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Prova

Prova de 2019: Universidade Estadual de Londrina (UEL) — questões com gabarito

87 questões da prova de 2019 de Universidade Estadual de Londrina (UEL), em Português, Espanhol, Conhecimentos Gerais, Biologia e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 87 questões
  • 13 matérias

Resultados: 87 questões

Página 3 de 5

  • Ciências da Natureza

    Química

    Obras de arte expostas em museus podem conter metais tóxicos em sua composição, como chumbo, cádmio ou mercúrio e/ou seus óxidos. Um incêndio em um museu no qual obras de arte contendo mercúrio são incineradas pode gerar dimetilmercúrio ((CH3)2Hg), uma neurotoxina altamente letal mesmo em baixas concentrações (0,030 mg/cm3). Se inalado, os sintomas costumam aparecer semanas após a exposição inicial, o que torna ineficaz qualquer tipo de tratamento. As equações químicas 1 e 2 são exemplos de reações químicas de formação do composto dimetilmercúrio.

    Equação 1:
    3C2H6(g) + 2HgO(s) + 5/2 O2(g) → 2(CH3)2Hg(g) + 2CO2(g) + 3H2O(g)

    Equação 2:
    3C2H5OH(g) + HgO(s) + 5O2(g) → (CH3)2Hg(g) + 4CO2(g) + 6H2O(g)

    Imagem da questão de Química, UEL 2019, Cinética Química

    Com base no texto, nos conhecimentos sobre termodinâmica e cinética química, e supondo a queima total de HgO a 1 atm e a 300 K, assinale a alternativa correta.



    Escolha uma alternativa para a questão c910ac34-32
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Com relação à evolução humana, algumas espécies de hominídeos que precederam o Homo sapiens, estão relacionadas a seguir.

    I. Homo habilis
    II. Australopithecus afarensis
    III. Homo erectus
    IV. Australopithecus ramidus
    V. Paranthropus robustus

    Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a ordem cronológica, da mais antiga para a mais recente, em que essas espécies surgiram.

    Escolha uma alternativa para a questão c90d95f5-32
  • Matemática

    Matemática

    Leia o texto a seguir.


    Luzia é de inestimável valor científico por se tratar do mais antigo fóssil humano paleoamericano já encontrado no Brasil. O crânio e ossos da coxa e do quadril de Luzia foram achados em 1975, em uma gruta da região de Lagoa Santa, em Minas Gerais. Seu esqueleto foi datado de 11,5 mil anos e ela deve ter morrido aos 25 anos. Neste século, seu rosto foi reconstituído na Inglaterra.

    Adaptado de: www.museunacional.ufrj.br


    Um dos processos de datação arqueológica ocorre calculando o porcentual r da quantidade de carbono 14 presente no fóssil em relação à quantidade desse mesmo elemento encontrada em um ser vivo de características semelhantes. Suponha que para fósseis humanos paleoamericanos a figura a seguir exiba o gráfico da função f : R∗ + → R+ que associa, a cada r, a quantidade t = f(r) de anos que se passaram desde a morte do ser humano em questão.


    Imagem da questão de Matemática, UEL 2019, Análise de Tabelas e Gráficos


    Com base no texto e no gráfico, assinale a alternativa correta.







    Escolha uma alternativa para a questão c9097de4-32
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    Leia o texto a seguir.


    Esta é uma concepção de ciência que considera a abordagem crítica sua característica mais importante. Para avaliar uma teoria o cientista deve indagar se pode ser criticada - se se expõe a críticas de todos os tipos e, em caso afirmativo, se resiste a essas críticas.

    POPPER, Karl. Conjecturas e refutações. Trad. Sérgio Bath. Brasília: UnB, 1982. p. 284.


    Com base no texto e nos conhecimentos sobre a filosofia de Popper, assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão c906163c-32
  • Ciências Humanas

    Filosofia

    Leia o texto a seguir.


    Dever é a necessidade de uma ação por respeito à lei. [...] devo proceder sempre de maneira que eu possa querer também que a minha máxima se torne uma lei universal.


    KANT, Immanuel. Fundamentação da Metafísica dos costumes. Trad. Paulo Quintela. São Paulo: Abril Cultural, 1974. p. 208-209.


    Com base no texto e nos conhecimentos sobre a teoria kantiana do dever, assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão c9019ce3-32
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    A mumificação pode ocorrer por processos artificiais ou naturais. No primeiro caso, são retiradas as vísceras e o corpo é embebido em substâncias que podem preservá-lo ao longo do tempo. No segundo, por exemplo, por motivos climáticos, a decomposição do cadáver ocorre parcial ou lentamente, de modo que, nas partes decompostas, ocorre transferência de energia pela ação de agentes decompositores.

    Com base nos conhecimentos sobre transferência de energia entre diferentes níveis tróficos, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão c8fe7d85-32
  • Leia o texto a seguir.


    Um dos atos fundadores da sociologia da arte, no início dos anos 1960, terá consistido em aplicar à frequentação aos museus de Belas-Artes os métodos de pesquisa estatística elaborados nos Estados Unidos, no período entre guerras, por Paul Lazarsfeld. Essas sondagens de opinião, até então reservadas ao marketing comercial ou político, revelaram-se instrumentos preciosos para mensurar a diferenciação das condutas em função das estratificações sociodemográficas – idade, sexo, origem geográfica, meio social, nível de estudos e financeiro – e, eventualmente, explicar as primeiras pelas segundas.


