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Prova

Prova de 2019: Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) — questões com gabarito

438 questões da prova de 2019 de Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), em Biologia, Português, Química, Geografia e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 438 questões
  • 11 matérias

Resultados: 75 questões

Página 3 de 4

  • Linguagens

    Português

    TEXTO 2


       Pesquisa estuda relação entre alimentos e câncer nas redes sociais


          Artigo publicado no periódico inglês Future Science AO examina se as postagens em uma mídia social são modismo ou se há evidência científica quando o assunto é o câncer associado a alimentos funcionais.

          Uma das autoras do artigo, Claudia Jurberg, bolsista de Produtividade em Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), explica que foram analisados alimentos funcionais relacionados ao câncer no Pinterest (rede social de compartilhamento de fotos) e se havia evidência científica ou não no portal de periódicos do PubMed, que é um motor de busca de livre acesso à base de dados MEDLINE de citações e resumos de artigos de investigação em biomedicina. O Pinterest foi a mídia de escolha porque está em franca ascensão no mundo e no Brasil.

          "Foram analisados 507 Pins, sendo 75 de alimentos associados ao câncer, compartilhados mais de 27 mil vezes, e encontramos mais de 80 mil artigos científicos sobre esses alimentos e câncer no PubMed. Em 90% dos alimentos mencionados como funcionais para o câncer, encontramos literatura científica. Os Pins são ideias que as pessoas encontram e salvam de toda a Web", esclarece a pesquisadora.

          Claudia informa que existem cerca de 50 bilhões de pins sobre comida no Pinterest, e que o objetivo principal era investigar a relação entre postagens sobre comida e câncer no Pinterest e as evidências científicas. "Surpreendentemente, 90% dos alimentos citados nessa mídia social também aparecem na literatura científica". No entanto, apesar desse paralelo entre conteúdo publicado em mídia social e evidência científica, a pesquisadora diz que não foi possível identificar a exata relação dos alimentos com o câncer: se previnem, curam ou tratam. [...]

    Coordenação de Comunicação Social do CNPq. Ter, 21 Ago. 2018. Disponível em: http://www.cnpq.br/web/guest/noticiasviews/- /journal_content/56_INSTANCE_a6MO/10157/6333171. Acesso: 11 dez. 2018. [Fragmento. Adaptado].

    Em relação ao Texto 2, assinale a alternativa CORRETA:
    Escolha uma alternativa para a questão 7f443fb1-3e
  • Linguagens

    Português

    As gravações de “Cuitelinho”
    (Sírio Possenti)

    “Cuitelinho” é o título de belíssima canção “folclórica”, já gravada por dezenas de cantores. Sua letra é corpus muito interessante para quem quiser saber como é o português falado no Brasil. Sendo música do folclore, tem evidentemente muitas características da gramática do português popular. Ouvindo as diversas gravações, descobrem-se pelo menos duas coisas: a primeira é que há muita variação, especialmente de pronúncia ou sotaque; a segunda, bem mais curiosa, deixando os detalhes de lado, refere-se ao fato de que, quanto menos “letrados” são os cantores, mais eles corrigem a letra, confirmando a tese de que a ideologia dominante é a ideologia da classe dominante.

    (http://goo.gl/QTUzd. Acesso: 28/03/2013. Adaptado.)


    O que as correções feitas pelos intérpretes na pronúncia da letra “Cuitelinho” revelam acerca da relação entre ideologia e variação linguística?
    Escolha uma alternativa para a questão ced5060c-00
  • Linguagens

    Português

    Esse teu olhar
    Quando encontra o meu
    Fala de umas coisas
    Que eu não posso acreditar
    Doce é sonhar
    É pensar que você
    Gosta de mim como eu de você

    (JOBIM. Tom. Esse seu olhar – Grandes Hits da Bossa Nova 1 - DVDoKê )


    Nesses versos, há um desvio de concordância: concordar teu com você. Que frase publicitária apresenta o mesmo tipo de inadequação?
    Escolha uma alternativa para a questão cec78700-00
  • Linguagens

