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Prova

Prova de 2010: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás — questões com gabarito

86 questões da prova de 2010 de Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás, em Inglês, Português. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 86 questões

Resultados: 86 questões

Página 5 de 5

  • Linguagens

    Inglês

    Text 1


    NEWSWEEK Remembers Paul the Octopus


          Less than six months ago, Paul the Octopus catapulted from a life of obscurity to worldwide fame. Now, Paul has died, at the ripe old octopus age of two.

          A common octopus living at the Sea Life Center in Oberhausen, Germany, Paul was able to correctly predict the winner of all Germany's World Cup matches. Prior to the matches, Paul was given two boxes of food, identical except for the flags of the competing teams. The team represented on the box Paul chose to eat from inevitably won the match. His picking prowess made him an international star.

           Here at NEWSWEEK, we were just as taken with Paul as was the rest of the news media, and in an attempt to get inside his cephalopodial head, we sought out prestigious pet psychic Catherine Ferguson. In honor of Paul, we present that video yet again. Rest in peace, Paul the Octopus.


    Newsweek, October 28th, 2010 

    It is correct to infer from the text that:
    Escolha uma alternativa para a questão f99cba2e-b6
  • Linguagens

    Inglês

    Text 1


    NEWSWEEK Remembers Paul the Octopus


          Less than six months ago, Paul the Octopus catapulted from a life of obscurity to worldwide fame. Now, Paul has died, at the ripe old octopus age of two.

          A common octopus living at the Sea Life Center in Oberhausen, Germany, Paul was able to correctly predict the winner of all Germany's World Cup matches. Prior to the matches, Paul was given two boxes of food, identical except for the flags of the competing teams. The team represented on the box Paul chose to eat from inevitably won the match. His picking prowess made him an international star.

           Here at NEWSWEEK, we were just as taken with Paul as was the rest of the news media, and in an attempt to get inside his cephalopodial head, we sought out prestigious pet psychic Catherine Ferguson. In honor of Paul, we present that video yet again. Rest in peace, Paul the Octopus.


    Newsweek, October 28th, 2010 

    Analyze the following statements:


    I. “Catapulted from” (line 2) can be understood as “saiu de”.

    II. The sentence “Paul has died” (line 3) is in the simple past.

    III. In the expressions “Sea Life Center” (line 5 and 6) and “Germany's World Cup matches” (lines 7 and 8), the expressions “Sea Life” and “Germany’s World Cup” are modifiers.

    IV. The words “inevitably” and “correctly” are formed by the suffix –ly, and are adjectives.



    Mark the correct alternative:

    Escolha uma alternativa para a questão f9985b39-b6
  • Linguagens

    Português

    Texto 4
    Subsídio para debate sobre cultura

         Na realidade, não existe filosofia em geral: existem diversas filosofias ou concepções do mundo e sempre se faz uma escolha entre elas. Como ocorre essa escolha? É esta escolha um fato puramente intelectual, ou é um fato mais complexo? E não ocorre frequentemente que entre o fato intelectual e a norma de conduta exista uma contradição? Qual será, então, a verdadeira concepção do mundo: a que é logicamente afirmada como fato intelectual, ou que resulta da atividade real de cada um, que está implícita na sua ação? E, já que a ação é sempre uma ação política, não se pode dizer que a verdadeira filosofia de cada um se acha inteiramente contida na sua política? Este contraste entre o pensar e o agir, isto é, a coexistência de duas concepções do mundo, uma afirmada por palavras e a outra manifestando-se na ação efetiva, nem sempre se deve à má-fé. A má-fé pode ser uma explicação satisfatória para alguns indivíduos considerados isoladamente, ou até mesmo para grupos mais ou menos numerosos, mas não é satisfatória quando o contraste se verifica nas manifestações vitais de grandes massas: neste caso, ele não pode deixar de ser a expressão de contrastes mais profundos de natureza histórico-social.  
    Gramsci, Antônio. Concepção Dialética da História. São Paulo:
    Civilização Brasileira, s/d. 
    De acordo com o texto, assinale a alternativa incorreta.
    Escolha uma alternativa para a questão f990d446-b6
  • Linguagens

    Português

    Texto 2
                       Homem Comum
    Sou um homem comum
    de carne e de memória
    de osso e esquecimento
    e a vida sopra dentro de mim
    pânica
    feito a chama de um maçarico
    e pode
    subitamente
    cessar.

    Sou como você
    feito de coisas lembradas
    e esquecidas
    rostos e
    mãos, o guarda-sol vermelho ao meio-dia
    em Pastos-Bons
    defuntas alegrias flores passarinhos
    facho de tarde luminosa
    nomes que já nem sei
    bandejas bandeiras bananeiras
    tudo
    misturado
    essa lenha perfumada
    que se acende
    e me faz caminhar
    Sou um homem comum
    brasileiro, maior, casado, reservista,
    e não vejo na vida, amigo, 
    nenhum sentido, senão
    lutarmos juntos por um mundo melhor.
    Poeta fui de rápido destino.
    Mas a poesia é rara e não comove
    nem move o pau-de-arara.
    Quero, por isso, falar com você,
    de homem para homem,
    apoiar-me em você
    oferecer-lhe o meu braço
    que o tempo é pouco
    e o latifúndio está aí, matando.

