Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2010
- IF-TM
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: B74A0530-B5

Prova
47 questões da prova de 2010 de Instituto Federal de Educação, Ciências e Tecnologia - Triângulo Mineiro (IF-TM), em Português, Química, Biologia, Matemática e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.


Trem-bala japonês tem conforto de avião e velocidade de carro de F1: O trem-bala funciona praticamente de forma automática. Quando o maquinista precisa falar algo, basta tocar na tela.
Roberto Kovalick e Katsumi Suzuki, Tóquio (Bom Dia Brasil – 23/07/2010).
Você já deve ter ouvido falar que o Brasil quer o trem-bala para ligar o Rio de Janeiro a São Paulo. Quem pega o trem no Japão, na França, na Inglaterra já sentiu a diferença. Não se ouve nada. É uma supermáquina. A aparência e a velocidade deram origem ao apelido.
A eficiência e a pontualidade fizeram com que se transformasse em um símbolo do Japão, o primeiro país a ter um trem-bala. Cinco décadas atrás, os japoneses tinham um desafio semelhante ao do Brasil: organizar uma Olimpíada, a de 1964, e melhorar o tráfego entre as duas principais cidades, Tóquio e Osaka, que ficam a 400 quilômetros uma da outra, mais ou menos a mesma distância entre Rio de Janeiro e São Paulo.
Hoje, o Shinkansen, como o trem-bala é chamado, liga todas as principais cidades do país, transportando 336 milhões de passageiros por ano, o triplo da população do Japão. E, quando atrasa, a média é de 18 segundos. Ou seja, ninguém percebe.
O chefe da engenharia mostra como o trem consegue ser rápido e ao mesmo tempo confortável. Ele é todo lacrado, como um avião, e as portas são fechadas sob pressão.
O desenvolvimento da aviação como um todo e a brecha deixada pelas grandes companhias impulsionam a retomada de rotas que haviam sido abandonadas.
Leonardo Fuhrmann
Nos últimos tempos, o aumento do número de passageiros e o crescimento da aviação esteve atrelado a uma redução na quantidade de destinos oferecidos. Apesar da aparente contradição, a situação tinha lá sua lógica: operando com aeronaves cada vez maiores, as grandes companhias conseguiam reduzir o custo por passageiro por quilômetro percorrido e, assim, passaram a atrair passageiros com menor poder aquisitivo, que não tinham condições de voar. As cidades pequenas e médias passaram a não ter demanda que justificasse a manutenção dos voos com estas aeronaves maiores e, dessa forma, as companhias deixaram de operar nessas regiões. Além disso, a infraestrutura dos aeroportos, que era suficiente para atender aos antigos aviões, não dava condição de operação para os de maior porte.
PRISONS AND MOBILE PHONES
Bricking the intruders
If mobile phones can’t be kept out of prisons, can they be made useless?
Oct 14th 2010 | RAIFORD, FLORIDA AND PARCHMAN, MISSISSIPPI
THE striking thing about mobile phones in American prisons is not that they exist—though they do, in great numbers—but the ingenuity used to get and keep them. There are the usual entry methods: from visitors, corrupt guards or in packages hurled over the fence. But phones often take more exotic paths. In South Carolina a potato gun was used to fire phones over prison walls from a distance of a third of a mile. In Mississippi a suspiciously heavy and bounceless basketball in the recreation yard was found to contain 19 phones and chargers. (…)
Available on http://www.economist.com/node/17257847?story_id=17257847, accessed on November 4, 2010
them, in bold type refers to:A questão se refere ao texto abaixo.
“A atividade que a televisão desempenha no contexto educacional é externa a ela [...] A televisão depende do entorno. Nesse sentido, a televisão está – ou pode estar mais relacionada, paradoxalmente, com a realidade. A atividade gerada na Internet está intrinsecamente unida ao meio. Tudo é feito dentro da Internet. Essa autosuficiência pode levar à endogamia, ao autismo e à ilusão de uma realidade tecnológica que possa substituir o entorno humano. A televisão tradicional tem uma dimensão mais humanóide, porque a relação com o mundo, na televisão, está estreitamente vinculada à imagem antropocêntrica [...] Por isso, a televisão tende a aprisionar o espectador em seu próprio mundo; a fazer com que ele não se interesse pelo que acontece com os outros. A Internet não pode desenvolver-se sem a participação dos usuários. Isso não obriga ninguém a ter interesse social pelo outro, mas a atividade de cada um depende, sim, da atividade do outro.”
VILCHES, L. A migração digital. São Paulo: Edições Loyola, 2003.
De acordo com o texto, pode-se afirmar que:GOOGLE TV: BOOM OR BUST
By: Tim Bajarin (10.18.2010)
The industry has been trying to bring IPTV to your TV since 1997. What makes Google and its partners think they'll be successful?
I have a question for you. Do you want to view the Internet on your TV? With all of the activity in IPTV these days, this is one of the key questions that is at the heart of whether IPTV eventually succeeds or fails. Since TVs were invented, we have been trained to sit in front of them and consume not interact with them. And only recently have we had to multitask with our TV. Even though we've had picture in picture for years, it took news scrolls at the bottom of our TV screens to train our brains. So, how will consumers integrate the new and even more complex IPTV features into their TV viewing experience?
One of the traits of consumers that has emboldened the IPTV crowd to push forward is the fact that many people sit on their couch and use their laptops or tablets while watching TV. They reason that if they multi-task in this fashion, they may be willing do it on the bigger screen. While I accept the fact that people may want Internet content, such as movies, TV shows, YouTube, etc. on their TV screens, it is quite a leap to assume that people also want to read their newspapers and magazines or view Web sites on a big-screen TV.
Source: http://www.pcmag.com/article2/0,2817,2370894,00.asp, accessed on November 4, 2010.
Push is a false cognate. In which of the sentences isn’t there another one?

