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Instituição

Questões: Centro universitário FAG — com gabarito

604 questões de Centro universitário FAG, de 2013 a 2019. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 604 questões
  • 7 provas

Resultados: 207 questões

Página 5 de 11

  • Linguagens

    Português

    Texto 3


        Muitas bebidas esportivas usam glicose na composição, um açúcar simples. Essas bebidas são importantes para exercícios de longa duração, principalmente porque previnem a queda do glicogênio no fígado, que pode resultar em hipoglicemia. Glicogênio é carboidrato armazenado. Se o estoque diminuir, haverá menos energia para quem está realizando a atividade física. A pesquisa realizada na Universidade de Bath, na Inglaterra, apontou que a ingestão de carboidratos tanto na forma de glicose como sacarose (o açúcar comum), cumpre a função de manter os níveis de glicogênio constantes. Só que a glicose pode irritar o intestino e prejudicar seu desempenho físico. As pessoas que fizeram parte do estudo disseram que o exercício ficava mais fácil depois de tomarem bebidas com sacarose. O líder do estudo, Javier Gonzales, disse: “Isso sugere que, se a sua meta é maximizar a disponibilidade de carboidratos, a sacarose provavelmente é uma melhor opção que a glicose”. A grande diferença entre os dois carboidratos é que cada molécula de sacarose é composta por uma de glicose e uma de frutose, unidas. Segundo os resultados da pesquisa, combinar diferentes fontes de açúcares aumenta a velocidade com que elas são absorvidas no intestino. A sacarose, composta por duas moléculas, sai na frente da glicose, formada por apenas uma. Se a sua intenção é otimizar a performance de um exercício que vai durar mais de duas horas e meia, os autores do estudo recomendam o consumo de 90g de açúcar por hora - cada colher de chá rasa de açúcar deve ser diluída em 100mL de água.
    http://super.abril.com.br/ciencia/bebidas-isotonicas-... - adaptado
    Sobre o texto 3, é INCORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 9b0d6556-e0
  • Linguagens

    Português

    Texto 1


    Diabetes prejudica mais a saúde cardíaca das mulheres do que dos homens

    Revisão de pesquisas concluiu que risco de doença coronária entre pessoas diabéticas é 44% maior entre o sexo feminino


        O diabetes pode impactar de forma mais negativa a saúde das mulheres do que a dos homens. É o que indicam os resultados de uma pesquisa conduzida por especialistas europeus e australianos. Segundo o estudo, o risco de que uma pessoa diabética sofra uma doença coronária é 44% maior se ela for do sexo feminino.
        A doença coronária ocorre quando o transporte do sangue ao músculo cardíaco é bloqueado parcial ou completamente devido ao acúmulo de gordura nas paredes das artérias. Alguns fatores de risco para a doença incluem idade avançada, histórico familiar do mal, tabagismo, má alimentação, sedentarismo e obesidade. Tais fatores de risco são muito semelhantes aos do diabetes tipo 2. O diabetes aumenta o risco de doença cardíaca, especialmente entre o sexo feminino. A chance de mulheres com diabetes desenvolverem doença coronária é 44% mais elevado do que o de homens diabéticos, e três vezes maior em comparação com mulheres livres do diabetes.
        O novo estudo, conduzido por especialistas da Austrália, Grã-Bretanha e Holanda, ainda concluiu que mulheres diabéticas têm o triplo de chance de sofrer uma doença coronária do que mulheres sem diabetes. Já entre os homens, esse risco é dobrado.
        Os resultados publicados no periódico Diabetologia se basearam em uma revisão de 64 estudos realizados nas últimas cinco décadas com 850 000 pessoas.
        Evidências — Em uma pesquisa anterior, essa mesma equipe de pesquisadores mostrou que mulheres com diabetes têm 25% mais chances de sofrer um derrame cerebral do que homens diabéticos. “Juntando os resultados dos nossos estudos, temos evidências suficientes de que o diabetes representa um maior risco à saúde cardiovascular das mulheres do que dos homens”, escreveram os autores no artigo.
        De acordo com a equipe, não está claro o motivo pelo qual o diabetes é mais perigoso ao coração das mulheres do que dos homens, mas existem algumas hipóteses. Uma delas é a de que o metabolismo feminino precisa se deteriorar muito mais do que o masculino para desencadear o diabetes. Assim, quando diagnosticadas com a doença, as mulheres apresentam mais fatores de risco à saúde, como excesso de peso.
        “Se os nossos resultados forem confirmados, saberemos que implementar intervenções específicas para cada sexo no tratamento do diabetes poderá ter um grande impacto no risco de uma pessoa ter doença coronária”, dizem os autores. Entre as formas evitar o diabetes tipo 2 estão: Perda da barriga.
        Um dos principais fatores de risco para o diabetes tipo 2 é o acúmulo da gordura visceral, ou seja, a gordura acumulada na região abdominal que também se concentra no fígado e entre os intestinos. “Essa gordura obriga o pâncreas a produzir cada vez mais insulina para que a glicose consiga entrar nas células. Esse excesso estimula uma série de mudanças no metabolismo, como aumento da pressão arterial e das taxas de colesterol no sangue”, explica Carlos Alberto Machado, diretor da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Portanto, o ganho de peso pode significar o aumento da gordura visceral e, consequentemente, do risco de diabetes tipo 2.
        Muitos estudos já relacionaram o exercício físico ao menor risco de diabetes tipo 2, assim como outras pesquisas mostraram que o sedentarismo pode levar ao desenvolvimento da doença. Em 2002, um estudo clássico sobre diabetes, o Diabetes Prevention Program (DPP), mostrou que uma mudança no estilo de vida é melhor para evitar a doença do que medicamentos como a metformina, que reduz a resistência à insulina. Essa mudança no estilo de vida significa 150 minutos de atividade física por semana, uma melhora na alimentação e a perda de 7% do peso corporal em seis meses. “Embora a pesquisa tenha sido feita há dez anos, seus resultados foram comprovados pelos estudos que vieram depois”, diz Carlos Alberto Machado, diretor da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).
    Adaptado de http http://veja.abril.com.br/noticia/saude/diabetes-prejudica-mais-a-saude-cardiaca-das-mulheres-do-que-dos-homens
    De acordo com o texto 1, podemos afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 9af7450e-e0
  • Linguagens

