Química
- Química Orgânica
- Prova de 2023
- Universidade do Estado da Bahia
- Dificuldade: Muito fácil
- Com imagem
- Código da questão: BCAA4DA0-C4

Instituição
583 questões de Universidade do Estado da Bahia, de 2009 a 2023. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.





Se uma espécie de árvore encontra um fungo com um micélio adequado às suas raízes, ela pode multiplicar sua superfície de raiz e captar muito mais água e nutrientes. Quando isso acontece, a planta passa a receber o dobro de nutrientes fundamentais, como o nitrogênio e o fósforo, em comparação com espécimes que captam água e nutrientes do solo sem ajuda, apenas com as próprias raízes. [...] O fungo penetra e cerca a raiz da árvore e expande sua rede pelo solo do entorno. Com isso, aumenta a área de atuação normal da raiz, que cresce na direção de outras árvores e se conecta com fungos parceiros e as raízes às quais estão ligados. (WOHLLEBEN, 2017, p. 52-3).
Considerando-se a situação descrita que retrata uma relação simbiótica mutualista, denominada de micorriza, entre fungos e determinadas espécies de plantas e a respeito deste tipo de alelobiose, é correto afirmar:
O corpo humano é constituído de 64% de solução salina que, em contato com as células nervosas, dá origem à bioeletricidade química. Cada pulsação do coração correspondente a 1,0Hz e produz uma potência elétrica de 1,0W.
Considerando-se a resistência média de um coração igual a 40,0kΩ, então, para produzir uma potência de 1,44W, é necessária uma corrente elétrica de intensidade, em mA, igual a
O tamanho de uma válvula cardíaca é, aproximadamente, o de uma moeda que apresenta um diâmetro de 28,0mm e uma espessura de 2,0mm.
Considerando-se um recipiente que apresente uma capacidade de 2,0dm3 e sendo π = 3, é correto afirmar que a ordem de grandeza do número de moedas com essas dimensões, que podem ser acondicionadas nesse recipiente, é igual a
Diversidade genética é o grau de variedades de genes existentes em uma única espécie (animal ou vegetal). Ela corresponde ao número total de características genéticas na composição genética das espécies ou subespécies.
Vale lembrar que diversidade genética não é o mesmo que variabilidade genética. Esta última refere-se à variabilidade genética dentro de um mesmo patrimônio genético, porém ocorre variação das características genéticas da espécie.
Em relação à diversidade genética, pode-se inferir:

A nova Tabela Periódica, atualizada em março de 2017 pela
IUPAC, contém os nomes e símbolos dos elementos químicos
niônio113, moscóvio115, tennessínio117 e oganessônio118,
em homenagem aos pesquisadores e descobridores
japoneses, russos e americanos. Os novos elementos são
transactinoides de existência efêmera, de frações de segundos
e foram sintetizados nos aceleradores de partículas. Assim,
completam o sétimo período da Tabela. A equipe de
pesquisadores do niônio113, vai em busca do 119 e de suas
propriedades, o primeiro elemento químico do oitavo período.
As propriedades periódicas dos elementos químicos,
organizados em grupos e períodos, estão relacionadas aos
números atômicos e configurações eletrônicas. As tendências
dessas propriedades são verificadas em um grupo ou de um
grupo para o outro, ou entre elementos de um período.
O conhecimento e o entendimento das propriedades das ondas possibilita o estudo de frequências naturais de oscilação das construções de engenharia, sendo muito útil para a resolução de problemas futuros que surjam nessas construções.
Considerando-se que a velocidade das ondas transversais em uma corda esticada é igual a 180,0m/s e sendo o comprimento da corda igual a 4,0m, é correto afirmar que a frequência do segundo harmônico gerado nessa corda, em Hz, é igual a

Quem tem medo da radioatividade?
Como herança da destruição causada pela explosão das bombas atômicas ao fim da Segunda Guerra, a energia nuclear ganhou uma reputação difícil de mudar. Um novo livro desmistifica a radioatividade e aponta as vantagens e desvantagens de seu uso. Foram mais de cem mil mortos imediatamente após a explosão das bombas nucleares em Hiroshima e Nagasaki, em agosto de 1945. Ironicamente, as mesmas propriedades do átomo capazes de causar tamanha destruição também podiam salvar vidas se empregadas no tratamento de câncer. A radioterapia, o exame de raios-X e o marca-passo artificial são exemplos de aplicações pacíficas da radioatividade. Para muitos, no entanto, a função da energia nuclear se resume a dizimar vidas. O temor suscitado pelos cogumelos atômicos se espalhou pelo mundo e ecoa até hoje devido à falta de informações precisas sobre o tema.
O risco de acidentes e a destinação do lixo nuclear
são tratados de forma esclarecedora, ao se
destacarem as aplicações da tecnologia nuclear
na medicina molecular, na agricultura, na
indústria e na datação de artefatos na
arqueologia, e tudo que envolve a geração de
energia nas usinas nucleares, como alternativa à
queima de combustíveis fósseis das usinas
termelétricas de gás e carvão e ao impacto
socioambiental das hidrelétricas. Os fantasmas
associados às usinas nucleares – o risco de
acidentes e a destinação do lixo nuclear – são
tratados de forma esclarecedora pelos
pesquisadores sobre a radioatividade. (VENTURA,
2017);

Quem tem medo da radioatividade?
Como herança da destruição causada pela explosão das bombas atômicas ao fim da Segunda Guerra, a energia nuclear ganhou uma reputação difícil de mudar. Um novo livro desmistifica a radioatividade e aponta as vantagens e desvantagens de seu uso. Foram mais de cem mil mortos imediatamente após a explosão das bombas nucleares em Hiroshima e Nagasaki, em agosto de 1945. Ironicamente, as mesmas propriedades do átomo capazes de causar tamanha destruição também podiam salvar vidas se empregadas no tratamento de câncer. A radioterapia, o exame de raios-X e o marca-passo artificial são exemplos de aplicações pacíficas da radioatividade. Para muitos, no entanto, a função da energia nuclear se resume a dizimar vidas. O temor suscitado pelos cogumelos atômicos se espalhou pelo mundo e ecoa até hoje devido à falta de informações precisas sobre o tema.
O risco de acidentes e a destinação do lixo nuclear
são tratados de forma esclarecedora, ao se
destacarem as aplicações da tecnologia nuclear
na medicina molecular, na agricultura, na
indústria e na datação de artefatos na
arqueologia, e tudo que envolve a geração de
energia nas usinas nucleares, como alternativa à
queima de combustíveis fósseis das usinas
termelétricas de gás e carvão e ao impacto
socioambiental das hidrelétricas. Os fantasmas
associados às usinas nucleares – o risco de
acidentes e a destinação do lixo nuclear – são
tratados de forma esclarecedora pelos
pesquisadores sobre a radioatividade. (VENTURA,
2017);