    Português

    Ao respeitável público


    Chegou meu dia.Todo cronista tem seu dia em que não tendo nada a escrever, fala da falta de assunto. Chegou meu dia. Que bela tarde para não escrever! Esse calor que arrasa tudo; esse carnaval que está perto, que aí vem no fim da semana; esses jornais lidos e relidos na minha mesa, sem nada interessante; esse cigarro que fumo sem prazer; essas cartas na gaveta onde ninguém me conta nada que possa me fazer mal ou bem; essa perspectiva morna do dia de amanhã; essa lembrança aborrecida do dia de ontem; e outra vez, e sempre, esse calor, esse calor, esse calor... Portanto, meu distinto leitor, portanto, minha encantadora leitora, queiram ter a fineza de retirar os olhos dessa coluna. Não leiam mais. Fiquem sabendo que eu secretamente os odeio a todos; que vocês todos são pessoas aborrecidas e irritantes; que eu desejo sinceramente que todos tenham péssimo carnaval, uma horrível quaresma, um infelicíssimo ano de 1934, uma vida toda atrapalhada, uma morte estúpida!.


    (BRAGA, Rubem 1980 Literatura Comentada. São Paulo: Abril Educação, 1980, p.13)


    Todas as afirmativas se referem ao titulo do texto, exceto:

    Escolha uma alternativa para a questão cec4820b-00
  • Linguagens

    Português

    UM CÃO, APENAS

    Subidos, de ânimo leve e descansado passo, os quarenta degraus do jardim — plantas em flor, de cada lado; borboletas incertas; salpicos de luz no granito —, eis-me no patamar. E a meus pés, no áspero capacho de coco, à frescura da cal do pórtico, um cãozinho triste interrompe o seu sono, levanta a cabeça e fita-me. É um triste cãozinho doente, com todo o corpo ferido; gastas, as mechas brancas do pêlo; o olhar dorido e profundo, com esse lustro de lágrima que há nos olhos das pessoas muito idosas. Com um grande esforço acaba de levantar-se. Eu não lhe digo nada; não faço nenhum gesto. Envergonha-me haver interrompido o seu sono. Se ele estava feliz ali, eu não devia ter chegado. Já que lhe faltavam tantas coisas, que ao menos dormisse: também os animais devem esquecer, enquanto dormem... Ele, porém, levantava-se e olhava-me. Levantava-se com a dificuldade dos enfermos graves: acomodando as patas da frente, o resto do corpo, sempre com os olhos em mim, como à espera de uma palavra ou de um gesto. Mas eu não o queria vexar nem oprimir. Gostaria de ocupar-me dele: chamar alguém, pedir-lhe que o examinasse, que receitasse, encaminhá-lo para um tratamento... Mas tudo é longe, meu Deus, tudo é tão longe. E era preciso passar. E ele estava na minha frente inábil, como envergonhado de se achar tão sujo e doente, com o envelhecido olhar numa espécie de súplica. Até o fim da vida guardarei seu olhar no meu coração. Até o fim da vida sentirei esta humana infelicidade de nem sempre poder socorrer, neste complexo mundo dos homens. Então, o triste cãozinho reuniu todas as suas forças, atravessou o patamar, sem nenhuma dúvida sobre o caminho, como se fosse um visitante habitual, e começou a descer as escadas e as suas rampas, com as plantas em flor de cada lado, as borboletas incertas, salpicos de luz no granito, até o limiar da entrada. Passou por entre as grades do portão, prosseguiu para o lado esquerdo, desapareceu. Ele ia descendo como um velhinho andrajoso, esfarrapado, de cabeça baixa, sem firmeza e sem destino. Era, no entanto, uma forma de vida. Uma criatura deste mundo de criaturas inumeráveis. Esteve ao meu alcance; talvez tivesse fome e sede: e eu nada fiz por ele; ameio, apenas, com uma caridade inútil, sem qualquer expressão concreta. Deixei-o partir, assim humilhado, e tão digno, no entanto: como alguém que respeitosamente pede desculpas de ter ocupado um lugar que não era seu. Depois pensei que todos nós somos, um dia, esse cãozinho triste, à sombra de uma porta. E há o dono da casa, e a escada que descemos, e a dignidade final da solidão.

    (Cecília Meireles. Janela mágica. São Paulo: Moderna, 1988.)


    Entre as palavras e expressões destacadas no texto, estão listadas abaixo aquelas que se referem ao cãozinho:

    I. “Eu não lhe digo nada (...)”.

    II. “Deixei-o partir, assim humilhado (...)”

    III. “(...) um cãozinho triste interrompe seu sono (...)”.

    IV. “Até o fim da vida sentirei esta humana infelicidade (...)”.

    V. “Gostaria de ocupar-me dele: chamar alguém, pedir-lhe que o examinasse (...)”.


    Os trechos em que as expressões negritadas referem-se apenas ao cãozinho são

    Escolha uma alternativa para a questão fa49154a-00
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UEMG 2019, Pontuação

    (Folha de São Paulo, Ilustrada, E9, 2 ago. 2007.)


    No primeiro quadro, o uso de reticências indica

    Escolha uma alternativa para a questão 0a5ddc2e-00
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UEMG 2019, Adjetivos

    (Fonte: Fotografia divulgada na Internet, sem autoria explícita).


    No trecho “e outros melhores que este”, o adjetivo destacado faz com que o anúncio se transforme em

    Escolha uma alternativa para a questão 0a56708e-00
  • Linguagens

    Português

    Este texto representa o conteúdo de um e-mail enviado por um funcionário de uma grande empresa a seus colegas de trabalho.

    Pessoal,
    Hoje vai rolar um churrasco aki em casa às 7 da noite. Quem vier, traz o que for beber, blz?
    Abs,
    Marcos

    Suponha que Marcos também vai enviar um e-mail ao seu chefe, com quem tem pouca intimidade, para convidá-lo para o churrasco. Nessa situação, qual é a melhor forma de reescrever essa mensagem?
    Escolha uma alternativa para a questão 1b541de7-00
  • Linguagens

    Português

    Qual frase pode ser completada por qualquer das formas verbais colocadas nos parênteses?
    Escolha uma alternativa para a questão 1b4abf64-00
  • Linguagens

    Português

    As pessoas com deficiência estão conquistando seu espaço. Venha conquistar o seu.

    Para o Sistema Fiemg e todas as suas entidades, empregar trabalhadores com deficiência é mais do que um exigência legal. É uma forma de valorizar as oportunidades oferecidas pela diversidade da nossa sociedade. Se você é deficiente e procura espaço no mercado de trabalho, o SESI e o SENAI estão contratando. Cadastre seu currículo no site www.fiemg.com.br, ou envie para a caixa postal 2006, ou procure uma unidade do SESI ou do SENAI mais próxima de você.

    Faça parte da nossa equipe

    (Estado de Minas,domingo, 25 mar. 2007. Caderno Classificados. p.8 )


    A respeito do contexto de produção e circulação desse texto são feitas as afirmativas abaixo.

    I. Dirige-se a um público específico.

    II. Poderia ser veiculado em outros suportes.

    III. Tem intenção de persuadir o interlocutor.


    São corretas as afirmativas:

    Escolha uma alternativa para a questão 97242844-00
  • Linguagens

    Português

    "Responda rápido. O maior índice de crescimento de novos universitários foi registrado em que faixa etária, de acordo com o último Censo do Ensino Superior?


    A – 18 a 24 anos C – 40 a 49 anos

    B – 24 a 39 anos D – Acima dos 50 anos


    Não sabe? Quer a ajuda dos universitários? Cuidado, a maioria talvez não saiba. São os cinqüentões, sessentões e setentões que estão brilhando nos vestibulares. Entraram na vida acadêmica, em 2001, 23% a mais de alunos nessa faixa etária em comparação ao ano anterior. São quase 11 mil contra 8.700 em 2000. A tendência é de crescimento maior em 2002, mas os números só serão divulgados no final deste ano. Essa ocupação da “terceira idade”, nas universidades não se deve por acaso. Basta se ater à explicações do sociólogo Ruda Ricci, professor da PUCMinas, para ver sentido nessa mudança. Ele levanta dois fatores: a cobrança de qualificação pelo mercado de trabalho na década de 90 e a dispensa de pessoas com mais de 45 anos. “O ideal para as empresas eram funcionários na faixa dos 35 anos. Abaixo disso eram consideradas inexperientes e acima não teriam agilidade, já estariam burocratizadas.” Para as empresas, era mais fácil dar treinamento aos jovens. Aos quase cinqüentões só restava uma saída: voltar a estudar ou abrir negócio próprio. Some-se a isso a mudança na previdência, que retardou a aposentadoria, e o aumento na expectativa de vida. “O mercado percebeu que eles são experientes e buscam qualificação. Têm a receita ideal para um bom profissional”, afirma Ruda Ricci, que acredita na multiplicação das oportunidades de trabalho, nos próximos anos, para os cinqüentões. E não está só. Robert Critcheley, autor do livro Reavaliando sua carreira, também vê boas perspectivas. “Hoje convivemos com a primeira geração que chega a essa idade em perfeitas condições físicas e intelectuais.” É só encarar o desafio e saber que a idade mental é mais importante que a cronológica."

    (ARRIEL, Silvânia - Revista Encontro. Abril/2003, p. 43)


    “É só encarar o desafio e saber que a idade mental é mais importante que a cronológica.”

    O termo assinalado tem função semelhante em:

    Escolha uma alternativa para a questão 97163365-00
  • Linguagens

    Português

    A Bela e a Fera


    Uma bela atriz reaparece em um famoso programa de auditório. Os telespectadores vibram com os olhos da musa, que responde às perguntas do apresentador.

    Como está o seu relacionamento com a imprensa?, pergunta a fera. Há repórteres bons e maus. Eu prefiro muito mais me lembrar das pessoas sérias do que das outras.

    (Luis Carlos Rocha. Norma culta escrita: tentativa de caracterização.)


    O uso que a atriz fez do verbo preferir

    Escolha uma alternativa para a questão 2485c362-00
  • Linguagens

    Português

    13 de maio

    (Caetano Veloso)


    Dia 13 de maio em Santo Amaro

    Na Praça do Mercado

    Os pretos celebravam

    (Talvez hoje inda o façam)

    O fim da escravidão

    Da escravidão

    O fim da escravidão

    Tanta pindoba!

    Lembro do aluá

    Lembro da maniçoba

    Foguetes no ar

    Pra saudar Isabel

    Ô Isabé

    Pra saudar Isabé

    (http://letras.terra.com.br/caetano-veloso/44736//. Acesso: 04/04/2010.)


    Nesse texto, a palavra que mostra uma aproximação da fala com a escrita é

    Escolha uma alternativa para a questão a575ad31-00
  • Linguagens

    Português

    "Responda rápido. O maior índice de crescimento de novos universitários foi registrado em que faixa etária, de acordo com o último Censo do Ensino Superior?


    A – 18 a 24 anos C – 40 a 49 anos

    B – 24 a 39 anos D – Acima dos 50 anos


    Não sabe? Quer a ajuda dos universitários? Cuidado, a maioria talvez não saiba. São os cinqüentões, sessentões e setentões que estão brilhando nos vestibulares. Entraram na vida acadêmica, em 2001, 23% a mais de alunos nessa faixa etária em comparação ao ano anterior. São quase 11 mil contra 8.700 em 2000. A tendência é de crescimento maior em 2002, mas os números só serão divulgados no final deste ano. Essa ocupação da “terceira idade”, nas universidades não se deve por acaso. Basta se ater à explicações do sociólogo Ruda Ricci, professor da PUCMinas, para ver sentido nessa mudança. Ele levanta dois fatores: a cobrança de qualificação pelo mercado de trabalho na década de 90 e a dispensa de pessoas com mais de 45 anos. “O ideal para as empresas eram funcionários na faixa dos 35 anos. Abaixo disso eram consideradas inexperientes e acima não teriam agilidade, já estariam burocratizadas.” Para as empresas, era mais fácil dar treinamento aos jovens. Aos quase cinqüentões só restava uma saída: voltar a estudar ou abrir negócio próprio. Some-se a isso a mudança na previdência, que retardou a aposentadoria, e o aumento na expectativa de vida. “O mercado percebeu que eles são experientes e buscam qualificação. Têm a receita ideal para um bom profissional”, afirma Ruda Ricci, que acredita na multiplicação das oportunidades de trabalho, nos próximos anos, para os cinqüentões. E não está só. Robert Critcheley, autor do livro Reavaliando sua carreira, também vê boas perspectivas. “Hoje convivemos com a primeira geração que chega a essa idade em perfeitas condições físicas e intelectuais.” É só encarar o desafio e saber que a idade mental é mais importante que a cronológica."

    (ARRIEL, Silvânia - Revista Encontro. Abril/2003, p. 43)


    O texto transcreveu um fragmento em que se pode inferir uma relação intertextual em

    Escolha uma alternativa para a questão a56d247b-00
  • Linguagens

    Português

    Um dia, ao começar a escrever um livro didático sobre literatura, tive que dar uma definição da poesia e embatuquei. Eu, que desde os dez anos de idade faço versos; eu, que tantas vezes sentira a poesia passar em mim como uma corrente elétrica e afluir aos meus olhos sob a forma de misteriosas lágrimas de alegria; não soube no momento forjar já não digo uma definição racional, dessas que, segundo a regra da lógica devem convir a todo o definido e só ao definido, mas uma definição puramente empírica, artística, literária. No aperto me socorri de Schiller, em quem o crítico era tão grande quanto o poeta, e disse com ele: “Poesia é a força que atua de maneira diversa e inapreendida, além e acima da consciência.”

    (Manuel Bandeira. Poesia e prosa. p. 1271).

    A falta de uma definição de poesia fez com que Bandeira, um poeta, recorresse à definição expressa por um outro poeta, Schiller. A definição de Schiller
    Escolha uma alternativa para a questão 3e8a472c-00
  • Linguagens

    Português

    ETC

    Estou sozinho, estou triste, etc.

    Quem virá com a nova brisa que penetra

    Pelas frestas do meu ninho

    Quem insiste em anunciar-se no desejo

    Quem tanto não vejo ainda

    Quem pessoa secreta

    Vem, te chamo

    Vem, etc.

    (Caetano Veloso)


    Sobre o uso do “etc” nesse texto, por tratar-se de uma expressão bastante corriqueira, é correto dizer que

    Escolha uma alternativa para a questão bca73a25-ff
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto:


    Desolado com a possibilidade de extinção da língua portuguesa, deputado apresenta projeto de lei com o objetivo de proibir o uso de palavras de outros idiomas em meios de comunicação, nomes comerciais, documentos oficiais, etc. [...] A identidade das línguas não se esconde nos vocabulários, mas na maneira como eles se articulam. Seus segredos estão em palavras que a maioria dos mortais relega a segundo plano como artigos, preposições, conjunções, ou em processos relacionais como regências, concordâncias, flexões, declinações, sintaxes. Enquanto os fanáticos por computadores conjugarem o anglicismo “escanear” como se fosse “escaneio, escaneias, escaneia...” tudo está bem: estão apenas repetindo processos que nos deram palavras preciosas como “desolado” ou “parlamento”... – a última , um caso particularmente interessante, por nos fornecer uma palavra latina por tabela, sua raiz é latina, mas sua existência se deve aos ingleses. No dia em que começarmos a lidar com respeitáveis palavras de ascendência diretamente romana como “falar” em termos de “eu fala, tu fala, ele fala, nós fala”, aí talvez seja o momento de profetizar a agonia da “última flor de Lácio” [...] O simples fato de determinada comunidade usar ou não determinada expressão contém significado que jamais poderá ser traduzido por outra palavra. Voltando ao nosso apaixonado por computadores, se ele começar a disparar verbos como “escanear”, “printar”, deletar ou congêneres, saberemos de sua condição de info-fanático. Ninguém precisará nos dizer isso. Além de nos informar que vai imprimir ou apagar algo, ele está nos dizendo, também, que se quiser pode estourar o disco rígido de nosso computador sem que notemos. Quando um executivo fala em personal banking, ele não se refere apenas à relação personalizada que a informática permite entre ele e seu banco, informa-nos, também, sobre a tribo à qual pertence [...] A lei contém, portanto, elemento limitador da expressão. Quando pretende se impor a meios de comunicação, o problema torna-se mais grave. Além da redução quantitativa de informações que permite à comunidade, realiza, também, uma redução qualitativa: estabelece que certas categorias de informações simplesmente não podem ser transmitidas. Antigamente isso se chamava censura. (Texto adaptado de: AVELAR, Marcelo Castilho. O idioma está acima do controle das leis. Estado de Minas, Belo Horizonte, 17 set. 2000. Espetáculo/Opinião, p.4.)


    O dois-pontos usado no fragmento “[...] tudo está bem: estão apenas repetindo processos que nos deram palavras preciosas [...]” dá idéia de ________ e pode ser substituído por ________.

    Completa corretamente as lacunas:

    Escolha uma alternativa para a questão bca48b26-ff
  • Linguagens

    Inglês

                   Fire Devastates Brazil's Oldest Science Museum

    The overnight inferno likely claimed fossils, cultural artifacts, and more irreplaceable collections amassed over 200 years.

                                                                                        By Michael Greshko                                                   ______________________________________

                                                                       PUBLISHED September 6, 2018


    Major pieces of Brazil's scientific and cultural heritage went up in smoke on September 2, as a devastating fire ripped through much of Rio de Janeiro's Museu Nacional, or National Museum. Founded in 1818, the museum is Brazil's oldest scientific institution and one of the largest and most renowned museums in Latin America, amassing a collection of some 20 million scientifically and culturally invaluable artifacts.

    The Museu Nacional's holdings include Luzia, an 11,500-year-old skull considered one of South America's oldest human fossils, as well as the bones of uniquely Brazilian creatures such as the long-necked dinosaur Maxakalisaurus. Because of the auction tastes of Brazil's 19th-century emperors, the Museu Nacional also ended up with Latin America's oldest collection of Egyptian mummies and artifacts.

    Even the building holds historical importance: It housed the exiled Portuguese royal family from 1808 to 1821, after they fled to Rio de Janeiro in 1807 to escape Napoleon. The complex also served as the palace for Brazil's post-independence emperors until 1889, before the museum collections were transferred there in 1902. In an September 5 email, Museu Nacional curator Débora Pires wrote that the entomology and arachnology collections were completely destroyed, as was most of the mollusk collection. However, technicians had braved the fire to save 80 percent of the mollusk holotypes—the specimens that formally serve as the global references for a given species. The museum's vertebrate specimens, herbarium, and library were housed separately and survived the fire.

    (…)

    An Irreplaceable Loss

    It's not yet clear how the fire started, but it did begin after the museum was closed to the public, and no injuries have yet been reported. Firefighters worked through the night to douse the burnt-out shell of the main building, but it seems the blaze has already seared a gaping hole in many scientists' careers.

    “The importance of the collections that were lost couldn't be overstated,” says Luiz Rocha, a Brazilian ichthyologist now at the California Academy of Sciences who has visited the Museu Nacional several times to study its collections. “They were unique as it gets: Many of them were irreplaceable, there's no way to put a monetary value on it.”

    “In terms of [my] life-long research agenda, I'm pretty much lost,” says Marcus Guidoti, a Brazilian entomologist finishing up his Ph.D. in a program co-run by Brazil's Federal University of Rio Grande do Sul.

    Guidoti studies lace bugs, an insect family with more than 2,000 species worldwide. The Museu Nacional held one of the world's largest lace bug collections, but the fire likely destroyed it and the rest of the museum's five million arthropod specimens. “Those type specimens can't be replaced, and they are crucial to understand the species,” he says by text message. “If I was willing to keep working on this family in this region of the globe, this was definitely a big hit.”

    Paleontologist Dimila Mothé, a postdoctoral researcher at the Federal University of the State of Rio de Janeiro, adds that the blows to science extend beyond the collections themselves. “It's not only the cultural history, the natural history, but all the theses and research developed there,” she says. “Most of the laboratories there were lost, too, and the research of several professors. I'm not sure you can say the impact of what was lost.”

    Brazil’s indigenous knowledge also has suffered. The Museu Nacional housed world-renowned collections of indigenous objects, as well as many audio recordings of indigenous languages from all over Brazil. Some of these recordings, now lost, were of languages that are no longer spoken.

    “I have no words to say how horrible this is,” says Brazilian anthropologist Mariana Françozo, an expert on South American indigenous objects at Leiden University. “The indigenous collections are a tremendous loss … we can no longer study them, we can no longer understand what our ancestors did. It’s heartbreaking.” 

    On Monday, The Brazilian publication G1 Rio reported that ashes of burned documents—some still flecked in notes or illustrations—have rained down from the sky more than a mile away from the Museu Nacional, thrown aloft by the inferno.

    (…)

    Editor's Note: This story was updated on September 6, 2018, with new details about which artifacts survived the fire. 

    Taken from: https://www.nationalgeographic.com/science/2018/09/news-museu-nacional-fire-rio-de-janeiro-natural-history/. Access: 11 dez. 2018.