Trem-bala japonês tem conforto de avião e velocidade de carro de F1: O trem-bala funciona praticamente de forma automática. Quando o maquinista precisa falar algo, basta tocar na tela.
Roberto Kovalick e Katsumi Suzuki, Tóquio (Bom Dia Brasil – 23/07/2010).
Você já deve ter ouvido falar que o Brasil quer o trem-bala para ligar o Rio de Janeiro a São Paulo. Quem pega o trem no Japão, na França, na Inglaterra já sentiu a diferença. Não se ouve nada. É uma supermáquina. A aparência e a velocidade deram origem ao apelido.
A eficiência e a pontualidade fizeram com que se transformasse em um símbolo do Japão, o primeiro país a ter um trem-bala. Cinco décadas atrás, os japoneses tinham um desafio semelhante ao do Brasil: organizar uma Olimpíada, a de 1964, e melhorar o tráfego entre as duas principais cidades, Tóquio e Osaka, que ficam a 400 quilômetros uma da outra, mais ou menos a mesma distância entre Rio de Janeiro e São Paulo.
Hoje, o Shinkansen, como o trem-bala é chamado, liga todas as principais cidades do país, transportando 336 milhões de passageiros por ano, o triplo da população do Japão. E, quando atrasa, a média é de 18 segundos. Ou seja, ninguém percebe.
O chefe da engenharia mostra como o trem consegue ser rápido e ao mesmo tempo confortável. Ele é todo lacrado, como um avião, e as portas são fechadas sob pressão.
Trem-bala japonês tem conforto de avião e velocidade de carro de F1: O trem-bala funciona praticamente de forma automática. Quando o maquinista precisa falar algo, basta tocar na tela.
Roberto Kovalick e Katsumi Suzuki, Tóquio (Bom Dia Brasil – 23/07/2010).
Você já deve ter ouvido falar que o Brasil quer o trem-bala para ligar o Rio de Janeiro a São Paulo. Quem pega o trem no Japão, na França, na Inglaterra já sentiu a diferença. Não se ouve nada. É uma supermáquina. A aparência e a velocidade deram origem ao apelido.
A eficiência e a pontualidade fizeram com que se transformasse em um símbolo do Japão, o primeiro país a ter um trem-bala. Cinco décadas atrás, os japoneses tinham um desafio semelhante ao do Brasil: organizar uma Olimpíada, a de 1964, e melhorar o tráfego entre as duas principais cidades, Tóquio e Osaka, que ficam a 400 quilômetros uma da outra, mais ou menos a mesma distância entre Rio de Janeiro e São Paulo.
Hoje, o Shinkansen, como o trem-bala é chamado, liga todas as principais cidades do país, transportando 336 milhões de passageiros por ano, o triplo da população do Japão. E, quando atrasa, a média é de 18 segundos. Ou seja, ninguém percebe.
O chefe da engenharia mostra como o trem consegue ser rápido e ao mesmo tempo confortável. Ele é todo lacrado, como um avião, e as portas são fechadas sob pressão.
Achada canoa da época do descobrimento: Embarcação indígena com pelo menos 350 anos foi encontrada após uma seca no rio Aiuruoca, no Estado de Minas Gerais.
Heloísa Broggiato
Em 1999, em uma seca do Rio Aiuruoca, em São Vicente de Minas, apareceram dois exemplares dessas canoas. Uma virou cocho para cavalos em um sítio da região. A outra ficou guardada no parque de exposições da cidade e, mais de dez anos depois, foi submetida a uma análise com carbono 14 nos Estados Unidos. O exame comprovou que a peça pode ter sido uma das embarcações usadas pelos povos que habitavam o Brasil antes da chegada dos europeus. De acordo com testes, a canoa, de 10,6 metros de comprimento e 70 cm de largura, data do período de 1480 a 1660. Comprovada a autenticidade, autoridades brasileiras pretendem tombar e preservar a peça.
Em um ser vivo, 1 g de carbono contém 10-6 g de Carbono 14. Quando o ser morre, o Carbono 14 desintegra-se,
reduzindo-se à metade em 5 568 anos. A função que exprime a massa de 14C, por grama de carbono, ao fim de t
anos, é dada por
. Qual é a idade aproximada de um fóssil em que há 2,5 x 10-7 g de 14C por grama de carbono?
Leia a tira abaixo para responder a questão
Levando-se em consideração os elementos constitutivos da tira, infere-se que:
O Brasil é o maior produtor de etanol (C2H60) de cana-de-açúcar do mundo e ocupa posição de liderança na tecnologia de sua produção. Os avanços tecnológicos permitem que a produtividade seja destacada e os custos de produção bem inferiores aos dos concorrentes internacionais.
(fonte: http://www.fapesp.br/materia/2919, acesso em 06 de novembro de 2010.)
O etanol sofre combustão segundo a reação:

A entalpia padrão de combustão de etanol líquido é -1367 kJ/mol. Considerando uma reação de combustão de 1
mol de etanol, com rendimento de 100%, é correto afirmar que ocorre:
A questão deve ser respondida de acordo com o seguinte texto:
A gasolina é constituída por uma mistura de hidrocarbonetos voláteis, predominando o 2,2,3-trimetilpentano e o n-heptano. Em um motor automotivo, uma mistura de ar e vapor de gasolina é comprimida por um pistão e depois incendiada por uma centelha elétrica. A queima de gasolina deve criar uma expansão de gás forte e regular, forçando o pistão para cima e fornecendo força ao longo do eixo acionador do motor, gerando movimento.
Considerando a reação mencionada no texto, é correto afirmar que: