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Instituição

Questões: Faculdade de Medicina de Barbacena - Minas Gerais (FAME) — com gabarito

121 questões de Faculdade de Medicina de Barbacena - Minas Gerais (FAME), de 2014 a 2025. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 121 questões
  • 2 provas

Resultados: 44 questões

Página 1 de 3

  • Linguagens

    Português

    Texto 1

    Somos uma sociedade injusta e segregacionista

    O fenômeno dos centenas de rolezinhos que ocuparam shoppings centers no Rio e em São Paulo suscitaram as mais disparatadas interpretações. (...)

    Eu, por minha parte, interpreto da seguinte forma tal irrupção:

    Em primeiro lugar, são jovens pobres, das grandes periferias, sem espaços de lazer e de cultura, penalizados por serviços públicos ausentes ou muito ruins como saúde, escola, infra-estrutura sanitária, transporte, lazer e segurança. Veem televisão cujas propagandas os seduzem para um consumo que nunca vão poder realizar. E sabem manejar computadores e entrar nas redes sociais para articular encontros. Seria ridículo exigir deles que teoricamente tematizem sua insatisfação.

    Mas sentem na pele o quanto nossa sociedade é malvada porque exclui, despreza e mantém os filhos e filhas da pobreza na invisibilidade forçada. O que se esconde por trás de sua irrupção? O fato de não serem incluídos no contrato social. Não adianta termos uma "constituição cidadã" que neste aspecto é apenas retórica, pois implementou muito pouco do que prometeu em vista da inclusão social. Eles estão fora, não contam, nem sequer servem de carvão para o consumo de nossa fábrica social (Darcy Ribeiro). Estar incluído no contrato social significa ter garantidos os serviços básicos: saúde, educação, moradia, transporte, cultura, lazer e segurança. Quase nada disso funciona nas periferias. O que eles estão dizendo com suas penetrações nos bunkers do consumo? "Oia nóis na fita"; "nois não tamo parado";"nóis tamo aqui para zoar"(incomodar). Eles estão com seu comportamento rompendo as barreiras do aparheid social.(...)

    Continuamos uma Brasilíndia: uma Bélgica rica dentro de uma Índia pobre. Tudo isso os rolezinhos denunciam, por atos e menos por palavras.

    Em segundo lugar, eles denunciam a nossa maior chaga: a desigualdade social cujo verdadeiro nome é injustiça histórica e social. Releva constatar que, com as políticas sociais do governo do PT, a desigualdade diminuiu, pois, segundo o IPEA, os 10% mais pobres tiveram entre 2001-2011 um crescimento de renda acumulado de 91,2%, enquanto a parte mais rica cresceu 16,6%. Mas esta diferença não atingiu a raiz do problema, pois o que supera a desigualdade é uma infraestrutura social de saúde, escola, transporte, cultura e lazer que funcione e seja acessível a todos. Não é suficiente transferir renda; tem que criar oportunidades e oferecer serviços, coisa que não foi o foco principal no Ministério de Desenvolvimento Social.

    O "Atlas da Exclusão Social" de Márcio Poschmann (Cortez 2004) nos mostra que há cerca de 60 milhões de famílias no Brasil, das quais cinco mil famílias extensas detém 45% da riqueza nacional. Democracia sem igualdade, que é seu pressuposto, é farsa e retórica. Os rolezinhos denunciam essa contradição. Eles entram no "paraíso das mercadorias" vistas virtualmente na TV para vê-las realmente e senti-las nas mãos. Eis o sacrilégio insuportável pelos donos dos shoppings. Eles não sabem dialogar, chamam logo a polícia para bater e fecham as portas a esses bárbaros. Sim, bem o viu T.Todorov em seu livro "Os novos bárbaros": os marginalizados do mundo inteiro estão saindo da margem e indo rumo ao centro para suscitar a má consciência dos "consumidores felizes" e lhes dizer: esta ordem é ordem na desordem. Ela os faz frustrados e infelizes, tomados de medo, medo dos próprios semelhantes que somos nós.