    HEINICH, N. A sociologia da Arte, São Paulo: EDUSC, 2001, p.72.


    Com base no texto e nos conhecimentos sobre cultura, considere as afirmativas a seguir.


    I. Para Pierre Bourdieu, visitar museus indica gostos socialmente criados e incorporados pelos indivíduos ou grupos de indivíduos sob a forma de disposições duráveis denominadas habitus.

    II. Enquanto nas Belas Artes o olhar volta-se para as regras formais estéticas e técnicas, na Arte Moderna passa a ser mais do que expressão e rompe com o academicismo.

    III. Ao conferir um valor de mercado à obra de arte, a “indústria cultural” cria obstáculos para a contemplação, pois sua singularidade é despontenciada na forma mercadoria do objeto artístico.

    IV. O Museu Nacional tem origem no Brasil com a fundação da Primeira República e expressou, na época de sua criação, a preocupação com pesquisas baseadas no modelo popular.


    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão c8f60ecd-32
  • Comparando duas tragédias que ocorreram recentemente com patrimônios nacionais de dois países – o Brasil com o incêndio do Museu Nacional, e a França, com o incêndio na Catedral de Notre Dame –, constatam-se atitudes distintas entre a população e as elites desses dois países, no que diz respeito ao volume de doações para a recuperação de seus respectivos patrimônios nacionais. Em 24 horas, Notre Dame recebeu aproximadamente 2,6 bilhões de reais. Individualmente, Lily Safra, nascida no Brasil, e hoje residente na Europa, doou 88 milhões de reais. Por outro lado, em sete meses, o Museu Nacional recebeu doações da ordem de 1,1 milhão de reais.

    Imagem da questão de Conhecimentos Gerais, UEL 2019, Conhecimentos Gerais Sobre Arte e Cultura

    Com base no texto, no quadro e nos conhecimentos sobre história contemporânea, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.

    ( ) Em 24 horas, Notre Dame arrecadou entre 900% e 1.000% a mais do que o Museu Nacional em sete meses.
    ( ) O governo brasileiro destinou recursos imediatos e suficientes para a reconstrução do Museu Nacional, o que explica o baixo valor doado pela elite do país.
    ( ) Apesar de a renda média anual da faixa 0,1% mais alta brasileira ser maior que a sua equivalente francesa, o mesmo não ocorre com a faixa 50% mais baixa.
    ( ) Museus são instituições que podem expressar as bases organizacionais a partir das quais o poder é exercido.
    ( ) A renda média anual da faixa 0,01% mais alta francesa, por ser maior que a brasileira, predispôs à menor doação para o seu patrimônio nacional.

    Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
    Escolha uma alternativa para a questão c8f295cf-32
  • Museus são espaços de produção e difusão de conhecimento. Em suas diversas manifestações, promovem exposição, documentação e preservação dos patrimônios naturais, culturais e científicos, os quais, ao longo do tempo, se transformaram em instituições sociais e educativas. São espaços de conhecimento e se destacam pela arquitetura executada em determinado contexto histórico, social e geográfico.
    Com base nos conhecimentos sobre arte arquitetônica, relacione as figuras a seguir com suas respectivas características arquitetônicas.

    Imagem da questão de Conhecimentos Gerais, UEL 2019, Conhecimentos Gerais Sobre Arte e Cultura

    (A) Retomada dos modelos clássicos, buscava a perfeição e a beleza por meio do uso de formas equilibradas, proporcionais e harmoniosas, que visavam à simetria e à ordem. Uso de arcos, abóbadas, cúpulas e colunas.
    (B) Valorização do passado histórico e baseada nos ideais iluministas, busca o racionalismo e o academicismo. Uso da proporção e da clareza, da simplicidade e do equilíbrio das formas, visando à harmonia e à beleza estética.
    (C) Uso de materiais de alta tecnologia, valorização da população usuária na elaboração dos projetos, contribuindo para uma arquitetura mais humana e ambiental, preocupada com a preservação de recursos naturais.
    (D) Mistura de várias tendências, utilizando formato irregular, incomum, pisos abertos, grandes dimensões e diversidade de materiais, privilegiando a funcionalidade, o conforto, o design orgânico e a economia verde.

    Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
    Escolha uma alternativa para a questão c8ea043e-32
  • Linguagens

    Espanhol

    Leia o texto a seguir e responda à questão
    .
    EL ACOSO Y EL CIBERACOSO EN ESPAÑA: UNA REALIDAD QUE ES NECESARIO MEDIR

    El acoso y el ciberacoso son formas de violencia entre iguales que en muchas ocasiones se llevan a cabo directa o indirectamente en el ámbito escolar. [. . . ] En las pocas investigaciones que han abordado el acoso no hay cifras comparativas: cada una mantiene una definición propia y rigurosa del término o no ofrece un valor general de acoso, sino que muestra los datos según diferentes formas de maltrato o incluso hace referencia a poblaciones y ciclos educativos diferentes que dificultan la comparación. En Save the Children decidimos asumir ese reto y con la colaboración de un equipo de investigación experto en la materia, hemos realizado el primer estudio con muestra representativa de ámbito estatal y autonómico. De esta forma, a través de una encuesta realizada a 21.487 estudiantes entre 12 y 16 años de Educación Secundaria Obligatoria (1º ESO a 4º ESO) que asisten a centros educativos públicos en el territorio español, se han explorado las vivencias de las y los encuestados sobre el acoso y el ciberacoso y otros fenómenos asociados a ellos [. . . ]. 

    Prevalencia de la victimización:
    • Las encuestas a 21.487 estudiantes de ESO muestran que un 9,3% ha sufrido acoso y un 6,9% ciberacoso. Extrapolado al conjunto de la población el número de víctimas se eleva a 111.000 y 82.000 menores de edad respectivamente.
    • Las chicas salen peor paradas: un 10,6% ha sufrido acoso (frente a un 8% de chicos), y un 8,5% ciberacoso (un 5,3% de chicos) [. . . ]. 

    Experiencias de violencia:

     • Seis de cada diez niños y niñas reconocen que alguien les ha insultado en los últimos meses, de los cuales un 22,6% afirman que de manera frecuente.
    • Un niño o niña puede haber sufrido insultos directos o indirectos, haber sido víctima de rumores, sus pertenencias pueden haber sido robadas, haber recibido amenazas, golpes o exclusión. [. . . ]

    Prevalencia de la agresión:

    • Un 5,4% de los encuestados reconoce haber acosado a alguien y un 3,3% expresa que ha sido responsable de ciberacoso. [. . . ]
    • Los chicos ganan a las chicas, con un 6,3% y 3,5% de acosadores y ciberacosadores frente a un 4,5% y un 3%. [. . . ]

    Motivos según las víctimas:

    • Las víctimas consideran que han sido acosadas fundamentalmente para ser molestadas por su aspecto físico o porque les tenían “manía”.
    • Un 3,2% de las víctimas de acoso y un 4,2% de víctimas de ciberacoso declaran que han sido victimizadas por su orientación sexual. Un 5,1% y un 5% consideran que la razón ha sido su color de piel, cultura o religión. [. . . ]

    Motivos por los que se ha cometido una agresión:
    • La mayoría de los acosadores reconoce no saber qué motiva su comportamiento.
    • La segunda causa más declarada para el acoso tradicional es “gastarle una broma” [. . . ]. El acoso y el ciberacoso son formas de violencia contra la infancia, y como tales, son injustificables y deben prevenirse. No estamos ante “chiquilladas” ni juegos entre niños y niñas que deban tolerarse por el simple hecho de “que siempre han ocurrido”. No estamos ante un tema menor, sino ante una vulneración grave de los derechos de los niños y niñas que requiere respuestas de protección y la intervención de los poderes públicos. [. . . ] Es llamativo ver cómo muchos de los niños consultados por Save the Children no sabían por qué habían agredido a otros compañeros. Y es que prevenir y combatir la violencia contra los niños y las niñas es una de las maneras más eficaces de combatir las distintas formas de violencia en la sociedad [. . . ].

    Adaptado de: www.savethechildren.es
    Sobre o papel da preposição “a” no enunciado “Un 5,4% de los encuestados reconoce haber acosado a alguien [...]”, assinale a alternativa na qual essa preposição exerça a mesma função que na frase retirada do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 2163d834-32
  • Linguagens

    Espanhol

    Leia o texto a seguir e responda à questão
    .
    EL ACOSO Y EL CIBERACOSO EN ESPAÑA: UNA REALIDAD QUE ES NECESARIO MEDIR

    El acoso y el ciberacoso son formas de violencia entre iguales que en muchas ocasiones se llevan a cabo directa o indirectamente en el ámbito escolar. [. . . ] En las pocas investigaciones que han abordado el acoso no hay cifras comparativas: cada una mantiene una definición propia y rigurosa del término o no ofrece un valor general de acoso, sino que muestra los datos según diferentes formas de maltrato o incluso hace referencia a poblaciones y ciclos educativos diferentes que dificultan la comparación. En Save the Children decidimos asumir ese reto y con la colaboración de un equipo de investigación experto en la materia, hemos realizado el primer estudio con muestra representativa de ámbito estatal y autonómico. De esta forma, a través de una encuesta realizada a 21.487 estudiantes entre 12 y 16 años de Educación Secundaria Obligatoria (1º ESO a 4º ESO) que asisten a centros educativos públicos en el territorio español, se han explorado las vivencias de las y los encuestados sobre el acoso y el ciberacoso y otros fenómenos asociados a ellos [. . . ]. 

    Prevalencia de la victimización:
    • Las encuestas a 21.487 estudiantes de ESO muestran que un 9,3% ha sufrido acoso y un 6,9% ciberacoso. Extrapolado al conjunto de la población el número de víctimas se eleva a 111.000 y 82.000 menores de edad respectivamente.
    • Las chicas salen peor paradas: un 10,6% ha sufrido acoso (frente a un 8% de chicos), y un 8,5% ciberacoso (un 5,3% de chicos) [. . . ]. 

    Experiencias de violencia:

     • Seis de cada diez niños y niñas reconocen que alguien les ha insultado en los últimos meses, de los cuales un 22,6% afirman que de manera frecuente.
    • Un niño o niña puede haber sufrido insultos directos o indirectos, haber sido víctima de rumores, sus pertenencias pueden haber sido robadas, haber recibido amenazas, golpes o exclusión. [. . . ]

    Prevalencia de la agresión:

    • Un 5,4% de los encuestados reconoce haber acosado a alguien y un 3,3% expresa que ha sido responsable de ciberacoso. [. . . ]
    • Los chicos ganan a las chicas, con un 6,3% y 3,5% de acosadores y ciberacosadores frente a un 4,5% y un 3%. [. . . ]

    Motivos según las víctimas:

    • Las víctimas consideran que han sido acosadas fundamentalmente para ser molestadas por su aspecto físico o porque les tenían “manía”.
    • Un 3,2% de las víctimas de acoso y un 4,2% de víctimas de ciberacoso declaran que han sido victimizadas por su orientación sexual. Un 5,1% y un 5% consideran que la razón ha sido su color de piel, cultura o religión. [. . . ]

    Motivos por los que se ha cometido una agresión:
    • La mayoría de los acosadores reconoce no saber qué motiva su comportamiento.
    • La segunda causa más declarada para el acoso tradicional es “gastarle una broma” [. . . ]. El acoso y el ciberacoso son formas de violencia contra la infancia, y como tales, son injustificables y deben prevenirse. No estamos ante “chiquilladas” ni juegos entre niños y niñas que deban tolerarse por el simple hecho de “que siempre han ocurrido”. No estamos ante un tema menor, sino ante una vulneración grave de los derechos de los niños y niñas que requiere respuestas de protección y la intervención de los poderes públicos. [. . . ] Es llamativo ver cómo muchos de los niños consultados por Save the Children no sabían por qué habían agredido a otros compañeros. Y es que prevenir y combatir la violencia contra los niños y las niñas es una de las maneras más eficaces de combatir las distintas formas de violencia en la sociedad [. . . ].

    Adaptado de: www.savethechildren.es
    Sobre alguns termos que aparecem no texto, relacione os termos sublinhados em espanhol, na coluna da esquerda, com a sua paráfrase em português, na coluna da direita.

    (I) En Save the Children decidimos asumir ese reto [. . . ].
    (II) [. . . ] con la colaboración de un equipo de investigación experto en la materia, hemos realizado el primer estudio con muestra representativa de ámbito estatal y autonómico.
    (III) Las chicas salen peor paradas [..]
    (IV) [. . . ] han sido acosadas fundamentalmente para ser molestadas por su aspecto físico o porque les tenían “manía”.
    (V) La segunda causa más declarada para el acoso tradicional es “gastarle una broma” [. . . ].

    (A) Foi devido ao trabalho com um grupo de especialistas no assunto que o Save the Children levou a cabo um estudo comparativo pioneiro na Espanha sobre o bullying e o cyberbullying.
    (B) De acordo com as respostas dadas pelos que cometem bullying ou cyberbullying, eles o fazem pelo fato de sentirem uma rejeição que pode ser consciente ou inconsciente em relação à(s) vítima(s).
    (C) Fazer uma brincadeira com alguém é a explicação que surge depois da primeira desculpa que os agressores dão quando cometem bullying ou cyberbullying.
    (D) O desafio de realizar um estudo comparativo entre alunos espanhóis que sofrem e praticam bullying e cyberbullying foi lançado e vencido pelos autores do texto.
    (E) O estudo comparativo citado no texto apresentou dados nos quais é possível perceber que o maior número de vítimas do bullying e do cyberbullying são do gênero feminino.

    Assinale a alternativa que contém a associação correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 2160a83e-32
  • Linguagens

    Espanhol

    Leia o texto a seguir e responda à questão
    .
    EL ACOSO Y EL CIBERACOSO EN ESPAÑA: UNA REALIDAD QUE ES NECESARIO MEDIR

    El acoso y el ciberacoso son formas de violencia entre iguales que en muchas ocasiones se llevan a cabo directa o indirectamente en el ámbito escolar. [. . . ] En las pocas investigaciones que han abordado el acoso no hay cifras comparativas: cada una mantiene una definición propia y rigurosa del término o no ofrece un valor general de acoso, sino que muestra los datos según diferentes formas de maltrato o incluso hace referencia a poblaciones y ciclos educativos diferentes que dificultan la comparación. En Save the Children decidimos asumir ese reto y con la colaboración de un equipo de investigación experto en la materia, hemos realizado el primer estudio con muestra representativa de ámbito estatal y autonómico. De esta forma, a través de una encuesta realizada a 21.487 estudiantes entre 12 y 16 años de Educación Secundaria Obligatoria (1º ESO a 4º ESO) que asisten a centros educativos públicos en el territorio español, se han explorado las vivencias de las y los encuestados sobre el acoso y el ciberacoso y otros fenómenos asociados a ellos [. . . ]. 

    Prevalencia de la victimización:
    • Las encuestas a 21.487 estudiantes de ESO muestran que un 9,3% ha sufrido acoso y un 6,9% ciberacoso. Extrapolado al conjunto de la población el número de víctimas se eleva a 111.000 y 82.000 menores de edad respectivamente.
    • Las chicas salen peor paradas: un 10,6% ha sufrido acoso (frente a un 8% de chicos), y un 8,5% ciberacoso (un 5,3% de chicos) [. . . ]. 

    Experiencias de violencia:

     • Seis de cada diez niños y niñas reconocen que alguien les ha insultado en los últimos meses, de los cuales un 22,6% afirman que de manera frecuente.
    • Un niño o niña puede haber sufrido insultos directos o indirectos, haber sido víctima de rumores, sus pertenencias pueden haber sido robadas, haber recibido amenazas, golpes o exclusión. [. . . ]

    Prevalencia de la agresión:

    • Un 5,4% de los encuestados reconoce haber acosado a alguien y un 3,3% expresa que ha sido responsable de ciberacoso. [. . . ]
    • Los chicos ganan a las chicas, con un 6,3% y 3,5% de acosadores y ciberacosadores frente a un 4,5% y un 3%. [. . . ]

    Motivos según las víctimas:

    • Las víctimas consideran que han sido acosadas fundamentalmente para ser molestadas por su aspecto físico o porque les tenían “manía”.
    • Un 3,2% de las víctimas de acoso y un 4,2% de víctimas de ciberacoso declaran que han sido victimizadas por su orientación sexual. Un 5,1% y un 5% consideran que la razón ha sido su color de piel, cultura o religión. [. . . ]

    Motivos por los que se ha cometido una agresión:
    • La mayoría de los acosadores reconoce no saber qué motiva su comportamiento.
    • La segunda causa más declarada para el acoso tradicional es “gastarle una broma” [. . . ]. El acoso y el ciberacoso son formas de violencia contra la infancia, y como tales, son injustificables y deben prevenirse. No estamos ante “chiquilladas” ni juegos entre niños y niñas que deban tolerarse por el simple hecho de “que siempre han ocurrido”. No estamos ante un tema menor, sino ante una vulneración grave de los derechos de los niños y niñas que requiere respuestas de protección y la intervención de los poderes públicos. [. . . ] Es llamativo ver cómo muchos de los niños consultados por Save the Children no sabían por qué habían agredido a otros compañeros. Y es que prevenir y combatir la violencia contra los niños y las niñas es una de las maneras más eficaces de combatir las distintas formas de violencia en la sociedad [. . . ].

    Adaptado de: www.savethechildren.es
    Sobre o tema do bullying e do cyberbullying na Espanha, considere as afirmativas a seguir.

    I. A definição de bullying no texto considera o agressor e o agredido como pertencentes a um mesmo grupo social.
    II. O texto se serve de uma definição para bullying e para cyberbullying, fruto de pesquisas pré-existentes sobre o tema.
    III. O estudo de Save the Children considera que pesquisar o bullying em alunos de séries escolares diferentes facilita a comparação de dados.
    IV. O estudo citado no texto é fruto dos dados obtidos por meio de um questionário aplicado a mais de vinte mil estudantes espanhóis.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 215d70a4-32
  • Linguagens

    Espanhol

    Leia o texto a seguir e responda à questão
    .
    EL ACOSO Y EL CIBERACOSO EN ESPAÑA: UNA REALIDAD QUE ES NECESARIO MEDIR

    El acoso y el ciberacoso son formas de violencia entre iguales que en muchas ocasiones se llevan a cabo directa o indirectamente en el ámbito escolar. [. . . ] En las pocas investigaciones que han abordado el acoso no hay cifras comparativas: cada una mantiene una definición propia y rigurosa del término o no ofrece un valor general de acoso, sino que muestra los datos según diferentes formas de maltrato o incluso hace referencia a poblaciones y ciclos educativos diferentes que dificultan la comparación. En Save the Children decidimos asumir ese reto y con la colaboración de un equipo de investigación experto en la materia, hemos realizado el primer estudio con muestra representativa de ámbito estatal y autonómico. De esta forma, a través de una encuesta realizada a 21.487 estudiantes entre 12 y 16 años de Educación Secundaria Obligatoria (1º ESO a 4º ESO) que asisten a centros educativos públicos en el territorio español, se han explorado las vivencias de las y los encuestados sobre el acoso y el ciberacoso y otros fenómenos asociados a ellos [. . . ]. 

    Prevalencia de la victimización:
    • Las encuestas a 21.487 estudiantes de ESO muestran que un 9,3% ha sufrido acoso y un 6,9% ciberacoso. Extrapolado al conjunto de la población el número de víctimas se eleva a 111.000 y 82.000 menores de edad respectivamente.
    • Las chicas salen peor paradas: un 10,6% ha sufrido acoso (frente a un 8% de chicos), y un 8,5% ciberacoso (un 5,3% de chicos) [. . . ]. 

    Experiencias de violencia:

     • Seis de cada diez niños y niñas reconocen que alguien les ha insultado en los últimos meses, de los cuales un 22,6% afirman que de manera frecuente.
    • Un niño o niña puede haber sufrido insultos directos o indirectos, haber sido víctima de rumores, sus pertenencias pueden haber sido robadas, haber recibido amenazas, golpes o exclusión. [. . . ]

    Prevalencia de la agresión:

    • Un 5,4% de los encuestados reconoce haber acosado a alguien y un 3,3% expresa que ha sido responsable de ciberacoso. [. . . ]
    • Los chicos ganan a las chicas, con un 6,3% y 3,5% de acosadores y ciberacosadores frente a un 4,5% y un 3%. [. . . ]

    Motivos según las víctimas:

    • Las víctimas consideran que han sido acosadas fundamentalmente para ser molestadas por su aspecto físico o porque les tenían “manía”.
    • Un 3,2% de las víctimas de acoso y un 4,2% de víctimas de ciberacoso declaran que han sido victimizadas por su orientación sexual. Un 5,1% y un 5% consideran que la razón ha sido su color de piel, cultura o religión. [. . . ]

    Motivos por los que se ha cometido una agresión:
    • La mayoría de los acosadores reconoce no saber qué motiva su comportamiento.
    • La segunda causa más declarada para el acoso tradicional es “gastarle una broma” [. . . ]. El acoso y el ciberacoso son formas de violencia contra la infancia, y como tales, son injustificables y deben prevenirse. No estamos ante “chiquilladas” ni juegos entre niños y niñas que deban tolerarse por el simple hecho de “que siempre han ocurrido”. No estamos ante un tema menor, sino ante una vulneración grave de los derechos de los niños y niñas que requiere respuestas de protección y la intervención de los poderes públicos. [. . . ] Es llamativo ver cómo muchos de los niños consultados por Save the Children no sabían por qué habían agredido a otros compañeros. Y es que prevenir y combatir la violencia contra los niños y las niñas es una de las maneras más eficaces de combatir las distintas formas de violencia en la sociedad [. . . ].

    Adaptado de: www.savethechildren.es
    Em relação ao texto lido anteriormente, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.

    ( ) Um dos motivos mais recorrentes mencionados pelos que praticam algum tipo de agressão na escola é que o fazem como uma brincadeira com a vítima.
    ( ) Antes do estudo feito por Save the Children, inexistiam pesquisas que comparassem os dados obtidos sobre o bullying ou o cyberbullying na Espanha.
    ( ) O texto trata do fenômeno do bullying para informar os pais de que é um fenômeno comum e que sempre aconteceu na escola.
    ( ) Os agressores identificados como do gênero masculino cometem mais bullying e cyberbullying do que quem se identificou como do gênero feminino.
    ( ) As vítimas identificadas como do gênero masculino também são os que sofrem mais bullying e cyberbullying do que quem se identificou como do gênero feminino.

    Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 215a4cd4-32
  • Linguagens

    Espanhol

    Leia o texto a seguir e responda à questão
    .
    EL ACOSO Y EL CIBERACOSO EN ESPAÑA: UNA REALIDAD QUE ES NECESARIO MEDIR

    El acoso y el ciberacoso son formas de violencia entre iguales que en muchas ocasiones se llevan a cabo directa o indirectamente en el ámbito escolar. [. . . ] En las pocas investigaciones que han abordado el acoso no hay cifras comparativas: cada una mantiene una definición propia y rigurosa del término o no ofrece un valor general de acoso, sino que muestra los datos según diferentes formas de maltrato o incluso hace referencia a poblaciones y ciclos educativos diferentes que dificultan la comparación. En Save the Children decidimos asumir ese reto y con la colaboración de un equipo de investigación experto en la materia, hemos realizado el primer estudio con muestra representativa de ámbito estatal y autonómico. De esta forma, a través de una encuesta realizada a 21.487 estudiantes entre 12 y 16 años de Educación Secundaria Obligatoria (1º ESO a 4º ESO) que asisten a centros educativos públicos en el territorio español, se han explorado las vivencias de las y los encuestados sobre el acoso y el ciberacoso y otros fenómenos asociados a ellos [. . . ]. 

    Prevalencia de la victimización:
    • Las encuestas a 21.487 estudiantes de ESO muestran que un 9,3% ha sufrido acoso y un 6,9% ciberacoso. Extrapolado al conjunto de la población el número de víctimas se eleva a 111.000 y 82.000 menores de edad respectivamente.
    • Las chicas salen peor paradas: un 10,6% ha sufrido acoso (frente a un 8% de chicos), y un 8,5% ciberacoso (un 5,3% de chicos) [. . . ]. 

    Experiencias de violencia:

     • Seis de cada diez niños y niñas reconocen que alguien les ha insultado en los últimos meses, de los cuales un 22,6% afirman que de manera frecuente.
    • Un niño o niña puede haber sufrido insultos directos o indirectos, haber sido víctima de rumores, sus pertenencias pueden haber sido robadas, haber recibido amenazas, golpes o exclusión. [. . . ]

    Prevalencia de la agresión:

    • Un 5,4% de los encuestados reconoce haber acosado a alguien y un 3,3% expresa que ha sido responsable de ciberacoso. [. . . ]
    • Los chicos ganan a las chicas, con un 6,3% y 3,5% de acosadores y ciberacosadores frente a un 4,5% y un 3%. [. . . ]

    Motivos según las víctimas:

    • Las víctimas consideran que han sido acosadas fundamentalmente para ser molestadas por su aspecto físico o porque les tenían “manía”.
    • Un 3,2% de las víctimas de acoso y un 4,2% de víctimas de ciberacoso declaran que han sido victimizadas por su orientación sexual. Un 5,1% y un 5% consideran que la razón ha sido su color de piel, cultura o religión. [. . . ]

    Motivos por los que se ha cometido una agresión:
    • La mayoría de los acosadores reconoce no saber qué motiva su comportamiento.
    • La segunda causa más declarada para el acoso tradicional es “gastarle una broma” [. . . ]. El acoso y el ciberacoso son formas de violencia contra la infancia, y como tales, son injustificables y deben prevenirse. No estamos ante “chiquilladas” ni juegos entre niños y niñas que deban tolerarse por el simple hecho de “que siempre han ocurrido”. No estamos ante un tema menor, sino ante una vulneración grave de los derechos de los niños y niñas que requiere respuestas de protección y la intervención de los poderes públicos. [. . . ] Es llamativo ver cómo muchos de los niños consultados por Save the Children no sabían por qué habían agredido a otros compañeros. Y es que prevenir y combatir la violencia contra los niños y las niñas es una de las maneras más eficaces de combatir las distintas formas de violencia en la sociedad [. . . ].

    Adaptado de: www.savethechildren.es
    Nos enunciados “Seis de cada diez niños y niñas reconocen que alguien les ha insultado en los últimos meses, de los cuales un 22,6% afirman que de manera frecuente” e “Las víctimas consideran que han sido acosadas fundamentalmente para ser molestadas por su aspecto físico o porque les tenían ‘manía”’, o pronome les se refere, respectivamente a
    Escolha uma alternativa para a questão 215714d6-32
  • Linguagens

    Espanhol

    Leia o infográfico a seguir e responda à questão.

    Imagem da questão de Espanhol, UEL 2019, Artigos | Artículos

    Na língua portuguesa, é comum que as preposições se juntem aos artigos e a alguns pronomes formando as contrações. No entanto, no espanhol, isso ocorre com menos frequência.

    Assinale a alternativa que contém um período com duas únicas contrações no espanhol formadas pela soma de uma preposição e de um artigo.
    Escolha uma alternativa para a questão 2150b87b-32
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    Espanhol

    Leia o infográfico a seguir e responda à questão.

    Imagem da questão de Espanhol, UEL 2019, Significação Contextual de Palavras e Expressões | Significacción Contextual de Palabras y Expresiones

    Em relação aos sinais do trânsito que aparecem no infográfico, relacione os termos em espanhol, na coluna da esquerda, com a paráfrase do significado da sua função, em português, na coluna da direita.

    (I) vallas peatonales
    (II) topes de contención
    (III) aceras o veredas
    (IV) cruces peatonales
    (V) balizas peatonales

    (A) Mantêm os pedestres longe dos veículos e se recomenda que não existam obstáculos na sua extensão que possam prejudicar a segurança dos pedestres.

    (B) Colocam-se no meio-fio para bloquear o acesso de pedestres à rua, prevenindo acidentes, ou para conduzir as pessoas até locais mais seguros para fazerem a travessia.

    (C) Impedem que os veículos avancem nas calçadas ou outras áreas exclusivas para pedestres, protegendo-os, como elementos mais vulneráveis do trânsito.

    (D)Servem para alertar os motoristas, de forma visual, sobre o local em que os pedestres têm a preferência para atravessarem as ruas ou avenidas.

    (E) Situam-se em locais com muito movimento de pedestres, estando em evidência para os motoristas, que devem dar preferência àqueles que são mais vulneráveis no trânsito.

    Assinale a alternativa que contém a associação correta
    Escolha uma alternativa para a questão 214d46d0-32
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    Espanhol

    Leia o infográfico a seguir e responda à questão.

    Imagem da questão de Espanhol, UEL 2019, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    22 Sobre o período “Refugios peatonales o islas: Ayudan a los peatones a cruzar la vía, ofreciendo un área de espera segura, ubicada generalmente en el centro de la calzada.”, considere as afirmativas a seguir.


    I. Os refúgios para pedestres ou ilhas estão localizados nas calçadas para ajudar o fluxo de pessoas.

    II. Os refúgios para pedestres ou ilhas ajudam as pessoas a estarem seguras quando há obras nas calçadas.

    III. As ilhas servem como área de espera segura para proteger os pedestres do fluxo de veículos.

    IV. As ruas ou avenidas de grande movimento devem ter ilhas ou refúgios para pedestres, localizados no seu centro.


    Assinale a alternativa correta

    Escolha uma alternativa para a questão 214872b6-32
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    Espanhol

    Leia o infográfico a seguir e responda à questão.

    Imagem da questão de Espanhol, UEL 2019, Sinônimos | Sinónimo

    No período “Aprender sobre los usos que tiene cada elemento diseñado para la seguridad del peatón, otorga una mejor protección para el desplazamiento por la vía pública.”, o adjetivo diseñado é sinônimo, em espanhol, de
    Escolha uma alternativa para a questão 214578ba-32
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    Português

    Leia o texto a seguir e responda à questão.

