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Instituição

Questões: Faculdade Cásper Líbero — com gabarito

462 questões de Faculdade Cásper Líbero, de 2009 a 2019. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 462 questões
  • 11 provas

Resultados: 462 questões

Página 2 de 24

  • Ciências Humanas

    História

    No dia 9 de novembro de 1989, veio abaixo o Muro de Berlim. A barreira física separava a Berlim Oriental e seu governo socialista da Berlim Ocidental, cujo sistema era capitalista» A queda do muro terminou com quase 30 anos de afastamento entre os dois núcleos populacionais da cidade alemã e simbolizou o colapso do bloco de países controlados pela União Soviética, além da própria União Soviética.


    Nos anos de 1980, é correto afirmar que a U.R.S.S. sofreu:
    Escolha uma alternativa para a questão b53bb6e8-e6
  • Ciências Humanas

    História

    A foto mostra o astronauta Edwin Aldrin na superfície da lua, em 1969. A missão Apoio 11, da qual Edwin Ãldrin fazia parte, consolidou os esforços americanos na chamada ''corrida espadar e concretizou a imagem de superioridade do programa espacial dos Estados Unidos frente ao soviético. Podemos afirmar que a "corrida espacial" foi motivada pela:


    Imagem da questão de História, Faculdade Cásper Líbero 2018, Guerra Fria e seus desdobramentos

    Escolha uma alternativa para a questão b53822d1-e6
  • Ciências Humanas

    História

    Imagem da questão de História, Faculdade Cásper Líbero 2018, História Geral


    A fotografia indicada acima foi feita em Beijing, China, em 1989, pelo fotógrafo Jeff Widener.


    A imagem pode ser identificada, corretamente, como:

    Escolha uma alternativa para a questão b534205f-e6
  • Ciências Humanas

    História

    Imagem da questão de História, Faculdade Cásper Líbero 2018, História Geral

    Fonte: BELMONTE. Caricatura dos Tempos. São Paulo: 1982, p. 82.


    A charge de Belmonte, originalmente publicada em 1942, mostra Adolf Hitler, um soldado nazista e um judeu capturado e acusado de derrotar as tropas alemãs. Por meio da representação de uma circunstância absurda, o que Belmonte trata de evidenciar? 

    Escolha uma alternativa para a questão b530da4b-e6
  • Ciências Humanas

    História

    "Sem a propagação do domínio britânico pelo mundo, é difícil acreditar que as estruturas do capitalismo liberal tivessem se estabelecido com tanto sucesso em tantas economias diferentes do mundo"

    Fonte: FERGUSON, NialL Império. São Paulo: Planeta, 2016, p. 376.


    Durante o século XIX, o imperialismo europeu rompeu os Simítes dos estados nacionais, ampliando o largo processo de globalização da economia. Assinale a alternativa que melhor define os motivos da expansão das potências imperiais europeias,

    Escolha uma alternativa para a questão b52dd5d3-e6
  • Linguagens

    Literatura

    Assinale a opção que identifica correta mente duas características do narrador de Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis: 
    Escolha uma alternativa para a questão b51382cf-e6
  • Linguagens

    Literatura

    A relação entre Brás Cubas, Vírgília e Lobo Neves em Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, é vivida em chave de: 
    Escolha uma alternativa para a questão b50e6fb8-e6
  • Linguagens

    Literatura

    Uma das marcas distintivas das Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, é:
    Escolha uma alternativa para a questão b509d2c2-e6
  • Linguagens

    Literatura

    Sobre Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, é correto afirmar que o romance:
    Escolha uma alternativa para a questão b505ea6e-e6
  • Linguagens

    Português

    Radicais Livres


    Precursores da Internet se transformam em militantes anti-digital

        Quando a internet comercial ainda engatinhava, um grupo de pensadores - cientistas, filósofos, sociólogos, profissionais liberais - se dedicou a imaginar e construir o ciberespaço, a então nova fronteira da humanidade. Ele tomaria forma com a hiperconectividade dos indivíduos em rede, que poderiam, se quisessem, adotar múltiplas identidades naquele ambiente artificial. Só que hoje, pouco mais de 30 anos depois, os protagonistas desse círculo estão fazendo um apelo desesperado para que a sociedade se desconecte, sob pena de extinguir o que nos resta de humano.

        O cenário retratado pelos digerati é quase devastador. A alcunha vem de literati, "homens letrados" em latim, termo adaptado, com uma certa verve, para a era digital. E a narrativa comum é a virada da internet ao avesso: de um imenso território de liberdade e experimentação criativa, ela teria se transformado num loteamento de espaços fechados, simbolizados pela onipresença das redes sociais. Um espaço em que usuários têm dados espionados, ações monitoradas e vontades manipuladas. Mais: esses agrupamentos que se vendem como locais de convivência abertos e gratuitos, portanto próximos do que imaginaram originalmente os digerati, hoje cobram caro. Quase todos os frequentadores são obrigados a ver o que é anunciado ali.

        Cientista, compositor e escritor, Jaron Lanier, de 58 anos, foi o criador do conceito de realidade virtual. Fundador da primeira empresa a comercializar essa solução em escala industrial, o novaiorquino é um dos principais articuladores desse movimento. Lanier tem levado seus dreadlocks longuíssimos aos quatro cantos do mundo em uma campanha de alerta contra o que chama de "os impérios de modificação de comportamento", como classificou em sua palestra no TED Talks, em maio. Ele não tem Twitter, Red d it ou Facebook e acaba de lançar o chamado às armas "Ten arguments for deleting your social media accounts right now" ("Dez argumentos para deletar agora sua conta nas redes sociais", em tradução livre).


    O mecanismo dos likes

         Lanier alega que nas redes sociais o cidadão perde seu livre-arbítrio e se submete ao mecanismo viciante dos likes: "Eles alimentam esses sentimentos, e você fica preso num loop", diz. A discussão é tão procedente que o criador da World Wide Web, o físico inglês Tim Berners-Lee, 63, afirmou, na edição deste mês da revista Vanity Fair, que está "devastado" com os rumos de sua invenção. Ele decidiu desenvolver um antídoto: trabalha no momento em uma plataforma para redescentralizar a internet, para devolver aos usuários o poder e a autonomia sobre os dados que desejam acessar. "Quem quer assegurar que a internet sirva de fato à humanidade está hoje preocupado com o que vê no mundo digital" - diz.

        Especialista em estudos de ciência e tecnologia, Sherry Turkle, 70, vai além. E recomenda o desligamento de celulares e redes sociais. Professora do Massachusetts Institute of Technology, ela acompanhou a mudança de comportamento dos usuários online e estudou desde as múltiplas personas que habitavam os mundos artificiais até a egotrip e a alienação que comprometem o convívio na sociedade real. Turkle é autora do primeiro livro sobre a formação da identidade no ambiente virtual, ''Life on the screen" ("Vida na tela" em tradução livre, de 1995). Em abril, ela publicou um artigo analisando como o crescente repúdio ao Facebook não nos impedirá de seguir ativos na rede social. O motivo? "Ele nos permite ter uma versão melhor de nós mesmos".

        Cientista da computação, escritor e ativista do Software Livre, o americano Richard Stallman, 65, discorda da proposta de desconexão total. Com uma forte ressalva. O uso que ele faz é bem peculiar. Stallman não tem celular, não entra em redes sociais e aboliu aplicativos e programas que utilizam software proprietário. Argumenta que eles são desenhados pelas corporações justamente para manipular e controlar dados dos usuários. "As empresas que desenvolvem esses programas têm controle total sobre o que as pessoas fazem. Se quiserem, elas podem espionar usuários, restringilos ou manipulá-los. Estamos indefesos, impotentes perante a vontade das corporações" - afirma.

        Todas as mensagens que Stallman envia de seu correio eletrônico chegam com uma declaração de defesa da Constituição dos EUA, num recado a "eventuais agentes federais americanos que estejam lendo". Ele fez a reportagem assumir por escrito que leria 13 artigos sobre software livre e se negou a conversar por Skype ou WhatsApp.

        O cientista conta ainda que disse "não, obrigado" ao aprender que todo smartphone, sem exceção, permite às redes telefônicas seguir seus movimentos. E que, segundo ele, quase todo aparelho pode ser convertido num dispositivo de escuta. "Não foi difícil dizer não, já que a alternativa era entregar minha liberdade" - argumenta.

