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Instituição

Questões: Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário — com gabarito

928 questões de Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário, de 2015 a 2019. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 928 questões
  • 5 provas

Resultados: 262 questões

Página 11 de 14

  • Linguagens

    Português

     

    Como uma onda

    1. Toda língua muda com o tempo. Por mais que isso pareça óbvio, vale a pena repetir. Basta comparar um texto escrito em português na Idade Média, ou em 1600, ou mesmo há cem anos com qualquer coisa publicada nos dias de hoje.

    2. As diferenças saltam aos olhos, e as dificuldades de compreensão vão crescendo quanto mais a gente recua no tempo.

    3. Lendo as gramáticas, a gente tem a impressão de que a língua está pronta e acabada, que ela pode até ter sofrido transformações no passado, mas que, agora, as regras estão fixadas para sempre. Mas isso é uma ilusão. 4. Enquanto tiver gente falando uma língua, ela vai sofrer variação e mudança, incessantemente. Os mesmos processos que fizeram a língua mudar no passado continuam em ação, fazendo a língua mudar neste exato momento em que você me lê. 5. Apesar dessa obviedade, a mudança linguística sempre foi encarada como um problema, uma coisa negativa, um sinal de ruína, decadência e corrupção da língua. 6. No entanto, a mudança é inevitável: tudo no universo, na natureza, na sociedade passa incessantemente por processos de mudança, de obsolescência, de reinvenção, de evolução... Por que só a língua teria de ficar parada no tempo e no espaço?

    7. Todas as demais instituições humanas sofrem mudança; por que a língua não sofreria? Na verdade, o melhor seria dizer: os falantes mudam a língua o tempo todo!

    (Marcos Bagno. Nada na língua é por acaso. São Paulo: Parábola, 2007, p 163-164).

    Analise o trecho seguinte: “as dificuldades de compreensão vão crescendo quanto mais a gente recua no tempo”. Considerando a relação do segmento destacado com o restante do texto, pode-se perceber a declaração de uma ‘mudança’, de caráter:
    Escolha uma alternativa para a questão a6879169-f4
  • Linguagens

    Português

     

    Como uma onda

    1. Toda língua muda com o tempo. Por mais que isso pareça óbvio, vale a pena repetir. Basta comparar um texto escrito em português na Idade Média, ou em 1600, ou mesmo há cem anos com qualquer coisa publicada nos dias de hoje.

    2. As diferenças saltam aos olhos, e as dificuldades de compreensão vão crescendo quanto mais a gente recua no tempo.

    3. Lendo as gramáticas, a gente tem a impressão de que a língua está pronta e acabada, que ela pode até ter sofrido transformações no passado, mas que, agora, as regras estão fixadas para sempre. Mas isso é uma ilusão. 4. Enquanto tiver gente falando uma língua, ela vai sofrer variação e mudança, incessantemente. Os mesmos processos que fizeram a língua mudar no passado continuam em ação, fazendo a língua mudar neste exato momento em que você me lê. 5. Apesar dessa obviedade, a mudança linguística sempre foi encarada como um problema, uma coisa negativa, um sinal de ruína, decadência e corrupção da língua. 6. No entanto, a mudança é inevitável: tudo no universo, na natureza, na sociedade passa incessantemente por processos de mudança, de obsolescência, de reinvenção, de evolução... Por que só a língua teria de ficar parada no tempo e no espaço?

    7. Todas as demais instituições humanas sofrem mudança; por que a língua não sofreria? Na verdade, o melhor seria dizer: os falantes mudam a língua o tempo todo!

    (Marcos Bagno. Nada na língua é por acaso. São Paulo: Parábola, 2007, p 163-164).

    Analise os seguintes fragmentos do texto: “Mas isso é uma ilusão”. “Apesar dessa obviedade.” Uma propriedade sintático-semântica dos dois termos em negrito é que eles:
    Escolha uma alternativa para a questão a68a7c22-f4
  • Linguagens

    Literatura

    Nova Poética

    Estou farto do lirismo comedido
    Do lirismo bem comportado
    Do lirismo funcionário público com livro de ponto expediente, protocolo e manifestações de apreço ao Sr. Diretor [...]
    Estou farto do lirismo namorador
    Político,
    Raquítico, Sifilítico.
    (Manuel Bandeira)

    Este poema de Manuel Bandeira pode ser entendido como:
    1) aversão declarada aos cânones aceitos por escolas literárias que privilegiavam a perfeição da ‘forma poética’.
    2) manifestação dos novos ideais literários propostos pelas vanguardas do Modernismo brasileiro.
    3) expressão da reiterada aspiração de que voltassem os modelos poéticos defendidos pela produção da ‘Arte pela Arte’.
    4) demarcação da função estética do fazer poético, a qual se furta a se ajustar aos limites puristas impostos pelas normas linguísticas.
    5) anuência ao imaginário das escolas do Romantismo que enalteciam as expressões do lirismo e do envolvimento amoroso.