    Literatura

    O Realismo, escola literária cujo principal representante brasileiro foi Machado de Assis, tem como característica principal a retratação da realidade tal qual ela é, fugindo dos estereótipos e da visão romanceada que vigorava até aquele momento. Sobre o contexto histórico no qual o Realismo esteve situado, são corretas as proposições:


    I- O Brasil vivia tempos de calmaria política e social, havia um clima de conformidade, configurando o contentamento da colônia com sua metrópole, Portugal.
    II- Em virtude das intensas transformações sociais e políticas, o Brasil é retratado com fidedignidade, reagindo às propostas românticas de idealização do homem e da sociedade.
    III- O país vivia o declínio da produção açucareira e o deslocamento do eixo econômico para o Rio de Janeiro em razão do crescimento do comércio cafeeiro.
    IV- Tem grande influência das teorias positivistas originárias na França, onde também havia um movimento de intensa observação da realidade e descontentamento com os rumos políticos e sociais do país.
    V- Surgiu na segunda metade do século XX, quando no mundo eclodiam as teorias de expansões territoriais que culminaram nas duas grandes guerras. O Realismo teve como propósito denunciar esse panorama de instabilidade mundial.


    Estão corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão 29fc77f6-e0
  • Linguagens

    Português

    Leia os versos abaixo:


    “Não posso com esta cruz
    Acho muito pesada João
    Você vem me desgostando
    A ponto de me por no hospício
    Uma vez conseguiu
    Mas duas não”
    (...)


    Os versos acima, se referem ao conto:
    Escolha uma alternativa para a questão 29f5dc39-e0
  • Linguagens

    Português

    Texto 2


    ACORDA, MENINO!


