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Prova

Prova de 2014: Universidade Federal de Goiás (UFG) — questões com gabarito

52 questões da prova de 2014 de Universidade Federal de Goiás (UFG), em Química, Português, Física, Geografia e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 52 questões
  • 7 matérias

Resultados: 52 questões

Página 3 de 3

  • Ciências Humanas

    Geografia

    O relevo da superfície terrestre é formado por processos associados à dinâmica geológica externa e interna. Associados ao relevo, encontram-se expostos rochas e solos. Constituem exemplo da atuação da dinâmica geológica interna os processos
    Escolha uma alternativa para a questão f1ad2a09-ab
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Imagem da questão de Geografia, UFG 2014, Industrialização Com base nos dados da tabela de intenção de investi- mentos para Goiás em atividades industriais e de serviços, verifica-se que,no estado, há três tipos gerais de indústrias, cujas participações nos investimentos serão cerca de
    Escolha uma alternativa para a questão ef14db50-ab
  • Matemática

    Matemática

    A figura a seguir apresenta a configuração de um terreno pentagonal ABCDE, cujo perímetro mede 28 metros.

    Imagem da questão de Matemática, UFG 2014, Geometria Plana A área do terreno e o lado do triângulo ABE medem, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão d41ff49e-ab
  • Linguagens

    Português

    O culto às marcas

    A hipervalorização de bens ditos “de marca” é uma característica das sociedades contemporâneas. Delas advém a distinção como forma de poder que fascina tanto ricos quanto pobres no cenário da dessubjetivação partilhada por todos, da loja de luxo ao came- lódromo das falsificações.

    A questão da distinção guarda em seu fundo um aspecto mais tenebroso, concernente ao presente da condição subjetiva da vida dos usuários devorados pelas antipolíticas autodestrutivas do consumismo transformado em regra.

    Zerada a intersubjetividade que se definia na interação afetiva e comunicativa entre pessoas, o que resta são as coisas - e as pessoas como coisas - que podem ser compradas. Diga-se de passagem que as pessoas não compram coisas, mas sinais que informam sobre um capital simbólico. Coisificação da consciência é o nome velho para o fenômeno em que a concretude das coisas é substituída pela abstração da insígnia.

    A fascinação de tantas pessoas por roupas, carros e até eletrodomésticos ditos “de marca” em nossa época é a declaração auto-exposta da morte do sujeito. Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade - conjunto do que aqui chamamos de subjetividade - são incapazes de compreender seu descarado simulacro.

    A morte por assassinato da subjetividade é percebida na redução do indivíduo a uma espécie de morto-vivo em três tempos. 1 - A destituição do direito ao próprio desejo: a publicidade colonizou a capacidade de sentir e projetar a autobiografia de cada um que é apagada na encenação da “vida fashion”. 2 - A desaparição da possibilidade de pensar: a publicidade oferece os jargões e slogans a serem repetidos sob a ilusão de ideias próprias. 3 - O direito à ideia-prática da liberdade é extirpado: resta o simulacro da escolha entre uma marca e outra. A ação torna-se acomodação ao mesmo de sempre.

    A escolha entre o nada e a coisa nenhuma é bem disfarçada no poder de ostentar que promete redimir do buraco subjetivo. Não tendo mais o que expressar, alguém simplesmente “ostenta” um relógio caro, um computador moderninho, um carrão oneroso. Ou um piercing, um músculo forte. Tudo e cada coisa é reduzida à marca, emblema do capital e seu poder na era do Espetáculo.

    Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2012/06/o-culto-as-marcas/>. Acesso em: 30 out. 2014.

    Relendo o terceiro parágrafo, como um todo, percebe- se que nele os argumentos apontam para a construção da imagem de um sujeito
    Escolha uma alternativa para a questão cc5ad796-ab
  • Linguagens

    Português

    O culto às marcas

    A hipervalorização de bens ditos “de marca” é uma característica das sociedades contemporâneas. Delas advém a distinção como forma de poder que fascina tanto ricos quanto pobres no cenário da dessubjetivação partilhada por todos, da loja de luxo ao came- lódromo das falsificações.

    A questão da distinção guarda em seu fundo um aspecto mais tenebroso, concernente ao presente da condição subjetiva da vida dos usuários devorados pelas antipolíticas autodestrutivas do consumismo transformado em regra.

    Zerada a intersubjetividade que se definia na interação afetiva e comunicativa entre pessoas, o que resta são as coisas - e as pessoas como coisas - que podem ser compradas. Diga-se de passagem que as pessoas não compram coisas, mas sinais que informam sobre um capital simbólico. Coisificação da consciência é o nome velho para o fenômeno em que a concretude das coisas é substituída pela abstração da insígnia.

    A fascinação de tantas pessoas por roupas, carros e até eletrodomésticos ditos “de marca” em nossa época é a declaração auto-exposta da morte do sujeito. Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade - conjunto do que aqui chamamos de subjetividade - são incapazes de compreender seu descarado simulacro.

    A morte por assassinato da subjetividade é percebida na redução do indivíduo a uma espécie de morto-vivo em três tempos. 1 - A destituição do direito ao próprio desejo: a publicidade colonizou a capacidade de sentir e projetar a autobiografia de cada um que é apagada na encenação da “vida fashion”. 2 - A desaparição da possibilidade de pensar: a publicidade oferece os jargões e slogans a serem repetidos sob a ilusão de ideias próprias. 3 - O direito à ideia-prática da liberdade é extirpado: resta o simulacro da escolha entre uma marca e outra. A ação torna-se acomodação ao mesmo de sempre.

    A escolha entre o nada e a coisa nenhuma é bem disfarçada no poder de ostentar que promete redimir do buraco subjetivo. Não tendo mais o que expressar, alguém simplesmente “ostenta” um relógio caro, um computador moderninho, um carrão oneroso. Ou um piercing, um músculo forte. Tudo e cada coisa é reduzida à marca, emblema do capital e seu poder na era do Espetáculo.

    Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2012/06/o-culto-as-marcas/>. Acesso em: 30 out. 2014.

    As ideias desenvolvidas ao longo do texto procuram
    Escolha uma alternativa para a questão c3ef39e4-ab
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UFG 2014, Gêneros Textuais

    Cosplay = Comportamento que consiste em caracterizar-se de personagens fictícios de desenhos animados, mangás, filmes e/ou séries televisivas.

    O Texto 2 explora um recurso comum ao gênero discursivo a que ele pertence, a saber:
    Escolha uma alternativa para a questão bf0adf08-ab
  • Ciências da Natureza

    Física

    Um bloco de massa m é empurrado por uma força horizontal F de módulo constante, em uma rampa de inclinação θ = 45°, conforme ilustra a figura a seguir.

                            Imagem da questão de Física, UFG 2014, Dinâmica

    Consirando que o bloco sobe a uma velocidade constante, qual é o valor do coeficiente de atrito cinético entre a rampa e o bloco?
    Escolha uma alternativa para a questão 39bb8709-ab
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Analise o heredograma a seguir que representa uma família portadora de uma alteração genética ligada ao controle da hemostasia, em que os indivíduos que expressam a doença não produzem o fator VIII de coagulação sanguínea.

                            Imagem da questão de Biologia, UFG 2014, Herança ligada ao sexo

    Qual a probabilidade da mulher da geração F2 ter um filho do sexo masculino, proveniente de um cruzamento com um homem não portador dessa alteração, que expresse a doença? E quais fatores de coagulação também estarão comprometidos, em F3, por causa da doença?

    Escolha uma alternativa para a questão 362aa216-ab
  • Ciências Humanas

    História

    Observe a imagem.

    Imagem da questão de História, UFG 2014, História Geral O futebol moderno é um esporte inventado na Inglaterra em meados do século XIX. A imagem é indicadora da popularização desse esporte pelo mundo, que está associada
    Escolha uma alternativa para a questão 06ec0f6b-ab
  • Ciências Humanas

    História

    O Censo Agropecuário de 2006, realizado pelo IBGE, revelou que, no tocante à estrutura fundiária brasileira, cerca de 15% dos estabelecimentos rurais ocupavam 75% de toda a área destinada à agropecuária no País. Esse perfil concentracionista, além de ser explicado pelas dinâmicas socioeconômicas recentes, foi estruturado no século XIX, com
    Escolha uma alternativa para a questão ffbcac92-ab
  • Ciências Humanas

    História

    Leia o texto a seguir:

    Napoleão voltara, e nenhuma notícia jamais deixara os governos da Europa tão apreensivos. Milhares de europeus seguiram avidamente esse rematado autocrata, acreditando que ele espalharia os ideais da Revolução Francesa: liberdade, igualdade e fraternidade. Mais surpreendente era que o próprio Napoleão ainda acreditava ser um apóstolo da Revolução.

    WEIR, William. 50 batalhas que mudaram o mundo. São Paulo: M. Books, 2003. p. 320-321. (Adaptado).

    Ao retorno de Napoleão, após cerca de cem dias nos quais governou a França precariamente, seguiu-se a batalha de Waterloo, travada entre os franceses simpatizantes do Imperador e uma coalização formada por britânicos e prussianos. Estava em jogo no campo de batalha
    Escolha uma alternativa para a questão fce36dcd-ab
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Analise a figura a seguir.

    Imagem da questão de Geografia, UFG 2014, Geografia Física A figura representa o ponto de vista a partir dos polos sul do Sol e da Terra (o eixo de rotação da Terra está inclinado). A partir da posição ocupada pela Terra no ponto A e do sentido do movimento em torno do Sol, o ponto
    Escolha uma alternativa para a questão ed1f0b26-ab