Espanhol
- Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
- Prova de 2018
- UERJ
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: 5EE81CA7-FA

Prova
48 questões da prova de 2018 de Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), em Espanhol, Português, Inglês. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.


Los síntomas de esta enfermedad son similares a los del dengue y chikungunya, aunque son más severos. (l. 32-33)
El fragmento que presenta un conector con el mismo sentido del término subrayado es:

El ministro de salud pública de la época, Roquelino Recinos, afirmaba que la enfermedad estaba totalmente controlada en el país. (l. 14-15)
El fragmento destacado, respecto al que lo antecede, introduce una idea de:


Los textos “Três teses sobre o avanço da febre amarela” y “Epidemias en Guatemala en los últimos diez años” tratan de enfermedades transmitidas por mosquitos.
Una de las causas de la epidemia de esas enfermedades indicada en los dos textos es:

Três teses sobre o avanço da febre amarela

NATHALIA PASSARINHO
Adaptado de bbc.com, 06/02/2018.

Adaptado de Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial do Rio de Janeiro (RJ) – 1844 a 1885
Os relatos sobre as ondas epidêmicas de febre amarela na cidade do Rio de Janeiro apareceram com frequência nos periódicos, especialmente a partir da década de 1850.
De acordo com o documento acima, no início da década de 1870, o alastramento da doença era
associado ao seguinte fator:


The time has gone, the song is over (ℓ. 22)
The expression has gone refers to an action that can be described as:

Plans that either come to naught (ℓ. 19)
Or half a page of scribbled lines (ℓ. 20)
The underlined expressions associate the plans mentioned by the poet to the following idea:

You missed the starting gun (ℓ. 12)
The fragment above ends the metaphor created in the second stanza.
This metaphor establishes a connection between “life” and the following element:

The song “Time” could be used to introduce the class “O tempo em nossas vidas” suggested in the text “Física para poetas”.
The fragment of the lyrics that best relates to the class is:

A QUESTÃO REFERE-SE À OBRA “O ALIENISTA”, DE MACHADO DE ASSIS.
Em 1879, Machado de Assis escreve o artigo “A nova geração”, no qual sustenta a tese de que o Realismo “não presta para nada”.
“O alienista” expõe essa mesma tese sob a forma ficcional, já que o personagem Dr. Bacamarte
pode ser compreendido, em relação ao Realismo, como:

A QUESTÃO REFERE-SE À OBRA “O ALIENISTA”, DE MACHADO DE ASSIS.
Além de se opor ao cientificismo dogmático do século XIX, “O alienista” também põe em xeque práticas de outros grupos da sociedade da época.
A narração da revolta dos Canjicas e da postura de seu líder, o barbeiro Porfírio, tem como alvo
o grupo dos:

A QUESTÃO REFERE-SE À OBRA “O ALIENISTA”, DE MACHADO DE ASSIS.
A loucura, objeto dos meus estudos, era até agora uma ilha perdida no oceano da razão; começo a suspeitar que é um continente. (capítulo IV)
Ao definir o campo de seu objeto de estudos, o alienista recorre à figura de linguagem
denominada:

A QUESTÃO REFERE-SE À OBRA “O ALIENISTA”, DE MACHADO DE ASSIS.
O texto literário recorre com frequência a “índices” que anunciam reviravoltas posteriores no enredo, preparando os leitores para o que ainda vai acontecer.
O índice que melhor anuncia e prepara o final de “O alienista” está presente em:

A QUESTÃO REFERE-SE À OBRA “O ALIENISTA”, DE MACHADO DE ASSIS.
No início do capítulo I, o médico Simão Bacamarte explica que se casou com D. Evarista porque ela “estava assim apta para dar-lhe filhos robustos, sãos e inteligentes”, mas logo em seguida observa que ela “não lhe deu filhos robustos nem mofinos”.
As duas informações do personagem anunciam para o leitor o seguinte tom predominante da
narrativa:

A QUESTÃO REFERE-SE À OBRA “O ALIENISTA”, DE MACHADO DE ASSIS.
Ao final do texto “Violência e psiquiatria” (ℓ. 19-21), David Cooper introduz um comentário a respeito da fronteira entre sanidade e loucura.
Esse comentário dialoga com questão fundamental de “O alienista”, apresentada no seguinte
trecho:

O ensaio do médico David Cooper, publicado em 1967, e “O alienista”, de 1882, questionam a psiquiatria com argumentos semelhantes, embora com tipos de textos distintos.
Esses textos possuem os seguintes traços que os distinguem, respectivamente:

David Cooper dirige uma crítica à psiquiatria quando esta define saúde como ausência de doença e, desse modo, acaba por não definir adequadamente a própria doença mental.
Essa forma de definição incorre em um sofisma conhecido como: