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Prova

Prova de 2021: Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) — questões com gabarito

59 questões da prova de 2021 de Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), em Geografia, Literatura, Português, Inglês e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 59 questões

Resultados: 59 questões

Página 3 de 3

  • Ciências Humanas

    Geografia

    A tabela e o mapa a seguir apresentam dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), a respeito do desmatamento e dos focos de calor da Amazônia Legal Brasileira (AMZ. Legal), obtidos por meio do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (PRODES).

    VALORES ABSOLUTOS E VARIAÇÕES DAS TAXAS DE DESMATAMENTO

    Figura 1 de 2 da questão de Geografia, UFGD 2021, Amazônia
    Disponível em: http://www.inpe.br/noticias/noticia.php?Cod_Noticia=5294. Acesso em: 04 ago. 2020.


    VALORES ABSOLUTOS E VARIAÇÕES DAS TAXAS DE DESMATAMENTO

    Figura 2 de 2 da questão de Geografia, UFGD 2021, Amazônia
    Disponível em: https://www.inpe.br/noticias/noticia.php?Cod_Noticia=5294. Acesso em: 04 ago. 2020.

    Considerando os dados apresentados e os conhecimentos científicos sobre geografia ambiental, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão bd0c34d2-04
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Analise as Figuras (I) e (II) apresentadas a seguir.

    Imagem da questão de Geografia, UFGD 2021, Aquecimento global
    Figura (I). Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2019/08/satelites-mostram-invasao-de-rio-de-fumaca-de-queimadas-sobre-sao-paulo.shtml. Acesso em: 10 ago. 2020.

    Figura (II). Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-49443561. Acesso em: 10 ago. 2020.


    Observando as Figuras (I) e (II), é correto afirmar que há
    Escolha uma alternativa para a questão bd06d68a-04
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Analise as Figuras (I) e (II) apresentadas a seguir.


    Figura 1 de 2 da questão de Geografia, UFGD 2021, Agricultura brasileira

    Disponível em: https://www.larissabombardi.blog.br/atlas2017. Acesso em: 10 ago. 2020.


    Figura 2 de 2 da questão de Geografia, UFGD 2021, Agricultura brasileira

    Disponível em: https://journals.openedition.org/confins/12592. Acesso em: 10 ago. 2020.


    A associação entre as Figuras (I) e (II) permite concluir que

    Escolha uma alternativa para a questão bd0414e4-04
  • Linguagens

    Literatura

    Considere o excerto de Poemas aos homens do nosso tempo, de Hilda Hilst.

    […]
    III

    HOMENAGEM A NATALIA GORBANIEVSKAYA

    Sobre o vosso jazigo
    - Homem político -
    Nem compaixão, nem flores.
    Apenas o escuro grito
    Dos homens.

    Sobre os vossos filhos
    - Homem político -
    A desventura Do vosso nome.

    E enquanto estiverdes
    À frente da Pátria
    Sobre nós, a mordaça.
    E sobre as vossas vidas
    - Homem político -
    Inexoravelmente, nossa morte.
    […]

    Júbilo Memória Noviciado da Paixão (1974) - Poemas aos Homens do nosso Tempo. Poesia: 1959 – 1979 - São Paulo: Quíron; [Brasília]: INL, 1980.

    Sobre o excerto apresentado, assinale a alternativa correta. 
    Escolha uma alternativa para a questão bcf9bc00-04
  • Linguagens

    Português

    Leia o excerto a seguir, de A metamorfose, de Franz Kafka.


    – Queridos pais – disse a irmã e como introdução bateu com a mão na mesa –, assim não pode continuar. Se vocês acaso não compreendem, eu compreendo. Não quero pronunciar o nome do meu irmão diante desse monstro e por isso digo apenas o seguinte: precisamos tentar nos livrar dele. Procuramos fazer o que é humanamente possível para tratálo e suportá-lo e acredito que ninguém pode nos fazer a menor censura.

    – Ela tem mil vezes razão – disse o pai consigo mesmo. A mãe, que ainda não podia respirar direito, começou a tossir, em som surdo, com a mão espalmada, com uma expressão alucinada nos olhos.

    A irmã correu até a mãe e segurou-lhe a testa. O pai, que através da irmã parecia ter chegado a pensamentos mais definidos, havia se sentado em posição ereta e ficou brincando com o quepe de funcionário entre os pratos do jantar dos inquilinos que ainda jaziam sobre a mesa; de vez em quando olhava para Gregor, que estava quieto. – Precisamos nos livrar disso – disse então a irmã exclusivamente ao pai.

