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Instituição

Questões: Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário — com gabarito

928 questões de Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário, de 2015 a 2019. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 928 questões
  • 5 provas

Resultados: 262 questões

Página 10 de 14

  • Linguagens

    Inglês

    Read the text below and answer the following question based on it.


    More than half your body is not human


    Human cells make up only 43% of the body's total cell count. The rest are microscopic colonists.

    Understanding this hidden half of ourselves - our microbiome - is rapidly transforming understanding of diseases from allergy to Parkinson's.

    No matter how well you wash, nearly every nook and cranny of your body is covered in microscopic creatures.

    This includes bacteria, viruses, fungi and archaea (organisms originally misclassified as bacteria). The greatest concentration of this microscopic life is in the dark murky depths of our oxygen-deprived bowels.

    The human genome - the full set of genetic instructions for a human being - is made up of 20,000 instructions called genes.

    But add all the genes in our microbiome together and the figure comes out between two and 20 million microbial genes.

    Prof Sarkis Mazmanian, a microbiologist from Caltech, argues: "We don't have just one genome, the genes of our microbiome present essentially a second genome which augment the activity of our own.

    Science is rapidly uncovering the role the microbiome plays in digestion, regulating the immune system, protecting against disease and manufacturing vital vitamins.

    It is a new way of thinking about the microbial world. To date, our relationship with microbes has largely been one of warfare.

    Antibiotics and vaccines have been the weapons unleashed against the likes of smallpox, Mycobacterium tuberculosis or MRSA.

    That's been a good thing and has saved large numbers of lives.

    But some researchers are concerned that our assault on the bad guys has done untold damage to our "good bacteria".

    Prof Knight has performed experiments on mice that were born in the most sanitised world imaginable.

    He says: "We were able to show that if you take lean and obese humans and take their faeces and transplant the bacteria into mice you can make the mouse thinner or fatter depending on whose microbiome it got."

    "This is pretty amazing right, but the question now is will this be translatable to humans"

    This is the big hope for the field, that microbes could be a new form of medicine. It is known as using "bugs as drugs".

    Adaptado de: < http://www.bbc.com/news/health-43674270> Acessado em 13 de abril de 2018.

    Experiments on mice
    Escolha uma alternativa para a questão 8e3bfb29-d5
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text below and answer the following question based on it.


    Loneliness may harm sleep quality for young adults

    Researchers from King's College London have found that young adults who reported feeling lonely were more likely to experience poor sleep quality, daytime tiredness, and poor concentration than their non-lonely counterparts.
    Although loneliness is often perceived as a problem that primarily affects older adults, recent research has suggested that this is not the case.
    However, according to the researchers of the new study, less is known about how loneliness affects the health of young adults - in particular, how it impacts sleep quality.
    "In the present study, we tested associations between loneliness and sleep quality in a nationally representative sample of young adults," say Prof. Louise Arseneault, of the Institute of Psychiatry, Psychology & Neuroscience at King's, and colleagues.
    The researchers analyzed the data of 2,232 young adults aged 18 to 19 years. They asked the participants four questions to measure their feelings of loneliness, including, "How often do you feel that you lack companionship?" and "How often do you feel alone?"
    Additionally, the researchers gathered information on the participants' sleep quality over the past month, including sleep duration, sleep disturbances, and how long it takes them to fall asleep.
    The analysis revealed that the lonely participants were 10 percent more likely to have poor sleep quality than subjects who did not report loneliness, and they were 24 percent more likely to experience daytime tiredness and problems with concentration.
    These findings remained after accounting for a number of possible confounding factors, including symptoms of anxiety, depression, and other mental health disorders.
    Although the study was not designed to investigate the mechanisms underlying the link between loneliness and poor sleep quality, the researchers have some theories.
    For example, they point to previous studies that have identified a link between loneliness and an increase in the "stress hormone" cortisol, which could lead to sleep disruption.
    Adaptado de: < https://www.medicalnewstoday.com/articles/317563.php?sr> Acessado em 02 de abril de 2018. 
    As stated in the text, cortisol, a stress hormone,
    Escolha uma alternativa para a questão 8e2e3c59-d5
  • Linguagens

    Literatura

    Soneto de fidelidade.

    De tudo, ao meu amor serei atento

    Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto

    Que mesmo em face do maior encanto

    Dele se encante mais meu pensamento.


    Quero vivê-lo em cada vão momento

    E em seu louvor hei de espalhar meu canto

    E rir meu riso e derramar meu pranto

    Ao seu pesar ou seu contentamento.


    E assim, quando mais tarde me procure

    Quem sabe a morte, angústia de quem vive

    Quem sabe a solidão, fim de quem ama


    Eu possa me dizer do amor (que tive):

    Que não seja imortal, posto que é chama

    Mas que seja infinito enquanto dure.

    Vinicius de Moraes. Poesia completa e prosa. Rio de janeiro: Nova Aguilar, 1998, p. 289.


    O contato com a Literatura pode despertar em nós sentimentos, emoções e, sobretudo, gosto estético. Os poemas, especialmente, suscitam tudo isso. No caso concreto desse poema de Vinicius, fica evidente:


    1) uma espécie de volta à poética cultivada pelos poetas do período literário do Parnasianismo.
    2) a concepção de amor do eu-lírico, a qual foge da idealização do ‘amor para sempre e eterno’.
    3) o jogo de oposição entre a fugacidade do amor – ‘posto que é chama’ – e sua infinitude, ‘enquanto dure’.
    4) um certo afastamento das temáticas comuns à vida do cotidiano social das pessoas.


    Estão corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão 8e268b02-d5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 3

    Durante séculos, os jornais impressos eram o único meio regular de divulgação de notícias. Com o avanço das tecnologias de transmissão de informação (rádio, televisão, internet), o contexto de circulação das notícias foi radicalmente alterado.
    Um exemplo ilustra bem essa transformação. Em 11 de setembro de 2001, quando terroristas lançaram aviões contra alvos americanos, matando milhares de pessoas, a opinião pública acompanhou, pelas telas de computador e televisão, os dramáticos acontecimentos.
    Jornais impressos não teriam condições de levar as notícias a milhões de pessoas em todo o mundo à medida que os fatos iam acontecendo.
    Essa constatação nos obriga a concluir algo importante: a depender do meio em que circulam as notícias, elas assumem configurações diferentes. Uma notícia redigida para ser postada em um portal da internet provavelmente contará com menos informações do que a notícia equivalente que será publicada na edição do jornal no dia seguinte. Isso ocorre porque, com a necessidade de informar os fatos no exato instante em que acontecem, os portais da internet não têm como garantir o tempo necessário para a apuração mais minuciosa dos detalhesdo fato noticiado.
    É comum, inclusive, algumas das notícias veiculadas nesses portais serem atualizadas ao longo do dia, para acréscimo de detalhes e correção das informações iniciais que se mostram inexatas. Os jornais impressos não enfrentam essas dificuldades, porque dispõem de mais tempo e podem, assim, trazer informações mais completas e bem elaboradas.
    Maria Luiza Abaurre e Maria Bernadete Abaurre. Produção de Texto – interlocução e gêneros. São Paulo: Editora Moderna, 2007, p. 69. (Adaptado). 
    Considerando o foco da análise empreendida no Texto 3, um título adequado poderia ter a seguinte formulação:
    Escolha uma alternativa para a questão 8e12c4ec-d5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 2


    A “A língua dos índios é muito rudimentar”


    Assim como outros mitos, esse aqui já começa completamente equivocado. Sua formulação já é, de saída, imprópria: não há uma “língua dos índios”. Há, na verdade, diversas línguas indígenas, faladas por diferentes comunidades indígenas. E nenhuma dessas línguas é “rudimentar”, em qualquer sentido que se possa pensar. As línguas indígenas são extremamente complexas – tão complexas quanto qualquer outra língua natural, como o português, o francês, o chinês ou o japonês.

    Para tentar desconstruir a primeira parte deste mito (sobre haver apenas uma única “língua dos índios”), precisamos falar um pouco sobre a variedade linguística reinante entre as populações indígenas brasileiras.

    Hoje, no Brasil, são faladas cerca de 180 línguas indígenas, por cerca de 220 povos indígenas. Por trás desse número, devo fazer algumas ressalvas. Em primeiro lugar, todo e qualquer método de contagem de línguas é impreciso por natureza, já que os limites entre língua e dialeto são corredios. O critério normalmente utilizado para afirmar que determinada língua é, de fato, uma língua e não um dialeto de uma outra – não é um critério de natureza estritamente linguística, mas de viés marcadamente político. Daí por que, entre os sociolinguistas, se diz que “uma língua é um dialeto com um exército e uma marinha”.

    Além de o critério de contagem das línguas, em especial o de línguas indígenas, não ser preciso e uniforme, há ainda a questão que envolve a destruição das culturas indígenas, e, consequentemente, o desaparecimento de suas línguas. Se hoje temos cerca de 180 línguas indígenas faladas no Brasil, estima-se que, em 1500, à época da chegada portuguesa em terras brasileiras, o número era de 1.270 línguas, ou seja, um número sete vezes maior. Além de o número total de línguas ter sido drasticamente reduzido – e, com isso, o número de populações indígenas – todas as línguas indígenas brasileiras podem hoje ser consideradas línguas ameaçadas.