    The correct reported speech form for the sentence “Most of the laboratories there were lost, too, and the research of several professors. I'm not sure you can say the impact of what was lost”, said by Dimila Mothé, is:
    Escolha uma alternativa para a questão 7fe92f2f-3e
  • Linguagens

    Inglês

                   Fire Devastates Brazil's Oldest Science Museum

    The overnight inferno likely claimed fossils, cultural artifacts, and more irreplaceable collections amassed over 200 years.

                                                                                        By Michael Greshko                                                   ______________________________________

                                                                       PUBLISHED September 6, 2018


    Major pieces of Brazil's scientific and cultural heritage went up in smoke on September 2, as a devastating fire ripped through much of Rio de Janeiro's Museu Nacional, or National Museum. Founded in 1818, the museum is Brazil's oldest scientific institution and one of the largest and most renowned museums in Latin America, amassing a collection of some 20 million scientifically and culturally invaluable artifacts.

    The Museu Nacional's holdings include Luzia, an 11,500-year-old skull considered one of South America's oldest human fossils, as well as the bones of uniquely Brazilian creatures such as the long-necked dinosaur Maxakalisaurus. Because of the auction tastes of Brazil's 19th-century emperors, the Museu Nacional also ended up with Latin America's oldest collection of Egyptian mummies and artifacts.

    Even the building holds historical importance: It housed the exiled Portuguese royal family from 1808 to 1821, after they fled to Rio de Janeiro in 1807 to escape Napoleon. The complex also served as the palace for Brazil's post-independence emperors until 1889, before the museum collections were transferred there in 1902. In an September 5 email, Museu Nacional curator Débora Pires wrote that the entomology and arachnology collections were completely destroyed, as was most of the mollusk collection. However, technicians had braved the fire to save 80 percent of the mollusk holotypes—the specimens that formally serve as the global references for a given species. The museum's vertebrate specimens, herbarium, and library were housed separately and survived the fire.

    (…)

    An Irreplaceable Loss

    It's not yet clear how the fire started, but it did begin after the museum was closed to the public, and no injuries have yet been reported. Firefighters worked through the night to douse the burnt-out shell of the main building, but it seems the blaze has already seared a gaping hole in many scientists' careers.

    “The importance of the collections that were lost couldn't be overstated,” says Luiz Rocha, a Brazilian ichthyologist now at the California Academy of Sciences who has visited the Museu Nacional several times to study its collections. “They were unique as it gets: Many of them were irreplaceable, there's no way to put a monetary value on it.”

    “In terms of [my] life-long research agenda, I'm pretty much lost,” says Marcus Guidoti, a Brazilian entomologist finishing up his Ph.D. in a program co-run by Brazil's Federal University of Rio Grande do Sul.

    Guidoti studies lace bugs, an insect family with more than 2,000 species worldwide. The Museu Nacional held one of the world's largest lace bug collections, but the fire likely destroyed it and the rest of the museum's five million arthropod specimens. “Those type specimens can't be replaced, and they are crucial to understand the species,” he says by text message. “If I was willing to keep working on this family in this region of the globe, this was definitely a big hit.”

    Paleontologist Dimila Mothé, a postdoctoral researcher at the Federal University of the State of Rio de Janeiro, adds that the blows to science extend beyond the collections themselves. “It's not only the cultural history, the natural history, but all the theses and research developed there,” she says. “Most of the laboratories there were lost, too, and the research of several professors. I'm not sure you can say the impact of what was lost.”

    Brazil’s indigenous knowledge also has suffered. The Museu Nacional housed world-renowned collections of indigenous objects, as well as many audio recordings of indigenous languages from all over Brazil. Some of these recordings, now lost, were of languages that are no longer spoken.

    “I have no words to say how horrible this is,” says Brazilian anthropologist Mariana Françozo, an expert on South American indigenous objects at Leiden University. “The indigenous collections are a tremendous loss … we can no longer study them, we can no longer understand what our ancestors did. It’s heartbreaking.” 

    On Monday, The Brazilian publication G1 Rio reported that ashes of burned documents—some still flecked in notes or illustrations—have rained down from the sky more than a mile away from the Museu Nacional, thrown aloft by the inferno.

    (…)

    Editor's Note: This story was updated on September 6, 2018, with new details about which artifacts survived the fire. 

    Taken from: https://www.nationalgeographic.com/science/2018/09/news-museu-nacional-fire-rio-de-janeiro-natural-history/. Access: 11 dez. 2018.

