o rio.
    Não é bastante não ser cego
    Para ver as árvores e as flores.
    É preciso também não ter filosofia nenhuma.
    Com filosofia não há árvores: há ideias apenas.
    Há só cada um de nós, como uma cave1 .
    Há só uma janela fechada, e todo o mundo lá fora;
    E um sonho do que se poderia ver se a janela se abrisse,
    Que nunca é o que se vê quando se abre a janela.

    (Obra poética, 1992.)

    1cave: pavimento de uma construção que fica abaixo do nível do solo.
    Considere os versos:

    "Não basta abrir a janela
    Para ver os campos e o rio."
    "E um sonho do que se poderia ver se a janela se abrisse"

    No contexto, os termos sublinhados podem ser corretamente substituídos por:
    Escolha uma alternativa para a questão 660f606c-05
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto de Teresinha Costa para responder à questão.

         Em História social da criança e da família, Philippe Ariès faz um estudo na Europa, no período compreendido entre a Idade Média e o século XX, para demonstrar como a definição de criança se modificou no decorrer do tempo de acordo com parâmetros ideológicos. Pela análise de pinturas, diários, esculturas e vitrais produzidos na Europa no período anterior aos ideais da Revolução Francesa, Ariès forja a expressão "sentimento da infância" para designar "a consciência da particularidade infantil, essa particularidade que distingue essencialmente a criança do adulto". Esse sentimento vai aparecer a partir apenas do século XVII.
    Na Idade Média, a criança era vista como um pequeno adulto, sem características que a diferenciassem, e desconsiderada como alguém merecedor de cuidados especiais. Isso não significava que as crianças fossem até então desprezadas ou negligenciadas, mas sim que não se tinha consciência de uma série de particularidades intelectuais, comportamentais e emocionais que passaram, então, a ser consideradas como inerentes ou até mesmo naturais às crianças. Ariès comenta, inclusive, que os pintores ocidentais reproduziam crianças vestidas como pequenos adultos, e que somente percebemos se tratar de uma criança devido ao seu tamanho reduzido. Nas sociedades agrárias, a infância era um período rapidamente superado e, tão logo a criança adquiria alguma independência, passava a participar da vida dos adultos e de seus trabalhos, jogos e festas.

    (Psicanálise com crianças, 2010.)
    De acordo com o texto, a pesquisa de Philippe Ariès
    Escolha uma alternativa para a questão 6612c01b-05
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto de Teresinha Costa para responder à questão.

         Em História social da criança e da família, Philippe Ariès faz um estudo na Europa, no período compreendido entre a Idade Média e o século XX, para demonstrar como a definição de criança se modificou no decorrer do tempo de acordo com parâmetros ideológicos. Pela análise de pinturas, diários, esculturas e vitrais produzidos na Europa no período anterior aos ideais da Revolução Francesa, Ariès forja a expressão "sentimento da infância" para designar "a consciência da particularidade infantil, essa particularidade que distingue essencialmente a criança do adulto". Esse sentimento vai aparecer a partir apenas do século XVII.
    Na Idade Média, a criança era vista como um pequeno adulto, sem características que a diferenciassem, e desconsiderada como alguém merecedor de cuidados especiais. Isso não significava que as crianças fossem até então desprezadas ou negligenciadas, mas sim que não se tinha consciência de uma série de particularidades intelectuais, comportamentais e emocionais que passaram, então, a ser consideradas como inerentes ou até mesmo naturais às crianças. Ariès comenta, inclusive, que os pintores ocidentais reproduziam crianças vestidas como pequenos adultos, e que somente percebemos se tratar de uma criança devido ao seu tamanho reduzido. Nas sociedades agrárias, a infância era um período rapidamente superado e, tão logo a criança adquiria alguma independência, passava a participar da vida dos adultos e de seus trabalhos, jogos e festas.

    (Psicanálise com crianças, 2010.)
    "entre a Idade Média e o século XX" (1º parágrafo)
    "Ariès forja a expressão 'sentimento da infância'" (1º parágrafo)
    "sem características que a diferenciassem" (2º parágrafo)

    As três ocorrências do vocábulo "a" sublinhadas correspondem, respectivamente, a:
    Escolha uma alternativa para a questão 66168106-05
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto de Teresinha Costa para responder à questão.

         Em História social da criança e da família, Philippe Ariès faz um estudo na Europa, no período compreendido entre a Idade Média e o século XX, para demonstrar como a definição de criança se modificou no decorrer do tempo de acordo com parâmetros ideológicos. Pela análise de pinturas, diários, esculturas e vitrais produzidos na Europa no período anterior aos ideais da Revolução Francesa, Ariès forja a expressão "sentimento da infância" para designar "a consciência da particularidade infantil, essa particularidade que distingue essencialmente a criança do adulto". Esse sentimento vai aparecer a partir apenas do século XVII.
    Na Idade Média, a criança era vista como um pequeno adulto, sem características que a diferenciassem, e desconsiderada como alguém merecedor de cuidados especiais. Isso não significava que as crianças fossem até então desprezadas ou negligenciadas, mas sim que não se tinha consciência de uma série de particularidades intelectuais, comportamentais e emocionais que passaram, então, a ser consideradas como inerentes ou até mesmo naturais às crianças. Ariès comenta, inclusive, que os pintores ocidentais reproduziam crianças vestidas como pequenos adultos, e que somente percebemos se tratar de uma criança devido ao seu tamanho reduzido. Nas sociedades agrárias, a infância era um período rapidamente superado e, tão logo a criança adquiria alguma independência, passava a participar da vida dos adultos e de seus trabalhos, jogos e festas.

    (Psicanálise com crianças, 2010.)
    "Isso não significava que as crianças fossem até então desprezadas" (2° parágrafo)

    Se esta frase for transposta para a voz ativa, a locução verbal sublinhada muda para:
    Escolha uma alternativa para a questão 6619d0e9-05
  • Linguagens

    Português

    Considere o trecho inicial do conto "Uns sábados, uns agostos", de Caio Fernando Abreu, para responder à questão.

          Eles vinham aos sábados, sem telefonar. Não lembro desde quando criou-se o hábito de virem aos sábados, sem telefonar – e de vez em quando isso me irritava, pensando que se quisesse sair para, por exemplo, passear pelo parque ou tomar uma dessas lanchas de turismo que fazem excursões pelas ilhas, não poderia porque eles bateriam com as caras na porta fechada e ficariam ofendidos (eles eram sensíveis) e talvez não voltassem nunca mais. E como, aos sábados, eu jamais faria coisas como ir ao parque ou andar nessas tais lanchas que fazem excursões pelas ilhas, era obrigado a esperá-los, trancado em casa. Certamente os odiava um pouco enquanto não chegavam: um ódio de ter meus sábados totalmente dependentes deles, que não eram eu, e que não viveriam a minha vida por mim – embora eu nunca tivesse conseguido aprender como se vive aos sábados, se é que existe uma maneira específica de atravessá-los.  
    [...]
         E afinal, chovesse ou fizesse sol, sagradamente lá estavam eles, aos sábados. Naturalmente chovesse-ou-fizesse-sol é apenas isso que se convencionou chamar força de expressão, já que há muito tempo não fazia sol, talvez por ser agosto − mas de certa forma é sempre agosto nesta cidade, principalmente aos sábados.
          Não é que fossem chatos. Na verdade, eu nunca soube que critérios de julgamento se pode usar para julgar alguém definitivamente chato, irremediavelmente burro ou irrecuperavelmente desinteressante. Sempre tive uma dificuldade absurda para arrumar prateleiras. Acontece que não tínhamos nada em comum, não que isso tenha importância, mas nossas famílias não se conheciam, então não podíamos falar sobre os meus pais ou os avós deles, sobre os meus tios ou os seus sobrinhos ou qualquer outra dessas combinações genealógicas. Também não sabia que tipo de trabalho faziam, se é que faziam alguma coisa, nem sequer se liam, se estudavam, iam ao cinema, assistiam à televisão ou com que se ocupavam, enfim, além de me visitar aos sábados.

    (Caio Fernando Abreu. Mel e girassóis, 1988. Adaptado.) 
    Ao dizer "força de expressão" (2° parágrafo), o narrador informa que não se devem tomar as palavras em seu sentido
    Escolha uma alternativa para a questão 661ceb9f-05