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Prova

Prova de 2010: Universidade Estadual do Piauí (UESPI) — questões com gabarito

61 questões da prova de 2010 de Universidade Estadual do Piauí (UESPI), em Português, Espanhol, Inglês, Literatura. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 61 questões

Resultados: 61 questões

Página 2 de 4

  • Linguagens

    Português

    TEXTO 2 

    A revolução digital

    Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

    Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

    Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

    O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

    Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

    A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

    Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

    Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

    Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

    Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

    O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

    Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

    Caderno Brasil, p. 2). 

    O tema desenvolvido no Texto 2 focaliza:
    Escolha uma alternativa para a questão c3eb20c8-b5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1 

    O que é escrita?

    Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


    Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


    Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


    Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


    Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


    Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


    (Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

    No texto está dito que: “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos”. Essa afirmação traz implícita uma outra; a de que:
    Escolha uma alternativa para a questão c3db57af-b5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1 

    O que é escrita?

    Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


    Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


    Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


    Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


    Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


    Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


    (Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

    A repetição de palavras no Texto 1, como ocorreu, por exemplo, com a palavra ‘escrita’, representa uma estratégia das autoras para:

    1) sinalizar a coesão entre partes diferentes do texto.
    2) deixar o texto mais próximo da linguagem tipicamente informal.
    3) marcar a manutenção de um determinado núcleo temático.

    Está(ão) correta(s):
    Escolha uma alternativa para a questão c3d84493-b5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1 

    O que é escrita?

    Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


    Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


    Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


    Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


    Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


    Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


    (Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

    O Texto 1 fala em “comunidades ágrafas”; ou seja, aquelas comunidades que:
    Escolha uma alternativa para a questão c3c708a1-b5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1 

    O que é escrita?

    Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


    Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


    Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


    Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


    Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


    Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


    (Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

    No início do texto, e para situar a questão da escrita, as autoras começam por:
    Escolha uma alternativa para a questão c3bf1f96-b5
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1 

    O que é escrita?

    Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


    Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


    Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


    Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


    Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


    Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


    (Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

    Considerando o Texto 1 como um todo, concluímos que seus autores se propuseram a:
    Escolha uma alternativa para a questão c3b7a9ff-b5
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, UESPI 2010, Sinônimos | Sinónimo

    En la línea 26 la expresión “ecosistemas frágiles” puede ser sustituída por cuál expresión sinônima:
    Escolha uma alternativa para a questão 37d3b496-a4
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, UESPI 2010, Modo Verbal (Indicativo, Subjuntivo e Imperativo) | Modo Verbal (Indicativo, Subjuntivo e Imperativo)

    En la línea 24 aparece la expresión “se ha visto”, que corresponde al Pretérito Perfecto. Si esa expresión estuviese escrita en el Pretérito Indefinido, cuál sería la opción correcta para la misma?
    Escolha uma alternativa para a questão 3574a971-a4
  • Linguagens

    Espanhol

    Imagem da questão de Espanhol, UESPI 2010, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Según el texto, los bosques nublosos o yungas son:
    Escolha uma alternativa para a questão 2e3cd2f5-a4
  • Linguagens

    Inglês

    Text 3 

    The gorilla joke


    A gorilla went into a bar and ordered a whisky. The barman thought that it was unusual to see a gorilla in a bar drinking whisky and, thinking that gorillas must be stupid, he thought he would try to take advantage of the situation and overcharge him. He served the gorilla the whisky and said, 'That'll be fifty dollars please'. The gorilla immediately took out his wallet and paid the barman, who was very happy. The gorilla drank his whisky quietly and then ordered another. The barman served him and charged him another fifty dollars. As the gorilla was drinking his whisky, the barman got curious and decided to find out why the gorilla was in the bar. So, to strike up a conversation, he said, 'It's funny, we don't get many gorillas in here'.

    'I'm not surprised with the price of your whisky.' the gorilla replied.


    Disponível em:

    <http://teachingenglish.org.uk/sites/teacheng/files/joke.pfd>

    Acessado em 6 de novembro de 2010. 


    Answer the follow question based on Text 3. 


    For the gorilla, 

    Escolha uma alternativa para a questão c49226b8-b5
  • Linguagens

    Inglês

    Text2

     Emergency Oceans Rescue Plan

     Our oceans give us life – they provide us with oxygen and food, and they contain over 80% of all life on Earth. In exchange, we plunder them of fish, choke them with pollution and heat them with climate change. As a result of industrial fishing in the last 60 years, 90% of the oceans’ large predatory fish, such as tuna, swordfish, marlin and sharks, have been taken from our oceans. We are only beginning to understand the full extent of the impacts our actions have. As climate change causes sea ice in our polar oceans to melt and air pollution increases the acidity of our oceans, the degradation of our oceans is gathering pace.

    However, our ocean crisis can - and must - be reversed by setting aside areas of oceans as marine reserves, areas offlimits to fishing and other industrial activities, like wildlife parks at sea. In 2006, Greenpeace presented a bold vision for the world community - a proposal for a global network of marine reserves covering 40% of the oceans. Since then, world leaders have failed to make significant progress, despite international commitments under the World Summit on Sustainable Development (WSSD) and the Convention on Biological Diversity (CBD), to create this network by 2012. The condition of our oceans has continued to worsen; today less than 1% of them are protected as marine reserves.

    Adaptado de: http://www.greenpeace.org/international/PageFiles/163940/Emerge ncy%20Oceans%20Rescue%20Plan%20- 20Executive%20Summary .pdf> Acessado em 7 de novembro de2010


    Answer the follow question based on Text 2. 


    Leaders of the world
    Escolha uma alternativa para a questão c48a1a5c-b5
  • Linguagens

    Inglês

    Text2

     Emergency Oceans Rescue Plan

     Our oceans give us life – they provide us with oxygen and food, and they contain over 80% of all life on Earth. In exchange, we plunder them of fish, choke them with pollution and heat them with climate change. As a result of industrial fishing in the last 60 years, 90% of the oceans’ large predatory fish, such as tuna, swordfish, marlin and sharks, have been taken from our oceans. We are only beginning to understand the full extent of the impacts our actions have. As climate change causes sea ice in our polar oceans to melt and air pollution increases the acidity of our oceans, the degradation of our oceans is gathering pace.

    However, our ocean crisis can - and must - be reversed by setting aside areas of oceans as marine reserves, areas offlimits to fishing and other industrial activities, like wildlife parks at sea. In 2006, Greenpeace presented a bold vision for the world community - a proposal for a global network of marine reserves covering 40% of the oceans. Since then, world leaders have failed to make significant progress, despite international commitments under the World Summit on Sustainable Development (WSSD) and the Convention on Biological Diversity (CBD), to create this network by 2012. The condition of our oceans has continued to worsen; today less than 1% of them are protected as marine reserves.

    Adaptado de: http://www.greenpeace.org/international/PageFiles/163940/Emerge ncy%20Oceans%20Rescue%20Plan%20- 20Executive%20Summary .pdf> Acessado em 7 de novembro de2010


    Answer the follow question based on Text 2. 


    The creation of marine reserves would
    Escolha uma alternativa para a questão c485e815-b5
  • Linguagens

    Inglês

    Text 1 

     Toms Shoes make it a Christmas to

    remember in Argentina


    The ethical fashion brand, founded four years ago by L.A entrepreneur, Blake Mycoskie, 34 has just given away its millionth pair of shoes in a bid to make a difference to the lives of poverty stricken children around the world.

    Toms Shoes is based on a simple philosophy, for every pair of shoes it sells on the high street, it gives away a pair to a child in need.

    ‘When I arrived in Buenos Aires four years ago, I was shocked by the level of poverty I saw and the number of children running around barefoot. I wanted to do something to help,” says Blake. “Four years on we sell our shoes all over America and Europe and distribute free shoes to kids everywhere from South America and Haiti to Ethiopia. Coming back to Argentina was really special.’ Argentina may conjure up romantic images of tango clubs and polo matches but over a quarter of the population live in poverty here with a shocking one in ten surviving on less than a dollar a day.

    Typically a child might share one pair of shoes with several siblings meaning their tiny feet are usually calloused and rough by the tender age of five or their toes twisted and bent from wearing ill-fitting shoes.

    Toms Shoes has now become something of a movement rather than a business and with a host of designers on board the brand has acquired an array of celebrity fans from Demi Moore to Keira Knightly. Even Bill Clinton has a pair.

    Adaptado de:

    http://www.marieclaire.co.uk/news/lifestyle/504822/toms-shoesmake-it-a-christmas-to-remember-in-argentina.html (7/11/2010)


    Answer the follow question based on Text 1. 

    According to the text 

    Escolha uma alternativa para a questão c479fa19-b5
  • Linguagens

    Inglês

    Text 1 

     Toms Shoes make it a Christmas to

    remember in Argentina


    The ethical fashion brand, founded four years ago by L.A entrepreneur, Blake Mycoskie, 34 has just given away its millionth pair of shoes in a bid to make a difference to the lives of poverty stricken children around the world.

    Toms Shoes is based on a simple philosophy, for every pair of shoes it sells on the high street, it gives away a pair to a child in need.