        Procurados por O Globo, Facebook e Twitter não se pronunciaram. O Google informou em nota que anunciou em maio novos recursos com o objetivo de ajudar os usuários a recorrer à tecnologia "de forma mais criteriosa, para desconectar quando necessário e criar hábitos saudáveis em suas famílias".

        Sérgio Branco, diretor e fundador do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro, voltado para a promoção de práticas de regulação na área, concorda que as pessoas ainda não se conscientizaram do perigo, especialmente, porque, ele diz, "vive-se a ilusão de que tudo é gratuito". "Jamais será um ato puramente inocente fornecer dados em troca de conteúdo, porque não temos controle sobre o que as empresas farão com eles" - alerta o advogado.

        Como exemplo, ele cita um caso revelado pelo documentário As vítimas do Facebook, lançado pelos diretores canadenses Geoff D'Eon e Jay Dahl em 2011. Uma mulher diagnosticada com depressão severa recebeu como indicação médica sair de férias. Levou a mãe a um cruzeiro no Caribe e postou fotos no Facebook. Seu plano de saúde, que monitorava os dados, viu a foto e cancelou o serviço. A alegação? Quem está em depressão profunda não viaja para o Caribe de férias e muito menos celebra a alegria no universo digital. 


    Redes sociais: outras formas de compartilhar

        Se o ciberespaço hoje aparenta ser um lugar ameaçador, a solução para voltarmos a habitar um local seguro e livre pode ser resumida em uma única palavra: conscientização. Stallman, em seu libelo em favor das liberdades individuais, duvida que as empresas desistam de seus lucros para racionalizar o que estão fazendo. Ele aponta uma saída simples e objetiva: "Depende de nós. Precisamos nos recusar a usar programas e plataformas abusivas. A maneira de acabar com o poder das empresas sobre os usuários é insistir em que eles usem software livre. Assim, eles próprios controlariam os programas e poderíam alterá-los. Quando seus amigos disserem que não querem mais usar Facebook, WhatsApp, Skype ou qualquer outro sistema de comunicação viciante, por favor, faça um esforço e coopere. Não descarte a amizade, encontre outras formas de dividir com eles informações sobre eventos sociais" - diz Stallman.

        Já Jaron Lanier sugere "voltar o relógio" e reinventar a participação nas redes sociais. Não mais aceitar um ambiente de oferta de conteúdo aparentemente gratuito, mas ajudar a financiar espaços de concentração de conhecimento, em que especialistas de fato possam emitir suas opiniões. "Essa mudança eliminaria as notícias falsas e, no caso de aconselhamento médico, por exemplo, pagar-seia por pareceres de um verdadeiro profissional. Sonho com isso, e acho sim que a transformação é possível" - defende ele.

        Tristan Harris, 33, ex-designer de Ética do Google, para onde trabalhou até 2016, se tornou uma espécie de mascote para o time dos radicais livres, ao fundar o Centro de Tecnologia Humana. Ele aposta em quatro soluções: as empresas precisam redesenhar suas interfaces para minimizar nosso tempo de tela; os governos têm de pressionar as empresas de tecnologia para adotarem modelos de negócios humanitários; consumidores se defrontam com a tarefa de assumir o controle de suas vidas digitais através de uma conscientização; e os funcionários das empresas de tecnologia devem se capacitar para construir soluções que melhorem a sociedade.

        E como isso se dará no Brasil, que vive a realidade de uma cultura digital especialmente disseminada? Segundo o último levantamento da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o país conta com uma base instalada de 235,5 milhões de aparelhos celulares (densidade de 112,6 aparelhos para cada 100 habitantes) e 116 milhões de usuários de Internet.


    Contatos perdidos

        Para a professora da UFRJ e teórica da comunicação Raquel Paiva, a conscientização só podería ocorrer se (ou quando) o usuário brasileiro perceber que está se relacionando mais com máquinas do que com pessoas. "Somos um povo gregário, que necessita de vinculação, precisa do olhar do outro para se ver. O que temo é que as pessoas demorem muito a perceber que não cuidaram do seu entorno, que perderam a sociabilidade e deterioraram o seu convívio e sua capacidade de comunicação" - diz.