    KAFKA, Franz. A metamorfose. Tradução Modesto Carone. São Paulo: Companhia das Letras, 2004, pp. 74-75.


    Com base no excerto, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão bcf06893-04
  • Linguagens

    Português

    [...] é pertinente abranger outras categorias eminentemente textuais, como, por exemplo a anáfora e a catáfora [...]. Na sequência de um texto, podemos reativar uma referência anteriormente ativada: ‘um rei’ – ‘o rei’. Essa operação se caracteriza por uma ‘anáfora’, ou seja, constitui uma retomada de uma referência feita anteriormente.

    [...] As catáforas, menos comuns em nossos textos do dia a dia, ocorrem quando esse movimento de ativação e de reativação aparece invertido: primeiro vem a referência que seria de retomada e, depois, a que seria a referência base; por exemplo: ‘Ele – o rei’ ”.

    ANTUNES, Irandé. Textualidade: noções básicas e implicações pedagógicas. São Paulo: Parábola, 2017, p. 100-101, grifos da autora.

    Quanto à coesão textual, analise a ocorrência, nos dois enunciados a seguir, de presença ou ausência das categorias anáfora e catáfora.

    I. Ah, pobre Tom, meu menino mais cabeça-dura, não estou sendo dura com você. Eu não faria isso.

    II. Já sei, vamos fazer assim. Ninguém conta nada pra eles […].

    Diálogos retirados de: TWAIN, Mark. As aventuras de Tom Sawyer. Trad. Karla Lima. Jandira-SP: Ciranda Cultural, 2019.

    Sobre os enunciados em análise, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão bce3b3c4-04
  • Linguagens

    Português

    TEMPO

    Antônio Prata

    O bem mais valioso de nossa época não é o diamante nem o petróleo, a fórmula da Coca-Cola ou o sorriso da Natalie Portman: é o tempo. Obedecendo à lei da oferta e da procura, quanto mais escasso ele fica, mais caro nos é. A seca temporal é geral e irrestrita, tão democrática quanto a calvície, a saudade e a morte: eu não tenho tempo, você não tem tempo, o Eike Batista não tem tempo, o cara que está vendendo bala no farol, em agônica marcha atlética para recolher os saquinhos dos retrovisores, antes que abra o sinal, também não tem.

    Como vocês devem saber, o principal sintoma desta doença crônica – sem trocadilho – é a ansiedade. Toda manhã, flagro-me aflito, escovando os dentes, com pressa. Vejo-me batendo os pés no hall, enquanto o elevador não chega. Até o segundo que o cursor do celular leva para piscar, num SMS, permitindo-me digitar outra letra da mesma tecla, deixa-me exasperado.

    Antigamente, não era assim. Na minha infância, os dias tinham trinta horas, alguns chegando mesmo a quarenta, se bem me lembro. Não, não é que eu faça hoje mais coisas do que antes. Já pensei nisso, mas veja só quantas obrigações eu tinha no passado: cinco horas na escola, lição de casa, inglês, bateria, natação, jantar com os pais, toda noite, sem contar os séculos ao vivo ou ao telefone tentando convencer alguma menina a beijar-me na boca... E, mesmo assim, ainda sobravam infinitos latifúndios improdutivos, impossíveis de se ocupar, por mais que assistisse televisão, tirasse cochilos vespertinos, lesse livros, fosse às casas dos amigos jogar videogame, falar mal dos outros ou simplesmente juntar nossos tédios, olhar as paredes e escutar o tic-tac dos relógios.

    Das duas, uma: ou as horas eram mais abundantes do que hoje, ou, então, tinham uma incrível capacidade regenerativa, que perderam: a cada duas ou três horas mortas, uma nova hora nascia, fresquinha, como as células de uma pele jovem.

    Acho que foi lá pelo ano dois mil que o dia começou a encolher, chegando a essas míseras vinte quatro horas – com sensação térmica de dezesseis. Talvez tenha sido esse o verdadeiro bug do milênio: na virada de noventa e nove para o zero zero, todos os ponteiros, vendo-se livres do velho milênio e admirando o vazio que se abria adiante, como um retão num circuito de fórmula um, resolveram meter os pés no acelerador, de modo que acabamos assim, espremidos entre prazeres e obrigações, aflitos, escovando os dentes com pressa, andando em círculos, no hall do elevador.

    Há quem diga que a culpa é da melhora das comunicações e, consequentemente, do envio de dados. Com a informação viajando tão rápido, desaprendemos a arte da espera. Antigamente, aguardar era normal. Estávamos sempre esperando alguma coisa chegar. Uma carta, pelo correio. Um disco, do exterior. Uma foto, um texto ou um documento, via portador. Esses hiatos eram tidos como normais, uma brecha saudável, pausa para o cigarro ou o café, a prosa, a leitura de uma revista, o devaneio, a conversa na janela, a morte da bezerra. Hoje, não. Tá tudo aqui, e, se não está, nos afligimos. Queremos o pássaro na mão e os dois voando. Por que é que ainda não trouxeram esses dois que tão no céu, diabo?! Já não era melhor ter pego logo os três, de uma vez, otimizando custos e esforços?

    Enquanto não descobrimos a cura para este mal, a única saída é aprender a lidar com ele. Há que cercar com muros altos certas horas do relógio, para que nada as possa roubar de nós. Fazer diques de pedra em torno da hora de ficar com nosso amor, da hora de trabalhar no projeto pessoal, da hora do esporte, de ler um livro, encontrar um amigo. Mesmo assim, vira e mexe, vêm as obrigações, como um tsunami, ou os eventos sociais, como meteoros, e derrubam as barragens. Não há nada a fazer, senão reconstruir os muros, ainda mais fortes do que antes.

    Você sente a mesma coisa, ou sou só eu? Talvez seja só eu. Quem sabe, numa manhã de terça-feira, lá por 1998, eu tenha perdido a hora, para nunca mais encontrá-la? Ficarei assim, trinta minutos atrás do resto do mundo, tentando alcançá-lo, ininterruptamente, como quem corre atrás de um trem, até o fim dos tempos. Será que foi isso?

    Disponível em: https://www.pavablog.com/2011/08/20/tempo. Acesso em: 11 jul. 2020.

    A partir da leitura da crônica Tempo, de Antônio Prata, assinale a alternativa que apresenta características observáveis nesse texto.
    Escolha uma alternativa para a questão bce17666-04
  • Linguagens

    Português

    Leia os excertos a seguir.

    Mais uma conquista de Eva... o futebol. Há cerca de uns três meses um grupo de moças dos mais conceituados clubes esportivos dos subúrbios da nossa Capital (Rio de Janeiro) iniciou a prática do futebol feminino entre nós. Organizaram quadros e, de acordo com as regras oficiais do “Foot-ball Association”, tem as nossas patrícias disputado várias partidas entre vários clubes. [...] E as partidas repetiram-se animadas e concorridas, violentas e movimentadas, com todas as características do jogo masculino, sem mesmo lhes faltar esse complemento que parece imprescindível no famoso esporte bretão – as agressões e os socos […]. A propósito desse sensacional acontecimento esportivo, inúmeras têm sido as consultas a nós endereçadas sobre esse tema: Pode a mulher praticar o futebol?.

    LOYOLA, H. Pode a mulher praticar o futebol. Revista Educação Physica, Rio de Janeiro, v.46, p. 41-5, 1940.

    Mesmo não sendo homogêneos os discursos direcionados para a interdição das mulheres em algumas modalidades esportivas, vale lembrar que os documentos oficiais que operam nesse sentido expressam as representações normatizadas de feminilidade […]. Não raras vezes as jogadoras de futebol são questionadas acerca de sua sexualidade, parecendo ser “natural” essa inspeção […]. Transgressoras ou não, as mulheres há muito estão presentes no futebol. Vão aos estádios, assistem campeonatos, acompanham o noticiário, treinam, fazem comentários, divulgam notícias, arbitram jogos, são técnicas, compõem equipes dirigentes […], enfim, participam do universo futebolístico e isso não há como negar. Certamente algumas destas mulheres transgridem ao que convencionalmente se designou como sendo próprio de seu corpo e de seu comportamento, questionam a hegemonia esportiva masculina historicamente construída e culturalmente assimilada e enfrentam os preconceitos e também as estratégias de poder que estão subjacentes a eles. [...] No entanto, ainda é precária a estruturação da modalidade no país, pois são escassos os campeonatos, as contratações das atletas são efêmeras e, praticamente, inexistem políticas privadas e públicas direcionadas para o incentivo às mulheres que desejam fazer sua carreira dentro desse esporte o que me leva a afirmar, que, na “Pátria das Chuteiras”, as mulheres não têm vez. Estão nas zonas de sombra ainda que há muito protagonizem histórias que construíram e estruturaram o futebol desse país.

    GOELLNER, Silvana Vilodre. Na “Pátria das chuteiras” as mulheres não tem vez. In: SEMINÁRIO INTERNACIONAL FAZENDO GÊNERO 7. Florianópolis, UFSC, 2006, p. 1-4.

    Os excertos referenciam uma das manifestações da cultura corporal que possui ampla visibilidade no imaginário do povo brasileiro: o futebol. No entanto, principalmente na mídia esportiva, a modalidade não é igualmente valorizada – ainda hoje – se considerarmos a sua prática por mulheres. Ao destacar o futebol como uma conquista das mulheres, Loyola (1940) enfatiza o questionamento que fez parte da história da categoria feminina do esporte: “Pode a mulher praticar futebol?”. Alguns estudiosos do campo da Educação Física, a exemplo de Silvana Vilodre Goellner (2006), demonstram o caminho percorrido historicamente pelas mulheres para a sua inserção nessa modalidade esportiva, repleta de argumentos que justificaram e ainda justificam a falta de incentivo e visibilidade das atletas no esporte. Sendo assim, quanto aos argumentos recrutados durante décadas para explicar a pouca visibilidade conferida às mulheres no futebol brasileiro, assinale a afirmativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão bcdcaadd-04
  • Linguagens

    Português

    Produzido em 1827, O Jantar, de Jean-Baptiste Debret, é conhecido e muito difundido nos livros de História por abordar as relações cotidianas no Brasil à época do pintor.

    Imagem da questão de Português, UFGD 2021, Interpretação de Textos
    Disponível em: https://idd.org.br/acervo/obra-o-jantar. Acesso em: 10 ago.2020.

    Com base nessa obra, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão bcda500a-04
  • Linguagens

    Inglês

    3 OF THE BEST ETHICAL ALTERNATIVES TO FOSSIL FUELS

    By Sipur Joseph

    In recent years, ethical issues regarding our energy use and systems have (1)___ been at the forefront of the global conscious. Growing awareness of climate change has led us to question how we’re producing and using energy, and how sustainable these practices are.

    These ethical (2)___ are more important now than ever. The IPCC has predicted that global temperatures will rise by up to 10 degrees over the next century, and this is largely due to emissions from energy production. In fact, 90% of all carbon emissions caused by human activity come from fossil fuels.

    (3)___, this shows no signs of reducing, with the International Energy Agency predicting that Chinese emissions will double by 2035.

    To keep global temperature increases within manageable levels, we need to leave 80% of our current fossil fuel reserves underground. As such, the need for ethical alternatives to fossil fuels is greater now than ever. Here are 3 of the most promising alternative fuel sources that could (4)___ us to turn things around: solar power, wave energy and wind energy.

    JOSEPH, Sipur. 3 of the Best Ethical Alternatives to Fossil Fuels. Energy Central Pulse. The Energy Collective Group. Published in: 01 August 2019. Available in: https://energycentral.com/c/ee/3-best-ethical-alternatives-fossil- fuels Access in: July, 20 2020 (Adapted).

    Quatro termos foram omitidos no texto. Escolha a alternativa que apresenta as palavras que completam, correta e respectivamente, as lacunas no texto. 
    Escolha uma alternativa para a questão bcd33420-04
  • Linguagens

    Inglês

    WHY IT’S IMPORTANT THAT WE STUDY HISTORY

    When most of us think back to our childhood school days, we can also remember at least a handful of kids who thought history class was a drag. To (1) them, history just seemed like a jumble of names and dates attached to events long over with and people long dead. What was the point of learning (2) it at all?

    They didn’t know then that history was one of the most important subjects they’d ever study. Here we’ll take a closer look at why history is important and explore why everyone should make it a point to study it in depth.

    History helps us understand ourselves.

    To understand who you are, you need to develop a sense of self. A large part of that is learning where you fit into the story of your country or the global community in the grand scheme of things. History tells you the story of how your nation, city, or community came to be everything that it is. It tells you where your ancestors came from and tells you who (3) they were. Most importantly of all, it gives you the ability to spot (and appreciate) the legacies you may have inherited from (4) them.

    Arcadia Publishing. Why it's important that we study History. Available in:https://www.arcadiapublishing.com/Navigation/Community/Arcadia-andTHP-Blog/June-2016/Why-It%E2%80%99s-Important-That-We-Study-History. Access in: July, 22 2020 (Adapted).

    Escolha a alternativa cujas expressões se referem, correta e respectivamente, às quatro palavras destacadas e numeradas no texto.
    Escolha uma alternativa para a questão bcd08e41-04
  • Ciências Humanas

    História

    A questão dos quilombos é um elemento importante na história do Brasil. Os quilombos se constituíram/ constituem em espaços de resistência ante a escravidão; contemporaneamente, como espaços de resistência cultural

    […].

    Os quilombos foram muitos e não eram unidades homogêneas, ou seja, variavam quanto a lugar, tamanho, população, forma de organização, integrantes e “desempenharam um importante papel no complexo tecido social que era o sistema brasileiro da escravidão.

    DA SILVA, Giselda Shirley; DA SIILVA, Vandeir José. Quilombos brasileiros: alguns aspectos da trajetória do negro no Brasil. Revista Mosaico, v. 7, n. 2, p. 191-200, jul./dez. 2014. p. 192-193.


    Os quilombos foram a mais destacada forma de reação coletiva de negros escravizados durante o período colonial brasileiro. Sobre os quilombos, assinale a alternativa correta. 
    Escolha uma alternativa para a questão bd18d033-04
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Analise a imagem a seguir.

    Imagem da questão de Geografia, UFGD 2021, Clima
    Disponível em: https://tempo.cptec.inpe.br/boletimtecnico/pt. Acesso em: 19 ago. 2020.


    A análise correta permite concluir que há o avanço de uma frente fria sobre o território brasileiro e que essa frente fria está associada à presença de uma mPa (Massa Polar Atlântica), que é capaz de gerar
    Escolha uma alternativa para a questão bd09a06c-04
  • Linguagens

    Literatura

    No que se refere à obra O alienista, de Machado de Assis, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão bcfc1dd7-04
  • Linguagens

    Literatura

    Sobre Anjo negro (1948), de Nelson Rodrigues, assinale a afirmativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão bcf78399-04
  • Linguagens

    Português

    Considerando a crônica Ética de Princípios, de Rubem Alves, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão bcf2df3a-04
  • Linguagens

    Português

    De Tanto Olhar o Céu Gastei Meus Olhos (2017), produção ficcional sul-mato-grossense, dirigida por Nathália Tereza e protagonizada por Maria Eny (Luana) e Edilson Silva (Wagner), traz uma situação contemporânea que assola muitas famílias brasileiras.

    Figura 1 de 4 da questão de Português, UFGD 2021, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 4 da questão de Português, UFGD 2021, Interpretação de Textos
    Figura 3 de 4 da questão de Português, UFGD 2021, Interpretação de Textos
    Figura 4 de 4 da questão de Português, UFGD 2021, Interpretação de Textos
    DE TANTO OLHAR O CÉU GASTEI MEUS OLHOS. Direção de Nathália Tereza. Campo Grande: Tamanduá TV, 2017. Curta-metragem (25 min.).

    Assinale a alternativa correta a respeito do tema principal abordado pelo curta-metragem.
    Escolha uma alternativa para a questão bcebc40e-04
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, UFGD 2021, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Source: SCHULZ, Charles M. Comic strip Peanuts - Snoopy. Available in: https:// weheartit.com/entry/119469395 Access: July, 22 2020.

    Which of the following best expresses the information presented in the cartoon above?
    Escolha uma alternativa para a questão bcd81b63-04
  • Linguagens

    Inglês

    ARTHUR CONAN DOYLE - British author

    By Philip K. Wilson

    Arthur Conan Doyle, in full Sir Arthur Ignatius Conan Doyle, (born May 22, 1859, Edinburgh, Scotland—died July 7, 1930, Crowborough, Sussex, England), Scottish writer best known for his creation of the detective Sherlock Holmes — one of the most vivid and enduring characters in English fiction.

    Conan Doyle began seven years of Jesuit education in Lancashire, England, in 1868. After an additional year of schooling in Feldkirch, Austria, Conan Doyle returned to Edinburgh. Through the influence of Dr. Bryan Charles Waller, his mother’s lodger, he prepared for entry into the University of Edinburgh’s Medical School. He received Bachelor of Medicine and Master of Surgery qualifications from Edinburgh in 1881 and an M.D. in 1885 upon completing his thesis, “An Essay upon the Vasomotor Changes in Tabes Dorsalis.” While a medical student, Conan Doyle was deeply impressed by the skill of his professor, Dr. Joseph Bell, in observing the most minute detail regarding a patient’s condition. (01)___. Other aspects of Conan Doyle’s medical education and experiences appear in his semiautobiographical novels, The Firm of Girdlestone (1890) and The Stark Munro Letters (1895), and in the collection of medical short stories Round the Red Lamp (1894). (See also Sherlock Holmes: Pioneer in Forensic Science.)

    WILSON, Philip K. Arthur Conan Doyle - British author. Published in July 3, 2020. Encyclopaedia Britannica. Available in: Access in: July, 23 2020 (Adapted).

    One sentence is missing in the text. According to the context, choose the alternative which correctly completes the idea of the text in the gap [showed in bold and numbered as 01 in the text].
    Escolha uma alternativa para a questão bcd5b759-04