    Que o tempo é pouco
    e aí estão o Chase Bank,
    a IT & T, a Bond and Share,
    a Wilson, a Hanna, a Anderson Clayton,
    e sabe-se lá quantos outros
    braços do polvo a nos sugar a vida
    e a bolsa
    Homem comum, igual
    a você,
    cruzo a Avenida sob a pressão do imperialismo.
    A sombra do latifúndio
    mancha a paisagem
    turva as águas do mar
    e a infância nos volta
    à boca, amarga,
    suja de lama e de fome.

    Mas somos muitos milhões de homens
    comuns
    e podemos formar uma muralha
    com nossos corpos de sonho e margaridas.
    Gullar, F. Dentro da noite veloz. Civilização Brasileira, 1975; 3ª ed.,
    José Olympio, 1998. In: Toda poesia. José Olympio, 12ª ed., 2002.
    A metáfora transfigura o sentido das palavras expandindo a possibilidade de associações entre signos diferentes. Nos versos “e sabe-se lá quantos/outros/braços do polvo a nos sugar a vida/e a bolsa”, o poeta estruturou seu pensamento metaforicamente para:
    Escolha uma alternativa para a questão f9873553-b6
  • Linguagens

    Português

    Texto 1

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás 2010, Interpretação de Textos

    Nos quadrinhos acima, a interação dos elementos verbais e não verbais permite:
    Escolha uma alternativa para a questão f97cd750-b6
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto 2 a seguir para responder a questão.

    TEXTO 2

    Polivalência: do mito... para a realidade

       A modernidade, ao flexibilizar a divisão de tarefas no interior dos processos produtivos, estaria cumprindo com o papel de substituir o desqualificado e descomprometido “apertador de parafusos” por um funcionário que pensa e molda seu próprio emprego, à medida em que é chamado a experimentar novos métodos de trabalho capazes de garantir ao mesmo tempo a sua realização pessoal e o crescimento da empresa. Desta forma, graças à polivalência, o ser humano estaria deixando de ser um mero apêndice das máquinas para reencontrar no trabalho o caminho de sua própria humanização.  
         Mas será que é isso mesmo? Com a polivalência, o capital estaria mesmo abrindo mão da crescente submissão do homem à máquina que, aliás, é um dos elementos que lhe garantem a progressiva exploração da força de trabalho? A polivalência que tem sua origem na flexibilização e na automação dos processos produtivos estaria gerando uma maior qualificação do trabalhador coletivo? 
        O novo trabalhador, a ser moldado de acordo com as necessidades dos sistemas informatizados, teria que ser jovem, polivalente, sem tradição de luta, com estudos que lhe fornecessem conhecimentos gerais mais amplos (o segundo grau, por exemplo) ou, no limite, as noções técnicas básicas que podem ser assimiladas através dos cursos de SENAI. 
          Ou seja, o perfil da grande maioria dos trabalhadores, que do final da década de 80 até os nossos dias começam a compor o quadro de funcionários das grandes empresas, tem como traços fundamentais a ausência de uma militância política e de uma qualificação efetiva, ao lado de uma bagagem de conhecimentos que serve apenas para proporcionar-lhes uma leitura rápida e segura das informações que aparecem nos sistemas de controle dos equipamentos automatizados e para garantir uma rápida operacionalização das ordens recebidas.
          Se tivermos que descrever em poucas palavras o perfil de um trabalhador polivalente, diríamos que ele não passa de um “pau pra toda obra” que, diante do aumento do desemprego e da ameaça constante que isso traz à manutenção de suas condições de vida, percebe uma sensação de alívio ao aderir, ora ativa ora passivamente, aos objetivos e aos limites impostos pela lógica das mudanças no interior do sistema capitalista. Lógica que tem na polivalência e na flexibilização dos processos de trabalho dois importantes instrumentos para ocultar a continuidade histórica da necessidade da classe dominante ir adequando a organização do trabalho às exigências da acumulação do capital e para apagar nas classes trabalhadoras a memória coletiva de sua tradição de lutas e, com ela, a necessidade de construir uma nova ordem social.
    (GENNARI, Emílio. Automação, Terceirização e Programas de Qualidade Total: os fatos e a lógica das mudanças nos processos de trabalho. São Paulo: CPV, 1997. Adaptado)  
    No texto, o autor afirma que a imagem do novo trabalhador:
    Escolha uma alternativa para a questão 7b79ccd0-b6