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Instituição

Questões: Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário — com gabarito

928 questões de Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário, de 2015 a 2019. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 928 questões
  • 5 provas

Resultados: 928 questões

Página 39 de 47

  • Linguagens

    Inglês

    New Parents Don’t Get Enough Sleep for Six Years After a Child Is Born


    Those first three months with a newborn can be rough, but researchers say sleep deprivation is an issue with parents for years. New parents are sometimes shocked to discover how little sleep they get in the first six months after a baby is born. They might also be discouraged to learn that their sleep patterns might not return to normal until that newborn is ready for kindergarten.

    A new study published in the journal Sleep found that both parental sleep satisfaction and sleep duration sharply declined after childbirth, hitting their lowest point when a baby is 3 months old.

    Women’s sleep duration and quality were far more affected than men, whether or not they breastfed their child. Women lost an average of one hour of sleep nightly compared to what they got prior to pregnancy, while men lost about 15 minutes of sleep per night.

    Even four to six years after childbirth, mothers were getting 20 minutes less sleep per night than before they became pregnant, while fathers were still getting 15 minutes less sleep.

    “The short-term effects of childbirth on parental sleep is well known. Our study just confirmed these effects,” Lemola told Healthline. “However, it was largely unexpected to find decreased sleep duration and sleep satisfaction six years after birth.”

    Sleep was more affected among first-time parents than among parents with more than one child.

    The findings were based on interviews of 4,659 parents who had a child between 2008 and 2015.

    “While having children is a major source of joy for most parents, it is possible that increased demands and responsibilities associated with the role as a parent lead to shorter sleep and decreased sleep quality even up to six years after birth of the first child,” said Lemola.

    Lemola said that future research would be required to determine how parents can cope with sleep loss and regain their sleep patterns sooner.


    Adaptado de: <https://www.healthline.com/health-news/newparents-dont-get-sound-sleep-for-6-years#The-bottom-line> Acessado em 04 de março de 2019

    The finding that sleep deprivation six years after birth is common
    Escolha uma alternativa para a questão eae09955-d5
  • Linguagens

    Inglês

    New Parents Don’t Get Enough Sleep for Six Years After a Child Is Born


    Those first three months with a newborn can be rough, but researchers say sleep deprivation is an issue with parents for years. New parents are sometimes shocked to discover how little sleep they get in the first six months after a baby is born. They might also be discouraged to learn that their sleep patterns might not return to normal until that newborn is ready for kindergarten.

    A new study published in the journal Sleep found that both parental sleep satisfaction and sleep duration sharply declined after childbirth, hitting their lowest point when a baby is 3 months old.

    Women’s sleep duration and quality were far more affected than men, whether or not they breastfed their child. Women lost an average of one hour of sleep nightly compared to what they got prior to pregnancy, while men lost about 15 minutes of sleep per night.

    Even four to six years after childbirth, mothers were getting 20 minutes less sleep per night than before they became pregnant, while fathers were still getting 15 minutes less sleep.

    “The short-term effects of childbirth on parental sleep is well known. Our study just confirmed these effects,” Lemola told Healthline. “However, it was largely unexpected to find decreased sleep duration and sleep satisfaction six years after birth.”

    Sleep was more affected among first-time parents than among parents with more than one child.

    The findings were based on interviews of 4,659 parents who had a child between 2008 and 2015.

    “While having children is a major source of joy for most parents, it is possible that increased demands and responsibilities associated with the role as a parent lead to shorter sleep and decreased sleep quality even up to six years after birth of the first child,” said Lemola.

    Lemola said that future research would be required to determine how parents can cope with sleep loss and regain their sleep patterns sooner.


    Adaptado de: <https://www.healthline.com/health-news/newparents-dont-get-sound-sleep-for-6-years#The-bottom-line> Acessado em 04 de março de 2019

    As for sleep deprivation after childbirth, one can assert that
    Escolha uma alternativa para a questão eadc7ab1-d5
  • Linguagens

    Português

    O FUTURO NA BALANÇA

    Se, na década de 1970, o principal entrave ao desenvolvimento das crianças brasileiras era a desnutrição, hoje, quase 50 anos depois, a preocupação pende para o oposto da balança. “A obesidade é a maior epidemia de todos os tempos e não deixou o Brasil de fora”, sentenciam peritos da Sociedade Brasileira de Pediatria.