    Estão corretas

    Escolha uma alternativa para a questão a68d650d-f4
  • Linguagens

    Literatura

    Analise o fragmento de um poema, transcrito abaixo.


    Procura da poesia


    Penetra surdamente no reino das palavras.

    Lá estão os poemas que esperam ser escritos.

    [...]

    Chega mais perto e contempla as palavras.

    Cada uma

    Tem mil faces secretas sob a face neutra

    E te pergunta, sem interesse pela resposta, pobre ou

    terrível, que lhe deres:

    Trouxeste a chave?

    (Carlos Drummond de Andrade).


    O ‘como fazer poesia’ constitui também um tema sobre o qual se debruçaram e se debruçam os autores. Cada poeta é cativo dos cânones de sua escola literária; uns mais, outros menos. No poema mostrado acima, Drummond: 


    Escolha uma alternativa para a questão a6902371-f4
  • Linguagens

    Literatura

    Segundo Afrânio Coutinho, o fragmento “Notas de Teoria literária”:

    “A ficção distingue-se de história e da biografia, por estas serem narrativas de fatos reais. A ficção é produto da imaginação criadora, embora, como toda arte, suas raízes mergulhem na experiência humana. Mas o que a distingue das outras formas de narrativa é que ela é uma transfiguração ou transmutação da realidade, feita pelo espírito do artista, este imprevisível e inesgotável laboratório. A ficção não pretende fornecer um simples retrato da realidade, mas antes criar uma imagem da realidade, uma reinterpretação, uma revisão. É o espetáculo da vida através do olhar interpretativo do artista, a interpretação artística da realidade”.

    (Afrânio Coutinho. Notas de Teoria Literária).

    O fragmento apresentado acima confirma a concepção de que a narrativa de ficção, embora tenha origem na experiência real, seja uma transfiguração da realidade, a exemplo das seguintes criações do Romance brasileiro:

    1) Machado de Assis, em Memórias póstumas de Brás Cubas, que dá voz a um defunto, que narra, logo no primeiro capítulo, os pormenores de sua morte.
    2) Graciliano Ramos, em Vidas Secas, que pretendendo manter indícios do Simbolismo, afastou-se dos princípios literários românticos.
    3) Guimarães Rosa, em Grande Sertão Veredas, que optou por transfigurar não apenas traços da realidade, mas entrou pela área linguística e a reinterpretou também.
    4) Clarice Lispector, em A hora da Estrela, que, fiel à ficção, questiona sua própria habilidade para compor uma narração no gênero ‘romance’.

    Estão corretas
    Escolha uma alternativa para a questão a69312ad-f4
  • Linguagens

    Literatura

    Leia um trecho de um poema de Olavo Bilac.

    Profissão de fé

    “Torce, aprimora, alteia, lima
    A frase; e enfim,
    No verso de ouro engasta a rima,
    Como um rubim.
    Quero que a estrofe cristalina
    Dobrada ao jeito
    Do ourives, saia da oficina
    Sem um defeito”. 

    Olavo Bilac

    Os versos de Olavo Bilac, transcritos acima, representam o ideal literário do: 
    Escolha uma alternativa para a questão a695dc92-f4
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text below and answer the following  question based on it

    Imagem da questão de Inglês, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Disponível em: < https://www.wikihow.com/Write-a-Prescription> Acessado em 11 de outubro de 2017

    Jane has been told to
    Escolha uma alternativa para a questão a699e644-f4
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text below and answer the following  question based on it

    Imagem da questão de Inglês, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Disponível em: < https://www.wikihow.com/Write-a-Prescription> Acessado em 11 de outubro de 2017

    Jane Michelle Smith has been instructed to
    Escolha uma alternativa para a questão a69d7ed5-f4
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text below and answer the following  question based on it.

    Can lifestyle changes reverse coronary heart disease? The Lifestyle Heart Trial.