    Por fim, os rolezinhos não querem apenas consumir. Não são animaizinhos famintos. Eles têm fome sim, mas fome de reconhecimento, de acolhida na sociedade, de lazer, de cultura e de mostrar o que sabem: cantar, dançar, criar poemas críticos, celebrar a convivência humana. E querem trabalhar para ganhar sua vida. Tudo isso lhes é negado, porque, por serem pobres, negros, mestiços sem olhos azuis e cabelos loiros, são desprezados e mantidos longe, na margem.

    Esse tipo de sociedade pode ser chamada ainda de humana e civilizada? Ou é uma forma travestida de barbárie? Esta última lhe convém mais. Os rolezinhos mexeram numa pedra que começou a rolar. Só parará se houver mudanças.

    BOFF, Leonardo. Jornal Zero Hora. 28 jan. 2014. (adaptado). Disponível em: <http://goo.gl/4UeRbD>. Acesso em 05 abr. 2014
    Observe a criação do neologismo Brasilíndia neste trecho:

    “Continuamos uma Brasilíndia: uma Bélgica rica dentro de uma Índia pobre.”

    A criação do neologismo Brasilíndia ocorreu por
    Escolha uma alternativa para a questão 197f8b6a-dc
  • Linguagens

    Português

    Decifrando os rolezinhos

    “Note-se que nas jornadas de junho os jovens se manifestaram nas ruas, que é o local mais adequado para esse tipo de mobilização. Não houve, em seu primeiro momento, nenhuma conotação anticapitalista, mas, ao contrário, uma indignação apartidária com os governos federal, estaduais e municipais pela péssima qualidade dos serviços públicos. Ademais, havia uma clara insatisfação com os partidos políticos e os movimentos sociais organizados.

    Agora há uma diferença essencial. As manifestações estão sendo feitas em shoppings, que são locais privados, empresariais. Isto é, os manifestantes, mesmo nos genuínos rolezinhos, apesar de gostarem de roupas de grife, já se dirigem a estabelecimentos privados apagando a distinção entre o público e o privado. De um lado, identificam-se com a economia de mercado e o consumo, procurando ter mais de seus produtos; são prócapitalistas nessa perspectiva. De outro, não respeitam a propriedade privada”.

    ROSENFIELD, Denis. Decifrando os rolezinhos. O Estado de São Paulo. 27 jan. 2014.(fragmento). Disponível em : < http://goo.gl/iUbWMG> .Acesso em 13 abr.2014.

    Ao relacionar os pontos de vista dos dois textos, é CORRETO afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 198826b1-dc
  • Linguagens

    Português

    Leia os versos de “Se se morre de amor” de Gonçalves Dias e da letra de música “Não Se Morre de Mal de Amor”, de Taiguara.

    Imagem da questão de Português, FAME 2014, Interpretação de Textos

    Assinale a alternativa INCORRETA acerca da leitura dos textos.
    Escolha uma alternativa para a questão 198fc250-dc
  • Linguagens

    Literatura

    Analise os versos a seguir.

    1. “As ondas são anjos que dormem no mar, Que tremem, palpitam, banhados de luz... São anjos que dormem, a rir e sonhar E em leito d'escuma revolvem-se nus!

    E quando de noite vem pálida a lua Seus raios incertos tremer, pratear, E a trança luzente da nuvem flutua, As ondas são anjos que dormem no mar!”

    2. “Era uma tarde triste, mas límpida e suave... Eu — pálido poeta — seguia triste e grave A estrada, que conduz ao campo solitário, Como um filho, que volta ao paternal sacrário,

    E ao longe abandonando o múrmur da cidade — Som vago, que gagueja em meio à imensidade,— No drama do crepúsculo eu escutava atento A surdina da tarde ao sol, que morre lento.”

    3. “Se sou pobre pastor, se não governo Reinos, nações, províncias, mundo, e gentes; Se em frio, calma, e chuvas inclementes Passo o verão, outono, estio, inverno;

    Nem por isso trocara o abrigo terno Desta choça, em que vivo, coas enchentes Dessa grande fortuna: assaz presentes Tenho as paixões desse tormento eterno.”

    4. “Eras na vida a pomba predileta Que sobre um mar de angústias conduzia O ramo da esperança. — Eras a estrela Que entre as névoas do inverno cintilava

    Apontando o caminho ao pegureiro. Eras a messe de um dourado estio. Eras o idílio de um amor sublime. Eras a glória, — a inspiração, — a pátria,”


    Assinale a alternativa que os classifica de forma CORRETA quanto ao seu estilo de época da literatura brasileira.
    Escolha uma alternativa para a questão 1994ddec-dc
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.



    Mudança climática e a necessidade de diálogo intergeracional



    Estamos planejando o futuro olhando para o retrovisor. A crise climática gerou uma nova situação para toda a humanidade que não poderá ser resolvida com soluções antigas. Mesmo após diversas conferências sobre o clima, desde a Eco 92 até a COP30, […] os países tendem a concordar que são necessárias ações urgentes para combater a mudança climática e definem metas de redução da emissão de gases de efeito estufa, mas, na prática, o problema apenas se agrava. Por que isso ocorre?



    A incoerência entre o discurso de transição energética e a efetiva ação repousa no modelo tradicional baseado em crescimento econômico. Apesar de os países concordarem que reduzir, reutilizar e reciclar são aspectos fundamentais, na prática tal atitude desacelera a economia. Logo, não é colocada em prática de forma efetiva.



    O paradigma dos governantes mundiais, tanto os atuais quanto os das últimas décadas, visa estimular o consumo como forma de gerar mais empregos, o que é um raciocínio válido. Porém, não leva em consideração o impacto ao meio ambiente. Você é estimulado a consumir, descartar e, então, consumir novamente.



    As novas gerações, entretanto, têm uma consciência ambiental muito mais aflorada. Eles cresceram ouvindo falar das mudanças climáticas, estudaram na escola formas de economizar energia e, agora, estão sentindo na pele os efeitos das ondas de calor que assolam o país. A moderação ganha muito mais valor para essas pessoas do que o estímulo ao consumismo desenfreado. O lema “lucro acima de tudo” não tem eco entre elas.



    Para vencer essas dicotomias, a economia, como a conhecemos, precisa se reinventar. Na verdade, precisa circular. Um exemplo bem próximo dos consumidores é a importância da reciclagem, que gera um promissor mercado com receita e novos empregos, além de reduzir o lixo produzido pelas cidades. A coleta seletiva e os processos de triagem do lixo devem ser estimulados e aprimorados. Produtos reciclados devem ganhar mais espaço na economia do que produtos que utilizam matéria‑prima nova em sua fabricação.


    SHAYANI, Rafael Amaral. Mudança climática e a necessidade de diálogo intergeracional. Correio Braziliense. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7067391mudanca-climatica-e-a-necessidade-de-dialogo-intergeracional. html. Acesso em: 28 fev. 2025. [Fragmento]

    Segundo o articulista, o combate à crise climática perpassa um contexto de
    Escolha uma alternativa para a questão 5164f32e-47
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.



    Mudança climática e a necessidade de diálogo intergeracional



    Estamos planejando o futuro olhando para o retrovisor. A crise climática gerou uma nova situação para toda a humanidade que não poderá ser resolvida com soluções antigas. Mesmo após diversas conferências sobre o clima, desde a Eco 92 até a COP30, […] os países tendem a concordar que são necessárias ações urgentes para combater a mudança climática e definem metas de redução da emissão de gases de efeito estufa, mas, na prática, o problema apenas se agrava. Por que isso ocorre?