    ‘When I arrived in Buenos Aires four years ago, I was shocked by the level of poverty I saw and the number of children running around barefoot. I wanted to do something to help,” says Blake. “Four years on we sell our shoes all over America and Europe and distribute free shoes to kids everywhere from South America and Haiti to Ethiopia. Coming back to Argentina was really special.’ Argentina may conjure up romantic images of tango clubs and polo matches but over a quarter of the population live in poverty here with a shocking one in ten surviving on less than a dollar a day.

    Typically a child might share one pair of shoes with several siblings meaning their tiny feet are usually calloused and rough by the tender age of five or their toes twisted and bent from wearing ill-fitting shoes.

    Toms Shoes has now become something of a movement rather than a business and with a host of designers on board the brand has acquired an array of celebrity fans from Demi Moore to Keira Knightly. Even Bill Clinton has a pair.

    Adaptado de:

    http://www.marieclaire.co.uk/news/lifestyle/504822/toms-shoesmake-it-a-christmas-to-remember-in-argentina.html (7/11/2010)


    Answer the follow question based on Text 1. 

    Blake acknowledges that 

    Escolha uma alternativa para a questão c475a04d-b5
  • Linguagens

    Inglês

    Text 1 

     Toms Shoes make it a Christmas to

    remember in Argentina


    The ethical fashion brand, founded four years ago by L.A entrepreneur, Blake Mycoskie, 34 has just given away its millionth pair of shoes in a bid to make a difference to the lives of poverty stricken children around the world.

    Toms Shoes is based on a simple philosophy, for every pair of shoes it sells on the high street, it gives away a pair to a child in need.

    ‘When I arrived in Buenos Aires four years ago, I was shocked by the level of poverty I saw and the number of children running around barefoot. I wanted to do something to help,” says Blake. “Four years on we sell our shoes all over America and Europe and distribute free shoes to kids everywhere from South America and Haiti to Ethiopia. Coming back to Argentina was really special.’ Argentina may conjure up romantic images of tango clubs and polo matches but over a quarter of the population live in poverty here with a shocking one in ten surviving on less than a dollar a day.

    Typically a child might share one pair of shoes with several siblings meaning their tiny feet are usually calloused and rough by the tender age of five or their toes twisted and bent from wearing ill-fitting shoes.

    Toms Shoes has now become something of a movement rather than a business and with a host of designers on board the brand has acquired an array of celebrity fans from Demi Moore to Keira Knightly. Even Bill Clinton has a pair.

    Adaptado de:

    http://www.marieclaire.co.uk/news/lifestyle/504822/toms-shoesmake-it-a-christmas-to-remember-in-argentina.html (7/11/2010)


    Answer the follow question based on Text 1. 

    Toms Shoes’ philosophy is aimed at 


    Escolha uma alternativa para a questão c46f1704-b5
  • Linguagens

    Literatura

    Um ponto a se destacar em Vaqueiros e viscondes é a vida afetivo-sexual dos personagens, como o Visconde de Parnaíba, sobre quem podemos afirmar o seguinte.
    Escolha uma alternativa para a questão c46194f4-b5
  • Linguagens

    Literatura

    Com Vaqueiros e viscondes, o escritor José Expedito de Carvalho Rêgo fala da realidade sócio-histórica-política do Piauí dos séculos XVIII e XIX. Sobre este romance, podemos afirmar o seguinte. 
    Escolha uma alternativa para a questão c45e280c-b5
  • Linguagens

    Literatura

    Raimunda Pinto, sim senhor, de Francisco Pereira da Silva, se inscreve no universo temático que vamos encontrar em outras obras do autor: o êxodo rural, a dura realidade do sertanejo e a crítica de forte conotação social. No caso específico desta obra, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão c457efe1-b5
  • Linguagens

    Literatura

    Em O Roteiro sentimental e pitoresco de Teresina, H. Dobal fala de alguns tipos populares da cidade, mesmo admitindo que “A galeria não está completa com estes tipos. Além deles, outros tão populares e com o mesmo pitoresco, mas a quem, entretanto, uma referência provocaria melindres e suscetibilidades”. Dos tipos elencados abaixo, qual não foi citado pelo poeta e cronista como um tipo popular de Teresina?
    Escolha uma alternativa para a questão c44f962f-b5
  • Linguagens

    Literatura

    O Roteiro sentimental e pitoresco de Teresina, de H. Dobal, nos oferece um vasto e lírico painel do cotidiano da sua cidade natal: desde as ruas e os bairros, passando pelas Igrejas e escolas, até a descrição dos tipos populares. A propósito das praças de Teresina, qual é a observação feita pelo poeta que podemos acatar como correta?
    Escolha uma alternativa para a questão c44c776d-b5