    The fire caused damages and losses in different areas of the National Museum, EXCEPT in:
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                   Fire Devastates Brazil's Oldest Science Museum

    The overnight inferno likely claimed fossils, cultural artifacts, and more irreplaceable collections amassed over 200 years.

                                                                                        By Michael Greshko                                                   ______________________________________

                                                                       PUBLISHED September 6, 2018


    Major pieces of Brazil's scientific and cultural heritage went up in smoke on September 2, as a devastating fire ripped through much of Rio de Janeiro's Museu Nacional, or National Museum. Founded in 1818, the museum is Brazil's oldest scientific institution and one of the largest and most renowned museums in Latin America, amassing a collection of some 20 million scientifically and culturally invaluable artifacts.

    The Museu Nacional's holdings include Luzia, an 11,500-year-old skull considered one of South America's oldest human fossils, as well as the bones of uniquely Brazilian creatures such as the long-necked dinosaur Maxakalisaurus. Because of the auction tastes of Brazil's 19th-century emperors, the Museu Nacional also ended up with Latin America's oldest collection of Egyptian mummies and artifacts.

    Even the building holds historical importance: It housed the exiled Portuguese royal family from 1808 to 1821, after they fled to Rio de Janeiro in 1807 to escape Napoleon. The complex also served as the palace for Brazil's post-independence emperors until 1889, before the museum collections were transferred there in 1902. In an September 5 email, Museu Nacional curator Débora Pires wrote that the entomology and arachnology collections were completely destroyed, as was most of the mollusk collection. However, technicians had braved the fire to save 80 percent of the mollusk holotypes—the specimens that formally serve as the global references for a given species. The museum's vertebrate specimens, herbarium, and library were housed separately and survived the fire.

    (…)

    An Irreplaceable Loss

    It's not yet clear how the fire started, but it did begin after the museum was closed to the public, and no injuries have yet been reported. Firefighters worked through the night to douse the burnt-out shell of the main building, but it seems the blaze has already seared a gaping hole in many scientists' careers.

    “The importance of the collections that were lost couldn't be overstated,” says Luiz Rocha, a Brazilian ichthyologist now at the California Academy of Sciences who has visited the Museu Nacional several times to study its collections. “They were unique as it gets: Many of them were irreplaceable, there's no way to put a monetary value on it.”

    “In terms of [my] life-long research agenda, I'm pretty much lost,” says Marcus Guidoti, a Brazilian entomologist finishing up his Ph.D. in a program co-run by Brazil's Federal University of Rio Grande do Sul.

    Guidoti studies lace bugs, an insect family with more than 2,000 species worldwide. The Museu Nacional held one of the world's largest lace bug collections, but the fire likely destroyed it and the rest of the museum's five million arthropod specimens. “Those type specimens can't be replaced, and they are crucial to understand the species,” he says by text message. “If I was willing to keep working on this family in this region of the globe, this was definitely a big hit.”

    Paleontologist Dimila Mothé, a postdoctoral researcher at the Federal University of the State of Rio de Janeiro, adds that the blows to science extend beyond the collections themselves. “It's not only the cultural history, the natural history, but all the theses and research developed there,” she says. “Most of the laboratories there were lost, too, and the research of several professors. I'm not sure you can say the impact of what was lost.”

    Brazil’s indigenous knowledge also has suffered. The Museu Nacional housed world-renowned collections of indigenous objects, as well as many audio recordings of indigenous languages from all over Brazil. Some of these recordings, now lost, were of languages that are no longer spoken.

    “I have no words to say how horrible this is,” says Brazilian anthropologist Mariana Françozo, an expert on South American indigenous objects at Leiden University. “The indigenous collections are a tremendous loss … we can no longer study them, we can no longer understand what our ancestors did. It’s heartbreaking.” 

    On Monday, The Brazilian publication G1 Rio reported that ashes of burned documents—some still flecked in notes or illustrations—have rained down from the sky more than a mile away from the Museu Nacional, thrown aloft by the inferno.

    (…)

    Editor's Note: This story was updated on September 6, 2018, with new details about which artifacts survived the fire. 

    Taken from: https://www.nationalgeographic.com/science/2018/09/news-museu-nacional-fire-rio-de-janeiro-natural-history/. Access: 11 dez. 2018.

    According to the text about the Brazilian National Museum, the fire
    Escolha uma alternativa para a questão 7fe1f6c4-3e