        O que diz o menino que dorme na praia? Talvez fale dos perigos do mar, da displicência dos pais. Ou de um assassinato a ser esclarecido.
        Mas é só um menino. Não deveria nos dar esta sensação de naufrágio da humanidade. Há dias, não adianta acusar governos, etnias, religiões, porque a falta de ar não cessa.
        É lágrima que não pinga, não seca nem escorre. É mais que um cadáver, é um assombro, uma dor insepulta de que tentamos nos livrar.
        E ainda suspeitamos de nós mesmos.
        Em nome dos deuses fazemos coisas que até o diabo duvida. Duvida e se defende, dizendo que não chegaria a tanto, embora comemore o resultado.
        Queríamos não ter visto nem sabido — maldito fotógrafo, maldita web e maldita imagem que, mesmo escorraçada da memória, dorme no tapete da sala e à noite repousa no nosso travesseiro, naquela pose mesmo que o mar beijava.
        Fica-nos a sensação de que Alá deu de ombros, Jeová lavou as mãos e, embriagados na bacanal do Olimpo, os outros também ignoraram o presente de grego numa praia do Mediterrâneo.
        Enquanto isso, no Hades, dançando e atualizando Castro Alves com outras infâmias no mar, ri-se Satanás.
    http://www.cronicadodia.com.br/2015/09/acorda-menino-albir-jose-inacio-da-silva.html
    Assinale a alternativa que apresenta as informações em seu sentido literal, ou seja, que não apresenta figura de linguagem, sentido figurado, em suas expressões.
    Escolha uma alternativa para a questão 29eaab0a-e0
  • Linguagens

    Português

    Texto 2


    ACORDA, MENINO!


        O que diz o menino que dorme na praia? Talvez fale dos perigos do mar, da displicência dos pais. Ou de um assassinato a ser esclarecido.
        Mas é só um menino. Não deveria nos dar esta sensação de naufrágio da humanidade. Há dias, não adianta acusar governos, etnias, religiões, porque a falta de ar não cessa.
        É lágrima que não pinga, não seca nem escorre. É mais que um cadáver, é um assombro, uma dor insepulta de que tentamos nos livrar.
        E ainda suspeitamos de nós mesmos.
        Em nome dos deuses fazemos coisas que até o diabo duvida. Duvida e se defende, dizendo que não chegaria a tanto, embora comemore o resultado.
        Queríamos não ter visto nem sabido — maldito fotógrafo, maldita web e maldita imagem que, mesmo escorraçada da memória, dorme no tapete da sala e à noite repousa no nosso travesseiro, naquela pose mesmo que o mar beijava.
        Fica-nos a sensação de que Alá deu de ombros, Jeová lavou as mãos e, embriagados na bacanal do Olimpo, os outros também ignoraram o presente de grego numa praia do Mediterrâneo.
        Enquanto isso, no Hades, dançando e atualizando Castro Alves com outras infâmias no mar, ri-se Satanás.
    http://www.cronicadodia.com.br/2015/09/acorda-menino-albir-jose-inacio-da-silva.html
    O texto 2 “Acorda, menino!” é uma crônica que remete a um retrato de um menino encontrado morto na praia da Turquia após naufrágio. A cena comoveu o mundo. São características da crônica, EXCETO:
    Escolha uma alternativa para a questão 29e3d3d0-e0
  • Linguagens

    Inglês

    Text 3


        [...] Black Friday, which has traditionally been the moment to flock to stores for steep discounts, and which has evolved to also include major online sales events for retailers like Amazon, Best Buy and Walmart, is not all that it is billed to be. We asked J. D. Levite, the deals editor of the product recommendations website The Wirecutter, for some data on just how beneficial the deals are on Black Friday – and the answer was not encouraging.
        Year round, Mr. Levite and his team track product prices across the web to unearth discounts on goods of all types, from gadgets to kitchenware. They also look at whether the product is high quality and durable based on their own testing and other reviews, and whether the seller or brand has a reasonable return or warranty policy. By those measures, Mr. Levite said, only about 0.6 percent, or 200 out of the approximately 34,000 deals online, which typically carry the same price tags inside retailers’ physical stores, will be good ones on Black Friday. “There are just more deals on that day than any other day of the year,” he said. “But for the most part, the deals aren’t anything better than what you’d see throughout the rest of the year.” [...]
    According to the sentence “Mr. Levite and his team track product prices across the web to unearth discounts on goods of all types, from gadgets to kitchenware” (lines 5 and 6), text 3:
    Escolha uma alternativa para a questão 09aee0e6-e0
  • Linguagens

    Português

    Texto 1


    ACORDA, MENINO!