    Isso significa que, a cada ano que passa, podemos perder uma língua no país. É uma perda terrível, não só para a linguística, mas para o patrimônio mundial cultural e humano. Quando uma língua deixa de existir, perdemos mais do que um sistema de comunicação complexo e estruturado; perdemos uma maneira de ver e de compreender o mundo.

    Gabriel de Ávila Othero. Mitos de Linguagem. São Paulo: Editora Parábola, 2017, p. 109-111. (Adaptado). 

    Observe o seguinte trecho: “Além de o critério de contagem das línguas, em especial o de línguas indígenas, não ser preciso e uniforme, há ainda a questão que envolve a destruição das culturas indígenas, e, consequentemente, o desaparecimento de suas línguas”. Para entender o que está afirmado nesse trecho, é preciso identificar:


    1) a relação de sinonímia plena entre os adjetivos ‘preciso’ e ‘uniforme’.
    2) uma relação semântica de causa e consequência explicitamente estabelecida.
    3) a expressão ‘além de’ como indicativo de acréscimo ou aumento de argumentos.
    4) um duplo componente que torna, ainda mais complexa, a questão ora abordada.
    5) o termo anterior que é retomado pelo pronome ‘suas’ em ‘suas línguas’.


    Estão corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão 8e0cc1d0-d5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 2


    A “A língua dos índios é muito rudimentar”


    Assim como outros mitos, esse aqui já começa completamente equivocado. Sua formulação já é, de saída, imprópria: não há uma “língua dos índios”. Há, na verdade, diversas línguas indígenas, faladas por diferentes comunidades indígenas. E nenhuma dessas línguas é “rudimentar”, em qualquer sentido que se possa pensar. As línguas indígenas são extremamente complexas – tão complexas quanto qualquer outra língua natural, como o português, o francês, o chinês ou o japonês.

    Para tentar desconstruir a primeira parte deste mito (sobre haver apenas uma única “língua dos índios”), precisamos falar um pouco sobre a variedade linguística reinante entre as populações indígenas brasileiras.

    Hoje, no Brasil, são faladas cerca de 180 línguas indígenas, por cerca de 220 povos indígenas. Por trás desse número, devo fazer algumas ressalvas. Em primeiro lugar, todo e qualquer método de contagem de línguas é impreciso por natureza, já que os limites entre língua e dialeto são corredios. O critério normalmente utilizado para afirmar que determinada língua é, de fato, uma língua e não um dialeto de uma outra – não é um critério de natureza estritamente linguística, mas de viés marcadamente político. Daí por que, entre os sociolinguistas, se diz que “uma língua é um dialeto com um exército e uma marinha”.

    Além de o critério de contagem das línguas, em especial o de línguas indígenas, não ser preciso e uniforme, há ainda a questão que envolve a destruição das culturas indígenas, e, consequentemente, o desaparecimento de suas línguas. Se hoje temos cerca de 180 línguas indígenas faladas no Brasil, estima-se que, em 1500, à época da chegada portuguesa em terras brasileiras, o número era de 1.270 línguas, ou seja, um número sete vezes maior. Além de o número total de línguas ter sido drasticamente reduzido – e, com isso, o número de populações indígenas – todas as línguas indígenas brasileiras podem hoje ser consideradas línguas ameaçadas.

    Isso significa que, a cada ano que passa, podemos perder uma língua no país. É uma perda terrível, não só para a linguística, mas para o patrimônio mundial cultural e humano. Quando uma língua deixa de existir, perdemos mais do que um sistema de comunicação complexo e estruturado; perdemos uma maneira de ver e de compreender o mundo.

    Gabriel de Ávila Othero. Mitos de Linguagem. São Paulo: Editora Parábola, 2017, p. 109-111. (Adaptado). 

    Analisando as ideias expostas na sequência do texto 2, fica evidente:
    Escolha uma alternativa para a questão 8e08d335-d5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1


    A realidade da saúde no Brasil.


    (1) A crise da saúde no Brasil vem de longa data e continua presente. Frequentemente, nos deparamos com notícias de filas de pacientes nos hospitais públicos, além da falta de leitos, equipamentos etc. E, no meio da crise, está a população que precisa de atendimento, e estão os médicos que, quase sempre, atuam em condições precárias.
    (2) Independente do jogo de empurra-empurra, há escassez de recursos financeiros, materiais e humanos, para manter os serviços de saúde operando com eficiência. Problemas, como atraso no repasse dos pagamentos do Ministério da Saúde, baixos valores pagos pelo SUS aos procedimentos médico-hospitalares consolidam o entrave no setor. O mundo econômico da saúde é cruel. Segundo estatísticas oficiais, são gastos R$ 31 bilhões para cuidar de 35 milhões de segurados, enquanto todo o SUS, para suprir o direito à saúde de mais de 145 milhões de brasileiros, gasta quase a mesma quantia. Por essas razões, nos encontramos no 124º lugar no ranking da OMS em qualidade de saúde.
    (3) É difícil para qualquer especialista apontar apenas um motivo para tal crise. Mesmo com a evolução do contexto político-social pelo qual o Brasil passou, pouco mudou. Na realidade, em 500 anos de Brasil, independentemente do regime vigente, a saúde nunca ocupou lugar de destaque. Só se olhou atentamente para o setor quando certas epidemias representaram eminentes ameaças à sociedade.
    (4) É assim desde o Brasil Colônia, quando o país não dispunha de um modelo de atenção à saúde e nem mesmo do interesse em criá-lo, por parte do governo colonizador. As noções empíricas (a cargo dos curandeiros) eram a opção. Com a vinda da família real ao Brasil, se fez necessária a organização de uma estrutura sanitária mínima, capaz de dar suporte ao poder que se instalava no Rio de Janeiro. A carência de médicos no Brasil Colônia e no Brasil Império era enorme. Para se ter uma ideia, no Rio, em 1789, só existiam quatro médicos exercendo a profissão. Em outros estados, eram mesmo inexistentes, o que fez com que proliferassem pelo país os Boticários, a quem cabia a manipulação das fórmulas prescritas pelos médicos.
    (5) Veio a República, e o Brasil continuou o mesmo. No início do século passado, a cidade do Rio apresentava um quadro sanitário caótico, com doenças graves que acometiam a população, como varíola, malária e febre amarela. Isso gerou sérias consequências tanto para a saúde coletiva quanto para o comércio exterior, já que navios estrangeiros evitavam atracar no porto do Rio. Poderíamos escrever muito mais sobre o tema e chegaríamos à mesma conclusão: em pleno século XXI, no Brasil, pouco se evoluiu em política de saúde.
    (6) Dados do Conselho Federal de Medicina revelam que a má distribuição de médicos no país ainda persiste. São 65,9% deles atuando nas regiões Sul e Sudeste, onde se concentra apenas cerca de 25% da população.
    (7) É a saúde continuando um sistema embrionário e contraditório, pois nos destacamos mundialmente por nossas pesquisas pioneiras, no combate a Aids, por exemplo, mas não conseguimos dar atendimento básico à maioria do povo.
    Disponível em: https://www.boletimjuridico.com.br/doutrina/artigo/1466/a-realidadesaude-brasil.
    No quinto parágrafo do Texto 1, o autor declara que: “Isso gerou sérias consequências tanto para a saúde coletiva quanto para o comércio exterior, já que navios estrangeiros evitavam atracar no porto do Rio”. A função do pronome destacado atesta o cuidado do autor para:
    Escolha uma alternativa para a questão 8dfd73e1-d5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1


    A realidade da saúde no Brasil.