    Projeto ajuda a interromper ciclo de violência contra mulheres

    Em Sergipe, um projeto tem ajudado a interromper o ciclo de violência contra mulheres. Foram 16 anos sofridos em silêncio até que ela resolveu dar um basta. “Quando eu saí de casa, fui para a casa de minha mãe. Ele me ligou, esculhambou de tudo, falou que estava indo para a casa da minha mãe para me bater, para quebrar meus dentes, para fazer o que ele queria. Foi nessa hora que resolvi ir para a delegacia e prestei queixa”, disse a mulher.
    A queixa virou um acordo entre o casal. Ao invés de responder a um inquérito, uma vez por semana, o ex-marido frequenta um grupo só para homens. Antes do primeiro empurrão, do tapa, geralmente existe a agressão verbal seguida de ameaça. Os homens que foram denunciados por esse tipo de agressão estão no grupo para aprender a enxergar a mulher com outros olhos, com respeito. Uma mudança de comportamento que fez romper o ciclo da violência doméstica. 
    “A ideia do grupo é uma mudança de atitude, de comportamento, mesmo que você não concorde. Está na lei”, diz a psicóloga aos homens. Sandra Aiaish Menta, doutora em psicologia da Universidade Federal de Sergipe, tem um papel fundamental. “Quando eles chegam ao grupo, a gente tem que sensibilizá-los de que aquilo que eles fizeram é algo que é uma agressão ao outro”, disse.
    A cada encontro, novas descobertas. Um homem que sequer admitia que era agressor está na sexta reunião e já mudou de atitude. “Reconheço sim, reconheço que errei com ela. O grupo ajudou muito, graças a Deus”, disse. Mas se ele voltar a ser violento, não tem acordo.
    “A gente vai trabalhando numa escalada: para os crimes mais simples, oferecendo a mediação. Houve descumprimento, a gente vai para investigação com medida protetiva. Se ele descumprir, a gente pede a prisão”, disse a delegada Ana Carolina Machado Jorge.
    O projeto é uma parceria da Universidade Federal de Sergipe com a prefeitura e delegacia da cidade de Lagarto. Começou há seis anos e, nesse tempo, foi registrado apenas um caso de feminicídio na cidade. Pelo grupo já passaram mais de 300 homens e muitas foram as lições. “Estou aprendendo várias coisas. Se eu pudesse não errar, voltava para trás”, disse o homem.

    Adaptado de: g1.globo.com
    Acerca do último parágrafo “O projeto é uma parceria da Universidade Federal de Sergipe com a prefeitura e delegacia da cidade de Lagarto. Começou há seis anos e, nesse tempo, foi registrado apenas um caso de feminicídio na cidade. Pelo grupo já passaram mais de 300 homens e muitas foram as lições. ‘Estou aprendendo várias coisas. Se eu pudesse não errar, voltava para trás’, disse o homem”, considere as afirmativas a seguir.

    I. O trecho “um caso de feminicídio” é complemento verbal nesse período.
    II. O sujeito do verbo “começou” foi citado anteriormente: “projeto”.
    III. O verbo “passaram” concorda com o sujeito “mais de 300 homens”.
    IV. A expressão “as lições” é sujeito do verbo “foram”.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 2141ab7e-32
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    Português

    Leia o texto a seguir e responda à questão.

    Projeto ajuda a interromper ciclo de violência contra mulheres

    Em Sergipe, um projeto tem ajudado a interromper o ciclo de violência contra mulheres. Foram 16 anos sofridos em silêncio até que ela resolveu dar um basta. “Quando eu saí de casa, fui para a casa de minha mãe. Ele me ligou, esculhambou de tudo, falou que estava indo para a casa da minha mãe para me bater, para quebrar meus dentes, para fazer o que ele queria. Foi nessa hora que resolvi ir para a delegacia e prestei queixa”, disse a mulher.
    A queixa virou um acordo entre o casal. Ao invés de responder a um inquérito, uma vez por semana, o ex-marido frequenta um grupo só para homens. Antes do primeiro empurrão, do tapa, geralmente existe a agressão verbal seguida de ameaça. Os homens que foram denunciados por esse tipo de agressão estão no grupo para aprender a enxergar a mulher com outros olhos, com respeito. Uma mudança de comportamento que fez romper o ciclo da violência doméstica. 
    “A ideia do grupo é uma mudança de atitude, de comportamento, mesmo que você não concorde. Está na lei”, diz a psicóloga aos homens. Sandra Aiaish Menta, doutora em psicologia da Universidade Federal de Sergipe, tem um papel fundamental. “Quando eles chegam ao grupo, a gente tem que sensibilizá-los de que aquilo que eles fizeram é algo que é uma agressão ao outro”, disse.
    A cada encontro, novas descobertas. Um homem que sequer admitia que era agressor está na sexta reunião e já mudou de atitude. “Reconheço sim, reconheço que errei com ela. O grupo ajudou muito, graças a Deus”, disse. Mas se ele voltar a ser violento, não tem acordo.
    “A gente vai trabalhando numa escalada: para os crimes mais simples, oferecendo a mediação. Houve descumprimento, a gente vai para investigação com medida protetiva. Se ele descumprir, a gente pede a prisão”, disse a delegada Ana Carolina Machado Jorge.
    O projeto é uma parceria da Universidade Federal de Sergipe com a prefeitura e delegacia da cidade de Lagarto. Começou há seis anos e, nesse tempo, foi registrado apenas um caso de feminicídio na cidade. Pelo grupo já passaram mais de 300 homens e muitas foram as lições. “Estou aprendendo várias coisas. Se eu pudesse não errar, voltava para trás”, disse o homem.

    Adaptado de: g1.globo.com
    Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, as características pertencentes ao texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 213e9750-32