    Abstract

    In a prospective, randomised, controlled trial to determine whether comprehensive lifestyle changes affect coronary atherosclerosis after 1 year, 28 patients were assigned to an experimental group (low-fat vegetarian diet, stopping smoking, stress management training, and moderate exercise) and 20 to a usual-care control group. 195 coronary artery lesions were analysed by quantitative coronary angiography. The average percentage diameter stenosis regressed from 40.0 (SD 16.9)% to 37.8 (16.5)% in the experimental group yet progressed from 42.7 (15.5)% to 46.1 (18.5)% in the control group. When only lesions greater than 50% stenosed were analysed, the average percentage diameter stenosis regressed from 61.1 (8.8)% to 55.8 (11.0)% in the experimental group and progressed from 61.7 (9.5)% to 64.4 (16.3)% in the control group. Overall, 82% of experimental-group patients had an average change towards regression. Comprehensive lifestyle changes may be able to bring about regression of even severe coronary atherosclerosis after only 1 year, without use of lipidlowering drugs

    Adaptado de:
    <https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/1973470> Acessado
    em 27 de outubro de 2017.
    The research conducted showed that
    Escolha uma alternativa para a questão a6a08363-f4
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text below and answer the following  question based on it.

    Can lifestyle changes reverse coronary heart disease? The Lifestyle Heart Trial.

    Abstract

    In a prospective, randomised, controlled trial to determine whether comprehensive lifestyle changes affect coronary atherosclerosis after 1 year, 28 patients were assigned to an experimental group (low-fat vegetarian diet, stopping smoking, stress management training, and moderate exercise) and 20 to a usual-care control group. 195 coronary artery lesions were analysed by quantitative coronary angiography. The average percentage diameter stenosis regressed from 40.0 (SD 16.9)% to 37.8 (16.5)% in the experimental group yet progressed from 42.7 (15.5)% to 46.1 (18.5)% in the control group. When only lesions greater than 50% stenosed were analysed, the average percentage diameter stenosis regressed from 61.1 (8.8)% to 55.8 (11.0)% in the experimental group and progressed from 61.7 (9.5)% to 64.4 (16.3)% in the control group. Overall, 82% of experimental-group patients had an average change towards regression. Comprehensive lifestyle changes may be able to bring about regression of even severe coronary atherosclerosis after only 1 year, without use of lipidlowering drugs

    Adaptado de:
    <https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/1973470> Acessado
    em 27 de outubro de 2017.
    In “Comprehensive lifestyle changes may be able to bring about regression…” may expresses:

    Escolha uma alternativa para a questão a6a3b685-f4
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text below and answer the following question based on it.

    How we learn things shapes our memory

    Humans are constantly learning new things. This ability helps us to grow and adapt to new situations daily. But a new study suggests that different learning mechanisms actually shape how the brain stores memories.

    As humans, we have not only survived, but thrived throughout time thanks to our ability to learn and adapt to new situations.

    Learning itself is a complex process, and there are different types of learning mechanisms through which the brain stores new information and updates old information.

    In general terms, there are two ways of learning that humans use to acquire new information in the long term.

    One is by association, or through experience. This is when we learn new things incidentally, just because we happened to come across them, or because we are in a new environment that we are learning to navigate little by little.

    The other one is learning by reinforcement. This is when we purposefully set out to learn new information — when we take a language course, for example.

    A new study conducted by researchers from the Department of Experimental Psychology, the Wellcome Centre for Integrative Neuroimaging, and the Nuffield Department of Clinical Neurosciences — all in Oxford, United Kingdom — indicates that different learning mechanisms have links to memories stored in different parts of the brain.

    The researchers add that not only do we store information differently depending on how we acquire it, but that it may be more or less easy for us to lose or change this information for the same reason.

    The researchers also explain that the findings indicate that the brain can store information learned through reinforcement for a long time, while other types of information remain more available for updates.

    "We also learned that some of this knowledge is very persistent, and the brain does not forget about it even when it becomes irrelevant, while knowledge acquired through an alternative learning mechanism is more flexible and can more easily be changed to new knowledge," notes KleinFlügge.

    When it comes to unlearning or forgetting information, the researchers also note that information acquired incidentally through associations is easier to discard than information acquired through goal-oriented learning.

    Adaptado de: < https://www.medicalnewstoday.com/articles/326826.php> Acessado em 29 de outubro de 2019.
    According to the text
    Escolha uma alternativa para a questão a6a6b5f4-f4
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text below and answer the following question based on it.

    How we learn things shapes our memory

    Humans are constantly learning new things. This ability helps us to grow and adapt to new situations daily. But a new study suggests that different learning mechanisms actually shape how the brain stores memories.