    Trata-se de um problema que afeta gente de todas as idades – a prevalência entre os adultos aumentou 60% no país de 2006 a 2016! E começa cada vez mais cedo. Entre meninos e meninas de 5 a 9 anos, 33% já estão acima do peso, e 15% são considerados obesos. Nesse ritmo, a estimativa é que a obesidade atinja 11,3 milhões de brasileirinhos em 2025. E por que os especialistas se inquietam tanto com isso? Uma criança obesa tem 80% de chance de se tornar um adulto obeso, alertam os especialistas.

    A essa condição está associada nada menos que 26 doenças crônicas, como pressão alta e diabetes do tipo 2 – problemas que deixaram de ser exclusividade de gente grande. Nesse cenário, vislumbra-se, pela primeira vez na história recente, uma geração que poderá viver menos e pior que seus pais.

    Não é à toa que o combate à obesidade foi alçado em prioridade para o governo, que aposta em ações de estímulo ao aleitamento materno, à prática de atividade física e à mudança do comportamento alimentar.

    Ironicamente, uma criança acima do peso até pode ser considerada desnutrida.

    (Revista Saúde. Abril, set. 2018, p. 48. Adaptado)
    A teoria linguística propõe que o uso da linguagem constitui uma forma de a pessoa atuar ou agir socialmente. Entre as possíveis ações que resultam das intenções reveladas no Texto 2, prevalece a ação de:
    Escolha uma alternativa para a questão eab5348e-d5
  • Linguagens

    Português

    O FUTURO NA BALANÇA

    Se, na década de 1970, o principal entrave ao desenvolvimento das crianças brasileiras era a desnutrição, hoje, quase 50 anos depois, a preocupação pende para o oposto da balança. “A obesidade é a maior epidemia de todos os tempos e não deixou o Brasil de fora”, sentenciam peritos da Sociedade Brasileira de Pediatria.

    Trata-se de um problema que afeta gente de todas as idades – a prevalência entre os adultos aumentou 60% no país de 2006 a 2016! E começa cada vez mais cedo. Entre meninos e meninas de 5 a 9 anos, 33% já estão acima do peso, e 15% são considerados obesos. Nesse ritmo, a estimativa é que a obesidade atinja 11,3 milhões de brasileirinhos em 2025. E por que os especialistas se inquietam tanto com isso? Uma criança obesa tem 80% de chance de se tornar um adulto obeso, alertam os especialistas.

    A essa condição está associada nada menos que 26 doenças crônicas, como pressão alta e diabetes do tipo 2 – problemas que deixaram de ser exclusividade de gente grande. Nesse cenário, vislumbra-se, pela primeira vez na história recente, uma geração que poderá viver menos e pior que seus pais.

    Não é à toa que o combate à obesidade foi alçado em prioridade para o governo, que aposta em ações de estímulo ao aleitamento materno, à prática de atividade física e à mudança do comportamento alimentar.

    Ironicamente, uma criança acima do peso até pode ser considerada desnutrida.

    (Revista Saúde. Abril, set. 2018, p. 48. Adaptado)
    Acerca do título dado ao Texto 2, é relevante a observação de que as palavras escolhidas:
    Escolha uma alternativa para a questão eaaa7dec-d5
  • Linguagens

    Português

    O QUE OS BRASILEIROS SABEM (E NÃO SABEM) SOBRE DIABETES


    (1) O Brasil ocupa o quarto lugar entre os países com mais diabéticos no mundo. São ao redor de 12,5 milhões de cidadãos convivendo com a doença. Em meio a esse contingente, estima-se que 40% das pessoas desconheçam seu diagnóstico e menos de 30% não estejam com a glicemia controlada. Isso tudo leva a uma série de complicações, capazes de encurtar a expectativa de vida. Hoje, o diabetes já figura como a terceira causa de morte no Brasil.
    (2) Claro que há boa notícia em meio a essa história. Os avanços tecnológicos envolvendo profissionais e novas medicações, além de outros fatores, vêm permitindo a um número crescente de brasileiros botar as rédeas sobre o diabetes. Mas, é preciso ter em mente que o país possui 14 milhões de pré-diabéticos, pessoas que, se nada for feito, irão inflacionar todas as estatísticas apresentadas até aqui.
    (3) Significa um desafio dos grandes, não? E como é que vamos enfrentá-lo e solucioná-lo? Ora, com doses cavalares de informação e de conscientização. Essas são as razões que conduziram uma pesquisa inédita, para descobrir o que os brasileiros sabem e não sabem sobre diabetes.
    (4) “Um dos achados mais relevantes é que parte expressiva dos entrevistados não têm uma percepção da gravidade do problema”, analisa um dos pesquisadores. Outro dado que chama a atenção é que a população teme mais certas complicações da doença - como cegueira e amputação - do que os males cardiovasculares. As pessoas ainda não se conscientizaram de que a principal causa de morte entre os diabéticos são os problemas do coração.
    (5) Há um longo trabalho pela frente tanto para os profissionais de saúde como para a sociedade, de disseminar informação qualificada e convencer as pessoas a se cuidarem. Isso ajudaria a reverter situações, como o déficit na realização de exames preventivos, o que foi apontado na pesquisa.
    (6) A maioria dos entrevistados acredita que adotar hábitos saudáveis é determinante para o controle da doença. Há uma grande relação entre diabetes e alimentação. A pesquisa ressalta a necessidade de os pacientes contarem com uma orientação nutricional mais consistente, calcada em evidências e não em dietas mirabolantes. Reforça ainda o papel do médico e de outros profissionais na adesão dos pacientes ao plano terapêutico e a um estilo de vida longe do sedentarismo. Na realidade, toda a sociedade precisa acordar e se engajar para superar os desafios do diabetes.