        O que diz o menino que dorme na praia? Talvez fale dos perigos do mar, da displicência dos pais. Ou de um assassinato a ser esclarecido.
        Mas é só um menino. Não deveria nos dar esta sensação de naufrágio da humanidade. Há dias, não adianta acusar governos, etnias, religiões, porque a falta de ar não cessa.
        É lágrima que não pinga, não seca nem escorre. É mais que um cadáver, é um assombro, uma dor insepulta de que tentamos nos livrar.
        E ainda suspeitamos de nós mesmos.
        Em nome dos deuses fazemos coisas que até o diabo duvida. Duvida e se defende, dizendo que não chegaria a tanto, embora comemore o resultado.
        Queríamos não ter visto nem sabido — maldito fotógrafo, maldita web e maldita imagem que, mesmo escorraçada da memória, dorme no tapete da sala e à noite repousa no nosso travesseiro, naquela pose mesmo que o mar beijava.
        Fica-nos a sensação de que Alá deu de ombros, Jeová lavou as mãos e, embriagados na bacanal do Olimpo, os outros também ignoraram o presente de grego numa praia do Mediterrâneo.
        Enquanto isso, no Hades, dançando e atualizando Castro Alves com outras infâmias no mar, ri-se Satanás.
    http://www.cronicadodia.com.br/2015/09/acorda-menino-albir-jose-inacio-da-silva.html
    Assinale a alternativa correta quanto às informações apresentadas ou inferidas do texto 1.
    Escolha uma alternativa para a questão 0985e9e0-e0
  • Linguagens

    Inglês

    Text 1


    Technology plays a key role in teenage romance from initial encounters to eventual break-ups, says a US study.


    Teenagers rarely meet online but do use technology for flirting, asking out, meeting up and parting, American think tank, the Pew Research Center, found. A survey of 1,060 US teenagers aged 13 to 17 revealed that technology brings them closer but also breeds jealousy. "Digital platforms are powerful tools for teens," said Amanda Lenhart, lead author of the report from Pew. "But even as teens enjoy greater closeness with partners and a chance to display their relationships for others to see, mobile and social media can also be tools for jealousy, meddling and even troubling behaviour."

    Digital romance, broken down
    Of the 1,060 teenagers surveyed: • 35% said they were currently dating and 59% of that group said technology made them feel closer to their partner • For boys who were dating, 65% said social media made them more connected to a significant other while it was 52% for girls • 27% of dating teenagers thought social media made them feel jealous or insecure in relationships • 50% of all teens surveyed, dating or not, said they had indicated interest by friending someone on Facebook or other social media and 47% expressed attraction by likes and comments • Texting is king - 92% of teens who were dating said they texted a partner, assuming the partner would check in with "great regularity" • Jealousy happens, but not as much as flirting does - 11% of teenage daters reported accessing a partner's online accounts and 16% reported having a partner asking them to de-friend someone What gets discussed during all those frequent social media enabled check-ins? According to the survey, it is mostly "funny stuff" followed by "things you're thinking about" as well as other information such as where they are and what their friends have been doing. And forget having to meet up to resolve a conflict - 48% of dating teenagers said that could be done by texting or talking online. Online tools, with their accessibility and ease of use, also showed some signs of giving this group relationship anxiety. Females are more likely to be subject to unwanted flirting and 25% of teenagers surveyed said they have blocked or unfriended someone because of uncomfortable flirting. And 15% of teenage daters said a partner had used the internet to pressure them into unwanted sexual activity.

    'More than emojis'
    Nearly half the respondents admitted to concentrating on their phone ahead of their partner when together with 43% of dating teens saying that had happened to them. "I don't think this survey reveals much that is surprising. But it is affirming. Humans are social animals and we build tools to connect with each other,"wrote Julie Beck, an associate editor at The Atlantic news site, of the survey's findings. "It's not all heart emojis all the time, no, but the tools that facilitate relationships facilitate all aspects of them, good and bad. "Connecting with others is scary, hard, sometimes dangerous, but usually, hopefully, good. The teens get it."
    (Fonte: http://www.bbc.com/news/technology-34416989.)
    Na frase “According to the survey, it is mostly ‘funny stuff’ followed by ‘things you're thinking about’ as well as other information such as[…]”, a palavra “stuff” pode ser substituída por:
    Escolha uma alternativa para a questão 29fa9eda-e0
  • Linguagens

    Inglês

    Text 1


    Technology plays a key role in teenage romance from initial encounters to eventual break-ups, says a US study.


