Geografia
- Geografia Cultural
- Prova de 2019
- UEMG
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 3723792F-FF
Prova
438 questões da prova de 2019 de Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), em Biologia, Português, Química, Geografia e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

Na segunda metade do século XIX, o Brasil estimulou, principalmente, a imigração de origem europeia devido
I. à abolição da escravidão e às dificuldades de reposição de mão de obra.
II. à necessidade de povoar seu território de forma mais efetiva.
III. ao desejo das elites em promover o branqueamento da população.
Estão corretas as afirmativas:
A cultura africana no Brasil está presente na nossa alimentação, na música, na dança e na religião.

(http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://bp0.blogger.com/_pb00HrJrIxA/R-fvoMeXYSI/AAAAAAAAAJo/-aGt7BjBY-8/s400/Rugendas&imgrefurl. Acesso em 21/08/2008.)
A manifestação representada nessa imagem é conhecida como
Além de terem nascido com mais força no Sudeste, as atividades industriais tenderam à concentração espacial nessa região, devido a dois fatores: à complementaridade industrial – as indústrias de autopeças tendem a se localizar próximo às automobilísticas, às petroquímicas, próximo às refinarias, e à concentração de investimentos públicos de infra-estrutura industrial. Atualmente, seguindo uma tendência de descentralização já verificada nos países desenvolvidos, assiste-se a um processo de deslocamento das indústrias em direção às cidades médias do interior.
(SENE, E. e MOREIRA, J. C. Geografia Geral e do Brasil: espaço geográfico e globalização. São Paulo: Scipione, 1998.)
Qual é o principal motivo que explica a migração dessas indústrias para o interior?

A figura exibe um cenário característico de muitos espaços que se urbanizam rapidamente.
Dentre as inúmeras transformações socioeconômicas e ambientais, ocorridas nas
paisagens urbanas e promovidas pelo crescimento exagerado das cidades, apresenta-se
um
“E agora, fanfarrão, agora falo contigo,
e só contigo. Por que causa
ordena que se faça uma cobrança
tão rápida e tão forte contra aqueles
que ao Erário só devem tênues somas?”
(GONZAGA, T. A. Cartas Chilenas. Apud: SANTIAGO, P. Por dentro da História: ensino médio. SP: Escala Educacional. 2007. p.408.)
Os versos referem-se à
Os historiadores passaram a analisar o funcionamento da colônia. A realidade se revelava complexa. No lugar da imagem de colonos engessados pela metrópole, vem à tona um grande dinamismo nas relações comerciais dos principais portos do Brasil com o rio da Prata no sul da América, com Angola, Costa da Mina e Moçambique na África e Índia, e com Goa e Macau na Ásia. O que salta à vista é que muitas dessas áreas não eram de domínio português. Colonos do Brasil, portanto, comercializavam diretamente com outras regiões. Os comerciantes residentes no Brasil, no auge do Sistema Colonial, detinham o monopólio do lucrativo tráfico negreiro – e não a metrópole.
(www.revistadehistoria.com.br/secao/educacao/a-colonia-e-mais-embaixo. Acesso: 02/03/2014. Adaptado.)
As comparações entre a colonização inglesa e a colonização ibérica na América contribuíram para a atribuição de sentidos distintos a essas colonizações, povoamento e exploração, respectivamente. No entanto, a análise do texto revela que as recentes revisões historiográficas ampliaram as interpretações sobre as relações coloniais no clássico modelo de exploração, isso porque na prática a
Em uma visita ao Brasil em 1869, Joseph Arthur Gobineau, responsável pela criação das teorias raciais, fez o seguinte depoimento: Nem um só brasileiro tem sangue puro porque os exemplos de casamentos entre brancos e negros são tão disseminados que as nuances de cor são infinitas, causando uma degeneração do tipo mais deprimente tanto nas classes baixas como nas superiores.
(CARONE, I.; BENTO, M. A. S. (Org.). Psicologia social do racismo: Estudos sobre branquitude e branqueamento no Brasil. RJ: Vozes, 2002. p. 14.)
O pensamento de Gobineau, que influenciou setores da elite brasileira no final do século XIX, alimentou um imaginário
No estudo sobre energia solar, três estudantes fizeram as seguintes afirmativas.
Aline: “O Sol é nossa principal fonte de energia, e a origem dessa energia vem das reações nucleares que ocorrem em seu interior”.
Bárbara: “A energia emitida pelo Sol tem origem na ação gravitacional à qual os átomos que compõem o Sol estão submetidos”.
Júlia: “A energia emitida pelo Sol se manifesta de diversas formas, e ele pode ser considerado uma fonte de energia renovável”.
Estão corretas as afirmativas feitas por:
Chile aposta em mercado brasileiro para crescer
De acordo com números de setembro de 2012 do Banco Central, o Chile ocupa a sexta posição entre os países com maior ingresso bruto de Investimento Estrangeiro Direto (IED) no Brasil, respondendo por 3,9% do total, superando parceiros comerciais mais conhecidos, como a Argentina. “Há dez anos, o Chile não figurava sequer entre os 25 maiores investidores diretos no Brasil”, afirmou o Banco Central. Os investimentos diretos do Chile estão presentes de norte a sul do Brasil, em quinze estados, com destaque para o setor de energia, que responde por quase 35% do total investido, seguido de perto pela indústria, com 33%. Em junho de 2012, a fusão entre as líderes brasileira e chilena do setor criou a maior companhia aérea da América Latina, mostrando que há também interesse no setor de serviços.
(http://goo.gl/txgMQ. Acesso: 19/11/2012. Adaptado.)
O aumento do investimento direto de empresas chilenas no Brasil é parte de um movimento geral das economias dos países em desenvolvimento, que consiste na sua
No início de 2008, o governo do Reino Unido, finalmente, anunciou um programa para a construção de novas centrais energéticas nucleares. (...) Energia nuclear é, de longe, o meio mais efetivo de reduzir a emissão de dióxido de carbono (...). O importante é que as cidades exigem um fornecimento constante e econômico de eletricidade que até recentemente veio do carvão e do gás, mas esses recursos estão agora em declínio e não deixam nenhuma alternativa, além da energia nuclear. As megacidades que estão começando a emergir demandarão enormes fluxos de eletricidade e somente uma vigorosa e rápida expansão da energia nuclear poderá satisfazê-los num futuro próximo.
(LOVELOCK, J. Gaia: alerta final. S. P: Intrínseca.)
Para James Lovelock, uma alternativa para frear o aquecimento global é: