- Migração, Refugiados e Demografia na Atualidade
- Prova de 2018
- IF Sul - MG
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 7CCB8C1A-B3
Instituição
Questões: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais (IF Sul - MG) — com gabarito
216 questões de Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais (IF Sul - MG), de 2016 a 2018. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.
- 216 questões
- 3 provas
Provas desta banca
Ano completo
- Crise migratóriaNos primeiros seis meses deste ano, mais de 16 mil venezuelanos pediram refúgio em Roraima, segundo a Polícia Federal. O número já é 20% maior do que o registrado em todo o ano de 2017, quando foram recebidas pouco mais de 13,5 mil solicitações. (...) Ainda não há números precisos sobre a quantidade exata de venezuelanos vivendo em Roraima, mas um levantamento da prefeitura de Boa Vista apontou que, só na capital, há 25 mil moradores venezuelanos – o equivalente a 7,5% da população local, que é de 332 mil habitantes. Desses, pelos menos 65% estão desempregados.(Inaê Brandão, G1 RR, Boa Vista - 26/07/2018)Pode ser apontado como agravante dessa “crise migratória”:
- Ciências Humanas
Geografia
- Cartografia
- Prova de 2018
- IF Sul - MG
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 7CD105F0-B3
Anamorfose geográfica ou cartográfica é uma forma de representação do espaço geográfico em que há a distorção da proporcionalidade entre os territórios para adequá-los aos dados quantitativos que norteiam o mapa. Nesse tipo de mapa, as áreas são diretamente proporcionais a um tema específico. O mapa abaixo é um exemplo de anamorfose geográfica, que revela o número absoluto de homicídios no mundo no ano de 2014, tendo, inclusive, o Brasil em destaque.
Sobre esse tipo de representação cartográfica é correto afirmar, EXCETO:
- Ciências Humanas
Geografia
- Globalização
- Prova de 2018
- IF Sul - MG
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 7CD491BA-B3
No mundo da globalização, o espaço geográfico ganha novos contornos, novas características, novas definições. E,também, uma nova importância, porque a eficácia das ações está estreitamente relacionada com a sua localização. Os atores mais poderosos se reservam os melhores pedaços do território e deixam o resto para os outros.SANTOS, Milton. Por uma outra globalização – do pensamento único à consciência universal. São Paulo: Record, 2001.
Entre os “novos contornos” do espaço geográfico, apontados pelo geógrafo Milton Santos (1926-2001), pode ser corretamente citado:
- Ciências Humanas
Geografia
- Meio Ambiente na Geografia
- Prova de 2018
- IF Sul - MG
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: 7CD8C4FC-B3
Observe o mapa:

Caiu a Temperatura no Norte
Em Rio Branco, capital do Acre, a temperatura mínima nesta segunda-feira, 4 de junho, foi de apenas 14,3°C. O recorde anterior era de 15,8°C, no domingo, 3 de junho. A tarde do domingo também foi com temperatura recorde, a tarde mais fria de 2018 até agora. A máxima foi de 20,2°C.
Em Porto Velho, o novo recorde de menor temperatura mínima para este ano foi estabelecido com a temperatura mínima de 17,8°C. O recorde anterior era de 20,0°C, no domingo, 3 de junho. (adaptado)
www.climatempo.com.br (04/06/2018)
O fenômeno atmosférico indicado no mapa e descrito no fragmento de texto acima é:
- Ciências Humanas
História
- História Geral
- Prova de 2018
- IF Sul - MG
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 7CDE6A82-B3
No período entre guerras (I e II Guerra Mundial), surgem novas formas de pensamento político e ideologias que nortearão o pensamento político contemporâneo. O partido nazista defendia que as humilhações promovidas na Alemanha, pelo Tratado de Versalhes (1919), deveriam ser destruídas e uma grande Alemanha deveria ser construída em seu lugar. Especificamente sobre o sentimento Pan Germânico ou de uma Grande Alemanha pode ser associado à:
- Ciências Humanas
História
- A estruturação do Estado norte-americano : território, cidadania e política
- Prova de 2018
- IF Sul - MG
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 7CE14814-B3
No século XIX, iniciou-se uma importante arrancada econômica nos EUA. Se de um lado a região sul optou pelo modelo latitundiário, agro-exportador e com uso da mão de obra, negra e africana, na região norte, prevalecia o minifúndio, agricultura de subsistência e mão de obra familiar. Após a Guerra da Secessão (1861-1865), com a vitória dos Yankees e a assinatura da abolição da escravatura, estimulou-se o surgimento e a fundação de associações radicais, pelos brancos reacionários e racistas. Que grupo político foi esse?