    Teenagers rarely meet online but do use technology for flirting, asking out, meeting up and parting, American think tank, the Pew Research Center, found. A survey of 1,060 US teenagers aged 13 to 17 revealed that technology brings them closer but also breeds jealousy. "Digital platforms are powerful tools for teens," said Amanda Lenhart, lead author of the report from Pew. "But even as teens enjoy greater closeness with partners and a chance to display their relationships for others to see, mobile and social media can also be tools for jealousy, meddling and even troubling behaviour."

    Digital romance, broken down
    Of the 1,060 teenagers surveyed: • 35% said they were currently dating and 59% of that group said technology made them feel closer to their partner • For boys who were dating, 65% said social media made them more connected to a significant other while it was 52% for girls • 27% of dating teenagers thought social media made them feel jealous or insecure in relationships • 50% of all teens surveyed, dating or not, said they had indicated interest by friending someone on Facebook or other social media and 47% expressed attraction by likes and comments • Texting is king - 92% of teens who were dating said they texted a partner, assuming the partner would check in with "great regularity" • Jealousy happens, but not as much as flirting does - 11% of teenage daters reported accessing a partner's online accounts and 16% reported having a partner asking them to de-friend someone What gets discussed during all those frequent social media enabled check-ins? According to the survey, it is mostly "funny stuff" followed by "things you're thinking about" as well as other information such as where they are and what their friends have been doing. And forget having to meet up to resolve a conflict - 48% of dating teenagers said that could be done by texting or talking online. Online tools, with their accessibility and ease of use, also showed some signs of giving this group relationship anxiety. Females are more likely to be subject to unwanted flirting and 25% of teenagers surveyed said they have blocked or unfriended someone because of uncomfortable flirting. And 15% of teenage daters said a partner had used the internet to pressure them into unwanted sexual activity.

    'More than emojis'
    Nearly half the respondents admitted to concentrating on their phone ahead of their partner when together with 43% of dating teens saying that had happened to them. "I don't think this survey reveals much that is surprising. But it is affirming. Humans are social animals and we build tools to connect with each other,"wrote Julie Beck, an associate editor at The Atlantic news site, of the survey's findings. "It's not all heart emojis all the time, no, but the tools that facilitate relationships facilitate all aspects of them, good and bad. "Connecting with others is scary, hard, sometimes dangerous, but usually, hopefully, good. The teens get it."
    (Fonte: http://www.bbc.com/news/technology-34416989.)
    De acordo com o texto 1, é CORRETO afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 29f73bf8-e0
  • Linguagens

    Literatura

    “O autor faz uma crítica à insensatez de governantes, à hierarquização da sociedade, à subordinação descabida, às disputas amorosas entre outras. É um conto de poucos parágrafos, rico em detalhes e ainda atual, apesar de seus mais de cem anos”.


    Assinale a alternativa que corresponde ao conto aludido.
    Escolha uma alternativa para a questão 29f12b0e-e0
  • Linguagens

    Português

    Texto 1


        Toda cultura é particular. Não existe, nem pode existir uma cultura universal constituída. No nosso século, os antropólogos vivem ensinando isso a quem quiser aprender.
        Tal como acontece com cada indivíduo, os grupos humanos, grandes ou pequenos, vão adquirindo e renovando, construindo, organizando e reorganizando, cada um a seu modo, os conhecimentos de que necessitam.
        O movimento histórico da cultura consiste numa diversificação permanente. A cultura universal - que seria a cultura da Humanidade - depende dessa diversificação, quer dizer, depende da capacidade de cada cultura afirmar sua própria identidade, desenvolvendo suas características peculiares.
        No entanto, as culturas particulares só conseguem mostrar sua riqueza, sua fecundidade, na relação de umas com as outras. E essa relação sempre comporta riscos.
        Em condições de uma grande desigualdade de poder material, os grupos humanos mais poderosos podem causar graves danos e destruições fatais às culturas dos grupos mais fracos. (...)
        Todos tendemos a considerar nossa cultura particular mais universal do que as outras. (...) Cada um de nós tem suas próprias convicções. (...)
        Tanto indivíduos como grupos têm a possibilidade de se esforçar para incorporar às suas respectivas culturas elementos de culturas alheias. (...)
        Apesar dos perigos da relação com as outras culturas (descaracterização, perda da identidade, morte), a cultura de cada pessoa, ou de cada grupo humano, é frequentemente mobilizada para tentativas de auto-relativização e de autoquestionamento, em função do desafio do diálogo.
    Leandro Konder. O Globo, 02/08/98.
    O último par de parênteses usados no texto se justifica para:
    Escolha uma alternativa para a questão 29df5a62-e0
  • Linguagens