    (Saúde. Abril. Com.Br. agosto de 2018, p. 58-63. Adaptado)
    Analisando os nexos que criam e sinalizam a coesão entre os diferentes segmentos do texto 1, merece destaque:


    1) a reocorrência de palavras como ‘doença’, ‘diabetes’, ‘médico’, ‘medicação’, ‘morte’ etc.
    2) o uso de conjunções e locuções adverbiais entre certos segmentos do texto; por exemplo: ‘mas’, ‘como’, ‘para’, ‘ainda’, ‘mais...do que’;
    3) a afinidade semântica entre certas palavras, como ‘doença’, ‘tratamento’, ‘paciente’, criando uma espécie de continuidade temática.
    4) a ocorrência de pronomes em contextos de retomada de segmentos anteriores do texto, como em: ‘Claro que há boa notícia em meio a essa história’.
    5) a estrita correção, conforme as regras da norma culta, que promove a coesão textual.

    Estão corretas as alternativas:
    Escolha uma alternativa para a questão eaa68257-d5
  • Ciências Humanas

    Geografia

    O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estabeleceu uma hierarquia urbana, considerando os diferentes níveis de polarização das cidades. Com referência a essa hierarquia urbana, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão b24d56ce-05
  • Ciências Humanas

    História

    Em dezembro de 1940, o presidente Getúlio Vargas inaugurou o porto de Maceió, uma aspiração antiga dos alagoanos e que se integrava ao conjunto de obras inauguradas durante o governo de Osman Loureiro. Também marcaram o governo desse interventor
    Escolha uma alternativa para a questão b2300e40-05
  • Linguagens

    Inglês

    Read the graph below and answer the following question.


    Imagem da questão de Inglês, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension


    According to the graph above we can assert that

    Escolha uma alternativa para a questão b218720b-05
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text below and answer the following question.

    Is it time you went on a social media detox?

        In today's world, social media is central to our lives. It helps us to stay in touch with our friends, promote our work, and follow the latest news. How do these networks impact our mental and physical health?
        A number of studies have linked social media use with increased levels of depression, anxiety, and isolation.
        Social media lovers have twice the risk of depression, compared with their less enthusiastic peers.
        Research has revealed that younger and older users alike are in danger of breaking under the pressure of unachievable standards of beauty and success.
        Among young adult users, social media notably increases the incidence of anxiety and depression, according to the results of a sizeable study conducted in 2016.
      In fact, the researchers saw that users who frequently checked their accounts had a more than twice as high a risk of depression than their less social media-oriented peers.
        This may partly be due to the fact that social networks create an artificial need to be available 24/7, to respond to messages and emoji reactions instantly. But this attitude creates an unnecessary amount of low-key stress that takes its toll on our emotional well-being.
        And, despite the fact that such platforms are supposed to enhance our sense of connectedness with other people, research has found that they actually have the opposite effect: they render dedicated users lonelier and more isolated.
         However, this shouldn't really surprise us. The hyperconnectedness takes place at a superficial level, eliminating all of the extra elements that make communication more valuable and psychologically constructive.
       Such elements include eye contact, body language, the possibility of listening for changes in our interlocutor's tone of voice, or the possibility of physical touch.
        An over-active social media presence can leave its mark not just on our mental health, but also on our physical health — particularly by altering our sleep patterns.
       Lastly, researchers have proven that our commitment to social media platforms can negatively affect our commitment to our own creative and professional lives in complex ways.