    As humans, we have not only survived, but thrived throughout time thanks to our ability to learn and adapt to new situations.

    Learning itself is a complex process, and there are different types of learning mechanisms through which the brain stores new information and updates old information.

    In general terms, there are two ways of learning that humans use to acquire new information in the long term.

    One is by association, or through experience. This is when we learn new things incidentally, just because we happened to come across them, or because we are in a new environment that we are learning to navigate little by little.

    The other one is learning by reinforcement. This is when we purposefully set out to learn new information — when we take a language course, for example.

    A new study conducted by researchers from the Department of Experimental Psychology, the Wellcome Centre for Integrative Neuroimaging, and the Nuffield Department of Clinical Neurosciences — all in Oxford, United Kingdom — indicates that different learning mechanisms have links to memories stored in different parts of the brain.

    The researchers add that not only do we store information differently depending on how we acquire it, but that it may be more or less easy for us to lose or change this information for the same reason.

    The researchers also explain that the findings indicate that the brain can store information learned through reinforcement for a long time, while other types of information remain more available for updates.

    "We also learned that some of this knowledge is very persistent, and the brain does not forget about it even when it becomes irrelevant, while knowledge acquired through an alternative learning mechanism is more flexible and can more easily be changed to new knowledge," notes KleinFlügge.

    When it comes to unlearning or forgetting information, the researchers also note that information acquired incidentally through associations is easier to discard than information acquired through goal-oriented learning.

    Adaptado de: < https://www.medicalnewstoday.com/articles/326826.php> Acessado em 29 de outubro de 2019.
    Generally speaking
    Escolha uma alternativa para a questão a6a9ce1f-f4
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text below and answer the following question based on it.

    How we learn things shapes our memory

    Humans are constantly learning new things. This ability helps us to grow and adapt to new situations daily. But a new study suggests that different learning mechanisms actually shape how the brain stores memories.

    As humans, we have not only survived, but thrived throughout time thanks to our ability to learn and adapt to new situations.

    Learning itself is a complex process, and there are different types of learning mechanisms through which the brain stores new information and updates old information.

    In general terms, there are two ways of learning that humans use to acquire new information in the long term.

    One is by association, or through experience. This is when we learn new things incidentally, just because we happened to come across them, or because we are in a new environment that we are learning to navigate little by little.

    The other one is learning by reinforcement. This is when we purposefully set out to learn new information — when we take a language course, for example.

    A new study conducted by researchers from the Department of Experimental Psychology, the Wellcome Centre for Integrative Neuroimaging, and the Nuffield Department of Clinical Neurosciences — all in Oxford, United Kingdom — indicates that different learning mechanisms have links to memories stored in different parts of the brain.

    The researchers add that not only do we store information differently depending on how we acquire it, but that it may be more or less easy for us to lose or change this information for the same reason.

    The researchers also explain that the findings indicate that the brain can store information learned through reinforcement for a long time, while other types of information remain more available for updates.

    "We also learned that some of this knowledge is very persistent, and the brain does not forget about it even when it becomes irrelevant, while knowledge acquired through an alternative learning mechanism is more flexible and can more easily be changed to new knowledge," notes KleinFlügge.

    When it comes to unlearning or forgetting information, the researchers also note that information acquired incidentally through associations is easier to discard than information acquired through goal-oriented learning.

    Adaptado de: < https://www.medicalnewstoday.com/articles/326826.php> Acessado em 29 de outubro de 2019.
    When it comes to storing, retrieving and forgetting information
    Escolha uma alternativa para a questão a6adad1c-f4
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text below and answer the following question based on it.

    How we learn things shapes our memory

    Humans are constantly learning new things. This ability helps us to grow and adapt to new situations daily. But a new study suggests that different learning mechanisms actually shape how the brain stores memories.

    As humans, we have not only survived, but thrived throughout time thanks to our ability to learn and adapt to new situations.

    Learning itself is a complex process, and there are different types of learning mechanisms through which the brain stores new information and updates old information.

    In general terms, there are two ways of learning that humans use to acquire new information in the long term.

    One is by association, or through experience. This is when we learn new things incidentally, just because we happened to come across them, or because we are in a new environment that we are learning to navigate little by little.

    The other one is learning by reinforcement. This is when we purposefully set out to learn new information — when we take a language course, for example.