- Ciências Humanas
História
- História do Brasil
- Prova de 2018
- IF Sul - MG
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 7CE45C3B-B3
Na República Café-com-Leite, o poder político do coronel advinha, em grande parte da posse do latifúndio, controlando a vida de centenas de colonos, meeiros e posseiros. Transformava-se assim em protetor, juiz e compadre. No período das eleições, havia um sistema de controle dos votos, por intermédio do presidente da mesa eleitoral. Como ficou conhecida essa prática política?
- Ciências Humanas
História
- República Autoritária : 1964- 1984
- Prova de 2018
- IF Sul - MG
- Dificuldade: Muito fácil
- Código da questão: 7CE7622D-B3
Na vigência do Militarismo (1964-1985) foi decretado em dezembro de 1968, o Ato Institucional nº 5. Este ato dava amplo poderes ao presidente da República, como por exemplo, fechar o Congresso Nacional, Assembléia Legislativa e Câmaras Municipais. Qual outro direito constitucional foi suspenso pelo Ato Institucional nº 5?
- Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2018
- IF Sul - MG
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: B1043A6E-CE
A partir da leitura do texto I, conclui-se que: - Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2018
- IF Sul - MG
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: B1084DF9-CE
Assinale o trecho retirado do texto I que melhor justifica o título “O gênero da ciência ou sobre silêncios e temores em torno de uma epistemologia feminista”: - Linguagens
Português
- Advérbios
- Prova de 2018
- IF Sul - MG
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: B10C07F5-CE
Considerando a leitura integral do texto I, assinale a alternativa correta: - Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2018
- IF Sul - MG
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: B11016D3-CE
A ilustração abaixo faz parte do projeto “Coisa de Mulher”. Segundo Raquel Vitorelo, artista que criou o projeto em 2015, a proposta “consiste na criação de ilustrações que buscam resgatar e homenagear mulheres históricas, mostrando que ‘coisa de mulher’ é muito mais do que somos levados a acreditar, trazendo assim evidência de que a história é construída por mulheres de todos os tipos, em todas as áreas do conhecimento, do esporte e das artes”.

Considerando as possíveis relações entre a campanha “Coisa de Mulher” e o texto I, avalie as afirmações abaixo.
I- A ilustração, ao utilizar como slogan a expressão “coisa de mulher”, opõe-se à noção de gênero apresentada no texto I, pois reafirma que existem papéis exclusivamente femininos.
II- Assim como no texto I, a referência a Simone de Beauvoir na ilustração problematiza a noção naturalizada acerca do que é ser mulher, mostrando que essa é uma construção histórica e social.
III- A campanha “Coisa de mulher” estabelece uma relação de confronto com o mito da Mulher, trazendo, por meio de suas ilustrações, a “existência múltipla das mulheres” em oposição ao “Eterno Feminino único e cristalizado”.
Julga-se como correto o que se apresenta em:
- Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2018
- IF Sul - MG
- Dificuldade: Difícil
- Com imagem
- Código da questão: B1140A50-CE

Em relação à tirinha acima, NÃO está correto o que se afirma em:
- Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2018
- IF Sul - MG
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: B1180B4C-CE
Texto II
Estrelas além do tempo
Alex Gonçalves
Após todas as discussões sobre representatividade que permearam o último ano hollywoodiano, “Estrelas Além do Tempo” [2016] se apresenta para o público com um timing perfeito. Há tempos não nos víamos inseridos em um cenário no qual as ideologias reacionárias estão tão evidentes, assim como os protestos em busca pela igualdade. Portanto, nada melhor do que a ficção para nos relembrar de outros períodos também nefastos que não calaram a atuação de heróis anônimos.
No caso de “Estrelas Além do Tempo”, temos uma história que enaltece três figuras reais da NASA até então mantidas anônimas. Tratam-se de Katherine G. Johnson (Taraji P. Henson), Dorothy Vaughan (Octavia Spencer) e Mary Jackson (Janelle Monáe), três mulheres negras essenciais para o sucesso da missão do astronauta John Glenn (Glen Powell) em alcançar a lua.
Entretanto, estamos aqui nos não tão distantes anos 1960, em uma Virgínia segregada e com poucos afroamericanos exercendo profissões que exigem um perfil lógico. Por isso mesmo, as vidas de Katherine, Dorothy e Mary foram triplamente difíceis justamente pela raça e gênero a que pertencem.
Sempre unidas antes e após o expediente de trabalho, essas mulheres enfrentam sozinhas em suas competências os preconceitos que impedem as suas evoluções. Solicitada pelo departamento comandado por Al Harrison (Kevin Costner) para fazer os cálculos que devem assegurar o sucesso da decolagem do foguete que lançará John Glenn às alturas, Katherine é diariamente hostilizada pelos colegas, todos homens e brancos. Já em seu setor, Dorothy tem todos os seus pedidos de promoção sabotados pelo intermédio de Vivian (Kirsten Dunst), enquanto Mary não consegue desempenhar a função de engenheira por ser impedida de ingressar em uma universidade.
Mesmo com todas essas circunstâncias, elas não desistirão de provar as singularidades que possuem, visualizando os obstáculos não como limites, mas como incentivos para continuarem perseverando. Temos com isso aquele modelo de narrativa cinematográfica que encanta desde os tempos do tramp de Charlie Chaplin, no qual a vontade para ganhar um lugar ao sol é maior do que as adversidades.
Diretor de “Um Santo Vizinho”, Theodore Melfi se apropria do texto de Allison Schroeder compreendendo muito bem as características desse cinema inspirado e inspirador, contornando com traços ficcionais uma história real para ser efetivo principalmente em seus gritos de protesto. É especialmente arrebatadora a explosão de Katherine ao finalmente externar a sua humilhação ao precisar se prestar a um trajeto de mais de um quilômetro para ir ao banheiro exclusivo para negros. Não ficam muito atrás o fervor de Dorothy e Mary em se provarem extremamente capazes de enfrentar novos desafios.
Além do mais, Melfi conduz com uma fluidez invejável algo que, em teoria, não tem qualquer encanto. Mesmo o mais avesso aos raciocínios de exatas se verão imediatamente hipnotizados com números e fórmulas que se revelam não somente como uma ciência complexa, como também como instrumentos sociais que só engrenam quando os seus operadores se reconhecem como semelhantes.
Publicado em 09/02/2017.
Disponível em:<http://cineresenhas.com.br/2017/02/09/resenha-critica-estrelas-alem-do-tempo-2016/>. Acesso em: 30/03/2018.
De acordo com o autor, “Estrelas além do tempo” apresenta um “timing perfeito” porque: - Linguagens
Português
Texto II
Estrelas além do tempo
Alex Gonçalves
Após todas as discussões sobre representatividade que permearam o último ano hollywoodiano, “Estrelas Além do Tempo” [2016] se apresenta para o público com um timing perfeito. Há tempos não nos víamos inseridos em um cenário no qual as ideologias reacionárias estão tão evidentes, assim como os protestos em busca pela igualdade. Portanto, nada melhor do que a ficção para nos relembrar de outros períodos também nefastos que não calaram a atuação de heróis anônimos.
No caso de “Estrelas Além do Tempo”, temos uma história que enaltece três figuras reais da NASA até então mantidas anônimas. Tratam-se de Katherine G. Johnson (Taraji P. Henson), Dorothy Vaughan (Octavia Spencer) e Mary Jackson (Janelle Monáe), três mulheres negras essenciais para o sucesso da missão do astronauta John Glenn (Glen Powell) em alcançar a lua.
Entretanto, estamos aqui nos não tão distantes anos 1960, em uma Virgínia segregada e com poucos afroamericanos exercendo profissões que exigem um perfil lógico. Por isso mesmo, as vidas de Katherine, Dorothy e Mary foram triplamente difíceis justamente pela raça e gênero a que pertencem.
Sempre unidas antes e após o expediente de trabalho, essas mulheres enfrentam sozinhas em suas competências os preconceitos que impedem as suas evoluções. Solicitada pelo departamento comandado por Al Harrison (Kevin Costner) para fazer os cálculos que devem assegurar o sucesso da decolagem do foguete que lançará John Glenn às alturas, Katherine é diariamente hostilizada pelos colegas, todos homens e brancos. Já em seu setor, Dorothy tem todos os seus pedidos de promoção sabotados pelo intermédio de Vivian (Kirsten Dunst), enquanto Mary não consegue desempenhar a função de engenheira por ser impedida de ingressar em uma universidade.
Mesmo com todas essas circunstâncias, elas não desistirão de provar as singularidades que possuem, visualizando os obstáculos não como limites, mas como incentivos para continuarem perseverando. Temos com isso aquele modelo de narrativa cinematográfica que encanta desde os tempos do tramp de Charlie Chaplin, no qual a vontade para ganhar um lugar ao sol é maior do que as adversidades.
Diretor de “Um Santo Vizinho”, Theodore Melfi se apropria do texto de Allison Schroeder compreendendo muito bem as características desse cinema inspirado e inspirador, contornando com traços ficcionais uma história real para ser efetivo principalmente em seus gritos de protesto. É especialmente arrebatadora a explosão de Katherine ao finalmente externar a sua humilhação ao precisar se prestar a um trajeto de mais de um quilômetro para ir ao banheiro exclusivo para negros. Não ficam muito atrás o fervor de Dorothy e Mary em se provarem extremamente capazes de enfrentar novos desafios.
Além do mais, Melfi conduz com uma fluidez invejável algo que, em teoria, não tem qualquer encanto. Mesmo o mais avesso aos raciocínios de exatas se verão imediatamente hipnotizados com números e fórmulas que se revelam não somente como uma ciência complexa, como também como instrumentos sociais que só engrenam quando os seus operadores se reconhecem como semelhantes.
Publicado em 09/02/2017.
Disponível em:<http://cineresenhas.com.br/2017/02/09/resenha-critica-estrelas-alem-do-tempo-2016/>. Acesso em: 30/03/2018.
“Entretanto, estamos aqui nos não tão distantes anos 1960, em uma Virgínia segregada e com poucos afro-americanos exercendo profissões que exigem um perfil lógico. Por isso mesmo, as vidas de Katherine, Dorothy e Mary foram triplamente difíceis justamente pela raça e gênero a que pertencem.”
No trecho acima, os termos grifados indicam relações semânticas de:
- Linguagens
Português
Após a sua leitura da obra de Mário de Andrade, “Amar, verbo intransitivo”, assinale a alternativa que está de acordo com o seu enredo: - Linguagens
Português
O conto “A menor mulher do mundo”, de Clarice Lispector, tem como tema a alteridade, ou seja, a relação Eu/Outro, marcada pelo tratamento da personagem feminina, Pequena Flor, como um objeto de curiosidade. Essa coisificação NÃO se concretiza na: - Linguagens
Português
No conto de Clarice Lispector, o aspecto exótico, demarcado pela “raridade” da descoberta da “menor mulher do mundo”, é relativizado, principalmente, porque: - Linguagens
Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2018
- IF Sul - MG
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: B129ADA3-CE
TEXTO 1:
YOUTUBE TO BAN VIDEOS PROMOTING GUN SALES
By NIRAJ CHOKSHI MARCH 22, 2018
YouTube said this week that it would tighten restrictions on some firearm videos, its latest policy announcement since coming under scrutiny after last month’s mass shooting at a high school in Parkland, Fla.
The video-streaming service, which is owned by Google, said it would ban videos that promote either the construction or sale of firearms and their accessories. The new policy, developed with expert advice over the last four months, will go into effect next month, it said.
“While we’ve long prohibited the sale of firearms, we recently notified creators of updates we will be making around content promoting the sale or manufacture of firearms and their accessories, specifically, items like ammunition, gatling triggers, and drop-in auto sears,” YouTube said in a statement.
YouTube, which described the move as part of “regular changes” to policy, notified users in a Monday forum post. The company had previously banned videos showing how to make firearms discharge faster, a technique used by the gunman who killed 58 people in Las Vegas last fall.
The announcement comes days before planned student-led protests against gun violence on Saturday. It was met with frustration from gun rights advocates.
“Much like Facebook, YouTube now acts as a virtual public square,” the National Shooting Sports Foundation, a private group representing gun makers, said in a statement. “The exercise of what amounts to censorship, then, can legitimately be viewed as the stifling of commercial free speech, which has constitutional protection. Such actions also impinge on the Second Amendment.”
The policy shift comes as YouTube and other technology platforms face increased scrutiny after the Parkland shooting, in which 17 people were killed at Marjory Stoneman Douglas High School.
Days after that massacre, a video promoting a baseless conspiracy about a shooting survivor became the top-trending video on YouTube, prompting a crackdown on such videos. YouTube’s chief executive also said that the platform planned to fight misinformation by working in partnership with Wikipedia, the nonprofit userrun online encyclopedia. But Wikipedia said it knew nothing about that plan.
Other businesses have also made changes amid growing pressure following the Parkland attack.
Dick’s Sporting Goods, Walmart and Kroger all raised the age limit for firearm purchases to 21. The retail chains REI and Mountain Equipment Co-op suspended orders of some popular products because the company that owns those brands, Vista Outdoor, also manufactures assault-style rifles.
In 2016, Facebook announced a ban on private gun sales on its flagship website as well as on Instagram, the photo-sharing social network it owns. Anti-gun activists have complained that sellers still found ways around Facebook’s ban.
Available at:<https://www.nytimes.com/2018/03/22/business/youtube-gun-ban.h...m_unit&version=latest&contentPlacement=5&pgtype=sectionfront>.
O serviço de streaming de vídeo You Tube, anunciou a decisão de - Linguagens
Inglês
TEXTO 1:
YOUTUBE TO BAN VIDEOS PROMOTING GUN SALES
By NIRAJ CHOKSHI MARCH 22, 2018
YouTube said this week that it would tighten restrictions on some firearm videos, its latest policy announcement since coming under scrutiny after last month’s mass shooting at a high school in Parkland, Fla.
The video-streaming service, which is owned by Google, said it would ban videos that promote either the construction or sale of firearms and their accessories. The new policy, developed with expert advice over the last four months, will go into effect next month, it said.
“While we’ve long prohibited the sale of firearms, we recently notified creators of updates we will be making around content promoting the sale or manufacture of firearms and their accessories, specifically, items like ammunition, gatling triggers, and drop-in auto sears,” YouTube said in a statement.
YouTube, which described the move as part of “regular changes” to policy, notified users in a Monday forum post. The company had previously banned videos showing how to make firearms discharge faster, a technique used by the gunman who killed 58 people in Las Vegas last fall.
The announcement comes days before planned student-led protests against gun violence on Saturday. It was met with frustration from gun rights advocates.
“Much like Facebook, YouTube now acts as a virtual public square,” the National Shooting Sports Foundation, a private group representing gun makers, said in a statement. “The exercise of what amounts to censorship, then, can legitimately be viewed as the stifling of commercial free speech, which has constitutional protection. Such actions also impinge on the Second Amendment.”
The policy shift comes as YouTube and other technology platforms face increased scrutiny after the Parkland shooting, in which 17 people were killed at Marjory Stoneman Douglas High School.
Days after that massacre, a video promoting a baseless conspiracy about a shooting survivor became the top-trending video on YouTube, prompting a crackdown on such videos. YouTube’s chief executive also said that the platform planned to fight misinformation by working in partnership with Wikipedia, the nonprofit userrun online encyclopedia. But Wikipedia said it knew nothing about that plan.
Other businesses have also made changes amid growing pressure following the Parkland attack.
Dick’s Sporting Goods, Walmart and Kroger all raised the age limit for firearm purchases to 21. The retail chains REI and Mountain Equipment Co-op suspended orders of some popular products because the company that owns those brands, Vista Outdoor, also manufactures assault-style rifles.
In 2016, Facebook announced a ban on private gun sales on its flagship website as well as on Instagram, the photo-sharing social network it owns. Anti-gun activists have complained that sellers still found ways around Facebook’s ban.
Available at:<https://www.nytimes.com/2018/03/22/business/youtube-gun-ban.h...m_unit&version=latest&contentPlacement=5&pgtype=sectionfront>.
A palavra “But” em “YouTube’s chief executive also said that the platform planned to fi ght misinformation by working in partnership with Wikipedia, the nonprofi t user-run online encyclopedia. But Wikipedia said it knew nothing about that plan.” (8th paragraph)