    (1) A crise da saúde no Brasil vem de longa data e continua presente. Frequentemente, nos deparamos com notícias de filas de pacientes nos hospitais públicos, além da falta de leitos, equipamentos etc. E, no meio da crise, está a população que precisa de atendimento, e estão os médicos que, quase sempre, atuam em condições precárias.
    (2) Independente do jogo de empurra-empurra, há escassez de recursos financeiros, materiais e humanos, para manter os serviços de saúde operando com eficiência. Problemas, como atraso no repasse dos pagamentos do Ministério da Saúde, baixos valores pagos pelo SUS aos procedimentos médico-hospitalares consolidam o entrave no setor. O mundo econômico da saúde é cruel. Segundo estatísticas oficiais, são gastos R$ 31 bilhões para cuidar de 35 milhões de segurados, enquanto todo o SUS, para suprir o direito à saúde de mais de 145 milhões de brasileiros, gasta quase a mesma quantia. Por essas razões, nos encontramos no 124º lugar no ranking da OMS em qualidade de saúde.
    (3) É difícil para qualquer especialista apontar apenas um motivo para tal crise. Mesmo com a evolução do contexto político-social pelo qual o Brasil passou, pouco mudou. Na realidade, em 500 anos de Brasil, independentemente do regime vigente, a saúde nunca ocupou lugar de destaque. Só se olhou atentamente para o setor quando certas epidemias representaram eminentes ameaças à sociedade.
    (4) É assim desde o Brasil Colônia, quando o país não dispunha de um modelo de atenção à saúde e nem mesmo do interesse em criá-lo, por parte do governo colonizador. As noções empíricas (a cargo dos curandeiros) eram a opção. Com a vinda da família real ao Brasil, se fez necessária a organização de uma estrutura sanitária mínima, capaz de dar suporte ao poder que se instalava no Rio de Janeiro. A carência de médicos no Brasil Colônia e no Brasil Império era enorme. Para se ter uma ideia, no Rio, em 1789, só existiam quatro médicos exercendo a profissão. Em outros estados, eram mesmo inexistentes, o que fez com que proliferassem pelo país os Boticários, a quem cabia a manipulação das fórmulas prescritas pelos médicos.
    (5) Veio a República, e o Brasil continuou o mesmo. No início do século passado, a cidade do Rio apresentava um quadro sanitário caótico, com doenças graves que acometiam a população, como varíola, malária e febre amarela. Isso gerou sérias consequências tanto para a saúde coletiva quanto para o comércio exterior, já que navios estrangeiros evitavam atracar no porto do Rio. Poderíamos escrever muito mais sobre o tema e chegaríamos à mesma conclusão: em pleno século XXI, no Brasil, pouco se evoluiu em política de saúde.
    (6) Dados do Conselho Federal de Medicina revelam que a má distribuição de médicos no país ainda persiste. São 65,9% deles atuando nas regiões Sul e Sudeste, onde se concentra apenas cerca de 25% da população.
    (7) É a saúde continuando um sistema embrionário e contraditório, pois nos destacamos mundialmente por nossas pesquisas pioneiras, no combate a Aids, por exemplo, mas não conseguimos dar atendimento básico à maioria do povo.
    Disponível em: https://www.boletimjuridico.com.br/doutrina/artigo/1466/a-realidadesaude-brasil.
    Qualquer ‘ação de linguagem’ tem, explícita ou implicitamente, um ‘propósito comunicativo’, uma intenção. Em relação ao Texto 1, pode-se entender que a intenção do autor foi:
    Escolha uma alternativa para a questão 8df49208-d5
  • Linguagens

    Inglês

    Read the demographics below and answer the following question based on it.


    Imagem da questão de Inglês, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension


    As regards the California nursing home residents demographics above it is true to state that

    Escolha uma alternativa para a questão 98796040-d5
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text below and answer the following questions based on it.


    The Healing Power of Music


    What better “medicine” than a “treatment” that has only positive side effects and “therapy” that is actually enjoyable? Music is shown to have the ability to help organize the brain; especially vital to those who are afflicted with Alzheimer’s.

    Studies have shown that the results of a musical therapy session last for several hours afterward. Positive results include elevated mood, increased socialization and appetite and reduction in agitation. These benefits are attributed to the stimulation the brain receives during a music therapy session, a sort of “cognitive workout”.

    As speech, writing and traditional forms of communication are compromised, music provides an alternative means of maintaining a connection, thereby helping to normalize interaction between caregiver and patient. Music used therapeutically creates an environment where the patient can be nurtured and cared for in a way that is safe, gentle and appropriate. Music is central to maintaining human bonds when those with dementia have lost the ability to initiate communication or to respond verbally.

    The powers of music when focused and used therapeutically are many. Critical to maintaining quality of life for those with Alzheimer’s is management of emotions and preserving the connection with others. Music is conducive to keeping those connections strong as long as possible while helping the participant to focus, increase awareness and orient to the environment. A number of research studies have looked at music therapy as an important adjunct to medical treatment and findings suggest a possible link between the use of music and slowing the progression of dementia.

    Music is primal to life and expressed by each of us every day whether through dancing to a favorite tune, keeping rhythm with a pencil or remembering a special time when hearing a forgotten melody. It is central to our lives and is embedded in our culture, defining how we acknowledge milestones, rites of passage and celebrations as well as providing comfort, transformation and inspiration.


             Acessado em 14 de abril de 2017. Adaptado

    Music
    Escolha uma alternativa para a questão 986c3d92-d5
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text below and answer the following questions based on it.


    Abstract


    Skipping breakfast can be potentially harmful because breakfast consumption is considered one of the important health-related behaviors that benefit physical and mental health. As the rate of depression has increased recently, we investigated the association between the frequency of eating breakfast and depression in adults. We obtained the data from the 2013 Korean Community Health Survey; a total of 207,710 survey participants aged 20 years or over were studied. Participants were categorized into three groups by the frequency of breakfast consumption as follows: “seldom,” “sometimes,” and “always.” We performed a multiple logistic regression to investigate the association between breakfast consumption and depressive mood. Subgroup analyses were conducted by stratifying socioeconomic variables controlling for variables known to be associated with depressive symptoms. Participants who had breakfast seldom or sometimes had higher depressive symptoms than those who always ate breakfast (“seldom”: OR = 1.43, 95% CI 1.36–1.52; “sometimes”: OR = 1.32, 95% CI 1.23–1.40). Subgroup analyses showed that this association was more marked in those who were 80 years or older, those who had low household income, or those with elementary school education level or less. The result of this study suggests that lack of breakfast consumption is associated with depression among adults with different socioeconomic factors.


    Adaptado de: Acessado em 18 de abril de 2017

    The findings of the research suggest that
    Escolha uma alternativa para a questão 986864da-d5
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text below and answer the following questions based on it.


    Abstract


    Skipping breakfast can be potentially harmful because breakfast consumption is considered one of the important health-related behaviors that benefit physical and mental health. As the rate of depression has increased recently, we investigated the association between the frequency of eating breakfast and depression in adults. We obtained the data from the 2013 Korean Community Health Survey; a total of 207,710 survey participants aged 20 years or over were studied. Participants were categorized into three groups by the frequency of breakfast consumption as follows: “seldom,” “sometimes,” and “always.” We performed a multiple logistic regression to investigate the association between breakfast consumption and depressive mood. Subgroup analyses were conducted by stratifying socioeconomic variables controlling for variables known to be associated with depressive symptoms. Participants who had breakfast seldom or sometimes had higher depressive symptoms than those who always ate breakfast (“seldom”: OR = 1.43, 95% CI 1.36–1.52; “sometimes”: OR = 1.32, 95% CI 1.23–1.40). Subgroup analyses showed that this association was more marked in those who were 80 years or older, those who had low household income, or those with elementary school education level or less. The result of this study suggests that lack of breakfast consumption is associated with depression among adults with different socioeconomic factors.


    Adaptado de: Acessado em 18 de abril de 2017

    This abstract is related to a research project carried out
    Escolha uma alternativa para a questão 98642007-d5
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text below and answer the following question based on it.


    Yellow Fever — Once Again on the Radar Screen in the Americas


    Over the past several weeks, a fifth arbovirus, yellow fever virus, has broken out in Brazil, with the majority of the infections occurring in rural areas of the country. These are referred to as sylvatic, or jungle, cases, since the typical transmission cycle occurs between forest mosquitoes and forest-dwelling nonhuman primates, with humans serving only as incidental hosts. In this ongoing outbreak, health authorities have reported 234 confirmed infections and 80 confirmed deaths as of February 2017. Confirmed infections have occurred in the Brazilian states of Minas Gerais, Espírito Santo, and São Paulo, and hundreds of additional cases remain under investigation. The high number of cases is out of proportion to the number reported in a typical year in these areas.


    Although there is currently no evidence that human-tohuman transmission through Aedes aegypti mosquitoes (urban transmission) has occurred, the outbreak is affecting areas in close proximity to major urban centers where yellow fever vaccine is not routinely administered. This proximity raises concern that, for the first time in decades, urban transmission of yellow fever will occur in Brazil.


    Yellow fever is the most severe arbovirus ever to circulate in the Americas, and although vaccination campaigns and vector-control efforts have eliminated it from many areas, sylvatic transmission cycles continue to occur in endemic tropical regions. The most recent outbreak in Brazil highlights this phenomenon. If the current outbreak leads to urban spread through A. aegypti mosquitoes, clinicians should adopt a high index of suspicion for yellow fever, particularly in travelers returning from affected regions. As with all potentially reemerging infectious diseases, public health awareness and preparedness are essential to prevent a resurgence of this historical threat.


            Adaptado de: Acessado em 15 de abril de 2017.

    As for the recent Yellow Fever outbreak in Brazil, it is true to assert that
    Escolha uma alternativa para a questão 985b0514-d5
  • Linguagens

    Literatura

    Analise o poema, transcrito abaixo.


    A água é falsa, a água é boa.
    Nada, nadador!
    A água é mansa, a água é doida,
    aqui é fria, ali é morna,
    a água é fêmea.
    Nada, nadador!
    A água sobe, a água desce,
    a água é mansa, a água é doida.
    Nada, nadador!
    A água te lambe, a água te abraça,
    a água te leva, a água te mata.
    Nada, nadador!
    Senão, o que restará de ti, nadador?
    Nada, nadador!

                                        Jorge de Lima. Poemas escolhidos.


    Veja acima o poema O Nadador, de autoria do poeta alagoano Jorge Lima. Analise os comentários que são feitos acerca de sua obra e, particularmente, acerca desse poema. 

    1) O poema exibe uma grande incidência de recursos reiterativos, sobretudo no âmbito da forma.