        Ao descobrir que as informações pessoais dos usuários do Facebook eram vazadas para terceiros, Paiva fechou, de bate-pronto, a conta que tinha na rede social. "Acabei sendo eu a punida, pois perdi o acesso à maioria dos serviços que utilizava no cotidiano, como a compra de produtos orgânicos e roupas alternativas. Também me vi privada do contato com alguns colegas acadêmicos, uma vez que eles passaram a "existir" apenas no âmbito do Facebook" - conta a professora.

        O documentarista canadense Geoff D'Eon, diretor de As vítimas do Facebook, diz simpatizar com a crítica dura dos digerati, mas faz ponderação pertinente: "A desconexão em massa, na prática, não vai acontecer. E não iremos resolver problemas sérios, como a explosão de notícias falsas, cyber-bullying, revenge porn, perda de privacidade e vazamento indiscriminado de informação, apenas com a elite intelectual se retirando das redes sociais. O restante da população seguirá, e as corporações vão continuar ganhando dinheiro. É muito tarde para um caminho de volta. Talvez a saída seja pensar melhor no que postar, ser mais consciente e cauteloso em relação ao que e com quem dividimos nossa vida online".

    Rosane Serro, O Globo, 7/7/2018.

    Assinale a opção em que o emprego da crase está correto, tal como ocorre em acaba de lançar o chamado às armas":
    Escolha uma alternativa para a questão b4f3b400-e6
  • Ciências Humanas

    Geografia

    A cidade do Rio de Janeiro enfrenta uma intensa crise associada ao aumento da violência urbana. Uma das ações implementadas pelo poder público local foi a instalação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). Na comunidade da Rocinha, a instalação ocorreu no ano de 2012. A região é ocupada por uma população de 69.000 moradores e 23.000 domicílios. No entanto, a presença da UPP, que conta com 700 policiais, não foi capaz de conter a nova onda de violência que se observou ao longo de 2017.
    Com base nas informações disponíveis no texto, é correto concluir que na Comunidade da Rocinha
    Escolha uma alternativa para a questão ffcd7694-ef
  • Matemática

    Matemática

    Pesquisa divulgada pelo instituto de pesquisa Datafolha apontou que, no ano de 2016, uma em cada três mulheres foi alvo de algum tipo de violência no Brasil. Segundo a pesquisa, 40% das mulheres (20,4 milhões) com mais de 16 anos de idade sofreram algum tipo de violência, em que se destacam: assédio físico em transporte público (5,2 milhões) e ser beijada ou agarrada sem consentimento (2,2 milhões). Com base nas informações disponibilizadas, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão ffb9310e-ef
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Um estudo da Organização das Nações Unidas (ONU) mostra que, no período entre 1990 e 2015, houve um avanço no desmatamento, e que o principal motivo disso seria o agronegócio. Segundo documento publicado pelo organismo, no caso do Brasil, cerca de 80% do desmatamento é atribuído à expansão de áreas para pastagem. A Pesquisa da Pecuária realizada pelo IBGE aponta a grande expansão dessa atividade no período entre 1991 e 2005, especialmente nos estados que integram a Amazônia Legal, como pode ser observado na tabela a seguir:

    Imagem da questão de Geografia, Faculdade Cásper Líbero 2017, Agropecuária


    De acordo com as informações disponíveis na tabela em relação ao período entre 1991 e 2015, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão ffab4f7a-ef
  • Linguagens

    Inglês

    Read the following interview to answer question.


    Giving Capitalism a Social Conscience
    David Bornstein


        For more than 40 years, Muhammad Yunus, the Bangladeshi founder of the Grameen Bank and recipient of the 2006 Nobel Peace Prize, has been asserting that the most powerful way to eradicate poverty is to unleash the untapped entrepreneurial capacity of people everywhere. “Poverty is not created by poor people,” he says. “It’s created by the system we built. Poor people are like a bonsai tree. You take the best seed from the tallest tree in the forest, but if you put it in a flower pot to grow, it grows only a meter high. There’s nothing wrong with the seed. The problem is the size of the pot. Society doesn’t give poor people the space to grow as tall as everybody else. This is the crux of the matter.”
        Yunus has recently written a new book, “A World of Three Zeros: The New Economics of Zero Poverty, Zero Unemployment, and Zero Net Carbon Emissions,” in which he argues that capitalism is in crisis and remains moored in a flawed conception of human motivation. He proposes a far more robust role in the economy for “social businesses,” which he defines as “non-dividend” companies “dedicated to solving human problems.”
        At 77, Yunus shows no signs of slowing down. He reports on an astonishing array of work he has been involved in — supporting and codeveloping social businesses (often in partnership with large corporations) in Bangladesh, Brazil, Colombia, France, Haiti, India, Japan, Uganda and numerous other countries.
        “We need to abandon our unquestioning faith in the power of personal-profit-centered markets to solve all problems and confess that the problems of inequality are not going to be solved by the natural working of the economy as it is currently structured,” Yunus writes.
        “This is not a comfortable situation for anyone, including those who are on top of the social heap at any given time. Do the wealthy and powerful … like having to avert their eyes from the homeless and hungry people they pass on the street? Do they enjoy using the tools of the state — including its police powers and other forms of coercion — to suppress the inevitable protests mounted by those on the bottom? Do they really want their own children and grandchildren to inherit this kind of world?”

    Fonte: New York Times. Publicado em 10/10/2017. Disponível em: https://www.nytimes.com/2017/10/10/ opinion/giving-capitalism-a-social-conscience.html . Acesso em 06/11/2017. [Excerpt]

    What does Yunus mean by “Poor people are like a bonsai tree”?
    Escolha uma alternativa para a questão ff8ab7b6-ef
  • Ciências Humanas

    História

    Considerando o período da ditadura militar entre os anos de 1964 e 1985, quais afirmações descritas a seguir estão corretas?


    I) O estímulo à vida cultural em razão do ambiente de liberdade redundou em farta produção artística no período, sendo a Tropicália um grande exemplo disso.
    II) A urbanização acelerada modificou o perfil agrário até então predominante, bem como aumentou em grandes proporções a demanda por infraestrutura e serviços urbanos.
    III) O desenvolvimento dos meios de comunicação e de transportes viabilizou contatos com áreas distantes do país e, consequentemente, proporcionou uma maior integração nacional.
    IV) A modernização brasileira e o crescimento econômico foram responsáveis pela efetivação de política de ampla distribuição de renda no período.
    V) O processo de democratização na esfera pública nesse período permitiu a regularidade na realização de eleições diretas para os poderes Executivo e Legislativo, bem como o respeito à Constituição Federal promulgada em 1946.
    Escolha uma alternativa para a questão ff2c8cb0-ef
  • Ciências Humanas

    História

    Diante da ascensão da cafeicultura na região do oeste paulista na segunda metade do século XIX, intensificou-se a
    Escolha uma alternativa para a questão ff17d638-ef
  • Ciências Humanas

    História

    Analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta:
    Escolha uma alternativa para a questão ff0c4d5d-ef
  • Ciências Humanas

    História

    No Brasil, durante o período colonial e o Império, a economia se apoiou na exploração da mão de obra escrava. Esse passado legou ao presente práticas deploráveis. Nos dias de hoje, ainda ocorrem denúncias da existência de trabalho escravo ou de regimes de trabalho análogos à escravidão no país. Dentre as muitas consequências da exploração legal da mão de obra escrava até maio de 1888, podemos citar
    Escolha uma alternativa para a questão feff61ba-ef
  • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, adotou, desde o início de seu mandato, em janeiro de 2017, a rede social Twitter como um de seus principais meios de comunicação. Em setembro, um de seus “tuítes” teve repercussão global, ao ser supostamente entendido como uma declaração de guerra pelo governo de uma nação com poderio nuclear. Esse atrito provocado pela mensagem compartilhada no perfil do presidente dos Estados Unidos foi com o governo do seguinte país:
    Escolha uma alternativa para a questão fee4e0fe-ef
  • Ciências Humanas

    Geografia

    O gráfico a seguir representa o tempo que, em países desenvolvidos, homens e mulheres passavam com seus filhos, de 1960 a 2000. Considera-se geralmente o cuidado com os filhos um indicador de trabalho doméstico. Portanto, o gráfico permite identificar a tendência histórica na divisão sexual do trabalho doméstico.


    Imagem da questão de Geografia, Faculdade Cásper Líbero 2017, Crescimento
    Fonte: OCDE



    A análise do gráfico permite afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão fecfb4b1-ef