    Português

    Texto 1


        Toda cultura é particular. Não existe, nem pode existir uma cultura universal constituída. No nosso século, os antropólogos vivem ensinando isso a quem quiser aprender.
        Tal como acontece com cada indivíduo, os grupos humanos, grandes ou pequenos, vão adquirindo e renovando, construindo, organizando e reorganizando, cada um a seu modo, os conhecimentos de que necessitam.
        O movimento histórico da cultura consiste numa diversificação permanente. A cultura universal - que seria a cultura da Humanidade - depende dessa diversificação, quer dizer, depende da capacidade de cada cultura afirmar sua própria identidade, desenvolvendo suas características peculiares.
        No entanto, as culturas particulares só conseguem mostrar sua riqueza, sua fecundidade, na relação de umas com as outras. E essa relação sempre comporta riscos.
        Em condições de uma grande desigualdade de poder material, os grupos humanos mais poderosos podem causar graves danos e destruições fatais às culturas dos grupos mais fracos. (...)
        Todos tendemos a considerar nossa cultura particular mais universal do que as outras. (...) Cada um de nós tem suas próprias convicções. (...)
        Tanto indivíduos como grupos têm a possibilidade de se esforçar para incorporar às suas respectivas culturas elementos de culturas alheias. (...)
        Apesar dos perigos da relação com as outras culturas (descaracterização, perda da identidade, morte), a cultura de cada pessoa, ou de cada grupo humano, é frequentemente mobilizada para tentativas de auto-relativização e de autoquestionamento, em função do desafio do diálogo.
    Leandro Konder. O Globo, 02/08/98.
    A expressão “quer dizer” poderia ser substituída, sem provocar problema de sentido à sentença em que ela se encontra, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 29dc03a6-e0
  • Linguagens

    Português

    Texto 1


        Toda cultura é particular. Não existe, nem pode existir uma cultura universal constituída. No nosso século, os antropólogos vivem ensinando isso a quem quiser aprender.
        Tal como acontece com cada indivíduo, os grupos humanos, grandes ou pequenos, vão adquirindo e renovando, construindo, organizando e reorganizando, cada um a seu modo, os conhecimentos de que necessitam.
        O movimento histórico da cultura consiste numa diversificação permanente. A cultura universal - que seria a cultura da Humanidade - depende dessa diversificação, quer dizer, depende da capacidade de cada cultura afirmar sua própria identidade, desenvolvendo suas características peculiares.
        No entanto, as culturas particulares só conseguem mostrar sua riqueza, sua fecundidade, na relação de umas com as outras. E essa relação sempre comporta riscos.
        Em condições de uma grande desigualdade de poder material, os grupos humanos mais poderosos podem causar graves danos e destruições fatais às culturas dos grupos mais fracos. (...)
        Todos tendemos a considerar nossa cultura particular mais universal do que as outras. (...) Cada um de nós tem suas próprias convicções. (...)
        Tanto indivíduos como grupos têm a possibilidade de se esforçar para incorporar às suas respectivas culturas elementos de culturas alheias. (...)
        Apesar dos perigos da relação com as outras culturas (descaracterização, perda da identidade, morte), a cultura de cada pessoa, ou de cada grupo humano, é frequentemente mobilizada para tentativas de auto-relativização e de autoquestionamento, em função do desafio do diálogo.
    Leandro Konder. O Globo, 02/08/98.
    Em: “Cada um de nós...”, o autor refere-se:
    Escolha uma alternativa para a questão 29d8de6f-e0
  • Linguagens