    2) O poeta emprestou ao poema uma elaboração dialógica, muito semelhante às práticas sociais da conversação coloquial.

    3) A obra poética de Jorge de Lima se insere na segunda geração dos modernistas brasileiros. Revelou-se um artista multifacetado, em constante mudança, pois recorreu a diferentes estilos e perspectivas estéticas.

    4) Os dois últimos versos são bastante expressivos, pois exploram os efeitos de sentido provocados pelo recurso a uma homonímia.


    Estão corretas as alternativas:  

    Escolha uma alternativa para a questão 985757e0-d5
  • Linguagens

    Literatura

    Os romancistas de 1930, ao contrário dos poetas modernistas, não pretendiam seguir os pressupostos estéticos das correntes de vanguarda, embora considerassem irreversíveis muitas ideias dos primeiros modernistas. Entre essas ideias, merece destaque:
    Escolha uma alternativa para a questão 9854155a-d5
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2017, Concordância verbal, Concordância nominal
    As normas sintáticas da língua portuguesa conferem à concordância verbal certa distinção, no que tange ao uso da língua considerada ‘culta’. Nesse sentido, analise os verbos constantes nas alternativas seguintes e assinale a alternativa em que a relação verbo-sujeito está indicada corretamente.
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    Português

    Aspectos relevantes para a observação da relação fala e escrita


    1. Na tradição filosófica ocidental, nos acostumamos a distinguir entre natureza e cultura, atribuindo à cultura tudo aquilo que não se dá naturalmente. No entanto, hoje, esta distinção está cada vez mais difícil de ser mantida, como, de resto, acontece em todas as dicotomias. O certo é que a cultura é um dado que torna o ser humano especial no contexto dos seres vivos. Mas, o que o torna ainda mais especial é o fato de ele dispor de uma linguagem simbólica articulada que é muito mais do que um sistema de classificação, pois é também uma prática que permite que estabeleçamos crenças e pontos de vista diversos ou coincidentes sobre as mesmas coisas. Daí ser a língua um ponto de apoio e de emergência de consenso e dissenso, de harmonia e luta. Não importa se na modalidade escrita ou falada.

    2. Nessa perspectiva, seria útil ter presente que, assim como a fala não apresenta propriedades intrínsecas negativas, também a escrita não tem propriedades intrínsecas privilegiadas. São modos de representação cognitiva e social que se revelam em práticas específicas. Postular algum tipo de supremacia ou superioridade de alguma das duas modalidades seria uma visão equivocada, pois não se pode afirmar que a fala é superior à escrita ou vice-versa. Em primeiro lugar, deve-se considerar o aspecto que se está comparando e, em segundo, deve-se considerar que esta relação não é homogênea nem constante.

    3. Do ponto de vista cronológico, a fala tem grande precedência sobre a escrita, mas do ponto de vista do prestígio social, a escrita é vista como mais prestigiada que a fala. Não se trata, porém, de algum critério intrínseco nem de parâmetros linguísticos e sim de postura ideológica. Por outro lado, há culturas em que a fala é mais prestigiada que a escrita.

    4. Mesmo considerando a enorme e inegável importância que a escrita tem nos povos e nas civilizações letradas, continuamos povos orais. A oralidade jamais desaparecerá e sempre será, ao lado da escrita, o grande meio de expressão e de atividade comunicativa. A oralidade enquanto prática social é inerente ao ser humano e não será substituída por nenhuma tecnologia. Ela será sempre a porta de nossa iniciação à racionalidade e fator de identidade social, regional, grupal dos indivíduos.


                                         (Luís Antônio Marcuschi. Da fala para a escrita. São Paulo: Editora Contexto, 2001, p. 35-36)
    Podemos constatar visível contiguidade semântica entre as palavras do Texto (linguagem-atividade comunicativa; escrita-oralidade; crenças-pontos de vista etc.). Essa afinidade de sentido tem como função textual: 
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    Português

    Ciência e aquecimento global


    1. O que até recentemente parecia ficção tomou forma na realidade como desafio que exige – se não solução imediata, algo bem provável – ao menos encaminhamento promissor.

    2. O aquecimento global, como consequência da liberação crescente na atmosfera de gases de efeito estufa, é o maior impacto ambiental da história da civilização, o que não significa que aponte para o final dos tempos. (...)

    3. O conhecimento científico tem participação ampla e profunda tanto no processo de aquecimento da Terra como nos encaminhamentos para evitar uma tragédia de proporções inéditas para a humanidade. Foram avanços de natureza científica – particularmente na termodinâmica, o estudo das transformações da energia – que permitiram a substituição de músculos humanos e animais pelas engrenagens das máquinas. Este mesmo conhecimento advertiu, já no século XIX, para o praticamente inevitável aquecimento futuro da atmosfera por elementos tão insuspeitos quanto vapor d’água e dióxido de carbono.

    4. As manchetes dos jornais, anunciando a identificação do aquecimento global a partir de atividades humanas, fizeram do dióxido de carbono um vilão quase indefensável ao longo dos últimos meses. A verdade, no entanto, é que este gás é imprescindível para a vida como a conhecemos e, além disso, atua como cobertor químico, para fazer da Terra o mundo aconchegante que ela é.

    5. Quais as possibilidades de o atual conhecimento científico permitir uma reversão deste processo, ainda que nem tudo volte a ser como antes?

    6. A identificação do aquecimento global como de origem antrópica, devidamente separada de causas naturais que já foram responsáveis por esta ocorrência mais de uma vez na história da Terra, certamente não deve passar despercebida. Assim, o obstáculo maior, ao que tudo indica, não está no estoque de conhecimentos – promissores ainda que não ilimitados – mas na necessidade de mudança de hábitos, pela primeira vez na história da civilização, de toda a humanidade.


                (Ponto de Vista. Scientific American Brasil, São Paulo: Ed. Especial, dez. 2003, p. 7)

    No segmento: “A identificação do aquecimento global como de origem antrópica”, a palavra em negrito significa que ‘este tipo de aquecimento’:
    Escolha uma alternativa para a questão 982472dc-d5
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    Inglês

    Read the text below and answer the following questions based on it.


    In 2017 the protestant church is celebrating an important event: the 500th anniversary of the Reformation

    On October 31, 2017 protestants will celebrate that historic day when Martin Luther nailed his 95 theses on the door of the castle church in Wittenberg, an act which shook the religious world of the time. 
    The 500th Reformation anniversary also means a great deal to Heidelberg. The then capital of the Kurpfalz (the Electoral Palatinate) played an important role in the spreading of the new doctrine. On April 26, 1518, Martin Luther visited Heidelberg, residence of the Elector Princes. As in Wittenberg, he proclaimed his 95 theses and defended himself before the General Chapter of the Augustine monks at the famous Heidelberg Defense. The commemorative Luther plaque marks where the Augustine abbey once stood. In 1563 the famous Heidelberg Catechism was formulated, the most significant confessional document in the reformed Christian faith the world over.

    Disponível em:<http://www.heidelberg-marketing.de/en/culture/500-years-reformation.html>Acessado em 13 de outubro de 2017 
    Martin Luther’s act
    Escolha uma alternativa para a questão 02c41596-d5
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    Inglês

    Read the text below and answer the following question based on it.


    Death of The Death Care Industry


    Death is a dying industry with an economic phenomenon. As Americans perceived value of “traditional” funerals diminish, the cost of funerals have increased nearly 1,328% in just four decades. In 1960 the average cost of a funeral was $706 when only 3.56% of bodies were cremated. Today the average traditional funeral costs between $8,000 and $10,000, and about 42% of people are cremated. The US funeral industry accounts for about $20 billion in annual economic activity, with around 130,000 employees that make a living on the 1.5 million people that go to rest each year. 

    Many communities have turned a blind eye to what goes on inside funeral homes, as many people prefer not to know the ins and out of the business. In addition, grieving customers in need of funeral goods and services may not be in a healthy state of mind to make financial decisions. Grief has similar side effects of alcohol consumption, such as numbness, guilt, and depression, resulting in less alert and price sensitive customers. In addition, the funeral industry is somewhat taboo in the sense that communities in general don’t communicate with one another about what are acceptable practices in this industry. 

    Some funeral service providers have taken advantage of this by encouraging the lack of transparency in the industry, charging exorbitant prices for funeral goods and services and charging people who appear to be wealthy higher prices. After Jessica Mitford published The American Way of Death in 1963, to expose the abuses in the funeral industry, a groundswell of support for government  intervention followed. Under President Ronald Reagan The Funeral Rule was first enacted to protect consumers from deceptive practices, but the rule has yet to put the nail in the coffin.


    Adaptado de: <https://www.forbes.com/sites/perianneboring/2014/04/25/the-death-of-the-death-care-industry-and-eternal-life-online/#389398011c1a>Acessado em 13 de outubro de 2017

    It is true to affirm that, in America:

    1) costs of funerals have gone up a lot over the last 40 years.
    2) traditional funeral costs cannot be any higher than $10,000.
    3) more people were cremated in the past than they are now.
    4) 1.5 million dead people make it possible for many to make a living.
    5) more than a hundred thousand people work in the funeral industry.

    The correct alternatives are only:
    Escolha uma alternativa para a questão 02be7425-d5