    A incoerência entre o discurso de transição energética e a efetiva ação repousa no modelo tradicional baseado em crescimento econômico. Apesar de os países concordarem que reduzir, reutilizar e reciclar são aspectos fundamentais, na prática tal atitude desacelera a economia. Logo, não é colocada em prática de forma efetiva.



    O paradigma dos governantes mundiais, tanto os atuais quanto os das últimas décadas, visa estimular o consumo como forma de gerar mais empregos, o que é um raciocínio válido. Porém, não leva em consideração o impacto ao meio ambiente. Você é estimulado a consumir, descartar e, então, consumir novamente.



    As novas gerações, entretanto, têm uma consciência ambiental muito mais aflorada. Eles cresceram ouvindo falar das mudanças climáticas, estudaram na escola formas de economizar energia e, agora, estão sentindo na pele os efeitos das ondas de calor que assolam o país. A moderação ganha muito mais valor para essas pessoas do que o estímulo ao consumismo desenfreado. O lema “lucro acima de tudo” não tem eco entre elas.



    Para vencer essas dicotomias, a economia, como a conhecemos, precisa se reinventar. Na verdade, precisa circular. Um exemplo bem próximo dos consumidores é a importância da reciclagem, que gera um promissor mercado com receita e novos empregos, além de reduzir o lixo produzido pelas cidades. A coleta seletiva e os processos de triagem do lixo devem ser estimulados e aprimorados. Produtos reciclados devem ganhar mais espaço na economia do que produtos que utilizam matéria‑prima nova em sua fabricação.


    SHAYANI, Rafael Amaral. Mudança climática e a necessidade de diálogo intergeracional. Correio Braziliense. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7067391mudanca-climatica-e-a-necessidade-de-dialogo-intergeracional. html. Acesso em: 28 fev. 2025. [Fragmento]

    Em sua argumentação, o autor sugere que a reciclagem pode ser uma
    Escolha uma alternativa para a questão 5169279a-47
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, FAME 2025, Interpretação de Textos

    Disponível em: https://mucuri.ba.gov.br/acontece-neste-sabado-20-o-dia-d-da-campanha-nacionalde-vacinacao-contra-a-poliomielite-e-multivacinacao/. Acesso em: 25 fev. 2025.


    A partir da escolha vocabular do cartaz, infere‑se que essa campanha busca
    Escolha uma alternativa para a questão 516bb3be-47
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.



    ‘A Geração Ansiosa’ e a nova caverna de Platão



    Vício da geração Z, internet e as redes sociais são catalisadores para uma infância cada vez mais ansiosa, solitária e fragilizada



    Onde brincam as crianças? [“Where do the children play?”] perguntava‑se Cat Stevens, no rescaldo da contracultura, numa canção belíssima de crítica ao desenvolvimento técnico e ao crescimento econômico desenfreado. Entre muitas outras coisas, os versos de Stevens aludiam ao fuzuê urbano e à falta de espaço nas cidades. O tempo respondeu à pergunta de Stevens de maneira inusitada: elas brincam em seus celulares.



    [...]


    LEITE, J. G. P. ‘A Geração Ansiosa’ e a nova caverna de Platão. Carta Capital. Disponível em: https://www.cartacapital. com.br/opiniao/a-geracao-ansiosa-e-a-nova-caverna-de-platao/. Acesso em: 20 fev. 2025. [Fragmento]

    A construção argumentativa no fragmento é reforçada pela
    Escolha uma alternativa para a questão 516e4665-47
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.



    ‘A Geração Ansiosa’ e a nova caverna de Platão



    Vício da geração Z, internet e as redes sociais são catalisadores para uma infância cada vez mais ansiosa, solitária e fragilizada



    Onde brincam as crianças? [“Where do the children play?”] perguntava‑se Cat Stevens, no rescaldo da contracultura, numa canção belíssima de crítica ao desenvolvimento técnico e ao crescimento econômico desenfreado. Entre muitas outras coisas, os versos de Stevens aludiam ao fuzuê urbano e à falta de espaço nas cidades. O tempo respondeu à pergunta de Stevens de maneira inusitada: elas brincam em seus celulares.