    Português

    Texto 1


        Toda cultura é particular. Não existe, nem pode existir uma cultura universal constituída. No nosso século, os antropólogos vivem ensinando isso a quem quiser aprender.
        Tal como acontece com cada indivíduo, os grupos humanos, grandes ou pequenos, vão adquirindo e renovando, construindo, organizando e reorganizando, cada um a seu modo, os conhecimentos de que necessitam.
        O movimento histórico da cultura consiste numa diversificação permanente. A cultura universal - que seria a cultura da Humanidade - depende dessa diversificação, quer dizer, depende da capacidade de cada cultura afirmar sua própria identidade, desenvolvendo suas características peculiares.
        No entanto, as culturas particulares só conseguem mostrar sua riqueza, sua fecundidade, na relação de umas com as outras. E essa relação sempre comporta riscos.
        Em condições de uma grande desigualdade de poder material, os grupos humanos mais poderosos podem causar graves danos e destruições fatais às culturas dos grupos mais fracos. (...)
        Todos tendemos a considerar nossa cultura particular mais universal do que as outras. (...) Cada um de nós tem suas próprias convicções. (...)
        Tanto indivíduos como grupos têm a possibilidade de se esforçar para incorporar às suas respectivas culturas elementos de culturas alheias. (...)
        Apesar dos perigos da relação com as outras culturas (descaracterização, perda da identidade, morte), a cultura de cada pessoa, ou de cada grupo humano, é frequentemente mobilizada para tentativas de auto-relativização e de autoquestionamento, em função do desafio do diálogo.
    Leandro Konder. O Globo, 02/08/98.
    A locução conjuntiva no entanto, que inicia um dos parágrafos do texto 1, está como elemento de coesão, ao ligar dois segmentos do texto. Ao fazer isso, ela:
    Escolha uma alternativa para a questão 29cf7cff-e0
  • Linguagens

    Inglês

    Text 2


    First and Second Inaugural Addresses


        This is preeminently the time to speak the truth, the whole truth, frankly and boldly. Nor need we shrink from honestly facing conditions in our country today. This great Nation will endure as it has endured, will revive and will prosper. So, first of all, let me assert my firm belief that the only thing we have to fear is fear itself – nameless, unreasoning, unjustified terror which paralyzes needed efforts to convert retreat into advance. In every dark hour of our national life a leadership of frankness and vigor has met with that understanding and support of the people themselves which is essential to victory. I am convinced that you will again give that support to leadership in these critical days. day by day.
        I see millions whose daily lives in city and on farm continue under conditions labeled indecent by a so-called polite society half a century ago.
        I see millions denied education, recreation, and the opportunity to better their lot and the lot of their children.
        I see millions lacking the means to buy the products of farm and factory and by their poverty denying work and productiveness to many other millions.
        I see one-third of a nation ill-housed, ill-clad, ill-nourished.
        It is not in despair that I paint you that picture, I paint it for you in hope – because the Nation, seeing and understanding the injustice in it, proposes to paint it out. We are determined to make every American citizen the subject of his country’s interest and concern; and we will never regard any faithful, law-abiding group within our borders as superfluous. The test of our progress is not whether we add more to the abundance of those who have much; it is whether we provide enough for those who have too little.
    (Franklin Delano Roosevelt)
    It is correct to state that both of the text 2 fragments:
    Escolha uma alternativa para a questão 0b35f738-e4
  • Linguagens

    Literatura

    Com base no conto “A nova Califórnia”, de Lima Barreto, assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 0b21657a-e4
  • Linguagens

    Português

    Texto 3


    A CHAVE
    Ela abre mais do que uma porta, inaugura um novo tempo
    IVAN MARTINS