    Adaptado de: < https://www.medicalnewstoday.com/articles/321498.php?sr> Acessado em 19 de outubro de 2018.
    Not so enthusiastic social media users
    Escolha uma alternativa para a questão b20e7335-05
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text below and answer the following question.

    Is it time you went on a social media detox?

        In today's world, social media is central to our lives. It helps us to stay in touch with our friends, promote our work, and follow the latest news. How do these networks impact our mental and physical health?
        A number of studies have linked social media use with increased levels of depression, anxiety, and isolation.
        Social media lovers have twice the risk of depression, compared with their less enthusiastic peers.
        Research has revealed that younger and older users alike are in danger of breaking under the pressure of unachievable standards of beauty and success.
        Among young adult users, social media notably increases the incidence of anxiety and depression, according to the results of a sizeable study conducted in 2016.
      In fact, the researchers saw that users who frequently checked their accounts had a more than twice as high a risk of depression than their less social media-oriented peers.
        This may partly be due to the fact that social networks create an artificial need to be available 24/7, to respond to messages and emoji reactions instantly. But this attitude creates an unnecessary amount of low-key stress that takes its toll on our emotional well-being.
        And, despite the fact that such platforms are supposed to enhance our sense of connectedness with other people, research has found that they actually have the opposite effect: they render dedicated users lonelier and more isolated.
         However, this shouldn't really surprise us. The hyperconnectedness takes place at a superficial level, eliminating all of the extra elements that make communication more valuable and psychologically constructive.
       Such elements include eye contact, body language, the possibility of listening for changes in our interlocutor's tone of voice, or the possibility of physical touch.
        An over-active social media presence can leave its mark not just on our mental health, but also on our physical health — particularly by altering our sleep patterns.
       Lastly, researchers have proven that our commitment to social media platforms can negatively affect our commitment to our own creative and professional lives in complex ways.

    Adaptado de: < https://www.medicalnewstoday.com/articles/321498.php?sr> Acessado em 19 de outubro de 2018.
    The use of social media
    Escolha uma alternativa para a questão b20a392d-05
  • Linguagens

    Inglês

    Read the text below and answer the following question.


    Can Cellular Agriculture Feed the World?


        Within 20 years, there will be 2 billion more people than today — over 9 billion people in total. The impact to the environment could be severe. Just feeding that population using current methods is problematic.

        On average, cattle ranchers need 100 times more land than corn growers to produce a gram of food. So, if that hungry world continues to eat meat like we do, the demand for land — and fresh water — will be alarming, not to mention the environmental impact of raising so many animals. Meat production aside, the large-scale monoculture of crops like corn usually results in damaging terrestrial pollution from pesticides and soil depletion. The impact to the oceans is equally perilous.

       Instead of farming animals, fish and plants, cellular agriculture grows the proteins and nutrients we consume from a culture, cell by cell. With this alternative approach, the consumable meat and plant tissues produced don’t need to be harvested from animals or plants. It’s food production on an industrial scale.

      The technology to do this is not new. Growing meat from a scaffold embedded in growth culture is no different in theory than making bread from yeast. The vast majority of insulin for diabetics is already manufactured by genetically engineered bacteria, as is the rennet used to culture cheese. In the past 10 years, this approach has been pioneered with a variety of foodstuffs: milk, eggs, beef, chicken, fish — even coffee.

        To succeed, cellular agriculture must overcome 6,000 years of established dependence on traditional agriculture, and it has to do so via one of the most finicky human senses: taste. No one will eat manufactured meat or fish if it doesn’t have the same sensual satisfaction generated by the grown version. So, in addition to all the technical challenges in creating edible tissues from cultures, the startups pioneering this approach are working diligently to make their products tasty.

       The possibilities for cellular agriculture are seemingly limitless; it may be possible to grow human organs for transplant using the method. But it is still early days.


    Adaptado de: <https://earth911.com/business-policy/cellular-agriculture/> Acessado em 19 de outubro de 2018.

    One of the things that makes cellular culture hard to succeed is
    Escolha uma alternativa para a questão b2033d32-05
  • Linguagens

    Português

    Nós, os brasileiros.


        Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil.

        Como sempre, eles falam da floresta amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores e olhos de serpentes hirtas acariciando esses corpos como dedos amorosos”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos. Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade.

         Nas minhas idas ao Exterior, onde convivi, sobretudo com escritores, professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta –, fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos.

        – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma Universidade americana famosa: – Mas a senhora é loira!

         Depois de ler, num Congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um de meus romances traduzidos em inglês, ouvi de um senhor, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos:

         – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas!

         Pior ainda, no Canadá, alguém exclamou incrédulo:

         – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras?

        A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece livro brasileiro, pois não fala nem de plantas, nem de índios, nem de bichos.”

       Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também é culpa nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.

        Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa, e televisões mostrando carnaval, futebol, praias e ... matos.

        E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens neuróticos, me senti tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso.

        E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, me fazem menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa!


    (Lya Luft. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2009, p. 49-51) 

    Frente aos comentários que ouvia em seus diferentes contatos, o sentimento que a autora revela é de:

    1) inconformidade; executa seu ofício mas com uma oculta disposição para “inserir ali um grãozinho de realidade”.
    2) desilusão; “mesmo se tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era brasileira”.
    3) um certo desapontamento: “me senti tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais”.
    4) deslumbramento; “nesta terra de tão surpreendentes misturas!”

    Estão corretas as alternativas:
    Escolha uma alternativa para a questão b1e23a87-05
  • Ciências da Natureza

    Física

    Assinale a alternativa correta com respeito às leis de Newton que determinam o movimento de partículas.
    Escolha uma alternativa para a questão 84778d59-05
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Os domínios Archaea, Bacteria e Eukaria representam categorias taxonômicas acima da categoria Reino, formadas por grupos de organismos originados a partir de diferentes linhagens celulares ao longo da evolução. Para classificá-los filogeneticamente, pode ser utilizado o ribossomo celular. Isto seria possível porque o RNA ribossomal funcionaria como “relógio evolutivo”, uma vez que:

    1) apresenta informação genética que sofreu poucas alterações ao longo da evolução.
    2) está presente tanto em organismos procariontes quanto nos eucariontes.
    3) é produto da transcrição do DNA e, portanto, está diretamente envolvido na decodificação do código genético em proteínas.

    Está(ão) correta(s):
    Escolha uma alternativa para a questão 83c4f7fb-05
  • Ciências da Natureza

    Física

    Um paciente com massa M = 80 kg encontra-se na enfermaria de traumatologia de um hospital. Uma perna dele está com um fixador externo com massa m = 1,00 kg. O fixador está pendurado, amarrado a uma tira de gaze que passa por uma polia, como mostra a figura a seguir. A perna está praticamente na horizontal, mas não toca a cama. Supondo que não há atrito na polia e que toda a massa da perna deva ser considerada, calcule a tração que a tira de gaze exerce no ponto P da figura. Considere a aceleração da gravidade g = 10,0 m/s2 e que a massa da perna é 15% da massa do corpo. Dados: sen(60°) = 0,870, cos(60°) = 0,500 e tg(60°) = 1,73.

    Imagem da questão de Física, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2018, Dinâmica
    Escolha uma alternativa para a questão bc3a6908-d5
  • Matemática

    Matemática

    Alguns testes médicos envolvem a injeção de material radioativo, como o tecnécio. Uma ressonância hepatobiliar de uma vesícula biliar envolve uma injeção de 0,5 ml (equivalente a um décimo de uma colher de chá) de tecnécio, que tem uma meia-vida de 6 horas. Em outras palavras, após t horas da injeção, restam no organismo do paciente 0,5∙2-t/6 ml de tecnécio. Quando a quantidade de tecnécio no organismo atingir 0,03125 ml, não poderá mais causar riscos ao paciente. Em quantas horas após a injeção, o nível do material radioativo atingirá este valor?
    Escolha uma alternativa para a questão bc3026da-d5
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    A diabetes é uma doença que acomete, no Brasil, 13 milhões de pessoas. Considerando diabéticos que apresentam deficiência na produção de insulina, é correto afirmar que a ingestão de alimentos ricos em carboidratos provoca:
    Escolha uma alternativa para a questão bbcf7811-d5
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Acerca da Doença-de-Chagas, causada por Trypanosoma cruzi, uma patologia cuja incidência é alta em comunidades rurais do Nordeste brasileiro, podemos afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão bbc0dce6-d5
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Duas bactérias vivas, uma com cápsula (A) e outra sem cápsula (B), são adicionadas em um tubo de ensaio rico em nutrientes. Após alguns dias de crescimento, uma amostra observada ao microscópio aponta somente a existência de bactérias com cápsula. Considerando mecanismos de recombinação genética bacterianos, é possível que:
    Escolha uma alternativa para a questão bba015f0-d5
  • Ciências Humanas

    Sociologia

    Se a Sociologia é uma disciplina cujo estudo ajuda a melhor compreender a sociabilidade, enquanto exigência natural do ser humano, conclui-se que essa ciência:
    Escolha uma alternativa para a questão 97b81472-d5