    [...]


    LEITE, J. G. P. ‘A Geração Ansiosa’ e a nova caverna de Platão. Carta Capital. Disponível em: https://www.cartacapital. com.br/opiniao/a-geracao-ansiosa-e-a-nova-caverna-de-platao/. Acesso em: 20 fev. 2025. [Fragmento]

    A escolha da palavra “fuzuê” reforça a intencionalidade comunicativa do texto porque
    Escolha uma alternativa para a questão 5170e47d-47
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.



    Imagem da questão de Português, FAME 2025, Morfologia


    BECK, Alexandre. Armandinho. Disponível em: https://tirasarmandinho.tumblr.com/post/163405308014/tirinha-original. Acesso em: 25 fev. 2025.

    Releia o trecho a seguir:



    “A gente procura por boas notícias...” 



    Assinale a alternativa em que a palavra em destaque tem, no contexto apresentado, a mesma classificação morfológica daquela em destaque no trecho acima.

    Escolha uma alternativa para a questão 517381fc-47
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.



    Imagem da questão de Português, FAME 2025, Morfologia - Verbos


    BECK, Alexandre. Armandinho. Disponível em: https://tirasarmandinho.tumblr.com/post/163405308014/tirinha-original. Acesso em: 25 fev. 2025.

    No terceiro quadrinho, a escolha do tempo e do modo verbal empregado indica que
    Escolha uma alternativa para a questão 51762c6a-47
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, FAME 2025, Sintaxe

    Disponível em: https://blogdoaftm.com.br/chargemudancas-climaticas-6/. Acesso em: 25 fev. 2025.


    Na fala do personagem, a segunda oração é classificada como coordenada
    Escolha uma alternativa para a questão 5178b57b-47
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.



    Poética



    Estou farto do lirismo comedido


    Do lirismo bem comportado


    Do lirismo funcionário público com livro de ponto expediente protocolo e manifestações de apreço ao Sr. Diretor.


    Estou farto do lirismo que para e vai averiguar no dicionário o cunho vernáculo de um vocábulo.


    Abaixo os puristas


    […]


    Quero antes o lirismo dos loucos


    O lirismo dos bêbados


    O lirismo difícil e pungente dos bêbedos


    O lirismo dos clowns de Shakespeare


    – Não quero mais saber do lirismo que não é libertação.



    BANDEIRA, Manuel. Poética. Disponível em: https://www. ufrgs.br/enunciarcotidianos/2017/04/11/poetica-manuelbandeira/. Acesso em: 25 fev. 2025. [Fragmento]




    Nessa construção poética de Manuel Bandeira, o recurso metalinguístico revela‑se na

    Escolha uma alternativa para a questão 517b466a-47
  • Linguagens

    Literatura

    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.



    Poética



    Estou farto do lirismo comedido


    Do lirismo bem comportado


    Do lirismo funcionário público com livro de ponto expediente protocolo e manifestações de apreço ao Sr. Diretor.


    Estou farto do lirismo que para e vai averiguar no dicionário o cunho vernáculo de um vocábulo.


    Abaixo os puristas


    […]


    Quero antes o lirismo dos loucos


    O lirismo dos bêbados


    O lirismo difícil e pungente dos bêbedos


    O lirismo dos clowns de Shakespeare


    – Não quero mais saber do lirismo que não é libertação.



    BANDEIRA, Manuel. Poética. Disponível em: https://www. ufrgs.br/enunciarcotidianos/2017/04/11/poetica-manuelbandeira/. Acesso em: 25 fev. 2025. [Fragmento]




    O poema de Manuel Bandeira é característico da Primeira Geração Modernista porque
    Escolha uma alternativa para a questão 517de12f-47
  • Linguagens

    Inglês

    Read the following text.


    Abstract


    Learning and memory happen because of a special brain process called Hebbian plasticity. This process makes the connections between brain cells, called neurons, stronger when the neurons work together. These stronger connections help us think, learn new skills, and remember things. Scientists are studying how Hebbian plasticity works and using tools like transcranial magnetic stimulation (TMS) to change these brain cell connections without the need for surgery. By understanding Hebbian plasticity, researchers hope to find better ways to help people learn, improve memory, and even treat brain‑related problems like depression or memory loss.

    Available at: https://kids.frontiersin.org/articles/10.3389/ frym.2025.1425512. Accessed on: March 1st, 2025.


    A potential application of understanding Hebbian plasticity, described in the abstract, is
    Escolha uma alternativa para a questão 518083af-47
  • Linguagens

    Inglês

    INSTRUCTION: Read the following text to answer the question.



    Neuroplasticity: How the brain changes with learning



    You cannot learn something without storing it in some form of memory for future use. From neuroscience, we know that memories are encoded by physical changes in the brain. In other words, your brain changes physically whenever you learn anything, and your brain continues to be moulded by experience and learning throughout your life.



    Executive summary



            • Your brain is never fixed but continues to change with learning and experience throughout your life.


            • Most learning in the brain involves rewiring or making and strengthening connections between neurons, the cells of your brain most crucial for learning.


            • In most regions of the brain, the only neurons you will have throughout all of your life are already present at birth. Your brain does continue to grow new neurons in at least one very small but potentially important area for learning, but this is very new research and the role of these new neurons for learning is not yet known.


            • Neuroplasticity is important for all learning – much of the neuroscience research on neuroplasticity is related to how the brain recovers from injury or damage – but some of the same principles apply to how the brain changes with learning throughout all of life.



    Learning and memory and changes in the brain



    Let us start with a simple logical argument, to dispel myths and show that logically, of course, your brain is changing with learning:



    Learning and memory are necessarily closely linked. You cannot learn something without storing it in some form of memory for use in the future, either for recall as new knowledge or improvement in skills. From neuroscience, we know that memories are encoded by physical changes in the brain (although we still debate exactly what it is that changes and how). Your brain therefore changes physically whenever anything is learnt, and so your experiences and learning throughout all of life change and mould your brain. 



    There is a common brain myth or popular perception that the brain becomes fully developed sometime in early childhood, implying that nothing further changes, and that further changes in the brain with development in childhood and adolescence are somehow biologically determined, leading to a fully developed state at adulthood.



    In reality, the way your brain develops is determined both by your genetics and by your learning and experiences. Biological does not mean predetermined. Your brain is shaped by your experiences and is never fixed but continues to change along with learning across the lifespan. 


    Available at: https://solportal.ibe-unesco.org/articles/neuroplasticityhow-the-brain-changes-with-learning/. Accessed on: March 1st, 2025.

    According to the text, what is the primary way learning changes the brain?
    Escolha uma alternativa para a questão 51834744-47
  • Linguagens

    Inglês

    INSTRUCTION: Read the following text to answer the question.



    Neuroplasticity: How the brain changes with learning



    You cannot learn something without storing it in some form of memory for future use. From neuroscience, we know that memories are encoded by physical changes in the brain. In other words, your brain changes physically whenever you learn anything, and your brain continues to be moulded by experience and learning throughout your life.



    Executive summary



            • Your brain is never fixed but continues to change with learning and experience throughout your life.


            • Most learning in the brain involves rewiring or making and strengthening connections between neurons, the cells of your brain most crucial for learning.


            • In most regions of the brain, the only neurons you will have throughout all of your life are already present at birth. Your brain does continue to grow new neurons in at least one very small but potentially important area for learning, but this is very new research and the role of these new neurons for learning is not yet known.


            • Neuroplasticity is important for all learning – much of the neuroscience research on neuroplasticity is related to how the brain recovers from injury or damage – but some of the same principles apply to how the brain changes with learning throughout all of life.



    Learning and memory and changes in the brain



    Let us start with a simple logical argument, to dispel myths and show that logically, of course, your brain is changing with learning:



    Learning and memory are necessarily closely linked. You cannot learn something without storing it in some form of memory for use in the future, either for recall as new knowledge or improvement in skills. From neuroscience, we know that memories are encoded by physical changes in the brain (although we still debate exactly what it is that changes and how). Your brain therefore changes physically whenever anything is learnt, and so your experiences and learning throughout all of life change and mould your brain. 



    There is a common brain myth or popular perception that the brain becomes fully developed sometime in early childhood, implying that nothing further changes, and that further changes in the brain with development in childhood and adolescence are somehow biologically determined, leading to a fully developed state at adulthood.



    In reality, the way your brain develops is determined both by your genetics and by your learning and experiences. Biological does not mean predetermined. Your brain is shaped by your experiences and is never fixed but continues to change along with learning across the lifespan. 


    Available at: https://solportal.ibe-unesco.org/articles/neuroplasticityhow-the-brain-changes-with-learning/. Accessed on: March 1st, 2025.

    Which of the following statements about brain development is emphasized in the text?
    Escolha uma alternativa para a questão 5185dedd-47
  • Linguagens

    Inglês

    INSTRUCTION: Read the following text to answer the question.



    Neuroplasticity: How the brain changes with learning



    You cannot learn something without storing it in some form of memory for future use. From neuroscience, we know that memories are encoded by physical changes in the brain. In other words, your brain changes physically whenever you learn anything, and your brain continues to be moulded by experience and learning throughout your life.



    Executive summary



            • Your brain is never fixed but continues to change with learning and experience throughout your life.


            • Most learning in the brain involves rewiring or making and strengthening connections between neurons, the cells of your brain most crucial for learning.


            • In most regions of the brain, the only neurons you will have throughout all of your life are already present at birth. Your brain does continue to grow new neurons in at least one very small but potentially important area for learning, but this is very new research and the role of these new neurons for learning is not yet known.


            • Neuroplasticity is important for all learning – much of the neuroscience research on neuroplasticity is related to how the brain recovers from injury or damage – but some of the same principles apply to how the brain changes with learning throughout all of life.



    Learning and memory and changes in the brain



    Let us start with a simple logical argument, to dispel myths and show that logically, of course, your brain is changing with learning:



    Learning and memory are necessarily closely linked. You cannot learn something without storing it in some form of memory for use in the future, either for recall as new knowledge or improvement in skills. From neuroscience, we know that memories are encoded by physical changes in the brain (although we still debate exactly what it is that changes and how). Your brain therefore changes physically whenever anything is learnt, and so your experiences and learning throughout all of life change and mould your brain. 



    There is a common brain myth or popular perception that the brain becomes fully developed sometime in early childhood, implying that nothing further changes, and that further changes in the brain with development in childhood and adolescence are somehow biologically determined, leading to a fully developed state at adulthood.



    In reality, the way your brain develops is determined both by your genetics and by your learning and experiences. Biological does not mean predetermined. Your brain is shaped by your experiences and is never fixed but continues to change along with learning across the lifespan. 


    Available at: https://solportal.ibe-unesco.org/articles/neuroplasticityhow-the-brain-changes-with-learning/. Accessed on: March 1st, 2025.

    What is the relationship between learning and memory, as described in the text?
    Escolha uma alternativa para a questão 518871d5-47
  • Linguagens

    Inglês

    Read the following text.


    Hebbian Plasticity and Mental Health


    Hebbian plasticity is not just about learning new skills like riding a bike — it also helps your brain stay healthy. In some conditions, such as depression or post‑traumatic stress disorder (PTSD), the problematic symptoms can be caused by the poor function of certain brain connections. Imagine if the pathways between important parts of your brain were weak or broken. When brain pathways are weak, it can be harder to think clearly, concentrate, or feel happy. When a person experiences stress or trauma, Hebbian plasticity can also accidentally strengthen harmful connections. This happens because the brain is trying to protect itself, but sometimes it ends up strengthening neural pathways that make a person more vulnerable to negative emotions or stress responses. Fortunately, learning how to strengthen “positive” neural pathways, such as those involved in healthy coping strategies, physical activity, or resilience, can help restore balance, improving people’s moods and overall mental wellbeing.

    Available at: https://kids.frontiersin.org/articles/10.3389/ frym.2025.1425512. Accessed on: March 1st, 2025.


    The adjective coping in the sentence “Fortunately, learning how to strengthen ‘positive’ neural pathways, such as those involved in healthy coping strategies, physical activity, or resilience [...].” is closest in meaning to
    Escolha uma alternativa para a questão 518b1bc5-47
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    Teen pregnancy: despite progress, more prevention needed

    Wednesday 9 April 2014 - 8am PST

    A new report from the Centers for Disease Control and Prevention reveals that though births to teens aged 15 to 17 have decreased, girls from this group in the US are still having nearly 1,700 births a week. The organization says this highlights the need for interventions targeted at teens.

    Not only do teenage mothers face hardships, but their babies are also at risk for certain adverse outcomes, such as increased medical risks and emotional, social and financial costs.

    The latest Centers for Disease Control and Prevention (CDC) Vital Signs report on teen pregnancy has now been posted online, and the organization notes that it was created to "continue the dialogue about teen pregnancy and its burden on our nation's youth."

    To arrive at their findings, the researchers examined birth data from the National Vital Statistics System, as well as adolescent health behavior data from the National Survey of Family Growth.

    "Although we have made significant progress reducing teen pregnancy, far too many teens are still having babies," says Dr. Tom Frieden, CDC director.

    "Births to younger teens pose the greatest risk of poor medical, social and economic outcomes. Efforts to prevent teen childbearing need to focus on evidence-based approaches to delaying sexual activity and increasing use of the most effective methods of contraception for those teens who are sexually active."

    From the report, the researchers found promising data, revealing that teen births in the US have declined over the last 20 years to the lowest level recorded in 2012. However, during that year, over 86,000 teens between the ages of 15 and 17 gave birth.
    'Need for early interventions'

    Imagem da questão de Inglês, FAME 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension

    The CDC report reveals the teen birth rate has dropped, but officials say earlier interventions are still needed.

    In detail, the team observed that, per 1,000 teens between 15-17 years old, births declined 63%, from 38.6 in 1991 to 14.1 in 2012.

    Though 73% of teens in this age group had not yet had sex, of the more sexually active teens, over 80% had not had any formal sex education before they had sex for the first time.

    Additionally, nearly 1 in 4 teens between these ages had never spoken with their parents or guardians about sex.

    Broken down by ethnicity, the data show that the birth rate in teens of this age is highest for Hispanic, non-Hispanic black and American Indian/Alaska Native teens.

    "We need to provide young people with the support and opportunities they need to empower themselves," says Shanna Cox from CDC's Division of Reproductive Health. "Trying to balance the task of childbearing while trying to complete their high school education is a difficult set of circumstances, even with the help of family and others," she says, and adds:

    "Teens who give birth are at increased risk of having a repeat birth while still a teenager. And these younger teens are less likely to earn a high school diploma or GED than older teens who give birth."

    Although the report revealed a promising statistic - that over 90% of teens used some form ofcontraception the last time they had sex - most of the methods they relied on were "among the least effective."

    Because many differences in teen pregnancy rates persist between ethnic groups, the CDC suggest there is a need for interventions and services aimed at specific cultural groups.

    The organization says parents and guardians play a particularly important role in helping teens avoid risky sexual behaviors, and that delivering prevention efforts earlier could encourage abstinence and birth control use.
    Written by Marie Ellis

    http://www.medicalnewstoday.com/articles/275283.php, Accessed on April 10,2014.


    One of the means to avoid teen pregnancy would NOT INCLUDE to
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