        Certos objetos dão a exata medida de um relacionamento. A chave, por exemplo. Embora caiba no bolso, ela tem importância gigantesca na vida dos casais. O momento em que você oferece a chave da sua casa é aquele em que você renuncia à sua privacidade, por amor. Quando pede a chave de volta - ou troca a fechadura da porta - está retomando aquilo que havia oferecido, por que o amor acabou.
        O primeiro momento é de exaltação e esperança. O segundo é sombrio.
        Quem já passou pela experiência sabe como é gostoso carregar no bolso - ou na bolsa - aquela cópia de cinco reais que vai dar início à nova vida. Carregada de expectativas e temores, a chave será entregue de forma tímida e casual, como se não fosse importante, ou pode vir embalada em vinho e flores, pondo violinos na ocasião. Qualquer que seja a cena, não cabe engano: foi dado um passo gigantesco. Alguém pôs na mão de outro alguém um totem de confiança.
        Não interessa se você dá ou ganha a chave, a sensação é a mesma. Ou quase.
        Quem a recebe se enche de orgulho. No auge da paixão, e a pessoa que provoca seus melhores sentimentos (a pessoa mais legal do mundo, evidentemente) põe no seu chaveiro a cópia discreta que abre a casa dela. Você só nota mais tarde, quando chega à sua própria casa e vai abrir a porta. Primeiro, estranha a cor e o formato da chave nova, mas logo entende a delicadeza da situação. Percebe, com um sorriso nos lábios, que suas emoções são compartilhadas. Compreende que está sendo convidado a participar de outra vida. Sente, com enorme alívio, que foi aceito, e que uma nova etapa tem início, mais intensa e mais profunda que anterior. Aquela chave abre mais do que uma porta. Abre um novo tempo.
        O momento de entregar a chave sempre foi para mim o momento de máximo otimismo.
        [...]
        Você tem certeza de que a outra pessoa ficará feliz e comovida, mas ao mesmo tempo teme, secretamente, ser recusado. Então vê nos olhos dela a alegria que havia antecipado e desejado. O rosto querido se abre num sorriso sem reservas, que você não ganharia se tivesse lhe dado uma joia ou uma aliança. (Uma não vale nada; para a outra ela não está pronta). Por isto ela esperava, e retribui com um olhar cheio de amor. Esse é um instante que viverá na sua alma para sempre. Nele, tudo parece perfeito. É como estar no início de um sonho em que nada pode dar errado. A gente se sente adulto e moderno, herdeiro dos melhores sonhos da adolescência, parte da espécie feliz dos adultos livres que são amados e correspondidos - os que acharam uma alma gêmea, aqueles que jamais estarão sozinhos.
        Se as chaves de despedida parecem a pior coisa do mundo, não são.
        [...]
        A gente sabe que essas coisas, às vezes, são efêmeras, mas é tão bonito. Pode ser que dentro de três meses ou três anos a chave inútil e esquecida seja encontrada no bolso de uma calça ou no fundo de uma bolsa. Ela já não abrirá porta alguma exceto a da memória, que poderá ser boa ou ruim. O mais provável é que o tato e a visão daquela ferramenta sem propósito provoquem um sorriso agridoce, grisalho de nostalgia. Essa chave do adeus não dói, ela constata e encerra.
        Nestes tempos de arrogante independência, em que a solidão virou estandarte exibido como prova de força, a doação de chaves ganhou uma solenidade inesperada. Com ela, homens e mulheres sinalizam a disposição de renunciar a um pedaço da sua sagrada liberdade pessoal. Sugerem ao outro que precisam dele e o desejam próximo. Cedem o seu terreno, correm o risco. É uma forma moderna e eloquente de dizer “eu te amo”. E, assim como a outra, dispensa “eu também”. Oferece a chave quem está pronto, aceita a chave quem a deseja, reciproca, oferecendo a sua, quem sente que é o caso, verdadeiramente. Nada mais triste que uma chave falsa. Ela parece abrir uma esperança, mas abre somente uma ilusão.
    Adaptado de http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/ivan-martins/noticia/2015/04/chave.html
    Em relação ao texto 3, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 0b1b395a-e4
  • Linguagens

    Português

    Texto 1


    Coragem

    Imagem da questão de Português, Centro universitário FAG 2015, Colocação Pronominal

    MEDEIROS, Marta. A graça das coisas. Porto Alegre - RS: L&PM, 2014, p. 90-91.

    Julgue as afirmações abaixo com base nas noções de sintaxe.


    I. Há erro de regência em “tem o combustível que necessitamos” (linha 5).
    II. Os verbos “resolveram” (linha 11) e “foram” (linha 12) estão no plural porque têm sujeito composto.
    III. A colocação do pronome oblíquo em “que lhe servem de sustentação” (linha 4) obedece à norma padrão. IV.De acordo com a norma culta, em “Enfrentar helicópteros, vulcões, corredeiras e tobogãs exige...” (linhas 19 e 20), há desvio de concordância.


    Está correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão 0b0d31e3-e4
  • Linguagens

    Português

    Texto 1


    Coragem

    Imagem da questão de Português, Centro universitário FAG 2015, Gêneros Textuais

    MEDEIROS, Marta. A graça das coisas. Porto Alegre - RS: L&PM, 2014, p. 90-91.

    Quanto ao gênero e ao tipo textual, o texto 1 pode ser classificado como um(a):
    Escolha uma alternativa para a questão 0b09b225-e4