    A new study conducted by researchers from the Department of Experimental Psychology, the Wellcome Centre for Integrative Neuroimaging, and the Nuffield Department of Clinical Neurosciences — all in Oxford, United Kingdom — indicates that different learning mechanisms have links to memories stored in different parts of the brain.

    The researchers add that not only do we store information differently depending on how we acquire it, but that it may be more or less easy for us to lose or change this information for the same reason.

    The researchers also explain that the findings indicate that the brain can store information learned through reinforcement for a long time, while other types of information remain more available for updates.

    "We also learned that some of this knowledge is very persistent, and the brain does not forget about it even when it becomes irrelevant, while knowledge acquired through an alternative learning mechanism is more flexible and can more easily be changed to new knowledge," notes KleinFlügge.

    When it comes to unlearning or forgetting information, the researchers also note that information acquired incidentally through associations is easier to discard than information acquired through goal-oriented learning.

    Adaptado de: < https://www.medicalnewstoday.com/articles/326826.php> Acessado em 29 de outubro de 2019.
    Read the text below and answer the following question based on it.

    Imagem da questão de Inglês, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Disponivel em: <https://caveviews.blogs.com/cave_news/2010/08/webmdeffect.html>. Acessado em 19 de outubro de 2019.

    The patient’s assertion
    Escolha uma alternativa para a questão a6b1c250-f4
  • Linguagens

    Português

    A geografia linguística no Brasil


           É por meio da língua que o homem expressa suas ideias, as ideias de sua geração, as ideias da comunidade a que pertence, as ideias de seu tempo. A todo instante, utiliza-a de acordo com uma tradição que lhe foi transmitida, e contribui para sua renovação e constante transformação. Cada falante é, a um tempo, usuário e agente modificador de sua língua, nela imprimindo marcas geradas pelas novas situações com que se depara.

          Nesse sentido, pode-se afirmar que, na língua, se projeta a cultura de um povo, compreendendo-se cultura no seu sentido mais amplo, aquele que abarca “o conjunto dos padrões de comportamento, das crenças, das instituições e de outros valores espirituais e materiais transmitidos coletivamente e característicos de uma sociedade”, segundo o novo Aurélio. (...)

         Ao falar, um indivíduo transmite, além da mensagem contida em seu discurso, uma série de dados que permite a um interlocutor atento não só depreender seu estilo pessoal, mas também filiá-lo a um determinado grupo.

        A entonação, a pronúncia, a escolha vocabular, a preferência por determinadas construções frasais, os mecanismos morfológicos que são peculiares a determinado usuário podem servir de índices que identifiquem: a) o país ou a região de que se origina; b) o grupo social de que faz parte (seu grau de instrução, sua faixa etária, seu nível socioeconômico, sua atividade profissional); c) a situação (formal) ou (informal) em que se encontra. (...)

          O Brasil, em decorrência do processo de povoamento e colonização a que foi submetido bem como das condições em que se deu sua independência política e seu posterior desenvolvimento, apresenta grandes contrastes regionais e sociais, estes últimos perceptíveis mesmo em grandes centros urbanos, em cuja periferia se concentram comunidades mantidas à margem do progresso.

        Um retrato fiel, atual, de nosso país teria de colocar lado a lado: executivos de grandes empresas; técnicos que manipulam, com desenvoltura, o computador; operários de pequenas, médias e grandes indústrias; vaqueiros isolados em latifúndios; cortadores de cana; pescadores artesanais; plantadores de mandioca em humildes roças; viajantes que comerciam pelo sertão; indígenas aculturados. (...)

         Detentores de antigos costumes portugueses aqui reelaborados pelo contato com outra terra e outras gentes ou, já em acelerado processo de mestiçagem étnica e linguística, esquecidos das origens, esses homens e mulheres guardam, na sua forma de expressão oral, as marcas de nossa identidade linguístico-cultural e a resposta a muitas indagações e a diversas hipóteses sobre a história e o estado atual do português do Brasil.


    (Sílvia F. Brandão. A geografia linguística no Brasil. São Paulo: Ática, 1991. p.5-17. Adaptado)

    A compreensão consistente do Texto exige que o identifiquemos, em suas particularidades de composição, como sendo do tipo:
    Escolha uma alternativa para a questão b1cb0eda-05
  • Linguagens

    Português

    A geografia linguística no Brasil


           É por meio da língua que o homem expressa suas ideias, as ideias de sua geração, as ideias da comunidade a que pertence, as ideias de seu tempo. A todo instante, utiliza-a de acordo com uma tradição que lhe foi transmitida, e contribui para sua renovação e constante transformação. Cada falante é, a um tempo, usuário e agente modificador de sua língua, nela imprimindo marcas geradas pelas novas situações com que se depara.

          Nesse sentido, pode-se afirmar que, na língua, se projeta a cultura de um povo, compreendendo-se cultura no seu sentido mais amplo, aquele que abarca “o conjunto dos padrões de comportamento, das crenças, das instituições e de outros valores espirituais e materiais transmitidos coletivamente e característicos de uma sociedade”, segundo o novo Aurélio. (...)

         Ao falar, um indivíduo transmite, além da mensagem contida em seu discurso, uma série de dados que permite a um interlocutor atento não só depreender seu estilo pessoal, mas também filiá-lo a um determinado grupo.

        A entonação, a pronúncia, a escolha vocabular, a preferência por determinadas construções frasais, os mecanismos morfológicos que são peculiares a determinado usuário podem servir de índices que identifiquem: a) o país ou a região de que se origina; b) o grupo social de que faz parte (seu grau de instrução, sua faixa etária, seu nível socioeconômico, sua atividade profissional); c) a situação (formal) ou (informal) em que se encontra. (...)

          O Brasil, em decorrência do processo de povoamento e colonização a que foi submetido bem como das condições em que se deu sua independência política e seu posterior desenvolvimento, apresenta grandes contrastes regionais e sociais, estes últimos perceptíveis mesmo em grandes centros urbanos, em cuja periferia se concentram comunidades mantidas à margem do progresso.

        Um retrato fiel, atual, de nosso país teria de colocar lado a lado: executivos de grandes empresas; técnicos que manipulam, com desenvoltura, o computador; operários de pequenas, médias e grandes indústrias; vaqueiros isolados em latifúndios; cortadores de cana; pescadores artesanais; plantadores de mandioca em humildes roças; viajantes que comerciam pelo sertão; indígenas aculturados. (...)

         Detentores de antigos costumes portugueses aqui reelaborados pelo contato com outra terra e outras gentes ou, já em acelerado processo de mestiçagem étnica e linguística, esquecidos das origens, esses homens e mulheres guardam, na sua forma de expressão oral, as marcas de nossa identidade linguístico-cultural e a resposta a muitas indagações e a diversas hipóteses sobre a história e o estado atual do português do Brasil.


    (Sílvia F. Brandão. A geografia linguística no Brasil. São Paulo: Ática, 1991. p.5-17. Adaptado)

    Pela análise de algumas afirmações expressas no Texto, pode-se concluir que:

    1) existe uma ampla vinculação entre língua e cultura (no sentido amplo deste termo).
    2) todo falante acumula as funções de usuário e de agente modificador da língua.
    3) a língua que falamos constitui um índice de nossas particularidades sociais e contextuais.
    4) o processo de povoamento e colonização a que foi submetido o Brasil gerou grandes contrastes regionais e sociais.
    5) a história e o estado atual do português do Brasil dispensam menções às condições de sua mestiçagem étnica e linguística.

    Estão corretas as alternativas:
    Escolha uma alternativa para a questão b1ce7816-05
  • Linguagens

    Português

    A geografia linguística no Brasil


           É por meio da língua que o homem expressa suas ideias, as ideias de sua geração, as ideias da comunidade a que pertence, as ideias de seu tempo. A todo instante, utiliza-a de acordo com uma tradição que lhe foi transmitida, e contribui para sua renovação e constante transformação. Cada falante é, a um tempo, usuário e agente modificador de sua língua, nela imprimindo marcas geradas pelas novas situações com que se depara.

          Nesse sentido, pode-se afirmar que, na língua, se projeta a cultura de um povo, compreendendo-se cultura no seu sentido mais amplo, aquele que abarca “o conjunto dos padrões de comportamento, das crenças, das instituições e de outros valores espirituais e materiais transmitidos coletivamente e característicos de uma sociedade”, segundo o novo Aurélio. (...)

         Ao falar, um indivíduo transmite, além da mensagem contida em seu discurso, uma série de dados que permite a um interlocutor atento não só depreender seu estilo pessoal, mas também filiá-lo a um determinado grupo.

        A entonação, a pronúncia, a escolha vocabular, a preferência por determinadas construções frasais, os mecanismos morfológicos que são peculiares a determinado usuário podem servir de índices que identifiquem: a) o país ou a região de que se origina; b) o grupo social de que faz parte (seu grau de instrução, sua faixa etária, seu nível socioeconômico, sua atividade profissional); c) a situação (formal) ou (informal) em que se encontra. (...)

          O Brasil, em decorrência do processo de povoamento e colonização a que foi submetido bem como das condições em que se deu sua independência política e seu posterior desenvolvimento, apresenta grandes contrastes regionais e sociais, estes últimos perceptíveis mesmo em grandes centros urbanos, em cuja periferia se concentram comunidades mantidas à margem do progresso.

        Um retrato fiel, atual, de nosso país teria de colocar lado a lado: executivos de grandes empresas; técnicos que manipulam, com desenvoltura, o computador; operários de pequenas, médias e grandes indústrias; vaqueiros isolados em latifúndios; cortadores de cana; pescadores artesanais; plantadores de mandioca em humildes roças; viajantes que comerciam pelo sertão; indígenas aculturados. (...)

         Detentores de antigos costumes portugueses aqui reelaborados pelo contato com outra terra e outras gentes ou, já em acelerado processo de mestiçagem étnica e linguística, esquecidos das origens, esses homens e mulheres guardam, na sua forma de expressão oral, as marcas de nossa identidade linguístico-cultural e a resposta a muitas indagações e a diversas hipóteses sobre a história e o estado atual do português do Brasil.


    (Sílvia F. Brandão. A geografia linguística no Brasil. São Paulo: Ática, 1991. p.5-17. Adaptado)

    O núcleo do tema desenvolvido no Texto constitui uma abordagem conceitual:
    Escolha uma alternativa para a questão b1d18208-05
  • Linguagens

    Português

    A geografia linguística no Brasil


           É por meio da língua que o homem expressa suas ideias, as ideias de sua geração, as ideias da comunidade a que pertence, as ideias de seu tempo. A todo instante, utiliza-a de acordo com uma tradição que lhe foi transmitida, e contribui para sua renovação e constante transformação. Cada falante é, a um tempo, usuário e agente modificador de sua língua, nela imprimindo marcas geradas pelas novas situações com que se depara.

          Nesse sentido, pode-se afirmar que, na língua, se projeta a cultura de um povo, compreendendo-se cultura no seu sentido mais amplo, aquele que abarca “o conjunto dos padrões de comportamento, das crenças, das instituições e de outros valores espirituais e materiais transmitidos coletivamente e característicos de uma sociedade”, segundo o novo Aurélio. (...)

         Ao falar, um indivíduo transmite, além da mensagem contida em seu discurso, uma série de dados que permite a um interlocutor atento não só depreender seu estilo pessoal, mas também filiá-lo a um determinado grupo.

        A entonação, a pronúncia, a escolha vocabular, a preferência por determinadas construções frasais, os mecanismos morfológicos que são peculiares a determinado usuário podem servir de índices que identifiquem: a) o país ou a região de que se origina; b) o grupo social de que faz parte (seu grau de instrução, sua faixa etária, seu nível socioeconômico, sua atividade profissional); c) a situação (formal) ou (informal) em que se encontra. (...)

          O Brasil, em decorrência do processo de povoamento e colonização a que foi submetido bem como das condições em que se deu sua independência política e seu posterior desenvolvimento, apresenta grandes contrastes regionais e sociais, estes últimos perceptíveis mesmo em grandes centros urbanos, em cuja periferia se concentram comunidades mantidas à margem do progresso.

        Um retrato fiel, atual, de nosso país teria de colocar lado a lado: executivos de grandes empresas; técnicos que manipulam, com desenvoltura, o computador; operários de pequenas, médias e grandes indústrias; vaqueiros isolados em latifúndios; cortadores de cana; pescadores artesanais; plantadores de mandioca em humildes roças; viajantes que comerciam pelo sertão; indígenas aculturados. (...)

         Detentores de antigos costumes portugueses aqui reelaborados pelo contato com outra terra e outras gentes ou, já em acelerado processo de mestiçagem étnica e linguística, esquecidos das origens, esses homens e mulheres guardam, na sua forma de expressão oral, as marcas de nossa identidade linguístico-cultural e a resposta a muitas indagações e a diversas hipóteses sobre a história e o estado atual do português do Brasil.


    (Sílvia F. Brandão. A geografia linguística no Brasil. São Paulo: Ática, 1991. p.5-17. Adaptado)

    Em: “O Brasil, em decorrência do processo de povoamento e colonização a que foi submetido bem como das condições em que se deu sua independência política e seu posterior desenvolvimento, o segmento destacado tem um sentido de:
    Escolha uma alternativa para a questão b1d4f3d2-05
  • Linguagens

    Português

    A geografia linguística no Brasil


           É por meio da língua que o homem expressa suas ideias, as ideias de sua geração, as ideias da comunidade a que pertence, as ideias de seu tempo. A todo instante, utiliza-a de acordo com uma tradição que lhe foi transmitida, e contribui para sua renovação e constante transformação. Cada falante é, a um tempo, usuário e agente modificador de sua língua, nela imprimindo marcas geradas pelas novas situações com que se depara.

          Nesse sentido, pode-se afirmar que, na língua, se projeta a cultura de um povo, compreendendo-se cultura no seu sentido mais amplo, aquele que abarca “o conjunto dos padrões de comportamento, das crenças, das instituições e de outros valores espirituais e materiais transmitidos coletivamente e característicos de uma sociedade”, segundo o novo Aurélio. (...)

         Ao falar, um indivíduo transmite, além da mensagem contida em seu discurso, uma série de dados que permite a um interlocutor atento não só depreender seu estilo pessoal, mas também filiá-lo a um determinado grupo.

        A entonação, a pronúncia, a escolha vocabular, a preferência por determinadas construções frasais, os mecanismos morfológicos que são peculiares a determinado usuário podem servir de índices que identifiquem: a) o país ou a região de que se origina; b) o grupo social de que faz parte (seu grau de instrução, sua faixa etária, seu nível socioeconômico, sua atividade profissional); c) a situação (formal) ou (informal) em que se encontra. (...)

          O Brasil, em decorrência do processo de povoamento e colonização a que foi submetido bem como das condições em que se deu sua independência política e seu posterior desenvolvimento, apresenta grandes contrastes regionais e sociais, estes últimos perceptíveis mesmo em grandes centros urbanos, em cuja periferia se concentram comunidades mantidas à margem do progresso.

        Um retrato fiel, atual, de nosso país teria de colocar lado a lado: executivos de grandes empresas; técnicos que manipulam, com desenvoltura, o computador; operários de pequenas, médias e grandes indústrias; vaqueiros isolados em latifúndios; cortadores de cana; pescadores artesanais; plantadores de mandioca em humildes roças; viajantes que comerciam pelo sertão; indígenas aculturados. (...)

         Detentores de antigos costumes portugueses aqui reelaborados pelo contato com outra terra e outras gentes ou, já em acelerado processo de mestiçagem étnica e linguística, esquecidos das origens, esses homens e mulheres guardam, na sua forma de expressão oral, as marcas de nossa identidade linguístico-cultural e a resposta a muitas indagações e a diversas hipóteses sobre a história e o estado atual do português do Brasil.


    (Sílvia F. Brandão. A geografia linguística no Brasil. São Paulo: Ática, 1991. p.5-17. Adaptado)

    Os termos com que está formulado o último parágrafo do Texto admitem que:


    1) cada língua expressa os traços de sua identidade linguístico e cultural.

    2) o português do Brasil sentiu os efeitos da sua histórica mestiçagem étnica e linguística.

    3) as línguas de um povo são imunes a eventuais contatos com outros povos, sua língua e seus costumes.

    4) a história de cada língua pode esclarecer muitas indagações e hipóteses sobre sua identidade.


    Estão corretas:

    Escolha uma alternativa para a questão b1d88576-05
  • Linguagens

    Português

    Nós, os brasileiros.


        Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil.

        Como sempre, eles falam da floresta amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores e olhos de serpentes hirtas acariciando esses corpos como dedos amorosos”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos. Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade.

         Nas minhas idas ao Exterior, onde convivi, sobretudo com escritores, professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta –, fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos.

        – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma Universidade americana famosa: – Mas a senhora é loira!

         Depois de ler, num Congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um de meus romances traduzidos em inglês, ouvi de um senhor, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos:

         – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas!

         Pior ainda, no Canadá, alguém exclamou incrédulo:

         – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras?

        A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece livro brasileiro, pois não fala nem de plantas, nem de índios, nem de bichos.”

       Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também é culpa nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.

        Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa, e televisões mostrando carnaval, futebol, praias e ... matos.

        E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens neuróticos, me senti tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso.

        E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, me fazem menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa!


    (Lya Luft. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2009, p. 49-51) 

    A crônica de Lya Luft trata de tema culturalmente relevante, pois aborda:
    Escolha uma alternativa para a questão b1db75a2-05